quinta-feira, 12 de abril de 2018

“Blogue diário Notícias do Pedal”

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“SALÃO MOTORCLÁSSICO ATRAI MAIS DE 40 MIL VISITANTES”

14ª Edição do evento regista grande afluência de visitantes e transações comerciais

Mais de 170 expositores e 40 mil visitantes. A 14ª edição do maior evento português relacionado com veículos clássicos decorreu este fim-de-semana na FIL.

Terminou ontem na FIL, em Lisboa, a 14ª edição do Motorclássico – Salão Internacional de Automóveis e Motociclos Clássicos que registou, de novo, uma grande afluência de público, com mais de 40 mil visitantes ao longo dos três dias de evento. O êxito da 14ª edição do maior evento português relacionado com a temática dos Clássicos e da História Automóvel confirma assim a grande adesão de aficionados e do público em geral ao universo dos clássicos e a vitalidade do mercado.

Automóveis históricos e desportivos, raridades e veículos de culto, uma exposição dedicada aos 70 anos da Porsche, um leilão de automobilia, passeios dedicados aos 70 anos da Land Rover e do Citroën 2CV, a revelação do APM, o automóvel português esquecido, diversos passeios de clássicos de duas e quatro rodas e as Motor Talks em directo, realizadas pelo Jornal dos Clássicos, com os convidados especiais Nené Neves e António Peixinho, do Team Palma, foram alguns dos ingredientes de uma programação que conquistou público e expositores. 

Salvador Patrício Gouveia, da organização do Motorclássico, faz o balanço da edição deste ano:  “Apesar do mercado base dos clássicos estar maduro, têm aparecido novos players, eventos e serviços complementares a todo este sector, o que é de louvar. Esta tendência estava bem patente no Salão Motorclássico deste ano, o que nos dá muita satisfação, pois mostra que o meio não está estagnado, mas sim em constante inovação e reinvenção de si próprio”.

O Salão Motorclássico é organizado pelo Museu do Caramulo em parceria com a FIL – Feira Internacional de Lisboa.

Fonte: Museu Caramulo/Parceria Notícias do Pedal

“Atualização do calendário Federação Triatlo de Portugal 2018”

Vimos por este meio comunicar as atualizações mais recentes ao Quadro Competitivo da Federação de Triatlo de Portugal.

Os Regulamentos Geral de Competições e de Associação Licenciamento e Transferências foram atualizados.

As principais alterações verificam-se na participação dos atletas estrangeiros a competir nas provas oficiais da FTP e nas comparticipações financeiras por formação quando da transferência de atletas em fase de formação entre clubes.

Quanto ao Calendário Nacional, as principais alterações são

– A realização do Campeonato Nacional de Clubes de Estafetas Mistas no dia 13 de maio de 2018 no Sabugal, no dia seguinte à prova do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo na mesma localidade;

– A Prova de Duatlo Cross do respetivo Campeonato Nacional de Clubes não se irá realizar por motivos de ordem técnica;

– Não sendo uma alteração, mas ainda uma indefinição, a prova do Campeonato Nacional de Clubes de Triatlo Contrarrelógio, que se irá realizar no dia 7 de julho, ainda não tem local definido, decisão que comunicaremos assim que possível.

Fonte: FTP

“GP BEIRAS: PERCURSO DURO E MAU TEMPO NA LUTA PELA SUCESSÃO A JESUS DEL PINO”

Terceira edição do Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela decorre de sexta-feira a domingo.

Um percurso duro e condições atmosféricas adversas devem marcar a terceira edição do Grande Prémio Beiras e Serra da Estrela, de sexta-feira a domingo, no qual o espanhol Jesus del Pino (Efapel) irá defender o triunfo de 2017.

A prova, que leva pela primeira vez esta temporada o pelotão nacional ao ponto mais alto de Portugal continental, disputa-se este ano mais cedo e poderá ser afetada pelas más condições atmosféricas – frio, chuva e possibilidade de neve.

A Efapel, que ganhou as duas primeiras edições, vai apresentar na sua equipa Jesus del Pino, vencedor em 2017, e Sérgio Paulinho.

As principais equipas portuguesas são as principais candidatas a vencer a prova, com W52-FC Porto e Sporting-Tavira, que terá Jóni Brandão, o primeiro vencedor do GP das Beiras, a juntarem-se à equipa de Lousa como favoritas.

Também a Aviludo-Louletano, a ter um excelente início de temporada, coroado pela vitória de Luís Mendonça na Volta ao Alentejo, poderá ter uma palavra a dizer em especial pelo espanhol Vicente Garcia de Mateos, melhor representante das equipas portuguesas na Volta ao Algarve.

Rádio Popular-Boavista e Vito-Feirense-Blackjack também poderão intrometer-se na luta pelo triunfo, algo que será mais complicado para Liberty Seguros-Carglass, Miranda-Mortágua e LA Alumínios, as restantes equipas continentais lusas.

Entre as equipas estrangeiras presentes, as profissionais continentais Burgos-BH, sem José Mendes, Rally Cycling e Manzana-Postobon, de Ricardo Vilela, deverão apresentar as melhores equipas, ao contrário da Caja Rural.

A Lokosphinx, que já venceu três vezes este ano em Portugal, sempre por Dmitry Strakhov (Clássica da Arrábida e duas etapas na Volta ao Alentejo, também será, em princípio uma das animadoras da prova, depois de em 2017 ter visto Alexander Evtushenko, vencedor da montanha na ‘Alentejana’, liderar até à derradeira etapa.

Java Partizan, Massi-Kuwait e Star-Gusto completam o lote de equipas que vão participar no III GP Beiras, que, mais uma vez, não será propício para ‘sprinters’, com contagens de montanha em todas as etapas.

Na sexta-feira, os ciclistas vão ultrapassar os primeiros 176,8 quilómetros da prova, entre Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo.

Apesar de ser a mais ‘calma’ das três etapas, esta ligação promete fazer alguns ‘estragos’, com três contagens de montanha de terceira categoria, a última a menos de seis quilómetros da meta.

A etapa mais longa corre-se no sábado, com o pelotão a ter de percorrer 194,2 quilómetros, entre Sabugal e Seia, em mais uma etapa de constante sobe e desce.

Serão quatro as contagens de montanha, todas de segunda categoria, a terem de ser ultrapassadas, embora a derradeira esteja colocada a pouco menos de 30 quilómetros da chegada a Seia.

As decisões devem estar marcadas para domingo, com a passagem pela Torre (primeira categoria), na Serra da Estrela, logo 56 quilómetros a seguir à partida em Gouveia.

A outra dificuldade do dia estará na chegada à Guarda, 168,2 quilómetros após a partida, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de terceira categoria.

Importantes poderão ser também as bonificações de tempo, com dez, seis e quatro segundos para os primeiros classificados de cada etapa, além de três, dois e um segundos nas metas volantes.

Etapas:

02 jun, 01.ª etapa: Mêda-Figueira de Castelo Rodrigo, 176,8 km.

03 jun, 02.ª etapa: Sabugal-Seia, 194,2 km.

04 jun, 03.ª etapa: Gouveia-Guarda, 168,2 km.

Equipas:

- Profissional Continental: Burgos-BH (Esp), Caja Rural (Esp), Manzana Postobon (Col) e Rally Cycling (EUA).

- Continental: Aviludo-Louletano (Por), Efapel (Por), Java-Partizan (Ser), LA Alumínios (Por), Liberty Seguros-Carglass (Por), Lokosphinx (Rus), Massi-Kuwait (Kuw), Miranda-Mortágua (Por), Radio Popular-Boavista (Por), Star-Gusto (Bol), Sporting-Tavira (Por), Vito-Feirense-Blackjack (Por) e W52-FC Porto (Por).

Fonte: Sapo on-line

“EFAPEL quer voltar a ser feliz nas Beiras e na Serra da Estrela”

•Formação quer lutar pela vitória no conceituado Grande Prémio internacional

•Equipa venceu as duas edições já realizadas

•Bloco ambicioso para três dias de corrida

Cumprida uma pausa competitiva de três semanas, a Equipa EFAPEL está de volta à estrada com muita ambição. Depois da vitória na Clássica Aldeias do Xisto, a formação liderada por Américo Silva participou no passeio solidário Seixal - Terena, organizado pelo duo musical, Anjos, e agora prepara-se para correr numa região onde tem sido muito bem-sucedida.

Entre os dias 13, sexta-feira, e 15, domingo, a Equipa EFAPEL vai participar no III Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela. É uma corrida que a estrutura que se apresenta de amarelo e preto venceu em 2016 e em 2017. Primeiro com Jóni Brandão e, no ano passado, com Jesus del Pino.

O conjunto comandado por Américo Silva sempre revelou muita competitividade nesta corrida que se traduziu em resultados. Em 2018, a formação não vai desperdiçar nova oportunidade de lutar pelo triunfo. “Vencemos esta prova com dois ciclistas diferentes e sempre com percursos distintos. Este ano, as três etapas não serão iguais às das edições anteriores, mas vamos voltar a trabalhar no sentido de ter arte e engenho para procurar, de novo, a vitória”, afirmou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

O Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela começa na sexta-feira com uma etapa de 177,2 quilómetros entre Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo. No dia seguinte, o pelotão pedala 193,9 km entre Sabugal e Seia para, no domingo, fechar a competição com uma tirada de 166,5 km entre Gouveia e Guarda, com passagem pelo Alto da Torre.

 

Nome da prova

III Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela

Data

13 a 15 de Abril de 2018

Director desportivo

Américo Silva

Ciclistas

Bruno Silva (Trepador)

Daniel Mestre (Sprinter)

Henrique Casimiro (Trepador)

Jesus Del Pino (Trepador)

Marcos Jurado (Rolador)

Rafael Silva (Rolador/Sprinter)

Sérgio Paulinho (Completo)

 Fonte: Efapel

 

“Maratona Berço do Alvarinho (Campeonato do Minho BTT XCM - AFA Cycles / Taça de Portugal de Maratonas)”

Pontuável para o Campeonato do Minho de BTT XCM - AFA Cycles e para a Taça de Portugal de XCM, a Maratona BTT Berço do Alvarinho realiza-se no dia 22 de abril em Monção. A iniciativa também se destina a praticantes desportivos informais que participam em atividades numa perspetiva de lazer, estando previstos percursos de Maratona, Meia-Maratona e Maratona-Curta.

As inscrições podem ser efetuadas online (www.acm.pt)

Organizada pelo Clube de Cicloturismo de Monção (www.ccmoncao.org), em parceria com a Associação de Ciclismo do Minho, a Maratona será disputada em trilhos da vila raiana de Monção, começando e terminando no centro da localidade Berço do Alvarinho. A partida está marcada para as 10h00.

Aberta à participação de todos os interessados, independentemente de serem ou não atletas federados, a Maratona BTT Berço do Alvarinho prevê a inscrição nas habituais categorias de competição, de lazer e de paraciclismo, estando contemplados percursos de Maratona, Meia-Maratona e Maratona-Curta.

A participação na Maratona ou na Meia-Maratona tem o custo de 10 euros e as as inscrições podem ser formalizadas no site da Associação de Ciclismo do Minho (www.acm.pt).

O secretariado da Maratona BTT Berço do Alvarinho funcionará no Museu do Alvarinho (Praça Deu-la-Deu - Monção) no sábado (21 de abril) das 16 às 20 horas e no domingo (22 de abril) das 07h30 às 08h30.

A Maratona BTT Berço do Alvarinho tem o apoio do Município de Monção, Federação Portuguesa de Ciclismo, AFAcycles, Cision, Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade.

 

Monção: Berço do Alvarinho

A fama histórica de Monção,  perpetuada pela tradição, deve-se, essencialmente, ao carácter da heroína Deu-la-Deu Martins, uma personagem lendária da história de Monção a quem é atribuído o feito de ter enganado os castelhanos à época das Guerras fernandinas. Os castelhanos tinham imposto cerco à vila de Monção, que já durava há demasiado tempo e dentro das muralhas não havia já mantimentos. Sabendo que os invasores também já estavam desmoralizados e sem provisões, a heroína terá lançado pães feitos com a pouca farinha que restava em Monção, gritando-lhes a frase "Deus lo deu, Deus lo há dado". Em consequência, os castelhanos levantaram o cerco acreditando que ainda havia muita resistência dentro das muralhas.

Esta vila que recebeu foral em 1261, e na qual foi construído um castelo no reinado de D. Dinis (séc. XIII), destaca-se pelas suas termas que proporcionam tratamentos e momentos de relaxamento a quem as frequenta.

Além das termas destaca-se o Vinho Alvarinho, o qual constitui um dos principais produtos da economia do território.

Monção, berço do Alvarinho e vila termal, é igualmente uma referência pela gastronomia tradicional. Para além do Cordeiro à Moda de Monção, a Lampreia acompanhada pelo arroz malandro apresenta-se como um dos ex-libris gastronómico desta vila raiana.

Falar de Alvarinho é falar de Monção e de Melgaço. Razões naturais de microclima e solo, fizeram da sub-região delimitada por estes dois concelhos, não só o berço, mas o solar do Alvarinho, pois proporcionam a este vinho uma elevada tipicidade.

A casta Alvarinho é considerada, por muitos, a melhor casta branca enxertada nas vinhas portuguesas. A sua raridade, a baixa produção e, principalmente, o facto de dar origem a vinhos únicos em termos de aroma e sabor, leva a que as uvas Alvarinho sejam as mais valiosas e bem pagas de todo o País. Tal facto faz com que o vinho Alvarinho seja um vinho nobre e com grande capacidade de concorrência nos mercados nacionais e internacionais, que talvez poucos vinhos portugueses terão.

Esta casta só se produz até 200 metros de altitude, sendo nesta sub-região (concelhos de Monção e Melgaço) onde existem as condições ideais de microclima e solo para o cultivo e maturação desta uva única e genuína.

Fonte: ACM

"Taça de Portugal Paraciclismo Jogos Santa Casa"

Taça de Portugal de Paraciclismo arranca em Odemira

Por: José Carlos Gomes

A Taça de Portugal Jogos de Santa Casa de Paraciclismo começa no próximo sábado, em Odemira, com um contrarrelógio individual que será a primeira das cinco provas que compõem o troféu nacional de regularidade para ciclistas portadores de deficiência.

Em 2018 corre-se, pela sexta época consecutiva, a Taça de Portugal de Paraciclismo, competição que tem nos Jogos Santa Casa o primeiro “naming sponsor”. Este patrocínio uma clara aposta na inclusão social de pessoas portadoras de deficiência através da prática desportiva. Essa inclusão faz-se também pelo facto de o calendário da Taça de Portugal Jogos Santa Casa integrar as provas de paraciclismo em outros eventos de ciclismo, proporcionando aos participantes a prática em ambientes de alta competição.

A prova do próximo sábado, um contrarrelógio de 23,4 quilómetros, na Zambujeira do Mar, faz parte do programa do Troféu José Poeira, que vai levar a cor e o movimento do ciclismo ao concelho de Odemira, durante todo o fim de semana.

O calendário da Taça de Portugal Jogos Santa Casa de Paraciclismo prossegue no dia 27 de maio, em Viana do Castelo, integrado no 20.º Prémio “Viana Fica no Coração”, seguindo-se, no dia 17 de junho, a terceira prova pontuável, em Águeda, no âmbito do Grande Prémio Abimota, a quarta corrida, no dia 1 de julho, em Albergaria-a-Velha, como parte da corrida Taça de Portugal de Elite, e, por fim, a final, inserida no Circuito de Alcobaça, no dia 20 de agosto.

O patrocínio dos Jogos Santa Casa à Taça de Portugal de Paraciclismo permite dar maior visibilidade a esta vertente da modalidade, aproximando-a do público tradicional de ciclismo e incrementando, dessa forma, a captação de novos praticantes, algo fundamental para que o ciclismo tenha um papel cada vez mais ativo na inclusão de pessoas portadoras de deficiência.

O paraciclismo é uma vertente recente na História de 118 anos da Federação Portuguesa de Ciclismo, mas tem vindo a crescer sustentadamente, passando dos 21 filiados em 2013 para os 35 de 2017. Apesar da “juventude”, o paraciclismo já tem dado alegrias desportivas aos adeptos portugueses de ciclismo, dado que Luís Costa conseguiu a medalha de bronze no Mundial de contrarrelógio em 2017 e representou o país, com Telmo Pinão, nos Jogos Paralímpicos de 2016.

Fonte: FPC

“ATLETAS “TORRIENSES” NO ATAQUE AO MUNDIAL”

Texto e foto: AfterTwo //works

Os ciclistas Marvin Scheulen e Miguel Salgueiro da equipa Sicasal-Constantinos-Delta Cafés, vão representar a Equipa Portugal de Sub-23 que compete no ZML Tour, prova da Taça das Nações que se realiza este sábado ao redor de Goes, na Holanda.

A equipa torriense é a mais representativa nesta Seleção Nacional que parte para o País Baixo com a importante missão de se apurar diretamente para o Campeonato do Mundo de Estrada, que se realiza em setembro na cidade Austríaca de Innsbruck. Para que tal aconteça, será necessário que Portugal coloque um ciclista no top 15 desta ou de outra prova da Taça das Nações.

Se para Marvin Scheulen esta convocatória é apenas a sucessão de anteriores participações ao serviço desta seleção, para Miguel Salgueiro será uma estreia absoluta neste escalão e surge na sequência da excelente época que o jovem de Odivelas, com apenas 18 anos, está a realizar.

Para esta clássica de 178 quilómetros onde vão enfrentar um pelotão constituído por Atletas dos quatro cantos do mundo, o selecionador nacional José Poeira vai contar ainda com André Crispim da Liberty Seguros-Carglass, Daniel Viegas da Polartec Kometa, Francisco Campos da Miranda-Mortágua e Rui Oliveira da americana Hagens Berman Axeon.

Hélder Miranda, treinador dos Atletas na equipa torriense, considera que "é um orgulho enorme para nós a incorporação destes dois jovens nos trabalhos da seleção nacional para uma corrida com objetivos tão importantes para o nosso país.

É mais uma prova do trabalho de formação bem feito e reconhecido pelos responsáveis da federação. É para isto que todos juntos damos o nosso melhor, em prol do crescimento destes jovens e da promoção das marcas nossas parceiras nesta caminhada".

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

“NELSON OLIVEIRA JÁ TEVE ALTA APÓS OPERAÇÃO A FRATURA DE CLAVÍCULA NO PARIS-ROUBAIX”

Ciclista português enfrenta agora uma paragem de "três ou quatro semanas"

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O ciclista português Nelson Oliveira (Movistar) recebeu esta quinta-feira alta médica após ter sido operado na terça-feira a uma fratura da clavícula direita em Pamplona, depois da queda durante o Paris-Roubaix.

A operação, na terça-feira, decorreu na Clínica San Miguel de Pamplona pelas mãos de Ángel Recarte, que explicou que a intervenção cirúrgica consistiu na "redução de fragmentos e colocação de uma placa de osteossíntese, com enxerto de osso artificial para estabilizar a fratura".

Depois da alta hospitalar, o ciclista luso enfrenta agora uma paragem de "três ou quatro semanas" antes de poder voltar à estrada, depois de ter sido forçado a abandonar o Paris-Roubaix, no domingo.

Fonte: Record on-line

“PRESIDENTE DA UCI ESPERA DECISÃO SOBRE DOPING DE FROOME ANTES DA VOLTA A FRANÇA”

David Lappartient diz que já foram reunidos elementos suficientes

Por: Lusa

Foto: EPA

O presidente da União Ciclista Internacional (UCI), David Lappartiente, espera que o caso do controlo antidoping positivo do britânico Chris Froome durante a Volta a Espanha, se resolva antes do início do Tour, em 7 de julho.

"Não acredito que tenhamos uma decisão antes do Giro, mas espero que haja antes do Tour (...). Já foram reunidos elementos suficientes", afirmou David Lappartiente, em entrevista ao diário francês 'L'Équipe'.

O presidente da UCI explicou que a resolução do caso tem sido adiada devido à batalha jurídica levada a cabo pelo ciclista da Sky.

"Acreditei que o caso estaria concluído antes do início das clássicas, mas o processo é complexo, Froome tem mais meios do que outros, e tem bons advogados como nós", disse.

Lappartient considerou "insustentável" a situação atual, que permite que Froome - que teve um controlo positivo por salbutamol na Vuelta -- continue a competir até haja uma decisão sobre o caso.

Froome venceu a edição de 2017 da Vuelta, durante a qual teve um controlo antidoping positivo, após a 18.ª etapa da Vuelta, em 7 de setembro, decorrente de uma análise à urina que acusou a presença do broncodilatador salbutamol em níveis superiores aos permitidos pela Agência Mundial Antidopagem (AMA).

A defesa de Froome, vencedor da Volta a França em 2013, 2015, 2016 e 2017, alega que o britânico sofreu uma disfunção renal, o que explica o excesso de salbutamol detetado.

Pouco depois da Vuelta, em 20 de setembro, Froome conquistou a medalha de bronze na prova de contrarrelógio individual dos Mundiais de estrada, em Bergen, na Noruega, deixando o português Nelson Oliveira (Movistar) na quarta posição.

Fonte: Record on-line

“AUTÓPSIA REVELA QUE MORTE DE MICHAEL GOOLAERTS RESULTOU DE ATAQUE CARDÍACO E NÃO DA QUEDA”

Corredor belga foi encontrado inconsciente e em paragem cardiorrespiratória

Foto: EPA

O ciclista belga Michael Goolaerts, que no domingo morreu durante a prova Paris-Roubaix, em França, sofreu um ataque cardíaco que causou a queda, revelou a autópsia requisitada pelo Ministério Público.

"A autópsia confirmou a hipótese mais provável, uma morte relacionada com um ataque cardíaco, e não relacionada com a queda", revelou à agência noticiosa francesa AFP o procurador da região de Cambrai, Rémy Schwartz.

A autópsia revelou que a queda aconteceu depois de o coração ter parado, mas serão ainda realizadas várias análises ao corpo do ciclista belga, de tipologia toxicológica e anatómica, para determinar "a origem do ataque cardíaco".

Goolaerts, de 23 anos, caiu numa das secções de 'pavé' do percurso de 257 quilómetros da prova conhecida como o 'inferno do norte', na qual se estreava ao serviço da equipa Vérandas Willems-Crélan.

O corredor belga foi encontrado inconsciente e em paragem cardiorrespiratória, segundo os bombeiros que lhe prestaram auxílio, e acabou por morrer ao início da noite num hospital de Lille para onde foi transportado de helicóptero.

Fonte: Record on-line

“GOOLAERTS FOI DECLARADO APTO”

Ciclista da Vérandas Willems-Crélan morreu no Paris-Roubaix

Foto: EPA

A morte de Michael Goolaerts no Paris-Roubaix ainda vai dar que falar, enquanto não se apurar verdadeiramente o que se passou. Mas uma fonte próxima do jovem ciclista belga já veio dizer que ele gozava de boa saúde.

"Em novembro fez um exame completo, como é hábito todos os anos no pelotão. Não tinha na altura qualquer problema e recebeu luz verde para correr", explicou.

O ciclista da Vérandas Willems-Crélan, de 23 anos, morreu no domingo à noite, já no hospital, estando programada para esta semana a realização da autópsia. Segundo as primeiras conclusões de quem assistiu o jovem ainda no local, Goolaerts sofreu uma paragem cardiorrespiratória, caindo depois quando o pelotão passava num dos troços de paralelo.

Fonte: Record on-line