terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

“EQUIPAS NACIONAIS DEMASIADO MODESTAS”

O primeiro ciclista do pelotão português na Volta ao Algarve foi apenas 17.º

Por: Ana Paula Marques

Foto: Filipe Farinha

Depois dos bons desempenhos em 2016 e 2017, sobretudo o ano passado, com três ciclistas nos dez primeiros, o pelotão nacional passou literalmente ao lado da edição de 2018 da Volta ao Algarve. Um pelotão que até aumentou, de seis para nove equipas, mas que esteve demasiado modesto em termos classificativos. Só se mostrou nas fugas...mas isso para a história final da prova pouco importância tem.

É preciso então ir muito abaixo dos dez primeiros para encontrarmos o primeiro ciclista das equipas portuguesas na classificação final. O espanhol Vicente de Mateos (Aviludo-Louletano) surge em 17º, a 3.47 minutos do polaco Michal Kwiatkowski (Sky).

O segundo mais bem classificado também aparece alguns lugares depois, em 30º, o galego Alejandro Marque (Sporting-Tavira). E se nos primeiros lugares é difícil encontrar ciclistas do pelotão nacional, se invertermos a classificação, aí a situação é diferente. Entre os 20 últimos, 17 são de equipas nacionais e oito deles são mesmo os últimos posicionados.

Coletivamente, o cenário não é muito diferente. Entre as 13 últimas formações, das 25 que participaram, estão as nove portuguesas, com a curiosidade de a World Tour FDJ só ter atrás de si duas delas.
 

‘Estrangeiro’

À exceção de Amaro Antunes em 2016 e 2017, e de Tiago Machado, quando ainda corria em Portugal, o melhor português na geral na Volta ao Algarve, desde 2007, ano em começou o domínio do World Tour na prova, tem sido sempre um ciclista que compete por uma equipa estrangeira.

Este ano o estatuto coube a Nelson Oliveira (Movistar), em 10º, depois de após o contrarrelógio ter chegado ao pódio (3º). Mas a etapa do Malhão foi fatal.

Fonte: Record on-line

“Agenda de Ciclismo”

Taça de Portugal de DHI arranca sob o signo internacional

Por: José Carlos Gomes

A Taça de Portugal de Downhill (DHI) começa no próximo domingo, na serra de Santa Helena, Tarouca. A prova inicial do troféu luso é também uma corrida do calendário internacional UCI, estando registada como prova de classe 1 internacional.

A qualidade do evento e a sua calendarização, no início da temporada, está a atrair muitos ciclistas. Estão inscritos cerca de 200 corredores, uma grande parte dos quais estrangeiros. Os participantes serão oriundos de sete países: Espanha, Estónia, França, Grã-Bretanha, Itália, Portugal e Roménia.

A corrida deste domingo desenrola-se em duas mangas. Às 11h00 corre-se a descida de qualificação. A final, que determinará a classificação da jornada, inicia-se às 14h00.
 

Taça de Portugal de Pista

Se domingo é dia de arranque da Taça de DHI, sábado marca o final da Taça de Portugal de Pista. A terceira e última prova pontuável é o Critério Sunlive, que se realiza no sábado, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, Anadia.

As corridas decorrem entre as 10h00 e as 13h15 e entre as 15h00 e as 20h00. Estarão em pista corredores de elite, juniores, cadetes, juvenis e masters (femininas). Estarão em disputa provas de omnium, scratch, eliminação, contrarrelógio e perseguição individual. A entrada para o público é gratuita.
 

Mais eventos oficiais

25 de fevereiro: Raid do Facho, Roriz, Barcelos

25 de fevereiro: Taça de XCO do Porto, Folgosa, Maia

25 de fevereiro: Prova de Abertura Masters, Taveiro, Coimbra

25 de fevereiro: 8.ª Resistência BTT do Juncal, Porto de Mós

25 de fevereiro: Taça Regional de XCO da Beira Interior, Castelo Branco

25 de fevereiro: 9.º Raid BTT de Miratejo, Vila Franca de Xira

25 de fevereiro: 9.ª Maratona BTT Rota do Casqueiro, Santo André, Santiago do Cacém

25 de fevereiro: Taça da Madeira de Enduro, Ponta do Pargo

25 de fevereiro: Taça de XCO de S. Miguel, Açores

Fonte: FPC