quarta-feira, 19 de abril de 2017

“Trial Bike: João Sousa dá festival a subir”

Minhoto escalou 14 andares de bicicleta em 11.15 minutos. Foram 281 degraus, um recorde

Por: Norberto Santos

Foto: Paulo Calado

O seu nome é João Sousa. É bracarense e bastante conhecido no meio do trial bike, mas não conhece o outro João Sousa, o tenista vimaranense que tem dado muitas alegrias aos portugueses por esse Mundo fora.

Mas enquanto um encontro de ténis pode demorar uma, duas, três ou mais horas, João Sousa, o ciclista, fez história e não demorou muito tempo. Em 11 minutos e 15 segundos subiu 14 andares do edifício central da Câmara Municipal de Lisboa, no Campo Grande, correspondente a 281 degraus.

"Muito obrigado a todos pelo vosso apoio e a todos os funcionários da Câmara, que me incentivaram ao longo do percurso", disse João Sousa, segundos depois de ter comemorado o feito no terraço do prédio, rodeado de amigos, entre os quais o olímpico David Rosa, que compete em provas de BTT.

João Sousa, de 29 anos, começou a praticar trial bike a partir dos 6 anos, sempre incentivado pelo pai. Abraçou a modalidade de corpo inteiro e com uns amigos criou uma equipa chamada Trial Portugal, beneficiando de vários patrocínios.

A visibilidade deu-se o ano passado, quando subiu o edifício Primavera, em Braga, e este ano abraçou um novo projeto ‘Up Stairs Challenge’, composto por três provas. Tinha subido 200 degraus na sede da Liberty Seguros. Foram 200 degraus e gastou 4.22 minutos. Desta vez a fasquia foi mais elevada: 281 degraus. E para finalizar o challenge está marcada a prova com a maior dificuldade, a 3 de maio, na Câmara Municipal da Maia, onde João Sousa se propõe subir 400 degraus, sem colocar o pé no chão.

Bancário de profissão, João Sousa treina-se três a quatro vezes por semana duas horas e não descarta a possibilidade de fazer algumas provas no estrangeiro. "Em Portugal fomos pioneiros e podemos ir lá fora levar a nossa experiência."

Fonte: Record on-line

“Tom Boonen: Adeus no Paris-Roubaix”

Belga foi 13.º na prova este domingo disputada

Por: Ana Paula Marques

Foto: epa

Tom Boonen procurou uma despedida que fizesse ainda mais justiça à excelente carreira que conseguiu em 15 anos. Falhou o recorde de vitórias (5) no mítico Paris-Roubaix, que se disputou pela 115ª vez. O belga acabou em 13º, numa corrida que venceu pela primeira vez em 2005 e a última em 2012, sendo apenas um dos dois que conseguiu ganhar por quatro vezes. O outro é o compatriota Roger de Vlaeminck (1972 a 1977), sendo que os que têm três triunfos nenhum está em atividade.

Depois do abandono no final de 2016 do suíço Fabian Cancellara, outro vulto do ciclismo internacional, em especial de provas de um dia, diz adeus ao pelotão mundial. Boonen fá-lo aos 36 anos e deixa como máxima uma frase que está a ter grande sucesso nas redes sociais e que traduzimos só em parte: "Às vezes não precisas de um plano. Apenas precisas de grandes...." O belga venceu ainda a Volta a Flandres (3), a Gent-Wevelgem (3), Paris-Bruxelas (2), tendo sido também campeão do Mundo em 2005.

O Paris-Roubaix deste ano voltou a ter um vencedor estreante, o campeão olímpico Greg van Avermaet (BMC), que bateu o checo Zdenek Stybar (Quick Step). Nelson Oliveira e Nuno Bico (Movistar) não terminaram, o primeiro devido a queda.

Fonte: Record on-line

“João Silva foi 35.º na Austrália”

Espanhol Mario Mola venceu pela segunda vez consecutiva

Por: Lusa

Foto: DR RECORD/Arquivo

O português João Silva foi 35.º classificado da segunda etapa do Campeonato do Mundo de triatlo, em Gold Coast, na Austrália, onde o espanhol Mario Mola venceu pela segunda vez consecutiva.
O olímpico português, que tinha sido 19.º na primeira prova, em Abu Dhabi, completou os três segmentos em 55.27 minutos, quase três minutos depois do vencedor, que se impôs numa luta restrita com o sul-africano Richard Murray, seu companheiro de treino, e mais dois espanhóis.

Mola completou a prova em 52.35 minutos, menos quatro segundos do que Murray, enquanto Fernando Alarza fez 52.44, completando o pódio, e Javier Gómez Noya, cinco vezes campeão do mundo, concluiu em quarto lugar, com 52.51.
Após a segunda prova, Noya comanda o Mundial, com 1.433 pontos, seguido de Murray (1.326), Alarza (1.318) e Mola (1.264).
O português João Pereira, sexto em Abu Dhabi e ausente na Austrália, segue em 10.º, com 542, enquanto João Silva ocupa o 32.º posto, com 197.
No setor feminino, a neozelandesa Andrea Hewitt venceu em 58.03 e bateu a australiana Ashleigh Gentle, por quatro segundos, a japonesa Juri Ide fechou o pódio, com 58.12. Hewitt comanda o Mundial com 1.600 pontos, à frente da norte-americana Katie Zaferes (1.134).

Fonte: Record on-line

“Rui Vinhas em terceiro na Clássica de Primavera de Amorebieta”

Gorka Izaguirre da Movistar foi o vencedor da prova

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

O português Rui Vinhas (W52-FC Porto) terminou em terceiro lugar a 63.ª Clássica de Primavera de Amorebieta, vencida pelo espanhol Gorka Izaguirre (Movistar).
Izaguirre venceu isolado a prova espanhola, enquanto um grupo de sete perseguidores, no qual estava integrado Vinhas, terminou a seis segundos, com o segundo lugar a ser conquistado pelo colombiano Wilmar Paredes (Manzana Postobon).

O ciclista espanhol manteve a toada vencedora da Movistar, que no sábado teve em Alejandro Valverde o vencedor da Volta ao País Basco, depois de ter participado na fuga final, deixando para trás os adversários com um ataque na última descida a 14 quilómetros da meta.
A equipa nortenha conseguiu ainda colocar António Carvalho no 'top 15', no 14.º posto, a 21 segundos do vencedor.
O 'veterano' italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira) foi o melhor colocado da equipa leonina, no 17.º lugar.
Joaquim Silva (W52-FC Porto) terminou no 22.º lugar, com Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira) a fechar o lote de portugueses nos primeiros 30 classificados.
David Livramento (Sporting-Tavira) surgiu no 40.º lugar e Joni Brandão no 41.º, já a 6.10 minutos de Izaguirre e atrás do colega de equipa espanhol Mario González (35.º).
O mesmo tempo conseguiu Tiago Ferreira (W52-FC Porto), no 44.º lugar, e Valter Pereira (Sporting-Tavira), no 67.º.
O espanhol da W52-FC Porto Ángel Rebollido participou na fuga inaugural da prova, que saiu logo no primeiro quilómetro, mas acabou por terminar a prova em 69.º, à frente do colega de equipa e compatriota Jacobo Ucha (71.º) e atrás de Juan Pérez Ignacio (51.º), que chegaram com o mesmo tempo, bem como o sul-africano Shaun-Nick Bester (53.º) e o espanhol Óscar González (70.º), do Sporting.

Fonte: Record on-line

“Philippe Gilbert vence Amstel Gold Race pela quarta vez”

Belga superou o polaco Michal Kwiatkowski

Fonte: Lusa

Foto: epa

O ciclista belga Philippe Gilbert (Quick-Step) venceu a 52.ª Amstel Gold Race, conquistando a prova holandesa pela quarta vez na carreira, com o português Rui Costa (UAE Team Emirates) na 38.ª posição. O campeão belga de estrada, de 34 anos, foi o primeiro a cortar a meta em Valkenburg depois de 261 quilómetros, à frente do polaco Michal Kwiatkowski (Sky), dando o melhor seguimento à conquista da Volta a Flandres no início do mês.
A 40 quilómetros da chegada, o vencedor das edições de 2010, 2011 e 2014 seguiu o ataque do compatriota Tiesj Benoot (Lotto), que viria a terminar em 14.º, para quebrar o pelotão, sendo acompanhado por Kwiatkowski a 10 quilómetros do fim. Antes, o vencedor de 2012 e 2016, o italiano Enrico Gasparotto (Bahrain-Mérida), caiu juntamente com Roman Kreuziger (Orica), outro favorito que ficou pelo caminho, e abandonou a prova a 30 quilómetros da meta. Os dois antigos vencedores deixaram a maioria dos favoritos, entre eles Rui Costa, para trás na última subida, a seis quilómetros da meta, na primeira vez que a prova terminou em plano desde que foi criada.

Nos últimos 250 metros, o vencedor da clássica Milão-Sanremo, em março, tentou surpreender Gilbert com um forte sprint, mas o belga foi buscar "aqueles dois ou três por cento extra", como contou no final da prova, para ultrapassar o polaco, completamente desgastado, nos últimos 30 metros.

A luta pelo último lugar do pódio, a 10 segundos da dupla, favoreceu o suíço Michael Albasini (Orica), que bateu o australiano Nathan Haas (Dimension Data), o campeão espanhol Joaquin Rojas (Movistar) e o colombiano Sergio Henao (Sky).
"O Kwiatkowski surpreendeu-me, mas não entrei em pânico. Senti que estava a aproximar-me e que conseguiria ultrapassá-lo", explicou Gilbert, que elogiou a "colaboração" da fuga em que esteve integrado, ainda que "só possa vencer um no fim".
Entre os portugueses, Rui Costa esteve inserido no grupo dos favoritos até aos quilómetros finais, não conseguindo lutar por um lugar no top 10 e terminando em 38.º a 1.11 minutos do vencedor, enquanto Rúben Guerreiro (Trek Segafredo) terminou em 75.º, a mais de nove minutos de Gilbert, e André Cardoso, colega de equipa de Guerreiro, foi o 93.º, a 10.26 minutos do primeiro.
Na prova feminina, que se realizou pela primeira vez desde 2003, a portuguesa Daniela Reis (Lares Waowdeals), única corredora lusa inscrita, não terminou a tirada, conquistada pela holandesa Anna van der Breggen (Boels-Dolmans), à frente da colega de equipa britânica Elizabeth Deignan e da polaca Katarzyna Niewiadoma (WM3 Energie).

Fonte: Record on-line

“João Matias em 20.º na prova de scratch do Mundial de pista em Hong Kong”

Competição foi ganha pelo polaco Adrian Teklinskin

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista português João Matias terminou na 20.ª posição a prova de scratch do Campeonato do Mundo de Pista, que decorrer em Hong Kong, na China, ganha pelo polaco Adrian Teklinskin.

O alemão Lucas Liss e o britânico Christopher Latham, na segunda e terceira posição, respetivamente, completaram o pódio da prova de 15 quilómetros scratch, percorridos a uma média de 51,393 km/hora, num total de 60 voltas à pista.
João Matias fez a prova sempre na dianteira do pelotão, atento a todas as movimentações dos restantes adversários. Depois de ter atacado na fase decisiva, foi alcançado pelo pelotão, apenas na última das 60 voltas.
Numa altura em que o grupo teve um momento de acalmia, a nove voltas do fim, João Matias desferiu um poderoso ataque, ao qual apenas o polaco Adrian Teklinski conseguiu responder de imediato.
Desta movimentação resultou a conquista da medalha de ouro por parte de Adrian Teklinski, um ciclista que, habitualmente, corre no Velódromo Nacional, em Sangalhos, Anadia.
João Matias ainda resistiu em posição de pódio até perto do fim, mas acabou por sucumbir à aceleração final do pelotão, concluindo no vigésimo lugar uma prova em que optou pelo risco.
O scratch é uma corrida em pelotão, sem sprints intermédios, na qual vence o primeiro corredor a cortar a meta ou aquele que consiga dar mais voltas de avanço ao pelotão.

Fonte: Record on-line

“Mark Cavendish diagnosticado com mononucleose”

Regresso à competição ainda sem data

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista britânico Mark Cavendish (Dimension Data) sofre de uma mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein Barr, não havendo um prazo para o seu regresso à competição, anunciou o médico da equipa sul-africana.

"Mark tem evidenciado uma fadiga inexplicável durante os treinos, uma análise recente ao sangue revelou uma mononucleose", afirmou Jarrad van Zuydam, acrescentando que "não há um tratamento especifico e eficaz contra o vírus".

O ciclista da Dimension Data está atualmente a recuperar de uma lesão no tornozelo direito.
O médico não arrisca um prazo para o regresso de Cavendish à competição, mas garante estar esperançado "numa melhoria significativa dos sintomas ao longo das próximas duas semanas".

Fonte: Record on-line

“Greg Van Avermaet vence clássica Paris-Roubaix”

Zdenek Stybar e Sebastian Langeveld ocuparam os outros dois lugares do pódio

Por: João Lopes


O belga Greg Van Avermaet conquistou aquela que é considerada a clássica das clássicas do ciclismo mundial, a mítica Paris-Roubaix (257 km), vencendo ao sprint, depois de ter andado vários quilómetros em fuga. Na segunda e terceira posições classificaram-se, respetivamente, Zdenek Stybar e Sebastian Langeveld.
Este tem sido um início de temporada brutal do ciclista da BMC Racing Team, que junta o triunfo na Paris-Roubaix às vitórias alcançadas em Omloop Het Nieuwsblad, E3 Harelbeke, Gante-Wevelgem e ao segundo lugar na Volta à Flandes.

Resta acrescentar que Greg Van Avermaet cumpriu aquela que também é conhecida como o 'Inferno do Norte' em 5 horas, 41 minutos e 7 segundos, o mesmo tempo que foi atribuído aos cinco primeiros classificados.
A dura corrida levou a dezenas de desistências devido às quedas e à dificuldade da prova, entre elas os portugueses Nelson Oliveira e Nuno Bico, ambos da Movistar.

Classificação
1. Greg Van Avermaet (Bélgica/BMC Racing), 5:41:07"
2. Zdenek Stybar (República Checa/Quick-Step), m.t.
3. Sebastian Langeveld (Holanda/Cannondale), m.t.
4. Jasper Stuyven (Bélgica/Trek), m.t.
5. Gianni Moscon (Itália/Team Sky), m.t.
6. Arnaud Demare (França/FDJ), +12"
7. Andre Greipel (Alemanha/Lotto), m.t.
8. Edward Theuns (Bélgica/Trek), m.t.
9. Adrien Petit (França/Direct Energie), m.t.
10. John Degenkolb (Alemanha/Trek), m.t.

Fonte: Record On-line

“Greg Van Avermaet é o novo líder do ranking UCI”

Peter Sagan deixa o comando mais de um ano depois

Foto: EPAO belga Greg Van Avermaet (BMC), campeão olímpico de estrada em 2016, desalojou o eslovaco Peter Sagan (Bora-Hansgrohe) da liderança do ranking UCI. Isto depois do atual campeão mundial ter estado mais de um ano no topo da hierarquia - Sagan era o n.º 1 da lista desde 28 de março de 2016, tendo acumulado 54 semanas seguidas no comando.

Na origem da alteração está o domínio exercida pelo ciclista belga, de 31 anos, nas clássicas desta primavera. Além de vencer três delas (GP E3, Gand-Wevelgem e Paris-Roubaix, esta no domingo), Van Avermaet foi ainda 2.º classificado na Volta à Flandres. Assim, passa a somar 4.852,25 pontos, relegando Sagan para o 2.º posto (4.659 pontos). Já o espanhol Alejandro Valverde (Movistar) regressa ao 3.º lugar (4.062 pontos) depois do triunfo na Volta ao País Basco.

Quanto a Rui Costa (UAE Team Emirates), continua como o melhor português, agora no 17.º lugar (era 15.º), 1.749 pontos.

Na classificação por países, que tem em conta os resultados dos oito melhores ciclistas de cada nação, a Bélgica também lidera o ranking (14.986,65 pontos), à frente da Espanha (12.740,75 pontos) e da França (12.673 pontos).

Fonte: Record on-line

“Alejandro Valverde amplia estatuto na Flèche Wallonne”

Vence pela quarta vez consecutiva

Por: Lusa

Foto: EPA

Alejandro Valverde (Movistar) consolidou o estatuto de lenda na Flèche Wallonne, ao vencer pelo quarto ano consecutivo, e pela quinta vez na sua carreira no Muro de Huy.
Recordista de triunfos na primeira das 'clássicas' das Ardenas, o veterano espanhol ampliou ainda mais o seu registo, atacando no momento exato para erguer os braços, pelo quarto ano consecutivo, no cume do intrincado Muro de Huy, e relegar o irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) para a segunda posição e o belga Dylan Teuns (BMC) para a terceira.
Perto dos 37 anos, Valverde, que cumpriu os 204,5 quilómetros entre Binche e Huy em 05:15.37 horas, igualou o recorde de pódios (15) nas 'clássicas' das Ardenas detido até hoje em exclusivo por Eddy Merckx e tornou-se no segundo ciclista mais vitorioso de sempre no cômputo Flèche Wallonne - Liège-Bastogne-Liège, ficando a apenas dois triunfos do recorde do 'gigante' belga (10).
'El Bala', que ganhou a 'clássica' belga pela primeira vez em 2006 e hoje festejou efusivamente a vitória exibindo uma 'manita', deixou que os seus adversários se esgotassem com ataques infrutíferos, fazendo valer o seu conhecimento da subida para arrancar em força, deixar toda a concorrência a um segundo e eclipsar o intenso trabalho da Quick-Step Floors.
A equipa belga esteve perto da vitória, por intermédio de Bob Jungels, que se lançou na frente da corrida a 28 quilómetros da meta, para alcançar o combativo Alessandro de Marchi (BMC), que tinha atacado na passagem da Côte de Cherave, e se isolou a 13 quilómetros do final.
O campeão luxemburguês ainda entrou sozinho no Muro de Huy, mas os 20 segundos de vantagem foram insuficientes para aguentar a perseguição dos 'tubarões' do pelotão e a inclinação da subida, com Jungels a ser apanhado já dentro do último quilómetro.
E foi aí que Valverde se lançou, a 200 metros da meta, para a décima vitória da temporada no WorldTour -- é apenas o sexto ciclista a consegui-lo, entre janeiro e abril, desde 2000 -- e que o português Rui Costa (UAE Team Emirates) perdeu o contacto com os homens da frente, acabando na 31.ª posição, a 37 segundos do espanhol.
Na sua estreia na primeira das 'clássicas' das Ardenas - a segunda, a Liège-Bastogne-Liège, disputa-se no domingo -, Ruben Guerreiro (Trek-Segafredo) foi 43.º, a 54 segundos do vencedor, com o seu colega André Cardoso a ser 74.º, a 02.09 minutos.

Fonte: Record on-line

“Rui Costa outsider para travar Valverde”

Flèche Wallonne de hoje vai decidir-se, como sempre, no muro de Huy, onde está a meta

Por: Ana Paula Marques

Foto: EPA

Para a organização da Flèche Wallonne, a mesma que coloca o Tour na estrada, Rui Costa está entre os outsiders que podem hoje chegar à vitória na edição 81 de mais uma clássica das Ardenas. O ciclista da UAE tem como melhor resultado nesta prova de um dia o 10º lugar em 2016, mas atendendo ao bom início de temporada que tem feito e à rodagem no domingo na Amstel Gold Race (chegou no pelotão, em 38º), tem a confiança necessária para poder fazer melhor que o desfecho do ano passado. Mas há que contar também com um momento menos bom daquele que é apontado como o favorito dos favoritos: Alejandro Valverde (Movistar).

O espanhol parte à procura da quinta vitória, a quarta seguida, na corrida belga, que termina como habitualmente no muro de Huy, uma subida de 1,3 km com percentagem média de inclinação a rondar os 9,6 por cento e a passar por três vezes. Mas os últimos 68 km, dos 199 do total, contemplam outras montanhas, que tornam esse ‘troço’, em circuito, num autêntico sobe e desce.

André Cardoso e Rúben Guerreiro (Trek) são os outros portugueses que estão na linha de partida da Flèche Wallonne, cuja grande baixa é o belga Philippe Gilbert, vencedor no domingo da Amstel Gold Race.

Fonte: Record on-line

“Philippe Gilbert também falha Giro”

Ciclista continua a recuperar de uma lesão no rim direito

Fonte: Lusa

Foto: EPA

O ciclista belga Philippe Gilbert (Quick-Step Floors), que venceu a Amstel Gold Race, vai falhar a Volta a Itália, devido à lesão no rim direito que contraiu numa queda na 'clássica' holandesa.
"É um golpe muito duro para mim perder o Giro, uma corrida bonita em que fui bem-sucedido várias vezes, mas este tipo de lesões são sempre delicadas e não é recomendável apressar a recuperação. É a melhor decisão que poderíamos tomar", assumiu o vencedor da Amstel Gold Race e da Volta à Flandres.
De acordo com os médicos da Quick-Step Floors, o campeão belga deverá ficar duas semanas em repouso absoluto antes de voltar aos treinos. Por isso, Gilbert não poderá alinhar com a sua equipa na Volta a Itália, que começa a 5 de maio, na Sardenha.
Na segunda-feira, o ciclista belga tinha anunciado que ia falhar a Flèche Wallonne, na quarta-feira, e a Liège-Bastogne-Liège, no domingo, devido à queda sofrida no domingo, que o deixou magoado na zona costal direita.
Gilbert, que foi atendido no hospital após ter vencido, no domingo, pela quarta vez, a Amstel Gold Race, tem uma lesão no rim direito.
"Quando caí senti uma dor, mas voltei a subir para a bicicleta, as coisas melhoraram e a dor foi desaparecendo. Infelizmente, após a corrida, a dor voltou, e, juntamente com o médico, decidi ir ao hospital fazer exames", explicou o ciclista.

Fonte: Record on-line

“Volta aos Alpes: Geraint Thomas assume liderança”

Português José Mendes desce para a 16.ª posição após a 3.ª etapa

Foto: Filipe Farinha

A Sky dominou esta quarta-feira a terceira etapa da Volta aos Alpes, com Geraint Thomas a vencer para assumir a liderança da geral, na qual o português José Mendes (Bora-hansgrohe) é agora o 16.º classificado.
Na subida para Funes, Thomas aliou-se ao espanhol Mikel Landa, com os dois a fazerem a 'dobradinha' para a Sky, no final dos 137,5 quilómetros da tirada que partiu de Villabassa e não escalou o Passo delle Erbe (2.000 metros), devido à queda de neve.

O duo da equipa britânica, que vai repartir a liderança da Sky na Volta a Itália, cumpriu a terceira etapa em 3:47.50 horas, deixando o terceiro classificado, o italiano Domenico Pozzovivo (AG2R), a quatro segundos, e o anterior líder, o francês Thibaut Pinot (FDJ), a 13. Thomas é agora primeiro da geral, tendo 16 segundos de vantagem sobre Pozzovivo e 19 sobre Pinot.
O campeão nacional José Mendes, que foi 21.º na etapa, a 1.19 minutos do vencedor, desceu à 16.ª posição da geral e está a 1.48 minutos do galês. Já o ciclista do Sporting-Tavira Rinaldo Nocentini, em representação da seleção de Itália, é 94.º, a 41.47 minutos, depois de ter perdido 19.17.
Na quinta-feira, cumpre-se a quarta etapa da Volta aos Alpes, uma ligação de 165,3 quilómetros entre as localidades italianas de Bolzano e Cles.

Fonte: Record On-line

“Pista de BMX vai nascer em Anadia”

Autarquia e Federação assinam protocolo

O Município de Anadia e a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) assinaram um protocolo de colaboração para a construção de uma pista de BMX com caraterísticas olímpicas na freguesia de Sangalhos, junto ao CAR - Centro de Alto Rendimento de Anadia / Velódromo Nacional.

Sendo o BMX uma disciplina olímpica de ciclismo em franco crescimento por todo o mundo, a construção da primeira infraestrutura com caraterísticas olímpicas da Península Ibérica irá colocar Portugal e o concelho de Anadia na rota dos melhores corredores e seleções, sobretudo porque a pista poderá partilhar equipamentos e infraestruturas com o Centro de Alto Rendimento, tornando-se atrativa para estágios.

No âmbito do protocolo de colaboração, assinado por Maria Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, e por Delmino Pereira, presidente da FPC, a autarquia assumirá as despesas relativas ao projeto geral da obra, ao acompanhamento técnico da execução da pista e à sua certificação internacional pela UCI, a disponibilização dos materiais e equipamentos necessários à modelação do terreno e construção da pista, e a instalação das estruturas de suporte, pórticos e equipamento start.

A FPC terá a seu cargo o acompanhamento técnico da obra, assegurando que a pista terá todas as caraterísticas necessárias para obter o reconhecimento e a homologação por parte da União Ciclista Internacional.


O projeto geral, cujo custo de investimento rondará um milhão de euros, contempla, para além da pista, os arranjos exteriores e a construção de um edifício de apoio, com balneários e instalações sanitárias, que poderá vir, ainda, a integrar um centro de avaliação e de controlo de treino.


Além de ficar apta a receber a preparação dos atletas que procuram o clima ameno de Portugal, a pista de BMX do concelho de Anadia terá capacidade para acolher grandes eventos internacionais, como Campeonatos do Mundo e da Europa. A pista, a construir durante o ano de 2017, será mais um argumento a favor da candidatura de Anadia a Cidade Europeia do Desporto 2020.

Fonte: FPC