quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

“João Silva trabalha com três técnicos”

Lino Barruncho é uma das novidades

Por: Ana Paula Marques

Foto: Carlos Barroso

João Silva, um dos olímpicos em Londres’2012 (9º) e Rio’2016 (35º), vai ser orientado por três técnicos este ano, situação que não é no entanto novidade, já que o triatleta do Benfica optou por este tipo de enquadramento técnico no último ano. A novidade é, sim, que um dos treinadores com quem trabalhará em 2017 é Lino Barruncho, responsável pelo CAR de triatlo do Jamor, e da qual fazem parte, de resto, os outros atletas que estiveram nos Jogos Olímpicos do ano passado: João Pereira e Miguel Arraiolos, aos quais se junta ainda Melanie Santos. Todos têm também a curiosidade de serem, tal como Silva, do Benfica.

Os outros treinadores que orientarão João Silva pelo menos este ano transitam da época passada: o luxemburguês Dan Loreng e o o professor Paulo Colaço, este último com a sua base instalada no norte do país.

Não é a primeira vez, de resto, que o triatleta da Benedita opta por um treinador estrangeiro. Em 2014, esteve vários meses na Nova Zelândia a trabalhar com o canadiano Joel Filliol.

Início da época:

O arranque da temporada internacional de João Silva vai acontecer em março, em Abu Dhabi, por ocasião da 1ª prova da World Series (Mundial).

Fonte: Record on-line

“Vuelta2017 parte pela 1.ª vez de França e tem nove finais em alto”

A prova espanhola oferece um traçado atrativo para escaladores, com nove finais em alto, entre eles o temido Angliru (20.ª etapa).

Foto: Lusa
A Volta a Espanha de 2017 partirá, pela primeira vez, de França, anunciou hoje a organização, que incluiu nove chegadas em alto no percurso que os ciclistas vão percorrer de 19 de agosto a 10 de setembro.
A prova espanhola, este ano ‘afrancesada’ com duas etapas completas no país vizinho, incluindo o arranque com um contrarrelógio por equipas de 13,8 quilómetros em Nîmes, oferece um traçado atrativo para escaladores, com nove finais em alto, entre eles o temido Angliru (20.ª etapa), que regressa após quatro anos de ausência, e o inédito Los Machucos (17.ª), mas reduz o número de quilómetros e os ‘muros’ com pendentes de inclinação proibitivas.
“É um traçado 'Vuelta', com a nossa personalidade, que tem finais em alto, menos rampas e etapas curtas de montanha, que podem ser relevantes. Além disso, diminuímos a quilometragem, 200 menos que o 'Tour' e o 'Giro', o que significa menos uma etapa”, resumiu à EFE o diretor da corrida.
Desde o ‘passeio’ nas ruas romanas de Nîmes até à chegada a Madrid serão poucos os momentos de descanso para o pelotão, com o contrarrelógio de 42 quilómetros entre Navarra e Logroño, marcado para a 16.ª etapa, a ser o grande obstáculo para as aspirações dos trepadores.
Javier Guillén explicou que a edição de 2017 da ‘grande’ espanhola manterá “a emoção até ao final, com jornadas chave na última semana, como o crono de Logroño, as etapas de Santo Toribio de Liébana e Gijón e Angliru antes de chegar a Madrid".
“O ano passado pusemos [no percurso] mais finais com rampas curtas e explosivas, onde as diferenças eram pequenas e este ano apostámos em menos finais duros e etapas de montanha curtas que podem ser mais duras e perigosas. Para compensar os roladores, optámos por um crono de 42 quilómetros, um dos mais longos dos últimos anos”, acrescentou o diretor da prova.
Fonte: Por SAPO Desporto c/Lusa  

"Novo contrato de concessão da Volta pretende acompanhar evolução do ciclismo"

Para o responsável federativo, existe um novo ciclismo a nível mundial.

Foto: NUNO VEIGA / LUSA

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) disse à agência Lusa que as regras do concurso para a concessão da organização da Volta a Portugal procuram acompanhar a evolução natural da modalidade.
Salientando que a decisão de não renovar o contrato de concessão da Volta a Portugal com o atual organizador se prende apenas com a evolução natural do ciclismo, Delmino Pereira lembrou que o ciclismo é cíclico.
“Desde que foi assinado este contrato [com a Podium] já se passaram muitos anos, uns 15 ou 16. O ciclismo está em permanente mudança, houve muitas transformações e o modelo tem de ser alterado”, frisou.
Para o responsável federativo, existe um novo ciclismo a nível mundial: “A própria FPC tem uma política desportiva global do ciclismo e da bicicleta. São factos novos que é importante que sejam bem interpretados. É uma janela de oportunidade para a modalidade. Nunca se falou tanto na bicicleta e nós temos de estar à altura destes novos valores. Obviamente, tudo isto não caminhará se não houver aqui uma ética irrepreensível. E isto é um eixo fundamental no novo ciclismo.”
Delmino Pereira referiu que todos os envolvidos no ciclismo têm consciência de que a modalidade “não terá qualquer hipótese de sobrevivência” se não houver uma postura irrepreensível na luta antidoping, pelo que, no novo contrato de concessão dos direitos da exploração da Volta a Portugal, a FPC se advogou o direito de vetar a presença de equipas que não cumpram esse requisito.
“É importante que a Federação tenha essa capacidade, que não tem neste momento. Penso que nenhum organizador será contra ela, até porque qualquer organizador na defesa do bom nome e prestígio dos seus patrocinadores quererá o apoio da Federação”, completou.
Outra das condições estipuladas no concurso, que adjudicará a organização da Volta a Portugal durante oito anos, a partir de 2018, é a maior projeção internacional da prova rainha do calendário luso.
“É muito importante termos um evento com a marca Portugal, somos uma grande potência e é importante que a Volta dê o seu contributo. É uma tarefa difícil. É um desafio, mas temos de lutar por ele. A história da Volta é demasiado forte e ela também têm de ter uma notoriedade internacional”, defendeu à Lusa.
A FPC pretende ainda que a Volta a Portugal tenha uma lógica de cobertura territorial, embora Delmino Pereira reconheça que nem sempre é possível.
“Mas vamos lutar para não excluir regiões. É importante manter a identidade e o orgulho nacional na prova”, concluiu.
A 24 de novembro, em entrevista ao jornal desportivo A Bola, o presidente Delmino Pereira anunciou que a FPC não iria renovar o contrato com a Podium, atual organizadora da prova rainha do calendário nacional, e que iria definir um novo modelo de concessão para 2018.
As candidaturas podem ser apresentadas até 31 de março, com o novo organizador a ser conhecido até 30 de abril.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Alejandro Valverde atingido por cancela enquanto treinava”

Acidente resultou em escoriações e dores musculares

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista espanhol Alejandro Valverde (Movistar) foi atingido por uma cancela enquanto treinava, tendo ficado com escoriações e dores musculares.
"Sofri uma pancada tremenda. A cancela da urbanização baixou antes de eu passar e acertou-me em cheio nos braços e no peito. Tentei treinar, mas só consegui aguentar meia hora devido às dores", começou por descrever o terceiro classificado da Volta a Itália de 2016 numa nota publicada pela sua equipa.

Valverde, melhor ciclista mundial em 2006, 2008, 2014 e 2015 e vencedor da Vuelta2009, espera que as mazelas sejam ultrapassadas com gelo e anti-inflamatórios.
"O aspeto positivo é que parece tudo muscular, mas a verdade é que neste momento quase não me posso mexer", concluiu.
O murciano, de 36 anos, é um dos líderes da Movistar, equipa dos portugueses Nelson Oliveira e Nuno Bico.

Fonte: Record on-line