quinta-feira, 4 de agosto de 2016

“Caramulo Motorfestival revisitado em fotografia pelo olhar dos visitantes”

MUSEU DO CARAMULO LANÇA CONCURSO DE FOTOGRAFIA – 10 ANOS DO CARAMULO MOTORFESTIVAL

O Caramulo Motorfestival faz 10 anos e a organização do evento lançou o Concurso de Fotografia – 10 Anos do Caramulo Motorfestival, desafiando todos os visitantes das edições anteriores a participarem através da partilha das suas fotografias, tiradas nos 10 anos passados.

A ideia é reunir um conjunto alargado de fotografias, que serão divulgadas num álbum próprio criado para o efeito na página do Facebook do Museu do Caramulo disponível em www.facebook.com/museudocaramulo. As 25 melhores fotos serão ainda exibidas no Museu do Caramulo durante o fim-de-semana do evento, a 2, 3 e 4 de Setembro.

Para tal, os participantes deverão enviar, até ao dia 24 de Agosto, para o email info@caramulo-motorfestival.com, fotos da sua autoria, tiradas em qualquer uma das 10 edições anteriores do Caramulo Motorfestival. São admissíveis fotografias a cores ou a preto e branco, tiradas com todo o tipo de máquinas fotográficas, digitais ou não, incluindo telemóveis e que não tenham sofrido qualquer manipulação digital de imagem ou qualquer outro artifício.

O Caramulo Motorfestival – Festival Internacional de Veículos Clássicos e Desportivos realiza-se anualmente na Serra do Caramulo e conta com uma programação alargado com mais de 20 eventos a decorrer em simultâneo, nomeadamente a Rampa Histórica do Caramulo, a Feira de Automobilia do Caramulo, concentrações de clubes, Rallys e Passeios Históricos, o Air Show, exposições temáticas, entre outros.

Fonte: Museu Caramulo/Parceria Notícias do Pedal

“Volta Portugal/Vicente Moura ainda espera uma alegria para os sportinguistas/Vice-Presidente admite tarefa "difícil"


 
Por: Lusa

Foto: Fernando Ferreira

Vicente Moura reconheceu esta quarta-feira que a tarefa da equipa de ciclismo 'leonina' na 78.ª Volta a Portugal é difícil, sem esconder a esperança que ainda dê uma alegria aos adeptos.
"As coisas não estão fáceis, mas eu tenho esperança que o Sporting dê um ar da sua graça", afirmou Vicente Moura, na Guarda, local de chegada da etapa rainha da prova, a sexta, após 173,7 quilómetros, desde Belmonte.
Enquanto o chefe de fila do Sporting-Tavira, o italiano Rinaldo Nocentini, recente vencedor do Troféu Joaquim Agostinho, enfrentava dificuldades para se manter no primeiro grupo na tirada, Vicente Moura, relativizou.
"Vamos ver o que vai dar, o Sporting nunca entra numa prova para perder, entra sempre para ganhar, mas aqui ainda estamos a 'apalpar o terreno'. Claro que com a vitória do Nocentini ficámos um pouco mais esperançados que as coisas resultassem mais depressa do que estávamos a perspetivar, mas a Volta a Portugal é muito diferente", explicou.
Perante isso, o dirigente 'leonino' realçou a concretização do objetivo de regressar ao pelotão de elites, após quase duas décadas de ausência e de uma experiência entre 2009 e 2011 no escalão de sub-23, prometendo a continuidade em 2017.
"A ambição que tínhamos era regressar ao ciclismo, ponto final. Aconteceu e tudo o que conseguirmos por acréscimo será ótimo. O que era necessário era que o Sporting, décadas depois de ter extinguido uma modalidade muito popular e com muitas glórias para o clube", referiu, recordando os triunfos de Joaquim Agostinho e as chegadas da prova ao Estádio José Alvalade, em Lisboa.
De acordo com Vicente Moura, após a Volta a Portugal o Sporting vai "avaliar os resultados" e perceber quanto custa "ter uma equipa com outras ambições", assegurando que "para o ano o Sporting estará novamente na Volta".
O antigo presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) admitiu ainda estar ansioso por voltar a sentir o espírito olímpico, que vai sentir a partir de dia 10, quando viajar para o Rio de Janeiro, ressalvando que este ano vai viver os Jogos Olímpicos Rio2016 "de forma muito mais tranquila".

Fonte: Record on-line

“Volta Portugal/Daniel Mestre foi quinto no sprint em Castelo Branco”

Jóni Brandão mantém posição na geral individual

A oitava etapa da Volta a Portugal em Bicicleta foi discutida ao sprint e Daniel Mestre voltou a ser a figura em destaque da EFAPEL. O alentejano procurou a vitória e acabou na quinta posição. O atraso verificado na última curva antes da recta da meta impediu-o de ficar melhor classificado do que o quinto posto em que terminou. Entre Figueira de Castelo Rodrigo e Castelo Branco, Jóni Brandão pedalou sempre integrado no pelotão e mantém a posição com os olhos no pódio final.

Os 182 quilómetros entre a Beira Alta e a Beira Baixa previam-se mais calmos, depois da ode ao ciclismo a que se assistiu ontem com a etapa de montanha na Serra da Estrela. Era o dia dos sprinters voltarem a lutar por um lugar ao céu e, na EFAPEL, os corredores tinham como principal preocupação estar na discussão pela vitória e garantir que Jóni Brandão continua na luta pelos melhores lugares da geral individual.

O percurso era maioritariamente plano ou a descer e comprovou-se o que já se antecipava. O pelotão chegou compacto a Castelo Branco e Daniel Mestre lá estava entre os primeiros a tentar a sua sorte. Infelizmente, na última curva, o corredor da EFAPEL ficou a um ou dois metros do adversário que seguia à sua frente e isso limitou-o no sprint.

“Hoje foi uma etapa marcada pelo vento que por vezes se fazia sentir de forma mais intensa. A nossa principal preocupação foi de manter a equipa unida e bem colocada para que não houvesse cortes. No final, e com esse primeiro objectivo assegurado, trabalhámos para colocar o Daniel numa posição que lhe permitisse discutir a vitória ao sprint”, explicou o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva.

Com a aproximação do fim-de-semana e do final da Volta a Portugal, o pelotão ruma ao litoral para uma etapa que começa na Nazaré, mais concretamente no Sítio, e ruma em direcção a Arruda dos Vinhos. Naquela que é a etapa mais longa desta edição, os corredores pedalam durante 208,5 quilómetros. Vão passar por três metas volante e três prémios de montanha, um de quarta, outro de terceira e um último de segunda categoria que coincide com a subida a Montejunto.

Classificação na 7ª etapa da Volta a Portugal

    José Gonçalves        Caja Rural        4h19m38s

    Samuel Caldeira        W52/FC Porto        mt

    Francesco Gavazzi        Androni Giocattoli    mt


    Daniel Mestre            EFAPEL        mt

17º    Jóni Brandão            EFAPEL        mt

30º    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 12s

73º    Rafael Silva            EFAPEL        a 2m04s

104º    António Barbio        EFAPEL        a 8m48s

115º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 11m42

118º    Nuno Almeida        EFAPEL        mt

 

Classificação individual após a 7ª etapa da Volta a Portugal

    Rui Vinhas            W52/FC Porto        30h56m33s

    Gustavo Veloso        W52/FC Porto        a 2m25s

    Daniel Silva            RP/Boavista        a 2m53s


    Jóni Brandão            EFAPEL        a 3m11s

    Henrique Casimiro        EFAPEL        a 4m17s

20º    Daniel Mestre            EFAPEL        a 22m45s

54º    Rafael Silva            EFAPEL        a 1h23m19s

82º    António Barbio        EFAPEL        a 2h08m03s

85º    Álvaro Trueba        EFAPEL        a 2h09m41s

106º    Nuno Almeida        EFAPEL        a 2h36m54s

Fonte: Efapel

“Volta Portugal/Indicação de última hora dá vitória ao sprint "Tinha a estrada toda para mim!”

José Gonçalves não estava indicado para entrar a “matar“ na reta da meta mas, à última hora, o diretor desportivo da Caja Rural disse-lhe que seria ele a tentar a vitória no empedrado do centro de Castelo Branco porque o companheiro Eduard Prades, vencedor neste local no ano passado, estava com um problema técnico. Bem dito bem feito! No final da 7ª etapa da 78ª Volta a Portugal Santander Totta assistiu-se a uma discussão ao sprint com José Gonçalves a bater, em cima da linha de meta, Samuel Caldeira (W52-FC Porto) que, pelo terceiro ano consecutivo na cidade albicastrense, foi segundo classificado. Francesco Gavazzi (Androni Giocattoli/Sidermec) fez terceiro.

“Não estava com a ideia de sprintar mas, claro, isso muda-se rápido. Somos profissionais. Disseram-me a cinco quilómetros da chegada que era para eu sprintar, nem fazia conta de estar aqui com os primeiros, mas quando soube dei o máximo. Esperei o momento certo para não me precipitar e arrancar demasiado cedo ou tarde demais. Arranquei a 200 metros e tive a estrada toda para mim,” disse José Gonçalves, sorridente, antes de subir ao pódio. Com a chegada em bloco cronometrada com o mesmo tempo para todo o pelotão, Rui Vinhas (W52-FC Porto) segurou a Camisola Amarela Santander Totta e manteve a mesma vantagem para o companheiro de equipa Gustavo Veloso, segundo classificado a 2’25’’ e o corredor mais regular em prova que lhe atribui a Camisola Verde Rubis Gás. Daniel Silva (Rádio Popular-Boavista) é terceiro a 2’53’’.

A três dias do final da competição, o melhor jovem em prova continua a ser o russo Alexandre Vdovin (Lokosphinkx) e veste a Camisola Branca RTP. Desde 2009 que a cidade albicastrense não assistia a um triunfo português, o último foi Manuel Cardoso (Liberty Seguros).

Etapa calma com chegada rápida

Depois da etapa rainha, onde imperou a montanha, os 121 corredores sobreviventes da 78ª Volta a Portugal Santander Totta apresentaram-se para esta etapa, em Figueira de Castelo Rodrigo, com objetivo de cumprir 182km. Sem qualquer contagem de montanha, o dia apresentava-se ideal para os roladores e velocistas que podiam dar o ar da sua graça na meta em Castelo Branco.

 
Com cerca de 20km de prova começou a ser formado o quinteto que estaria na fuga do dia. O grupo conseguiu ganhar cerca de cinco minutos ao pelotão, mas na primeira passagem pela meta já só restavam três unidades e a faltarem apenas dois quilómetros para a chegada os sobreviventes foram “engolidos” pelo grande grupo. Com as várias equipas a prepararem os homens mais rápidos para atacarem o sprint, abriram-se as cortinas para o espetáculo no famoso empedrado da Avenida Nuno Álvares.

 
Quem é José Gonçalves?
Nasceu a 13 fevereiro 1989, em Roriz (Barcelos). Foi Campeão Nacional de estrada, em 2011, na categoria Sub-23 e Elite no ano seguinte. Em 2013 saiu de Portugal para vestir as cores da equipa francesa La Pomme Marseille e não mais voltou. Em 2015, a espanhola Caja Rural recebeu-o assim como ao irmão gémeo Domingos Gonçalves. No ano passado já tinha dado nas vistas na Volta a Portugal quando venceu uma etapa e acabou desclassificado numa outra. Esta temporada José Gonçalves ganhou a Volta à Turquia.

Dia de estreias com a Volta no Oeste


 O dia mais longo da 78ª Volta a Portugal Santander Totta discute-se, esta sexta-feira, em plena região Oeste e acrescenta mais duas localidades à longa lista de locais de partidas e chegadas de etapa. São duas estreias. A caravana parte às 11h55 do Sítio da Nazaré, o emblemático centro histórico da vila nazarena, para os longos e duros 208,5 km. Há cinco anos que a Volta a Portugal não tinha uma tirada tão longa. A etapa vai terminar em Arruda dos Vinhos e até lá o pelotão terá de enfrentar, entre outras, as dificuldades da subida ao Alto de Montejunto, onde estará instalado um Prémio de Montanha de 2ª categoria.

5 agosto | 8ª Etapa

Nazaré (Sítio) – Arruda dos Vinhos | 208,5 Km

Hora da Partida – 11h55

Hora Prevista Chegada – 17h15

Alterações na penúltima etapa da Volta

A organização da 78ª Volta a Portugal Santander Totta comunica que vai proceder a alterações na etapa de sábado que vai ligar Alcácer do Sal a Setúbal para salvaguardar questões de segurança na travessia do concelho setubalense. A etapa terá uma alteração de percurso com redução de cerca nove quilómetros totalizando 176,1km com partida às 12h45.

Fonte: Podium