quarta-feira, 1 de agosto de 2018

“A Proteu Maratona BTT da Póvoa by Trek 2018 apresenta Rúben Almeida como dorsal número 1”

Os melhores ciclistas nas melhores provas! É assim que pensamos na Bikeservice e por isso nada melhor do que termos o campeão nacional de XCM em título naquela que é a grande referência das corridas de BTT nortenhas.

Marca na tua agenda o dia 14 de outubro e vem correr ao lado de um grande campeão: Rúben Almeida será o dorsal número 1 da Proteu Maratona BTT da Póvoa by Trek 2018.

Com partida e chegada na cidade da Póvoa de Varzim, a edição de 2018 propõe dois percursos com diferentes distâncias e graus de dificuldade, a Meia Maratona, com 45 km, e a Maratona, com 70 km. Inscreve-te em www.bikeservice.pt

Jersey oficial | Proteu Maratona BTT da Póvoa by Trek 2018

Equipamento oficial desde 15 de setembro em www.allsport.pt

A partir do dia 15 de setembro já poderá adquirir o jersey oficial da Proreu Maratona BTT da Póvoa By Trek.

Este estará disponível na loja online www.allsport.pt e, à semelhança dos outros eventos Bikeservice, caracteriza-se pelos elevados padrões estéticos e de conforto. Com a qualidade Pacto!

Fonte: Bikeservice

 

“PICADELA DE INSETO LEVA À MORTE DE CICLISTA ALEMÃO”

Andreas Kappes sofreu ataque cardíaco devido a reação alérgica

Por: Fábio Lima

Foto:  EPA

O antigo ciclista alemão Andreas Kappes morreu esta terça-feira, aos 52 anos, vítima de um ataque cardíaco provocado por uma reação alérgica a uma picadura de um insecto, segundo informou a Federação Alemã de Ciclismo. Retirado do ciclismo profissional de 2009, Kappes notabilizou-se tanto na pista como na estrada, tendo deixado um currículo no qual se destacam vitórias na Volta à Suíça, Paris-Nice e um triunfo no Giro, em 1988.

Fonte: Record on-line

“CULTURA DE EXIGÊNCIA PARA TÓQUIO'2020”

Projeto para os Jogos Olímpicos inclui Vanessa Fernandes, prata em 2008 em Pequim

Por: Norberto Santos

Foto: Paulo Calado

O presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Constantino, defendeu uma "cultura de exigência a todos os níveis, desde os atletas aos dirigentes e treinadores" e foi secundado por Vasco Rodrigues, líder da Federação de Triatlo, na cerimónia de apresentação do Projeto Olímpico para Tóquio 2020.

"Quando falamos de alcançar resultados de excelência nos Jogos, não podemos colocar o ónus só nos atletas. Também os dirigentes e treinadores e as instituições devem ter essa cultura de exigência", acentuou Constantino. E, logo a seguir, o líder da FTP sublinhou que os seus atletas são dos mais ambiciosos. "Sem desprimor para outras modalidades, somos muito unidos e sabemos o que queremos. Acredito que temos fortes possibilidades de lutar pelas medalhas."

Na plateia estavam os atletas envolvidos no projeto, nomeadamente João Pereira, João Silva e Miguel Arraiolos, estando ausente Vasco Vilaça por estar na Suécia, e ainda Melanie Santos, Helena Carvalho e Andreia Ferrum. "E estamos a contar com a Vanessa Fernandes, que integra o projeto da Federação, e que, por isso, não está excluída para os Jogos de Tóquio", disse Vasco Rodrigues, dando conta de que a atleta está a ser enquadrada pelo Benfica.

"Acredito que ela vai retomar a competição e possa integrar a estafeta mista para os Jogos, que é uma das nossas prioridades."

Fonte: Record on-line

“JOÃO PEREIRA ENTRE A RECUPERAÇÃO FÍSICA PLENA E O SONHO DE TÓQUIO 2020”

Triatleta está há quatro meses a tratar de uma pubalgia

Por: Lusa

Foto: Lusa

A dois anos dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, o triatleta João Pereira procura ultrapassar os problemas físicos dos últimos meses, com o sonho de fazer no Japão um resultado ainda melhor do que o quinto lugar do Rio'2016.

Em declarações à Lusa, num encontro da equipa que constitui o projeto olímpico da Federação Portuguesa de Triatlo, na qual se incluem também os atletas João Silva, Melanie Santos, Miguel Arraiolos, Helena Carvalho, Vasco Vilaça, Vanessa Fernandes, Andreia Ferrum e ainda Filipe Marques (paratriatlo), João Pereira garante estar "a cerca de 80 por cento" da sua capacidade física, por força da pubalgia que tem vindo a tratar há quatro meses.

Esta circunstância tem penalizado os resultados no apuramento olímpico, mas a serenidade é total entre o atleta do Benfica, de 31 anos, e a sua equipa técnica, que em 2018 passou a ser constituída por Paulo Antunes e Pedro Leitão.

"Sinto-me mais elástico. Tive de atualizar o tipo de treino, tinha alguns vícios e no caminho em que estava não iria fazer melhor do que aquilo que já havia conseguido. Senti que tinha de mudar", explicou, sobre a mudança técnica, acrescentando: "Estou tranquilo para o apuramento olímpico, porque um top-3 numa etapa quase assegura uma vaga."

Depois do ouro no triatlo dos Jogos do Mediterrâneo e do nono lugar na estreia este fim de semana na prova de estafetas mistas em Edmonton (Canadá), numa vertente que em 2020 será modalidade olímpica, João Pereira tem agora no horizonte imediato um estágio em altitude em Font Romeu (Pirenéus), intercalado por competições em Glasgow, Montreal e Gold Coast.

"Tenho tido mais cuidado no treino de ginásio e esse trabalho vai tornar-me também um atleta mais completo", sublinhou João Pereira, que realça ainda a "grande evolução técnica do triatlo" nos últimos anos.

"A modalidade está cada vez mais competitiva", adiantou.

No mesmo sentido, o técnico Paulo Antunes evidenciou a "evolução muito positiva" do seu pupilo, enaltecendo também a maturidade e experiência de João Pereira ao longo de uma "fase que não foi fácil" nos últimos meses.

"A capacidade e o compromisso estão lá, é só preciso manter-se tranquilo, porque as coisas vão acontecer. O João sabe que tem a capacidade para obter um lugar de topo, é um atleta experiente, forte mentalmente, confiante e objetivo. Num momento de decisão, é o tipo de atleta que pode fazer a diferença".

Sobre o estágio que arranca já esta quarta-feira nos Pirenéus, Paulo Antunes assume que é "uma fase muito importante" na temporada, até porque "ainda há pontuações para ir buscar até ao fim deste ano".

Com a meta apontada a um grande resultado em Tóquio, atleta e treinador adiantam também a realização de um estágio já em solo nipónico em 2019 para facilitar posteriormente a adaptação ao clima e à humidade que se fará sentir nos Jogos Olímpicos.

Fonte: Record on-line

“Alemanha e Bélgica arrecadam título mundial universitário em Cross Country Olímpico”

Beatriz Tomás e Simão Santos foram os melhores portugueses em prova

O recém-inaugurado Centro de Ciclismo do Minho, em Souto Santa Maria – Guimarães, acolheu aquele que foi o segundo teste do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo que decorre até dia 4 de agosto. A prova de XCO - Cross Country Olímpico viu subir aos lugares mais altos do pódio Felicitas Geiger da Alemanha (feminino) e Erno Mccrae da Bélgica (masculino). Os melhores portugueses em prova foram Beatriz Tomás e Simão Santos, que se classificaram em 10º e 11º lugares, respetivamente.

A prova de hoje arrancou pelas 10:30, com a competição feminina que integrou 17 atletas, as quais tinham por missão fazer 20,95 Km (cinco voltas ao circuito). A prova masculina teve lugar ao inicio da tarde, pelas 14:30, contando com 29 atletas que tinham que cumprir 29,33 Km (sete voltas ao circuito) no melhor tempo possível.

A alemã Felicitas Geiger, desde cedo assumiu que estava ali para discutir o título, assistindo-se a uma luta renhida entre esta e a holandesa Rosanne Koopmans, que se viria a sagrar vice-campeã. Geiger conseguiu fazer a prova em 1:02:42, enquanto a sua principal opositora gastou 1:03:18. A medalha de bronze foi para Gabriela Wojtyla da Polónia que terminou as cinco voltas com o tempo de 1:05:05.

Geiger esteve recentemente no Europeu Sub-23 de BTT, no qual acabou na 17ª posição. A alemã pertence à equipa de sub-23 RV Victoria Wombach e está no lugar 376 do ranking mundial de BTT. A atleta destacou as dificuldades da prova: “Foi muito técnica e não estou habituada, mas senti-me forte nas descidas e ataquei”. A nova campeã salientou que já conhecia algumas das adversárias e que sabia que seria muito difícil vencer, “mas quando corremos, queremos é ganhar”, disse.

Também Erno Mccrae assumiu desde o início que queria fazer parte do pódio, rodando sempre entre os três primeiros. Cumprindo as sete voltas em 1:17:04, o Belga não deixou escapar a oportunidade de se sagrar campeão mundial universitário de XCO.   Krzysztof Lukasik levou para a Polónia a medalha de prata com o tempo de 1:17:06 e Martin Stosek da República Checa levou a prata, fazendo o circuito em 1:17:44.

O novo campeão mundial universitário, que recentemente participou na Taça do Mundo de BTT, admite que quando entra é sempre para vencer. “Vim para estar no pódio e consegui o principal objetivo”, afirmou. Mccrae destacou ainda a “boa organização” do Campeonato Mundial e falou do “calor intenso” que se fez sentir e que o deixou ainda mais contente pela vitória.

Portugal tinha nesta prova, seis atletas masculinos - Mário Silva (Universidade do Minho), Tiago Amorim, Simão Santos, Fábio Tomás (Instituto Politécnico de Viseu), Miguel França (Instituto Politécnico do Porto) e Francisco Machado Ruivo (Universidade do Minho) e quatro femininos - Catarina Moreira (Universidade Lusíada), Beatriz Tomás (Instituto Politécnico de Viseu), Beatriz Lopes (Escola Superior Enfermagem de Lisboa), Ana Patrícia Ramalho (Universidade Lusófona). Beatriz Tomás e Simão Santos, ambos estudantes do Instituto Politécnico de Viseu, foram os melhores classificados com o 10º (1:15:56) e 11º (1:26:01) lugares respetivamente.

Para Beatriz, a prova “arrancou bem”, mas o calor que se fazia sentir fê-la sentir-se um pouco mal “depois recuperei e tentei sempre manter-me”. A atleta conseguiu terminar a prova referindo que “no geral correu bem, pois nem caí, nem me magoei”.

Amanhã é o dia livre da prova e por isso não haverá competição.

Na sexta-feira, dia 3 de agosto, Armil em Fafe recebe a prova de Down Hill a partir das 14:00.

Fonte: CMU Ciclismo 








“Volta a Portugal/1ª Etapa”

Texto: José Morais

Fotos: Podium

Amanhã quinta-feira 2 de agosto, percorre-se a primeira etapa, entre Alcácer do Sal e Albufeira, numa extensão de 191.8 quilómetros, os ciclistas irão encontrar pelo caminho temperaturas altas, entre o Alentejo e o Algarve, o português Rafael Reis da Caja Rural-Seguros RGA, natural de Palmela, foi o mais rápido, vai sair de amarelo, ele que é especialista em lutas contra o cronómetro, não deixou escapar a oportunidade hoje em Setúbal, de ganhar na prova máxima do ciclismo nacional, vamos ver como se comporta na 1ª etapa em linha, onde as temperaturas se espera que ultrapassem os 40 graus.

Deixamos aqui o mapa do trajeto, a altimetria, como o mapa da saída de Alcácer, e a chegada a Albufeira.



“VOLTA A PORTUGAL/ RAFAEL REIS 'VOOU' PARA A AMARELA EM CASA”

O português Rafael Reis (Caja Rural) ‘voou’ para a camisola amarela da Volta a Portugal em bicicleta, ao fazer o melhor tempo no prólogo disputado em Setúbal, sua cidade natal.

Especialista em contrarrelógio, o setubalense cumpriu os curtos 1,8 quilómetros do prólogo em 2.18 minutos e foi o único a baixar dos 2.20, marca de César Martingil (LA-Alumínios), que liderou durante muito tempo a corrida. O dinamarquês Louis Bendixen (Coop) fechou o pódio, a três segundos.

A correr em casa, Rafael Reis imitou o que tinha feito há umas semanas e, tal como no Troféu Joaquim Agostinho, venceu o prólogo e vestiu a camisola amarela.

“Era o objetivo conseguir a amarela aqui. Correr aqui, com o apoio da minha família, acho que me deu mais força”, disse.

Rafael Reis assumiu que arriscou um pouco, em especial nas duas curvas do percurso, e que “ia caindo”, mas "felizmente" vestiu a amarela.

As duas curvas mais acentuadas do percurso, ambas de cerca de 90 graus, causaram a queda de alguns ciclistas, com os principais favoritos a ‘levantarem’ um pouco o pé, o mque os fez perder alguns segundos, mas que não deverão ser decisivos na classificação geral.

Dos grandes candidatos ao triunfo final, o espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto), vencedor em 2014 e 2015, foi o que perdeu mais tempo, cedendo 12 segundos para Rafael Reis.

O seu compatriota e colega de equipa Raúl Alarcón estreou o dorsal número um, de vencedor em 2017, com o 42.º posto, a nove segundos de Reis, mas apenas dois de outros candidatos, como Alejandro Marque e Jóni Brandão (Sporting-Tavira) e Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano).

“Era um prólogo um pouco perigoso, não quis correr muitos riscos, porque havia muito para perder e pouco para ganhar. Amanhã [quinta-feira] começamos com a corrida. As sensações são boas e vamos tentar outro dia [subir à liderança]”, disse Alarcón.

Na quinta-feira, disputa-se a primeira etapa em linha da 80.ª edição da Volta a Portugal, com 191,8 quilómetros a ligar Alcácer do Sal a Albufeira, num percurso com apenas duas contagens de montanha de quarta categoria.

Fonte: Sapo on-line

“VOLTA A PORTUGAL/O NERVOSISMO DOS ESTREANTES ANTES DO ARRANQUE DA COMPETIÇÃO”

Volta a Portugal começa esta quarta-feira em Setúbal

Por: Lusa

Foto: LUSA

O nervoso miudinho e alguma ansiedade são palavras usadas por alguns dos estreantes numa Volta a Portugal em bicicleta, uma corrida diferente mesmo para ciclistas já com alguma experiência nos escalões inferiores.

André Carvalho, da Liberty Seguros, sabe que esta é "uma corrida diferente", com "emoções diferentes", mas, à agência Lusa, fala também do entusiasmo que a equipa sente antes do início da partida.

A correr há 11 anos, o jovem ciclista, de 20 anos, está a cumprir um sonho de estar pela primeira vez nesta corrida, 49 anos depois de o avô Carlos Carvalho ter terminado a Volta de camisola amarela vestida.

"O meu avô foi ciclista, ganhou a Volta a Portugal em 1959 e acho que isto é o culminar de um sonho, porque todos nós ambicionamos um dia participar naquela que é a prova mais importante em Portugal, a grandíssima, como se costuma dizer. Estou um pouco expectante daquilo que pode ser a Volta a Portugal", assumiu.

André Carvalho mostrou-se na última prova do calendário nacional antes da Volta a Portugal, ao ficar à porta do top-10 no Grande Prémio Nacional 2, a 25 segundos de um lugar no pódio.

"É uma corrida totalmente diferente, não só pelos corredores que participaram, mas também pelo percurso em si. A Volta em Portugal é a corrida mais mediática do nosso país e, apesar de ter andado bem na Nacional 2 e me ter sentido bem, acho que a Volta a Portugal é diferente. O mais importante é dar o meu melhor", referiu.

Inesquecível será a estreia de Gonçalo Leaça, pois caberá ao jovem da LA-Alumínios, dois dias mais velho do que André Carvalho, inaugurar hoje a 80.ª edição da Volta a Portugal.

O dorsal 182 foi o primeiro dos 131 ciclistas do pelotão da prova a sair para a estrada para percorrer os 1,8 quilómetros do prólogo em Setúbal.

"Fiquei muito contente, é gratificante ser o primeiro e vou tentar dar o meu melhor", disse.

Gonçalo Leaça considera que "há um nervosismo que é normal", pois vai ser a sua primeira Volta a Portugal.

"O objetivo vai passar por fazer o melhor lugar possível na geral e tentar discutir alguma classificação intermédia, como a montanha ou assim, além de tentar entrar em fugas para mostrar o patrocinador", afirmou.

O mais velho destes três estreantes, mesmo que por apenas alguns dias, nasceram todos em outubro de 1997, Francisco Campos é provavelmente o mais experiente de todos.

O ciclista da Miranda-Mortágua foi campeão nacional de sub-23 em 2017, esteve nos Europeus e no Tour d'Avenir, entre outras provas, mas mesmo assim admite que "há sempre aquele nervoso miudinho".

"Estamos cientes que estamos na Volta a Portugal. Somos bastante novos, mas temos alguma qualidade. Temos como objetivo dignificar as nossas cores e mostrar que somos mais uns no pelotão, mas para mostrar um bocado do que é a nossa equipa", afirmou.

Francisco Campos admite que "gostava de fazer um lugar nos 10" primeiros, mas tem "os pés assentes na terra" e quer esperar para vez o que a estrada vai dar.

A Volta a Portugal começa esta quarta-feira em Setúbal e termina em 12 de agosto, em Fafe.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/A estratégia foi cerrar os dentes”

Rafael Reis mais rápido no traiçoeiro Prólogo de Setúbal

Muito calor em Setúbal, poucos quilómetros e a revelação da primeira Camisola Amarela da 80ª Volta a Portugal Santander. Rafael Reis, especialista em lutas contra o cronómetro, não deixou escapar a oportunidade de ganhar na prova máxima do ciclismo nacional.

Num curto Prólogo, com apenas 1800 metros propícios a que pudessem acontecer surpresas, César Martingil esteve quase a dar uma vitória à Liberty Seguros-Carglass mas, a correr praticamente em casa, Rafael Reis (Caja Rural-Seguros RGA), natural de Palmela, confirmou o favoritismo e foi mais rápido dois segundos do que Martingil que teve de se contentar com a Camisola Branca RTP da Juventude.

Apesar da curta distância, era necessário alguma atenção nas curvas. A roda traseira chegou a escapar, mas Rafael Reis manteve-se inabalável rumo ao grande objetivo que tinha para esta Volta. "Foi realmente arriscado, mas sabia que para ganhar, tinha de correr riscos", afirmou sorridente e com convicção o vencedor de 26 anos novamente vestido com a Camisola Amarela. Há dois anos, quando representava a W52-FC Porto, Rafael também venceu o Prólogo em Oliveira de Azeméis.

As diferenças de tempo não foram grandes, como se esperava, pelo que haverá vários corredores com a ambição de destronar Rafael Reis da liderança, pelo menos até chegar a montanha no sábado quando começarem as dificuldades maiores. Martingil já assumiu esse objectivo tal como Daniel Mestre (Efapel) que ficou a apenas três segundos. Seguiram-se o Campeão Nacional, Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), Mario Gonzalez (Sporting-Tavira) e João Matias (Vito-Feirense-BlackJack) também a quatro.

Num dia de muito calor, mas que todos os ciclistas sabem que foi apenas um aquecimento para o tempo quente que vão enfrentar nos próximos dias (as previsões apontam para temperaturas acima dos 40 graus), esta quinta-feira é dia de atravessar o Alentejo para depois chegar a Albufeira, no regresso do Algarve à Volta. A primeira etapa em linha terá 191,8 quilómetros, que vão ter início em Alcácer do Sal, às 12h35, na Praça Pedro Nunes.

Fonte: Podium