sábado, 30 de junho de 2018

“Equipa Portugal/Domingos Gonçalves conquista medalha de prata no Mediterrâneo”

Por: José Carlos Gomes

O português Domingos Gonçalves foi hoje o segundo classificado na prova de contrarrelógio individual dos Jogos do Mediterrâneo. É a segunda medalha do ciclismo português na competição que decorre em Tarragona, Catalunha, depois de Rafael Silva ter conseguido o bronze na prova de fundo.

Domingos Gonçalves fez jus ao estatuto de campeão nacional de elite, completando o exercício individual de 25 quilómetros em 30m37s. O desempenho do ciclista português foi apenas batido pelo campeão italiano de sub-23 e um dos jovens com melhor currículo internacional nos contrarrelógios desta categoria, Edoardo Affini, que venceu, com 30m31s. O terceiro classificado foi o esloveno Izidor Penko, com mais 22 segundos do que o vencedor.

Daniela Reis também competiu hoje em Tarragona, conseguindo a quarta posição no final dos 18 quilómetros do contrarrelógio feminino. A ciclista portuguesa colocou-se na primeira metade da tabela – a prova teve nove participantes – com um registo de 25m38s, que a deixou apenas a 26 segundos do pódio.

A Itália também venceu no setor feminino, através de Elena Cecchini, única corredora a baixar dos 25 minutos, acabando com 24m15s. Na segunda posição ficou outra transalpina, Lisa Morzenti, a 47 segundos da vencedora. A cipriota Antri Christoforou foi a terceira classificada, a 57 segundos do topo da classificação.

Além dos corredores nacionais, o pelotão português esteve representado no contrarrelógio dos Jogos do Mediterrâneo por dois espanhóis do Sporting-Tavira. Mário González foi sétimo e Álvaro Trueba foi nono.

Fonte: FPC

“Campanha Novos Sócios/Renovações”

Pode fazer-se sócio por 16€ desde o momento em que paga até 31 de Dezembro de 2018; ou 39€ desde o momento em que paga até 31 de Dezembro de 2019

Os mesmos valores são válidos para as renovações.



Esta campanha é válida a partir das 00h00 do dia 1 de Julho de 2018

Fonte: FPCUB

“Nova edição da Revista Notícias do Pedal”

Já está on-line mais uma edição da “Revista Notícias do Pedal”, a edição de junho, a número 274, contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, pode mensalmente ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com descubra ainda outras novidades, conheça e esteja por dentro de todos os nossos projetos, boas leituras…

sexta-feira, 29 de junho de 2018

“RUI COSTA FALHA TOUR”

Ciclista português recupera de lesão no joelho direito

Rui Costa não vai participar na Volta a França. O ciclista português anunciou esta sexta-feira nas redes sociais que ainda não recuperou da lesão ao joelho direito que o impediu também de correr a Volta à suíça.

"Depois de renunciar à Volta à Suíça para recuperar da lesão no joelho direito, trabalhei para estar pronto para o Tour, mas a dor voltou.

A vontade e o querer de estar na Volta à França eram tal, que o esforço dos treinos voltou a agravar a lesão. Em conversa com a equipa médica decidimos que o joelho não está em condições para enfrentar uma prova tão exigente como como esta. Lamentavelmente fui forçado a renunciar ao Tour", escreveu na mensagem que publicou na sua conta de Facebook.

"O meu regresso à estrada, se tudo correr bem, está apontado para o Tour de Wallonie", diz ainda Rui Costa.

Fonte: Record on-line

“KATUSHA NO TOUR SEM TIAGO MACHADO”

Ciclista português lamentou ausência na prova

Por: Ana Paula Marques

Foto: Reuters

A Katusha anunciou o seu efetivo para a Volta a França – começa dia 7 de julho –, da qual não consta o nome de Tiago Machado. O famalicense fazia parte dos pré-convocados, mas ficou de fora naquela que seria a sua quarta presença na prova. Recorde-se, aliás, que em 2017 foi o único português a participar.

Na sua página do Facebook, Tiago Machado lamentou não fazer parte dos eleitos. "Não trago as melhores notícias, pois não sou um dos oito escolhidos pela minha equipa para a próxima edição do Tour. Mas estou de consciência tranquila e mesmo com todos os percalços que fui tendo ao longo desta época julgo ter chegado a esta fase num bom momento – pelo menos é o que me diz o potenciómetro. Agora resta-me continuar o trabalho e preparar bem a segunda parte da temporada."

Tiago Machado esteve algum tempo afastado da competição devido a um problema de saúde, que o levou mesmo ao hospital. No fim-de-semana passado participou nos Campeonatos Nacionais em Belmonte, com o terceiro lugar no contrarrelógio e o quarto na prova de fundo.

Ilnur Zakarin, para a geral, e Marcel Kittel, para as etapas ao sprint, são as referências da Katusha para o Tour, completando-se a equipa com Rick Zabel, Tony Martin, Nils Politt, Ian Boswell, Robert Kiserlovski e Pavel Kochetcov.

Fonte: Record on-line

“FROOME: «NÃO FIZ NADA DE ILEGAL POR ISSO POSSO COMPETIR»”

Britânico responde aos críticos que o consideram ‘persona non grata’ para o Tour

Por: Ana Paula Marques

Foto: EPA

Chris Froome sempre se mostrou tranquilo quanto à sua situação, o de estar sob investigação por causa do controlo positivo que teve na Vuelta de 2017. O britânico nunca foi muito de reagir a quem o tem criticado por competir sem ainda haver uma decisão sobre o caso, mas, a uma semana do arranque do Tour , o líder da Sky esgotou a paciência e respondeu a quem o considera ‘persona non grata’.

"Para mim seria muito difícil se não corresse, sabendo que não fiz nada de ilegal. Por isso tenho todo o direito a competir e é isso que vou continuar a fazer", disse em entrevista à Sky Sports.

Ainda assim, Froome mostra-se sensível com quem pensa o contrário. "Até posso perceber o ponto de vista de quem está preocupado com a imagem do desporto, mas não fiz nada de errado, foi sempre o meu ponto de partida."

O caso de doping por salbutamol está em investigação na Comissão de Doping da UCI. "Estou à espera de ser ilibado. É obviamente o meu foco", frisou ainda o britânico, que inicia no dia 7 de julho a defesa da camisola amarela, com os olhos postos na 5ª vitória.

Um dos mais críticos à sua presença nas provas e, em especial, agora no Tour, tem sido o francês Bernard Hinault, vencedor de cinco edições.

O antigo ciclista, que até pertence à organização da prova – faz parte da cerimónia protocolar –, lançou mesmo um desafio ao pelotão, o de fazer greve para impedir a presença do britânico.

Fonte: Record on-line

“VOLTA A PORTUGAL/Nuno Ribeiro: «Parte final vai ser bastante difícil»”

Diretor desportivo da W52-FC Porto não assume o favoritismo

Por: Lusa

Foto: Carlos Gonçalves

O diretor desportivo da W52-FC Porto, Nuno Ribeiro, considerou que as equipas vão ter de estar atentas aos últimos dias da Volta a Portugal, depois do percurso da 80.ª edição ter sido esta sexta-feira revelado.

"[A dificuldade da Volta a Portugal] Será idêntica ao que foi nos últimos anos, tem a particularidade de irmos ao Algarve e ao Alentejo nos primeiros dois dias. A dificuldade vai ser quase a mesma ou ainda vamos ter mais dificuldades. As equipas vão ter de estar atentas na parte final que vai ser bastante difícil", assumiu.

A 80.ª edição da Grandíssima começa em 1 de agosto em Setúbal, com as decisões finais a estarem marcadas para 11 e 12, com a chegada à Senhora da Graça e o contrarrelógio de Fafe. Antes, o pelotão nacional vai voltar a ter uma chegada na Serra da Estrela, com as Penhas da Saúde a coincidirem com a meta da quarta etapa.
"É uma etapa em que não se vai decidir a Volta, mas vai fazer alguma seleção de ciclistas que vão estar a decidir a Volta no final. Temos de estar atentos, tanto nós como todas as equipas. É um dia que vai definir os candidatos, pois daí para a frente já vai ser uma corrida diferente", referiu.
Vencedor como diretor desportivo das últimas três edições da Volta a Portugal, Nuno Ribeiro não quis assumir o favoritismo, pois garante que a sua equipa "entra sempre com o objetivo em todas as corridas de estar na discussão da vitória final". "Temos dois objetivos durante o ano claros, que passam por duas corridas importantes no nosso calendário, que é o Grande Prémio JN e a Volta a Portugal. Este ano vamos trabalhar tudo possível para tentar mais uma vitória", referiu.
Questionado sobre se os espanhóis Raul Alarcón, vencedor em 2017, e Gustavo Veloso, camisola amarela em 2014 e 2015, serão os nomes da equipa para a vitória final, Nuno Ribeiro disse que os sete ciclistas que vão estar presentes "têm capacidade para lutar pela vitória final".

"Independentemente da estratégia de corrida, todos podem ser apostas, porque é difícil controlar uma Volta a Portugal apenas com sete ciclistas. Temos de estar atentos e qualquer um pode estar na discussão final", concluiu.

Fonte: Record on-line

“VOLTA A PORTUGAL/JOAQUIM GOMES SALIENTA O AUMENTO DA MANCHA TERRITORIAL DA PROVA”

Diretor espera que a vitória só se decida no contrarrelógio final

Por: Lusa

Joaquim Gomes, diretor da Volta a Portugal

Foto: Fernando Ferreira

O diretor da Volta a Portugal em bicicleta salientou esta sexta-feira o aumento da mancha territorial da 80.ª edição, que regressa ao Algarve, esperando que a vitória só se decida no contrarrelógio final, em Fafe.

"Há que registar um grande aumento na mancha que o percurso desta edição vai criar no território nacional, muito por culpa do regresso do Algarve e de este arrastar um regresso pleno do Alentejo, quer do litoral alentejano, quer de uma etapa com uma história imensa, que é a ligação de duas capitais de distrito, Beja a Portalegre", disse Joaquim Gomes.

O antigo ciclista falava à margem da apresentação da Volta a Portugal, que acabou por não se realizar, devido a um problema no sistema elétrico no Teatro Thalia, em Lisboa.

"Do ponto de vista do organizador era importante que os curtos 17,1 quilómetros do contrarrelógio de Fafe, que vai ser duro e com que vamos encerrar a edição deste ano, sejam decisivos. Acredito que este contrarrelógio vai acertar as contas e tirar todas as dúvidas sobre quem será o corredor mais forte da 80.º edição", referiu.

No percurso de 1.578,9 quilómetros, esta sexta-feira revelado, mesmo sem a apresentação oficial, Joaquim Gomes salientou ainda "o regresso dos finais à Serra da Estrela", depois de nos dois últimos anos a Guarda ter recebido a etapa rainha.

"Essa foi transferida para as Penhas da Saúde e para a Covilhã, apesar de manter a passagem pela Torre", disse Gomes, que detalhou que após a passagem pelo ponto mais alto de Portugal continental, os corredores vão descer o Vale Glaciar em direção a Manteigas e depois passar pela cidade da Covilhã, antes da subida final.

Antes do contrarrelógio final, a Volta vai passar na carismática Senhora da Graça, no ano em que se cumpre o 40.º aniversário da primeira chegada ao Monte Farinha na 'grandíssima', com Joaquim Gomes a considerar que, por estes motivos e mais alguns, Mondim de Basto já merecia o relevo que vai ter este ano na Volta a Portugal".

"O melhor pedaço vai estar relegado para a última etapa em linha, que vai ligar Felgueiras, a Mondim de Basto, à Senhora da Graça. Mas nos últimos 75 quilómetros vamos ter três prémios de primeira categoria, com o último no Monte Farinha, dando a conhecer uma nova montanha, que liga a aldeia de Ermelo à aldeia de Barreiro", disse.

Joaquim Gomes destacou ainda a terceira tirada, intitulada etapa solidária, que liga Sertã e Oliveira do Oliveira do Hospital, passando pelos concelhos afetados pelos incêndios de 2017, que vitimaram várias dezenas de pessoas.

"É uma etapa que permite levar o colorido da caravana à região mais dramaticamente afetada pelos incêndios do ano passado, na ligação entre Sertã e Oliveira do Hospital, que vai contar o Presidente da República", referiu.

A 80.ª edição da Volta a Portugal disputa-se de 1 a 12 de agosto, entre Setúbal e Fafe.

Fonte: Record on-line

“VOLTA A PORTUGAL/REGRESSO DAS PENHAS DA SAÚDE É A GRANDE NOVIDADE”

Não haverá chegada à Torre pelo terceiro ano consecutivo

Por: Lusa

Foto: EPA

A chegada da quarta etapa às Penhas da Saúde será a grande novidade da 80.ª edição da Volta a Portugal, que pelo terceiro ano consecutivo não terá uma chegada à Torre.

A etapa rainha, disputada ao quinto dia da prova, que se disputa de 1 a 12 de agosto, num total de 1.578,9 quilómetros, vai surgir ainda cedo, mas poderá marcar diferenças entre os principais candidatos.

Em 5 de agosto, os ciclistas terão de percorrer 171,4 quilómetros, entre a Guarda e as Penhas da Saúde, também em plena Serra da Estrela, uma contagem de categoria especial, já depois de terem passado pela Torre, o ponto mais alto de Portugal continental, também da máxima dificuldade.

Além desta chegada às Penhas da Saúde, que já não acontecia há 22 anos, as grandes decisões da 80.ª edição da 'grandíssima' devem ficar guardadas para os dois últimos dias.

A nona e penúltima etapa vai trazer a sempre aguardada chegada à Senhora da Graça, em Mondim de Bastos, 155,2 quilómetros depois da partida de Felgueiras.

Antes da chegada ao Monte Farinha, os ciclistas terão de passar outras duas contagens de primeira categoria, em Alto da Barra e Barreiro.

Em 12 de agosto, o sucessor do espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto) subirá ao pódio final em Fafe, após um contrarrelógio de 17,3 quilómetros, menor do que o de 2017 (20,1).

A 80.ª edição da Volta a Portugal vai começar em 1 de agosto, com um prólogo de 1,8 quilómetros na Avenida Luísa Todi, em Setúbal, que substitui Lisboa, que desde 2008 não ficava fora do mapa da prova.

A primeira etapa em linha marca o regresso do Algarve à Volta a Portugal, com uma ligação entre Alcácer do Sal e Albufeira, numa oportunidade para os sprinters, após 191,8 quilómetros.

Depois de o Alentejo litoral dar a partida para a primeira etapa, será o Alentejo interior a marcar a segunda tirada, a maior da 80.ª edição, com 195,8 quilómetros, entre Beja e Portalegre, que se prevê muito quente em pleno verão.

A zona afetada pelos grandes incêndios de 2017 será homenageada na terceira etapa, com os 175,9 quilómetros entre a Sertã e Oliveira do Hospital a deverem ser observados no local pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Já após a passagem pela Serra da Estrela, o pelotão, com certeza já mais reduzido do que na partida, cumprirá a quinta etapa, última antes do dia de descanso - este ano uma etapa mais cedo -, entre o Sabugal e Viseu, nuns 191,7 quilómetros muito acidentados.

O descanso em Viseu será importante para os ciclistas atacarem a segunda metade da Volta a Portugal, que começa com a única estreia da 80.ª edição.

Sernancelhe receberá pela primeira vez um início de uma etapa, que vai ligar aquela vila do distrito de Viseu à transmontana Boticas, num total de 165,4 quilómetros, de constante sobe e desce, com uma contagem de primeira categoria a menos de 20 quilómetros da meta.

A segunda chegada em alto acontece à sétima etapa, na chegada ao Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo, uma contagem de terceira categoria, colocada 165,5 quilómetros após a partida de Montalegre.

Antes das duas etapas finais haverá uma etapa de transição, a mais curta em linha (147,6 quilómetros), entre Barcelos e Braga (quilómetros), mas com duas passagens pelo Sameiro já nos quilómetros finais a poderem surpreender.

Entre as equipas inscritas, há cinco do escalão continental profissional, as espanholas Caja Rural, de Rafael Reis e Joaquim Silva, Burgos-BH, de José Mendes, e Euskadi-Murias, a Israel Cycling Academy e a belga WB Aqua Protect Veranclassic, que deixou boas indicações na Volta ao Alentejo.

As três equipas espanholas poderão apresentar segundas linhas, porque na mesma altura se disputa a Volta a Burgos.

No total serão 21 equipas, entre as quais as nove continentais portuguesas e outras sete estrangeiras do mesmo escalão.

Fonte: Record on-line

“80ª VOLTA A PORTUGAL”

DE 1 A 12 DE AGOSTO AS BICICLETAS VOLTAM A REINAR NAS ESTRADAS PORTUGUESAS PERCORRENDO AS DIVERSAS GEOGRAFIAS DO PAÍS DURANTE A 80ª VOLTA A PORTUGAL SANTANDER, A MAIS ABRANGENTE DOS ÚLTIMOS ANOS.

Como nunca antes aconteceu, a prova vai começar em Setúbal. O Prólogo coincidindo com os festejos da emblemática Feira de Santiago, tradição com mais de quatro séculos de história, vai animar, ainda mais, o início da Volta. Será a Grande Partida da edição 80 da maior prova velocipédica portuguesa. No percurso há diversas estreias e assinala-se o tão aguardado regresso ao Algarve e com etapas totalmente alentejanas. No fim, Fafe onde a Volta é sempre brindada com banhos de multidão abre, pela primeira vez na história, a “Sala de Visitas do Minho” para atribuir os louros da vitória aos novos vencedores da Volta a Portugal em bicicleta.

Nas palavras do diretor de prova, Joaquim Gomes, “é uma Volta que para além do regresso ao Algarve e ao Alentejo será marcada pelo regresso da Covilhã e da Serra da Estrela, que se junta a Mondim de Basto e Fafe, como os dias mais decisivos.”

Do modo como foi desenhada a prova, onde todos terão oportunidade de se mostrar consoante as características de cada etapa, com alguns dos dias mais duros na última semana e com as míticas etapas da Sra. da Graça ao sábado e a Estrela ao domingo, o vencedor apenas será revelado no fim dos quase 1600 quilómetros de competição que terminam numa intensa luta contra o cronómetro.

Com 21 equipas participantes e um pelotão rejuvenescido que ronda os 150 homens, a 80ª Volta a Portugal Santander apresenta este ano cinco equipas internacionais do escalão Continental Profissional, o segundo mais importante na hierarquia da União Ciclista Internacional. Os novos regulamentos da Federação Portuguesa de Ciclismo permitem também a inclusão na prova de novas formações portuguesas.

 

MAIOR ENVOLVIMENTO COM A FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO:

A Volta 2018 é a primeira resultante do novo acordo da Federação Portuguesa de Ciclismo, no âmbito do novo contrato de concessão, que permite à Podium Events a organização da prova até 2025.

Este acordo mostra o reconhecimento pelo contributo significativo que a empresa tem dado ao ciclismo português e reforça o objetivo de valorizar, modernizar e internacionalizar o ciclismo português, especialmente a Volta a Portugal em Bicicleta, um evento de excelência, portador dos mais rigorosos padrões desportivos e éticos.

 

A VOLTA NO MUNDO DIGITAL:

Na estrada, na televisão ou nas novas plataformas digitais, como a APP, o site e as redes sociais, os adeptos do ciclismo podem vibrar com a Volta a toda a hora. A Podium, empresa responsável pela organização do evento, criou um novo site www.volta-portugal.pt com forte incremento na área de acompanhamento das etapas em direto para facilitar o acompanhamento da prova não só pelos muitos amantes e aficionados do ciclismo mas também pelos profissionais da comunicação.

 

SETÚBAL NA GRANDE PARTIDA DA VOLTA A PORTUGAL:

A prova começa com um curto, apenas 1,8 quilómetros, mas intenso contrarrelógio individual no centro de Setúbal na tarde de 1 de agosto. A ligação da cidade sadina à Volta remonta a 1927 quando foi organizada a primeira edição. Até agora a cidade já recebeu 16 finais de etapa neste evento que para além de toda a componente desportiva é, simultaneamente, uma grande festa popular que todos os anos apaixona os portugueses.

No dia seguinte, a primeira etapa também terá o rio Sado por perto porque começa em Alcácer do Sal. Até Albufeira onde terminará esse dia serão percorridos 191,8 quilómetros sendo o regresso ao Algarve 10 anos depois da última passagem da Volta.

Do extremo sul do continente português, a prova passará na segunda etapa para o pleno Alentejo. Em Beja terá início a tirada mais longa desta edição que chega aos 195,3 quilómetros com Portalegre a receber o final de etapa.

No sábado, 4 de agosto, a 80ª Volta a Portugal Santander faz uma homenagem solidária às populações atingidas pelos incêndios de 2017. Designada Etapa Vida a terceira tirada da prova terá 175,9 quilómetros e será discutida no percurso que vai começar na Sertã passando por Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra, Lousã, Góis, Arganil, Tábua e terminará em Oliveira do Hospital. A Podium Events, entidade que organiza a Volta, juntou esforços para lembrar as vidas perdidas e as regiões desoladas, mas sobretudo para enaltecer a valentia dos que puseram mãos à obra com o objetivo único de reconstruir a vida.

Ao quinto dia de competição, a Montanha entra definitivamente no léxico desta Volta e a Serra da Estrela é a protagonista. Guarda vai aplaudir a partida do pelotão que terá pela frente a subida ao ponto mais alto do território continental. Depois de chegar e contornar a Torre, a corrida desce a alta velocidade para Manteigas, irá na direção da Covilhã e vai subir para as Penhas da Saúde onde vão terminar 171,4 difíceis e marcantes quilómetros.

Antes de fechar a primeira fase da Volta 2018 ainda será preciso percorrer mais um longo dia. A quinta etapa com 191,7 quilómetros vai ligar o Sabugal a Viseu. Logo depois da chegada começam as atividades relacionada com o Dia de Descanso.

Depois da jornada de repouso, a Volta a Portugal Santander está novamente em ação e para uma etapa de novidades. Com mais de 90 anos de história a prova ainda consegue descobrir locais onde nunca esteve. A sexta etapa vai estrear a vila de Sernancelhe, no Distrito de Viseu, como local de partida. Até Boticas, que nos últimos anos tem assistido a diversos inícios de etapa, haverá 165,4 quilómetros e, pela primeira vez, a vila transmontana vai acolher um final de tirada.

Montalegre vai estar na partida da sétima etapa. A vila do distrito de Vila Real assistirá ao início de um dia de transição com 165,5 quilómetros que vai levar a caravana até ao miradouro de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

No penúltimo dia de competição a região minhota estará plenamente representada na Volta. A oitava etapa vai começar em Barcelos e terminar em Braga passando uma primeira vez na reta da meta a faltarem 16 quilómetros para o final. Será a tirada em linha mais pequena desta edição com 147,6 quilómetros.

Com o aproximar do fim da Volta vai crescer a expectativa sobre quem poderá vencer este ano. O sábado começa com a nona etapa que vai com certeza contribuir para definir o vencedor ao sair de Felgueiras, como já não acontecia há nove anos, e terminar na sempre imponente e difícil Sra. da Graça em Mondim de Basto. Há três contagens de montanha de 1ª categoria na parte final dos 155, 2 quilómetros.

 

FINAL INÉDITO DA VOLTA A PORTUGAL EM FAFE

Para concluir a 80ª Volta a Portugal Santander faltará no domingo, 12 de agosto, o contrarrelógio individual da décima etapa com 17,3 quilómetros que se vai realizar em Fafe. Presença assídua na competição, a “Sala de Visitas do Minho” estreia-se como Cidade do Grande Final da Volta 2018.

Desde 1938 que Fafe surge no mapa da Volta a Portugal em bicicleta e já em duas ocasiões, 2011 e 2014, viu a prova começar na cidade. Entre partidas e chegadas de etapa, Fafe tem 32 participações na Volta. Em 2016, o município inovou ao trazer para o ciclismo o fantástico salto da Pedra Sentada do Rally de Portugal que este ano se repete. Em 2017, a cidade ficou também associada ao final da carreira e à última vitória enquanto profissional de Rui Sousa, um dos mais acarinhados corredores nacionais.

 

ETAPA VIDA

Profundamente ligada ao território, a Volta a Portugal em Bicicleta é um dos mais importantes veículos de promoção local. É também um evento com responsabilidades sociais e relações muito fortes com todas as populações que visita anualmente. Esta proximidade fez nascer a vontade de homenagear as populações atingidas pelos graves incêndios de 2017, o que vai acontecer com a Etapa Vida na terceira etapa da 80ª Volta a Portugal Santander. A 4 de agosto a ligação entre a Sertã e Oliveira do Hospital que vai passar por Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra, Lousã, Góis, Arganil e Tábua terá um significado muito para além da competição.

O movimento de solidariedade vai intensificar a promoção dos territórios e ganhará um simbolismo extra com o apoio do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que deverá fazer o acompanhamento integral da Etapa Vida na caravana da Volta. Marco Chagas será o padrinho desta iniciativa, promovida pessoalmente pelo diretor da Volta a Portugal, Joaquim Gomes, e que se tornou possível sem custos financeiros para os municípios devido ao apoio conjunto de alguns dos patrocinadores da Volta - Santander, Liberty Seguros, altice, Jogos Santa Casa, Brisa - e ainda ao Turismo do Centro e a Fundação do Desporto, que financiam e oferecem a Etapa Vida aos concelhos do centro do país violentamente afetados pelo fogo.

 

VISEU, CIDADE DO DIA DE DESCANSO MIGUEL ARAÚJO EM TERRAS DE VIRIATO E 12ª ETAPA DA VOLTA VIA VERDE RTP

Viseu é uma das cidades que ao longo dos anos mais tem aplaudido a Volta a Portugal em bicicleta. O município é ponto de paragem da caravana, consecutivamente, desde 2003 e já contabiliza 64 presenças na prova, entre partidas e chegadas. Este ano, durante a 80ª Volta a Portugal Santander, Viseu recebe o final da 5ª etapa e todas as atividades do Dia de Descanso, a 7 de agosto.

No dia antes, Viseu vai encerrar a primeira fase da competição e terá pouco mais de 191 quilómetros ligando Sabugal a Viseu, com o pelotão a chegar à emblemática Avenida da Europa cerca das17h30. Terminada a etapa começam as inúmeras e animadas iniciativas da autarquia e da organização da Volta para festejar a presença em Viseu. O Concerto da Volta de Miguel Araújo vai acontecer no Largo da Sé, às 21h30. A Festa da Volta continua noite dentro na discoteca “NB Club”.

Na terça-feira, 7 de agosto, enquanto o pelotão profissional da Volta a Portugal Santander aproveita o Dia de Descanso para recuperar forças realiza-se em, Viseu, a já tradicional “Etapa da Volta” dedicada à comunidade cicloturista. A “Etapa da Volta Via Verde RTP” comemora o décimo segundo aniversário e está pela sexta vez em Viseu. A partida vai acontecer às 10 horas, na Avenida da Europa. Os cicloturistas vão fazer um percurso de aproximadamente 90 quilómetros, sendo os últimos 20 percorridos em “andamento livre”.

As inscrições para a 12ª Etapa da Volta Via Verde RTP estão abertas em www. volta-portugal.pt ou no site da Via Verde.

A 80ª VOLTA A PORTUGAL SANTANDER comentada pelo diretor de prova Joaquim Gomes A 80ª edição da Volta a Portugal Santander além de apresentar a maior mancha no território nacional dos últimos anos, muito por culpa do regresso do Algarve e Alentejo, consegue, de modo equilibrado, unir com fases de adaptação, transição e recuperação, os dias mais exigentes da prova.

Entendendo a “Volta” como um fenómeno social com responsabilidades bem mais abrangentes, em analogia com aquelas que se esgotam no campo desportivo, conseguimos, ainda e sem qualquer redução de interesse competitivo promover, dando eco ao espírito solidário dos nosso parceiros, a “Etapa Vida” e avançar com estreias absolutas na prova como o caso da partida de Sernancelhe, a exigente Montanha de “Torneiros”, em Boticas, e, por fim, ver pela primeira vez, a milenar aldeia de Ermelo, em Mondim de Basto, abrir as portas do “Alvão” para a descoberta da subida, de 1ª categoria, à Aldeia de Barreiro. Em suma, é uma “Volta” marcada decisivamente pelo regresso da Covilhã e da Serra da Estrela, que se junta a Mondim de Basto e Fafe, como os dias mais decisivos. No entanto, como dizemos na gíria do ciclismo, “todos têm um dia mau”, e neste particular importa estar muito bem em dias como a chegada a Oliveira do Hospital, Boticas ou Braga, que sendo dias de transição podem deitar por terra as mais legítimas ambições de chegar à vitória.

 

Prólogo: Setúbal (Contrarrelógio individual)> 01 agosto 2018 A Doca dos Pescadores e a recentemente inaugurada Av. José Mourinho, vão, desta vez, além do magnífico cenário da Foz do Sado, e da Serra da Arrábida, revelar o palco de início da 80ª Volta a Portugal Santander. Os 1800 metros, perfeitamente planos que separam a zona ribeirinha do Largo José Afonso, da Av. Luisa Todi serão o prenúncio dos primeiros dias de “Volta” em que os potentes velocistas levam vantagem.

 

1ª Etapa: Alcácer do Sal» Albufeira> 02 agosto 2018 Em jeito de despedida do Sado, a partida da 1ª etapa em Alcácer do Sal recupera, após longa ausência, o litoral alentejano e o Algarve para a “Volta”. Os 191,8 Km marcados orograficamente pelas travessias das Serras de Grândola e do Cercal serão percorridos, como acontece habitualmente no primeiro dia das grandes provas por etapas, com a típica tensão decorrente do processo de avaliação mútua entre os protagonistas a que se junta a irreverência daqueles que não sendo potenciais candidatos querem aproveitar já as oportunidades. Apesar de tudo, no final, a Av. dos Descobrimentos, em Albufeira, deverá assistir a uma chegada em pelotão compacto.

 

2ªEtapa: Beja» Portalegre> 03 agosto 2018 A ligação das capitais de distrito do Baixo e do Alto Alentejo é famosa, apesar de ter ocorrido pela primeira vez em 1935 e não se realizar há 20 anos. Com 195,3 Km, a maior etapa da “Volta” tem, apesar da ausência de montanhas, duros desafios pela frente. Porventura o calor, o vento, e eventuais fugas difíceis de controlar, a que se junta a grande extensão da etapa e um final que não sendo pontuável para a classificação da montanha vai provocar certamente o fracionamento do pelotão.

 

3ª Etapa: Sertã» Oliveira do Hospital> 04 agosto 2018 A denominada “Etapa Vida” que pretende simbolicamente emprestar o colorido da “caravana” à região mais dramaticamente afetada com os incêndios de 2017 desempenha do ponto de vista desportivo o papel de transição entre os dias orograficamente mais fáceis e o primeiro dia de alta montanha com chegada à Serra da Estrela. Recheada de prémios de montanha de 3ª e 4ª categoria será a travessia da Serra da Lousã, de 2ª Categoria, a endurecer definitivamente o perfil altimétrico dos 175,9 Km da “Etapa Vida”. A chegada a Oliveira do Hospital poderá revelar surpresas. De entre elas, talvez o atraso de algum dos potenciais candidatos.

 

4ª Etapa: Guarda» Covilhã (Penhas da Saúde)> 05 agosto 2018 Depois de dois anos consecutivos a receber o final da etapa “Rainha”, a cidade da Guarda apadrinha o regresso à Serra da Estrela. Com 171,4 Km onde se inserem os únicos Prémios de Montanha de Categoria Especial da “Volta”- Torre e Penhas da Saúde - separados apenas pelo Vale Glaciar e a cidade da Covilhã, esta etapa tem tudo para proporcionar uma magnífica jornada de ciclismo. Desportivamente, só os melhores vão chegar na frente!

 

5ª Etapa: Sabugal» Viseu> 06 agosto 2018 Na partida do Sabugal haverá dois factos perfeitamente constatáveis. Um pelotão fatigado, a precisar do dia de descanso em Viseu e uma classificação geral individual com claros indicadores de quem poderá, ou não, estar na corrida para a vitória individual e coletiva na 80ª Volta a Portugal Santander. Apesar da fadiga, e a juntar aos habituais animadores das fugas, mais ou menos consentidas, teremos os inconformados com a derrota da véspera que certamente vão proporcionar uma rápida viagem até Viseu, com a Avenida da Europa a encerrar a primeira parte da Volta.

 

6ª Etapa: Sernancelhe» Boticas> 08 agosto 2018 Estreia absoluta na Volta a Portugal, Sernancelhe será o palco de partida de uma etapa que tendo somente 165,4 Km poderá, até por ocorrer a seguir ao dia de descanso, provocar uma reviravolta na classificação. Num percurso lindíssimo onde sobressai a travessia da região demarcada do Douro será já no concelho de Boticas, em plena Terras de Barroso, a pouco mais de 16 Km da meta, que o Prémio de Montanha de 1ª categoria na, até agora desconhecida, aldeia de Torneiros, proporcionará uma das mais interessantes “batalhas” desta Volta. Boticas também uma estreia, em termos de finais de etapa, assume-se como um dos dias mais importantes da Volta.

 

7ª Etapa: Montalegre» Viana do Castelo (St.ª Luzia)> 09 agosto 2018 Apesar da despedida de Trás-os-Montes se registar a mais de 1000 metros de altura, em Montalegre, e o final no Minho, no magnífico Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo a pouco mais de 200 metros, nem por isso, os 165,5 Km de uma das mais belas etapas desta edição deixam de ser desafiantes. Com o cenário da albufeira do Alto Rabagão nos primeiros quilómetros, a convidar a altas velocidades será a partir da albufeira da Caniçada, em pleno Gerês, que as dificuldades se acentuam. Neste particular importa referir que coincidindo a chegada com um Prémio de Montanha de 3ª Categoria tal facto irá exigir redobrada atenção e obviamente exigência física aos principais candidatos.

 

8ª Etapa: Barcelos» Braga> 10 agosto 2018 O regresso de Barcelos vinca definitivamente a forte presença do Minho nesta edição da Volta. Apesar dos primeiros 50 quilómetros ondularem junto ao rio Lima nem por isso a mais curta etapa da Volta, com apenas 147,6 Km, será a mais fácil. Os santuários do Bom Jesus e Sameiro com duas passagens na parte final da etapa serão uma dura “provação” que nem todos conseguirão ultrapassar.

 

9ª Etapa: Felgueiras» Mondim de Basto (Sr.ª da Graça)> 11 agosto 2018 Em Felgueiras só mesmo o famoso pão-de-ló de Margaride poderá “adoçar” o “fado” aos “Heróis da Estrada” que perante a última etapa em linha da 80ª Volta a Portugal Santander terão de enfrentar, já no concelho de Mondim de Basto, três Prémios de Montanha de 1ª categoria finalizados no Monte Farinha aos 155,2 Km. Julgamos elevar desta forma a importância desta etapa ao legítimo nível que a passagem dos 40 anos sobre a primeira chegada à Srª da Graça, em 1978, merece. Acredito, apesar da enorme expectativa que este dia levanta, que poderemos, ainda reservar a decisão final para o contrarrelógio de Fafe.

 

10ª Etapa: Fafe (Contrarrelógio individual)> 12 agosto 2018 A “Sala de Visitas do Minho” há muito que merecia esta distinção. O final da 80ª Volta a Portugal Santander tem um contrarrelógio individual com 17,3 Km mas com elevado grau de exigência. Abraçando algumas das freguesias mais representativas do concelho, este circuito fafense tem todas as condições para levar ao rubro a discussão pela vitória na Volta. Quase sem zonas planas será no empenho técnico das descidas e nas esforçadas subidas que os candidatos “sobreviventes” terão de se esgotar física e animicamente na busca da vitória com a certeza que depois de Fafe ninguém terá dúvidas sobre quem são os melhores da Volta.

 

Últimos Vencedores na Volta a Portugal:

2017 - Raúl Alarcón (W52-FC Porto);

2016 - Rui Vinhas (W52-FC Porto);

2015 - Gustavo Veloso (W52/Quinta da Lixa);

2014 - Gustavo Veloso (OFM/Quinta da Lixa);

2013 - Alejandro Marque (OFM/Quinta da Lixa);

2012 - David Blanco (Efapel-Glassdrive);

2011 - Ricardo Mestre (Tavira-Prio);

2010 - David Blanco (Palmeiras Resort);

2009 - David Blanco (Tavira);

2008 - David Blanco (Tavira);

2007 – Xavier Tondo (Maia); 2006 - David Blanco (Comunid Valenciana)

 

Enverga a Camisola e festeja… és um vencedor!

Quando o pelotão da 80ª Volta a Portugal Santander invade as estradas estão em jogo quatro camisolas que distinguem a valentia dos corredores e das equipas em competição.

A Camisola Amarela Santander é entregue, todos os dias, ao corredor que menos tempo totalizar no conjunto das etapas. É o símbolo de liderança e de supremacia na classificação geral individual. Costumamos dizer: “É a mais desejada da Volta a Portugal” e acrescentamos ainda: é aquela pela qual todos correm e que consegue colocar um “simples corredor” ao lado de Joaquim Agostinho, Marco Chagas, Joaquim Gomes ou David Blanco.

De entre os mais fortes, surge o mais consistente, o mais regular e que lidera a classificação por pontos traduzida na Camisola Verde RUBiS GÁS. Para o “Rei dos Trepadores” está reservada a Camisola Azul Liberty Seguros que simboliza o primeiro na classificação dos 26 Prémios de Montanha que existem nesta edição.

Finalmente, lugar aos mais novos que serão o futuro da Volta a Portugal. Para o melhor jovem em prova mediante o conjunto de tempos de todas as etapas está reservada a Camisola Branca RTP.

 

Os vencedores de 2017:

A W52-FC Porto “pintou” de azul e branco a edição 79 da Volta ao acumular seis vitórias em etapas, a Camisola Amarela de Raúl Alarcón e a liderança da classificação por equipas - desde o segundo dia de competição - que no final se traduziu em cinco corredores nos dez primeiros classificados.

O portista Amaro Antunes que assumiu a liderança da Camisola Azul Liberty Seguros na véspera do fecho da competição subiu ao pódio final como o “Rei dos Trepadores” e classificou-se em segundo na classificação geral.

Vicente Garcia de Mateos (Louletano - Hospital de Loulé) foi terceiro e o mais regular em prova conquistando a Camisola Verde Rubis Gás, símbolo da liderança por pontos obtidos em cada etapa e nas metas volantes.

Krists Neilands (Israel Cycling Academy), o melhor jovem em prova, foi consagrado em Viseu com a Camisola Branca RTP.

 

São Patrocinadores Oficiais da 80ª Volta a Portugal Santander:

Santander, Rubis Gás, Liberty Seguros, Rtp, Edp, Kia, Jogos Santa Casa, Nobre, Delta Cafés, Caves Raposeira, Jornal de Noticias, Via Verde, Stihl, Meo, Vitalis, Carmim, Glassdrive, Festina, Ktm Bikes, Anthea, Transportes Paulo Duarte e Grupo Vendap.

 

Os Fornecedores Oficias são:

Fundação Inatel, LG, Nacex, Sibs Cartões, Dominios. pt, GSport, Thule, Cosmos Viagens, Gnauk, Kronoswiss, Viúva Lamego, Cachaça 51, Atum General, Bdr, Shimano, 4XP by Dietsport.

 

E são Parceiros Oficiais da 80ª Volta a Portugal Santander:

Instituto Português do Desporto e Juventude, Farmácias Portuguesas, Volta ao Conhecimento, Turismo do Alentejo, Turismo do Centro, Fundação do Desporto, Brisa, Associação Salvador, Insfraestruturas de Portugal, Autoridade Nacional de Proteção Civil, Centro de Informação Geoespacial do Exército e Classificações.net.

 

A 80ª Volta a Portugal Santander tem como municípios intervenientes nas Partidas e Chegadas de etapas:

Setúbal, Alcácer do Sal, Albufeira, Beja, Portalegre, Sertã, Oliveira do Hospital, Guarda, Covilhã, Sabugal, Viseu, Sernancelhe, Boticas, Montalegre, Viana do Castelo, Barcelos, Braga, Felgueiras, Mondim de Basto e Fafe.

 

Na passagem da 80ª Volta a Portugal Santander por outras localidades existem municípios envolvidos com a organização:

Como é o caso de Grândola, Santiago do Cacém, Odemira, Vidigueira, Portel, Reguengos de Monsaraz, Redondo, Vila Viçosa, Borba, Estremoz, Monforte, Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Lousã, Góis, Arganil, Tábua, Gouveia, Seia, Sátão, Aguiar da Beira e Moimenta da Beira.

Fonte: Podium

quarta-feira, 27 de junho de 2018

“Equipa Portugal/Daniela Reis quarta classificada em Tarragona”

Por: José Carlos Gomes

Daniela Reis foi hoje a quarta classificada na prova de fundo feminina dos Jogos do Mediterrâneo, disputada em Tarragona, Catalunha, com vitória da italiana Elisa Longo Borghini.

A corrida de 89 quilómetros tornou-se muito dura, devido a uma subida longa e exigente, que não fez parte do percurso masculino. A dificuldade desmantelou por completo o pelotão, deixando na frente apenas as corredoras mais fortes.

Daniela Reis tentou seguir com as ciclistas que discutiram as medalhas, mas não foi possível chegar ao pódio. Ainda assim, revelando qualidade e um bom momento de forma, a corredora portuguesa alcançou um lugar de prestígio, atacando no último quilómetro para se destacar no grupo de que fazia parte, cortando a meta na quarta posição, a 4m20s da vencedora.

Elisa Longo Borghini cortou a meta isolada, deixando a rival mais próxima, a espanhola Ane Santesteban, a 3m18s. Com o mesmo tempo, no terceiro posto, colocou-se a italiana Erica Mgnaldi.

Além de Daniela Reis, Portugal esteve representado por Maria Martins, 19.ª, a 24m34s, e Soraia Silva, 22.ª, a 28m08s.

Na corrida de fundo masculina, terminada ao início da tarde, Portugal conquistou a medalha de bronze por intermédio de Rafael Silva, colocando mais quatro corredores no top 10.

Portugal vai ainda marcar presença nos contrarrelógios, marcados para o próximo sábado. Domingos Gonçalves compete na prova masculina, 25 quilómetros a disputar a partir das 8h00. Quando terminarem os homens correm as mulheres, entre as quais estará Daniela Reis, num exercício individual de 18 quilómetros.

Fonte: FPC

“Pelotão de 153 ciclistas, em representação de 17 equipas portuguesas e 6 espanholas, disputa o 30º Grande Prémio do Minho”

Um pelotão de 153 ciclistas, em representação de 17 equipas portuguesas e 6 espanholas, alinhará à partida para o 30º Grande Prémio do Minho que será disputado de 6 a 8 de julho.

Apadrinhada pelos ciclistas minhotos Tiago Machado, José Mendes, José Gonçalves e Domingos Gonçalves a competição regressa à estrada de 6 a 8 de julho com Guimarães, Melgaço e Vieira do Minho a assumirem um papel de destaque no desenrolar da competição destinada ao escalão de juniores e organizada pela Associação de Ciclismo do Minho, em colaboração com a Federação Portuguesa de Ciclismo.

Além das principais formações portuguesas, seis equipas espanholas marcarão presença: Fundacion Oscar Pereiro, Ginestar - ULB, Banco Santander - P.C. Sprint, Arte en Transfer - Leon, Aleata - CC Farto e Clube Ciclista Cidade de Lugo - Pescados Ruben.

As equipas portuguesas inscritas são as seguintes: Sporting / Tavira / Formação Engº Brito da Mana, Academia Joaquim Agostinho / UDO, ACD Milharado / Escola de Ciclismo Manuel Martins, Anipura - G.D.M. Escola Alexandre Ruas, Bairrada, Centro Ciclista Barcelos / A.F.F / Orbea / Onda, Escola de Ciclismo Bruno Neves, Jorbi – Team José Maria Nicolau, LA Alumínios / SGR Ambiente / CC A. Paio Pires, Maia Formação, Mato-Cheirinhos / Vila-Galé / Etopi, Seissa | KTM-Bikeseven | Matias&Araújo | Frulact, Sicasal / Liberty Seguros / Bombarralense, Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel, Tensai / Sambiental / Santa Marta, Vito - Feirense - Blackjack / SC S. João Ver, Peçamodôvar / Delta-Cafés / Polisport – SC Bike Team / SC Bike Team.

O 30º Grande Prémio do Minho é apadrinhado por quatro ciclistas profissionais minhotos formados em clubes da Associação de Ciclismo do Minho: o famalicense Tiago Machado (Katusha-Alpecin), o vimaranense José Mendes (Burgos BH) e os gémeos e barcelenses José Gonçalves (Katusha-Alpecin) e Domingos Gonçalves (Rádio Popular/Boavista).

Com o arranque da competição no Centro de Ciclismo do Minho – Guimarães (Souto Santa Maria), a primeira etapa terminará na União de Freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião (Guimarães), junto à sede da Associação de Ciclismo do Minho. Depois de uma primeira etapa mais propícia para roladores, o pelotão do 30º Grande Prémio do Minho rumará até Melgaço, o Município mais a Norte de Portugal, para enfrentar um trajeto delineado no “destino de natureza mais radical de Portugal” que terminará em Castro Laboreiro. Vieira do Minho, terra de encantos, ao acolher a partida e chegada da última etapa será o concelho que consagrará o vencedor da 30ª edição do Grande Prémio do Minho. Durante os 277, 7 quilómetros das três etapas estarão em disputa diversas contagens de montanha e metas volantes, assim como as classificações gerais individual por tempos (Camisola Amarela: CJR - Cândido José Rodrigues, SA), por pontos (Camisola Verde: Controlsafe), da Montanha (Camisola Azul: Arrecadações da Quintã), do melhor júnior de primeiro (Camisola Laranja: Cision), do melhor atleta da Associação de Ciclismo do Minho (Camisola Branca: Universidade do Minho) e por equipas.

Recorde-se que no ano passado, com emoção até ao último metro, Pedro Lopes (Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact) sagrou-se vencedor da 29ª edição do Grande Prémio do Minho. O jovem vimaranense venceu as classificações geral individual (Camisola Amarela – Empiqua) e a de melhor atleta da ACM (Camisola Branca – Força Minho). Diogo Vieira (Tensai/Sambiental/Santa Marta) conquistou a classificação geral dos pontos (Camisola Verde – ControlSafe), o espanhol Abel Álvarez (Bathco) a classificação geral da montanha (Camisola Azul – Arrecadações da Quintã), Afonso Silva (Sporting / Tavira / Formação Eng. Brito da Mana) venceu a classificação da juventude (Camisola Laranja – Cision) e por equipas venceu a Academia Joaquim Agostinho / UDO.

Fonte: ACM