sábado, 23 de fevereiro de 2019

“Este domingo mais um direto no Facebook…”

Este domingo 24 de fevereiro, o Notícias do Pedal-TV vai marcar em mais uma Bênção Nacional dos Ciclistas em Fátima.

A partir das 9,30 horas da manhã iremos estar em direto para o Facebook no Parque nº 12 (junto à variante) e ainda no recinto da Capela de Santo Estevão – Calvário Húngaro, onde se vai realizar a Santa Missa, seguida da Tradicional Bênção dos Ciclistas, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, Bispo Emérito da Diocese Leiria e Fátima.

Entrevistas, a partida e chegada dos participantes, entre outros momentos, poderão ser vistos em direto. Se não vai participar neste grande evento, assista a bons momentos.


Não se esqueça, domingo a partir das 9,30 horas, aqui em direto para todos, um evento que muito promete.

Reportagem completa da Revista Notícias do Pedal.

Nota da Redação.

“Yates vence etapa e Fuglsang é o novo líder da Volta à Andaluzia”

Fuglsang subiu à liderança da prova com sete segundos de avanço

Por: Lusa

Foto: EPA

O dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana) subiu este sábado à liderança da Volta à Andaluzia em bicicleta, após a quarta e penúltima etapa, vencida pelo britânico Simon Yates (Mitchelton-Scott).

Simon Yates cortou isolado a meta no final dos 119,9 quilómetros, entre Armilla e Granada, com um tempo de 3:01.03 horas, 26 segundos à frente de um primeiro grupo de perseguidores, liderado pelo colombiano Sergio Higuita (Euskadi) e pelo holandês Steven Kruijswijk (Jumbo-Visma).

Dentro do primeiro grupo perseguidor, Fuglsang subiu à liderança da prova, com sete segundos de avanço sobre o espanhol Ion Izagirre (Astana) e 11 sobre Kruijswijk.

O constante sobe e desce da tirada foi cruel para o anterior líder e vencedor em 2018, o belga Tim Wellens (Lotto-Soudal), que caiu para a nona posição, a 2.53 minutos.

José Neves (Burgos-BH) foi o melhor português na etapa, na 35.ª posição, a 8.41 minutos, cinco lugares à frente do companheiro de equipa Ricardo Vilela, que acabou a 10.58. Na geral, Vilela é 32.º, a 13.07, e Neves está no 73.º posto, a 23.36.

A Volta à Andaluzia termina no domingo, com a ligação entre Otura e Alhaurín de la Torre (163,9 quilómetros).

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve/Dylan Groenewegen imperial perante multidão tavirense”

Por: José Carlos Gomes

O holandês Dylan Groenewegen (Team Jumbo-Visma) venceu hoje, com autoridade, a quarta etapa da Volta ao Algarve, que proporcionou à caravana dois imensos banhos de multidão, à partida, em Albufeira, e na chegada, em Tavira. O esloveno Tadej Pogačar (UAE Team Emirates) mantém a camisola amarela, embora tenha perdido 7 segundos num “corte” à chegada.

Os 198,3 quilómetros tiveram o esperado desfecho ao sprint, num final tenso, de grande dificuldade de colocação para os homens rápidos. Dylan Groenewegen atrasou-se devido a um problema mecânico, a cerca de 5 quilómetros da meta. Ajudado pela equipa, o holandês recolocou-se e triunfou pela segunda vez consecutiva na cidade do Gilão.

Dylan Groenewegen arrancou a 200 metros da meta e impôs-se com autoridade, com 4h56m07s. O francês Arnaud Démare (Groupama-FDJ) entrou mal colocado na reta da meta e fez um sprint de trás para a frente, pleno de força, acabando no segundo posto. O terceiro foi o jovem prodígio belga Jasper Philipsen (UAE Team Emirates).

“Na parte final tive alguns problemas mecânicos, mas a equipa trouxe-me rapidamente para a frente do pelotão. Os meus colegas foram excelentes no lançamento do sprint, foi um verdadeiro comboio preto e amarelo que vimos hoje aqui. Se fizermos o mesmo em todas as corridas acho que nos daremos muito bem.
É sempre uma felicidade ganhar. Para um sprinter é importante obter vitórias e por isso estou bastante satisfeito. Senti-me muito forte no final, mas o mérito é da equipa que me posicionou muito bem. No primeiro dia tivemos azar mas hoje fizemos a diferença. Trabalhamos toda a etapa e estou muito orgulhoso. Gosto muito de correr no Algarve, tem sempre muito público e muitos holandeses, é uma corrida muito simpática”, afirmou Dylan Groenewegen.

Inesperadamente, a luta pela Camisola Amarela Turismo do Algarve também passou pela etapa de hoje. Mal colocado na chegada, o esloveno Tadej Pogačar foi apanhado no “corte” de 7 segundos, tal como o espanhol Enric Mas (Deceuninck-Quick Step). O jovem da UAE Team Emirates manteve o comando, mas viu o dinamarquês Søren Kragh Andersen (Team Sunweb) subir ao segundo lugar, reduzindo a diferença para 29 segundos. O terceiro é Wouter Poels (Team Sky), agora a 30 segundos. Enric Mas desceu para a quarta posição, a 31 segundos.

“Hoje foi um dia normal e a equipa [UAE Team Emirates] manteve tudo sob controlo. Estou bastante confiante e motivado. Somente mais tarde decidiremos a nossa estratégia, mas seguramente que iremos trabalhar e fazer tudo ao nosso alcance para defender a liderança. Amanhã enfrentaremos muitas subidas antes do final e cada quilómetro contará. Teremos que ser muito cuidadosos e estar atentos, mas o momento decisivo será a subida final”, antecipa Tadej Pogačar.

A etapa foi animada pela fuga Luís Fernandes (Aviludo-Louletano), Nikolay Mihaylov (Efapel), Jesús Nanclares (Miranda-Mortágua), Fábio Costa (UD Oliveirense/InOutBuild) e Oscar Pelegri (Vito-Feirense-PNB), que se deu ainda antes de dobrado o quilómetro dez.

A passividade do pelotão deixou os escapados conquistarem 6m25s de margem, mas a aproximação à meta ditou o fim da aventura, a 20 quilómetros da chegada. A tensão dos quilómetros finais foi ultrapassada sem acidentes e os milhares de espectadores tavirenses assistiram a um fenomenal sprint.

Tadej Pogačar parte para a jornada final em posse da Camisola Amarela Turismo do Algarve, de comandante da geral, da Camisola Azul Águas do Algarve, de rei dos trepadores, e da Camisola Branca 120 Anos da FPC, de melhor jovem. O francês Arnaud Démare é o dono da Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos. A Team Sunweb comanda por equipas.

A Volta ao Algarve termina neste domingo com a quinta etapa, uma ligação de 173,5 quilómetros, que começa em Faro, às 12h30, e termina no alto do Malhão, concelho de Loulé, cerca das 17h00, na segunda ascensão àquela mítica montanha do ciclismo português.


Algarve Granfondo Cofidis

Além da multidão esperada para apoiar os corredores no Malhão, domingo será também dia de um grande evento popular, o Algarve Granfondo Cofidis, que vai juntar 870 ciclistas amadores. Será uma prova aberta com partida e chegada em Loulé.

Esta iniciativa tem cariz solidário, uma vez que a Cofidis irá oferecer uma árvore por cada participante. Deste modo, serão oferecidas 870 árvores para ajudar a reflorestar a serra de Monchique, afetada pelos incêndios de 2018.
 

Volta ao Algarve inclusiva

A última etapa da Volta ao Algarve conta com uma demonstração de paraciclismo para cegos. Quatro deficientes visuais partem à frente do pelotão, em tandens. Um dos guias será o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira.

Fonte: FPC

“John Degenkolb recorda Algarvia "especial": «Foi aqui que consegui a primeira vitória como profissional»”

Alemão foi feliz em 2011

Por: Lusa

Foto: EPA

O alemão John Degenkolb (Trek-Segafredo) está a correr a Volta ao Algarve em bicicleta, uma corrida "especial" por ter aqui conseguido a primeira vitória como profissional, antes de apostar nas clássicas da primavera.

Em declarações à Lusa, o alemão de 30 anos lembrou as "grandes memórias" que conseguiu numa corrida "especial".

"Foi há muito tempo, em 2011, mas foi aqui que consegui a primeira vitória como profissional", recorda o sprinter, referindo-se ao triunfo na segunda etapa da Algarvia de 2011.

Nesse dia, numa ligação de 186,5 quilómetros entre Lagoa e Lagos, Degenkolb impôs-se ao norte-americano Tyler Farrar, segundo, e ao australiano Michael Matthews.

O triunfo foi o primeiro de uma lista de dezenas de registos, com destaque para as 10 vitórias em etapas da Volta a Espanha, nas clássicas de Milan-Sanremo e Paris-Roubaix, em 2015, erguendo os braços também na Volta a França de 2018.

Em 2014, ano em que venceu a Gent-Wevelgem, na Flandres, e foi segundo no Paris-Roubaix, correu o 'Tour' sem grandes resultados, mas explodiu na 'Vuelta: quatro vitórias em etapa e a classificação por pontos, num ano em que ainda foi nono na corrida de estrada dos Mundiais.

Esta temporada, Degenkolb chegou ao Algarve já rodado, com quatro corridas, tendo vencido no quarto e último dia da Volta à Provença, e encontra-se no sul de Portugal a preparar as clássicas de primavera.

"O meu objetivo, aquilo que quero, é estar de volta às clássicas e fazê-lo ao mais alto nível, quero lutar pela vitória nessas provas", atira.

A região algarvia, e a Volta ao Algarve, apresentam-se como uma boa antecâmara para as clássicas. "É uma boa corrida, e é muito difícil. Com a queda, ainda mais", refere.

A queda na primeira etapa, que o arredou de lutar pelo primeiro sprint da 45.ª edição, deixou mazelas visíveis nas pernas do alemão, que assume que a tarefa é "mais difícil" para a quarta tirada, disputada hoje entre Albufeira e Tavira.

No primeiro dia, o holandês Fabio Jakobsen (Deceuninck-Quick Step) impôs-se na chegada a Lagos, com Degenkolb ou o holandês Dylan Groenewegen (Team Jumbo-Visma) arredados da luta por terem sido apanhados na queda.

"Ainda não sei [se vou disputar a vitória], porque tenho de ver como me sinto. Tenho de sobreviver e veremos", referiu, sublinhando que "perde-se muita energia numa queda como a do primeiro dia".

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve: José Gonçalves quer mostrar-se para ser aposta em França”

Pretende provar que merece estar entre os oito selecionados da Katusha-Alpecin

Fonte: Lusa

Foto: DR

O português José Gonçalves quer provar que merece estar entre os oito selecionados da Katusha-Alpecin na Volta a França, correndo a Volta ao Algarve em bicicleta e várias clássicas até ao verão, disse este sábado à agência Lusa.

"Em princípio vou fazer a Volta a França, e a equipa quer apostar em mim. Até lá, tenho de provar que mereço ser um corredor a ter em conta no 'Tour' pela minha equipa", afirmou o corredor, de 30 anos, um de três portugueses do pelotão WorldTour a disputarem a Volta ao Algarve, que decorre até domingo.

Para 2019, José Gonçalves não vê outra hipótese se não "tentar fazer o máximo para que seja um bom ano", com o 'Tour' na mira como objetivo principal, confirmando que os resultados podem fazer a diferença.

"Tenho de dar o meu melhor. (...) Até lá [à Volta a França, em julho], tenho de fazer algo para poder ter a confiança da equipa", atira o corredor, que vai para o terceiro ano no escalão WorldTour.

No calendário para os próximos meses estão provas como a clássica Milan-Sanremo e a Volta ao País Basco, em que tem de estar "no máximo" para dar boas indicações à equipa suíça, dirigida pelo português José Azevedo.

Em 2018, a rota das clássicas foi azarada para o luso, que desistiu de cinco corridas belgas seguidas, a E3 Harelbeke, a Gent-Wevelgem, a Através da Flandres e a Volta a Flandres.

Correu a Volta a Romandia na antecâmara da Volta a Itália, em que conseguiu cinco 'top 10' em etapas e acabou no 14.º posto, um resultado que deixa boas indicações para as aspirações em 2019, ao contrário do sucedido na Volta a Espanha, que abandonou ao 13.º dia.

Na Volta ao Algarve, a queda do primeiro dia deixou marcas no corredor luso, que foi assistido após a segunda etapa, no Alto da Foia, pelo que o objetivo passa agora por apoiar o líder de equipa, o esloveno Simon Spilak.

"Estou um pouco combalido, com muitas dores nas costas. Agora, tenho de ajudar a minha equipa, tentar fazer o máximo em prol da Katusha-Alpecin", atira o ciclista, a correr a 'Algarvia' pelo terceiro ano seguido, depois do 51.º lugar em 2017 e 57.º em 2018.

Depois de dois dias complicados, Gonçalves, campeão português de contrarrelógio em 2012, mostrou-se em bom plano na especialidade, na terceira etapa, em que foi o melhor português, fechando no 14.º posto, seguindo agora 53.º lugar da geral.

Fonte: Record on-line