domingo, 4 de agosto de 2019

“Vasco Vilaça conquista prata na Taça da Europa de Malmo”

Triatleta do Benfica ficou a apenas quatro segundos do vencedor

Por: Lusa

O atleta português Vasco Vilaça, do Benfica, terminou este sábado na segunda posição da Taça da Europa de triatlo, em Malmo, na Suécia, a quatro segundos do vencedor, o irlandês Constantine Doherty.

O português fez o tempo de 54 minutos, mais quatro segundos do que Doherty, que concluiu a prova em 53,56 minutos. A fechar o pódio ficou o sueco Gabriel Sandör, com 54,05 minutos.

"A prova correu muito bem, estou satisfeito com o resultado e tudo indica que tenho que continuar a trabalhar como tenho feito até aqui", admitiu Vasco Vilaça, que perdeu alguns segundos na transição da prova de ciclismo para a corrida.

Este ligeiro atraso, provocado pela queda da bicicleta no respetivo gancho no parque de transição, obrigou o atleta benfiquista a aumentar o ritmo na primeira volta da corrida, para conseguir alcançar a frente da prova.

"Tive que ir mais rápido para ganhar vantagem e alcançar os primeiros atletas, até que me posicionei atrás do primeiro, o irlandês Constantine Doherty, de modo a ser ele a impor o ritmo, mas sem permitir que se afastasse", explicou o triatleta.

Vasco Vilaça, de 20 anos, vai participar na final do Campeonato do Mundo de triatlo de sub-23, que irá realizar-se em Lausanne, na Suíça, de 29 de agosto a 01 de setembro.

Fonte: Record on-line

“Ciclista espanhol suturado com 50 pontos na cabeça: «O capacete salvou-me a vida»”

Luis Angel Maté sofreu uma grave queda na Volta à Polónia

Foto: Twitter

O ciclista espanhol Luis Angel Maté, da Cofidis, sofreu uma grave queda na Volta à Polónia e teve de abandonar a prova. Maté foi conduzido ao hospital, onde foi suturado com mais de 50 pontos na cabeça.

O acidente aconteceu a cerca de 20 quilómetros da meta, na primeira etapa, uma queda em que também esteve envolvido Filippo Fortinque, igualmente da Cofidis, e que teve de ser operado de urgência.

"O capacete salvou-me a vida. Perdi muito sangue e o mais provável é que tenha de ficar uns dias em observação. Agora só penso em descansar e recuperar, para depois voltar a subir para a bicicleta", contou o corredor, citado pelo jornal 'As'.

Maté sofreu uma forte pancada na cabeça que provocou uma hemorragia, mas não sofreu nenhuma fratura nem perdeu a consciência. Mesmo assim, foram necessários mais de 50 pontos para suturar a ferida.

Fonte: Record on-line

“Froome já pensa no Tour de 2020”

Britânico deu primeira entrevista após grave queda

Foto: Reuters

Na primeira entrevista que deu após a grave queda que sofreu no Critério do Dauphiné e que o privou de participar no Tour deste ano, Chris Froome confessou que só tem um pensamento na cabeça: "Voltar ao Tour do próximo ano."

Mais de 50 dias depois de ter fraturado a clavícula, várias costelas e mais grave ainda o fémur, o ciclista da Ineos referiu, em entrevista difundida pela própria equipa, que pouco se lembra do fatal acidente quando fazia o reconhecimento do contrarrelógio.

"Recordo-me de estar estendido no chão e de ter muita gente à minha volta. Penso que a primeira coisa que disse foi: ‘Posso levantar-me’? Posso voltar à bicicleta? Vou ficar bem?’. Deixaram claro que não seria bem assim e que deveria ficar quieto e que não continuaria na prova."

Froome, vencedor já de quatro Voltas a França, fez uma curiosa associação sobre o estado em que se encontrava após a queda: "Sentia-me num episódio da Anatomia de Grey ou coisa parecida."

Fonte: Record on-line

“Equipa Portugal/Raquel Queirós 15.ª na Taça do Mundo de XCO”

Por: José Carlos Gomes

A portuguesa Raquel Queirós foi hoje a 15.ª classificada na prova da Taça do Mundo de Cross Country Olímpico (XCO) para sub-23 femininas, realizada em Val di Sole, Itália. A corredora da Equipa Portugal foi a terceira melhor sub-23 de primeiro ano.

A prova de hoje foi a terceira da Taça do Mundo em que Raquel Queirós participou. A betetista portuguesa voltou a mostrar as qualidades que já lhe haviam garantido dois top 20 nas corridas anteriores. Desta vez fechou o top 15 da competição, a 6m37s da vencedora, a alemã Ronja Eibl.

A Equipa Portugal esteve representada por mais uma sub-23, Marta Branco, que cortou a meta na 43.ª posição, cumprindo o objetivo de terminar na mesma volta da vencedora, gastando mais 16m30s.

Na corrida principal, de elite masculina, Mário Costa vestiu as cores nacionais e foi o 58.º classificado, conseguindo pontuar para o ranking de apuramento olímpico, principal meta para o compromisso deste domingo.

O corredor português partiu da posição 94 e foi recuperando lugares para ficar na 58.ª posição, com mais 9m24s do que o holandês Mathieu van der Poel, que continua a saga vitoriosa, no ciclocrosse, na estrada e no XCO. Ricardo Marinheiro correu ao serviço da Brújula Bike Racing Team, desistindo quando rodava na 105.ª posição.

Rafael Rita foi o melhor elemento da Equipa Portugal na prova masculina de sub-23, acabando no 45.º lugar, a 7m50s do romeno Vlad Dascalu, o grande dominador desta categoria etária. João Rocha foi o 92.º, a uma volta do primeiro.

Joana Monteiro correu, a título individual, na prova de elite feminina, sendo a 66.ª classificada, com mais duas voltas do que a francesa Pauline Ferrand Prevot, que bateu a suíça Joland Neff ao sprint.

Fonte: FPC

“12.ª Volta a Portugal de Cadetes”

Lucas Lopes conquista a Volta a Portugal de Cadetes

Por: José Carlos Gomes

Lucas Lopes (BMC/Póvoa de Varzim/CDC Navais) conquistou hoje a 12.ª Volta a Portugal de Cadetes, graças ao terceiro lugar na última etapa da prova, ganha por Flávio Maurício (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact).

Os derradeiros 70,3 quilómetros, entre Tomar e Ourém, revelaram-se decisivos, provocando a mudança de dono da camisola amarela. O percurso exigente promoveu alguma seleção, mas a chegada menos áspera permitiu que as diferenças fossem escassas entre os primeiros 20 classificados.

Flávio Maurício consegui a vitória, com 2 segundos de vantagem sobre Rodrigo Paiva (Grupo Desportivo de Lousa) e 3 segundos à melhor sobre o grupo que, mercê da vantagem conquistada na primeira etapa, discutia a geral individual.

O melhor corredor dos que aspiravam à camisola amarela foi Lucas Lopes, terceiro classificado nesta terceira e última etapa. Seguiram-se Diogo Sousinha (Grupo Despotivo de Lousa) e Iker Bonillo (Giménez Ganga/Primoti/Tocobike).

Com os três primeiros classificados da geral igualados em tempo, foi necessário recorrer ao critério dos pontos para desempatar e encontrar o vencedor. Lucas Lopes ficou no lugar mais alto do pódio, seguido por Diogo Sousinha e Iker Bonillo.

A vitória na etapa de hoje deu a Flávio Maurício o triunfo na classificação por pontos, António Morgado (Anipura/GDM/Escola Alexandre Ruas) ficou com a camisola da montanha e Estanislao Calabuig (Hotel Trés Anclas/ULB/MS) foi o melhor cadete de primeiro ano. Por equipas impôs-se o Grupo Desportivo de Lousa.

Fonte: FPC

“81ª Volta a Portugal/5ª Etapa”

Partida:

Oliveira do Hospital

Situado no distrito de Coimbra, nas faldas da Serra da Estrela, o Município de Oliveira do Hospital localiza-se no centro geográfico da região centro, confrontando com os distritos de Viseu e Guarda.

O concelho é atravessado pelos rios Mondego, Alva, Alvôco, Seia e Cobral, destacando-se pela imponência das suas paisagens com a Serra da Estrela como pano de fundo.


A visitar

Por entre rios de águas límpidas e refúgios de encanto e beleza, surgem várias praias fluviais classificadas e sempre convidativas às atividades de recreio balnear.

Num território que integra as “Aldeias do Xisto” e a Rede de Aldeias de Montanha, a autenticidade do mundo rural é uma das principais imagens de marca.

De visita obrigatória, são os três monumentos nacionais: As Ruínas Romanas da Bobadela; a Igreja Moçárabe de Lourosa (Séc. X) e a Capela dos Ferreiros, que é considerada como um dos mais importantes espaços funerários góticos nacionais.

No ponto mais alto do concelho (1.242 m), surge o monte do Colcurinho, de onde se avista uma das mais belas paisagens de  Portugal. Próximo do monte, na encosta da serra do Açor, encontra-se o Santuário de Nossa Senhora das Preces.


Gastronomia

O Município integra a Região Demarcada do Vinho do Dão e faz também parte da Região Demarcada de Produção da 7ª maravilha da gastronomia nacional – o Queijo Serra da Estrela. É precisamente em Oliveira do Hospital, no mês de Março, que se realiza a maior festa do queijo do país.

Na gastronomia, assumem principal destaque os pratos confecionados com Borrego Serra da Estrela (DOP);  o torresmo beirão em caçoila de barro; o arroz de suã e os tradicionais Enchidos de Porco.

Nos pratos de peixe, destacam-se os peixes do rio e a truta selvagem.

Da boa mesa fazem sempre parte o requeijão com doce de abóbora; a tigelada à moda de Oliveira do Hospital; as Cavacas de Aldeia das Dez, os bolos típicos, o mel e os licores.


Guarda

Mais de oito séculos de história e um vasto património natural e afetivo fazem da cidade mais alta um local de visita obrigatória. Diz a sabedoria popular que foi nesta cidade que D. Sancho I, o rei fundador, terá suspirado de amores pela sua Ribeirinha. Há até quem lhe atribua, a propósito dessa amizade, a frase "Muito me tarda o meu amigo na Guarda".

Mas para além do indubitável valor histórico, o concelho oferece uma mão cheia de roteiros temáticos de uma riqueza patrimonial e cultural surpreendente, privilegiando o contacto com a natureza. O famoso cobertor de papa de Maçainhas, a cestaria de Gonçalo ou a cutelaria do Verdugal são exemplo de algum do artesanato da região. E na gastronomia nada como deliciar-se com a Morcela da Guarda e muitos outros enchidos típicos desta região de montanha.

Fonte: Podium

“Volta a Portugal/Organização e parceiros promoveram ação de limpeza na Serra da Estrela”

Segundo o diretor da prova, Joaquim Gomes, a Volta sempre foi “atenta observadora das questões ecológicas” e “não é inédita” no que toca a ações de limpeza, inserindo-se num “processo contínuo de há vários anos”.

A organização da 81.ª Volta a Portugal em bicicleta juntou hoje a várias entidades locais, como a Câmara Municipal da Covilhã e a Associação Guardiões da Serra da Estrela, para uma ação de limpeza após a quarta etapa.

Segundo o diretor da prova, Joaquim Gomes, a Volta sempre foi “atenta observadora das questões ecológicas” e “não é inédita” no que toca a ações de limpeza, inserindo-se num “processo contínuo de há vários anos”.

Apesar de admitir que as alterações regulamentares que têm sido implementadas ajudam a mudar comportamentos, como o artigo 19.º, que define “zonas verdes” para os corredores se desfazerem de invólucros de barras de alimentação e outro material não biodegradável, um “evento desta dimensão tem coisas que fogem ao controlo da organização”.

“Em particular com a Serra da Estrela, uma associação [Guardiões da Serra da Estrela] alertou para algo que já tínhamos previsto e gerou-se uma onda positiva, até porque a própria associação será parceira da Volta”, acrescenta, em entrevista à Lusa.

O presidente da direção dos Guardiões, Manuel Franco, confirmou à Lusa a colaboração na ação, que atua não só na minimização do impacto do lixo gerado e deixado nas zonas de maior afluência, como na “sensibilização dos espetadores”.

Numa nota, a organização da 81.ª edição da corrida destaca a colaboração com a Câmara da Covilhã, as Águas da Covilhã e a Associação Geopark Estrela, além dos Guardiões, para agir “em três frentes”, sendo que a mobilização “para recolha intensiva de resíduos” e a sensibilização marcaram o esforço de “necessária preservação desta paisagem particularmente valiosa e sensível”.

Na chegada a Santo António dos Cavaleiros, no município de Loures, na segunda etapa, a autarquia realizou um conjunto de iniciativas de sensibilização ambiental e redução de resíduos, com o reforço de ecopontos, colocação de ‘mochileiros’ ambientais e distribuição de água da torneira em copos recicláveis.

Os municípios assumem “um papel indispensável, porque estão no terreno e deslocam equipas de limpeza”, e na Serra da Estrela a limpeza foi feita também por “um numeroso grupo de elementos da organização, autarquia, Guardiões da Serra e Geopark”, algo que já aconteceu em outras ocasiões.

“Percorreram a área toda do final da etapa e no final, com todos a posar para a fotografia com os sacos do lixo recolhidos, ficaram todos satisfeitos. Nas anteriores ações, mais de 80% do lixo recolhido nem sequer é nosso”, afirmou.

Convidada pelo promotor da Volta a participar na ação de limpeza, a associação Guardiões da Serra da Estrela, que tinha emitido um comunicado em 12 de julho a alertar para os riscos, está “muito satisfeita” com o convite.

“Esta iniciativa, e termos tido a abertura e reação [da organização], e a surpresa de sabermos que o plano já estava em marcha, deixa-nos muito satisfeitos e na expectativa de que seja um primeiro passo, que sirva de exemplo para outros eventos que acontecem em áreas protegidas”, reforça Manuel Franco.

O dirigente associativo pede que seja desenvolvida uma “mudança de paradigma” sobre os custos que passam para o erário público de limpeza, apesar de serem eventos “patrocinados e apoiados”, e pede maior salvaguarda nos contratos celebrados com autarquias, para garantir a responsabilidade ecológica.

“Espero que todos nos possam recompensar pelo esforço de recuperar a Torre [para o traçado da Volta] com uma atitude cívica que esteja de acordo com a ação que vamos promover”, remata Joaquim Gomes, para quem mais importante do que a limpeza “é a mensagem a passar a milhares de pessoas”.

Fonte: Sapo on-line

“Volta a Portugal/Gustavo Veloso: «No final consegui dar 200% e ainda ganhei uns segundos»”

Espanhol contente com resultado na Torre; Jóni Brandão resignado

Por: Lusa

Foto: Lusa

O espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto), líder da classificação geral da Volta a Portugal após a quarta etapa, mostrou-se este domingo feliz pelos resultados da equipa, enquanto a Jóni Brandão (Efapel) faltaram pernas, mas o ciclista promete não desistir.

"Fiz uma grande subida. Os rivais complicaram muito as coisas, sabem que sou mais pesado e que subo a passo. Fizeram muitos arranques e sofri muito na montanha. Na parte final, consegui dar 200% e ainda ganhei uns segundos à concorrência. (...) Temos muita gente para defender a camisola e um João Rodrigues fortíssimo, e se eu falhar pode colher a responsabilidade", explicou o camisola amarela.

Veloso foi segundo na etapa, a um segundo do colega de equipa João Rodrigues, que venceu no alto da Torre e subiu ao segundo lugar da geral individual, num top 10 que conta ainda com Edgar Pinto em sétimo, enquanto António Carvalho é 11.º e Ricardo Mestre 14.º.

Na geral, o espanhol segue líder, com 13 segundos de vantagem sobre Rodrigues, enquanto García de Mateos fecha o pódio, a 20 segundos, com Jóni Brandão mais longe, tendo caído para quarto, a 27.

O vencedor na Torre estava incrédulo com o triunfo, aos 24 anos, mas admitiu que a mítica subida assenta nas suas características e foi "o culminar de muito trabalho" da equipa.

"Com a geral como estava, com cinco atletas nos primeiros lugares, podíamos atacar com um ou outro dos nossos. Estamos na frente, os rivais é que tinham de atacar", observou o ciclista.

O português quer levar a Volta "um dia de cada vez" e descartou comentar as suas possibilidades de vitória, até porque vê Veloso "muito bem" e o objetivo "não é dar espetáculo, é ganhar a geral" para os azuis e brancos.

Apontado como o principal adversário da equipa que vence a prova desde 2013, Jóni Brandão estava resignado e deu "os parabéns ao Porto": "Não tive pernas, simplesmente, mas continua tudo em aberto", admitiu.

O chefe de fila da Efapel diz continuar a "acreditar" e recusou comentar "a estratégia das outras equipas" na subida, em que tentou atacar, manifestando-se pouco preocupado.

"Continuo a acreditar na minha equipa e em mim. Continuamos com as mesmas possibilidades de vencer a Volta", atirou.

O melhor corredor do Sporting-Tavira à geral é agora Frederico Figueiredo, em 12.º, que estava feliz pela "chegada espetacular" e "muito bonita, com muita gente", em que terminou em 10.º, próximo do grupo dos favoritos.

"Queria atacar no último quilómetro, mas faltaram-me as pernas. Tenho pena de ter perdido aquele tempo na segunda etapa, com uma queda em que uma pessoa do público me tirou a bicicleta", lamentou.

O objetivo, esse, continua a ser "discutir a Volta", depois de "uma batalha na Torre" que afastou dos primeiros lugares outros membros da equipa, como Tiago Machado ou o espanhol Alejandro Marque.

Fonte: Record on-line

“Volta a Portugal/Joaquim Gomes garante Torre até 2021

Diretor da Volta a Portugal e autarquia em sintonia

Por: Pedro Filipe Pinto

Foto: Paulo Calado

O diretor da Volta a Portugal, Joaquim Gomes, garantiu a continuidade da Torre no percurso da prova, pelo menos nos próximos dois anos, depois de o final no ponto mais alto de Portugal Continental ter regressado este ano após quatro anos de ausência.

"Depois do sucesso desta etapa, que só foi possível com o apoio do município da Covilhã, ao que parece temos garantido o final na Torre até 2021. O sucesso na etapa de hoje deu um contributo importante para que isso aconteça. Para a organização é um motivo de conforto para que esta etapa mítica da Volta se mantenha por mais alguns anos. Sentimos já há alguns meses, ao comunicar esta edição da Volta, em que sempre falámos na recuperação da Torre. Talvez tenha contribuído para a excelente moldura humana que hoje aqui tivemos, mas também nas Penhas da Saúde, a passagem na Covilhã foi brutal", frisou Joaquim Gomes, esta tarde após o final da etapa na Torre, onde venceu João Rodrigues (W52-FCP).

Também o presidente da CM Covilhã, Vítor Pereira, gostou do que viu este domingo. " A Torre é sempre um sucesso, e num dia como hoje, com condições climatéricas fantásticas, com todos aqui de boa vontade e com um espírito muito proativo, de participação e assistência nesta prova rainha. Devia ser a última etapa, por ser a mais importante. Esta prova não pode sair do circuito da região e da Serra da Estrela, e uma etapa a culminar aqui ou nas Penhas da Saúde, tem de haver sempre", destacou o autarca.

Fonte: Record on-line

“81ª Volta a Portugal Santander/Vitória algarvia na Etapa Rainha confirmou Amarela de Veloso”

O sonho de menino de João Rodrigues confirmou-se este domingo no alto da Torre, no final da Etapa Rainha da 81ª Volta a Portugal Santander. O algarvio de 24 anos disparou a 200 metros do ponto mais alto de Portugal Continental e venceu a 4ª etapa, dando à W52-FC Porto mais uma vitória.

“Do sonho à realidade vai uma longa distância e é, sem dúvida, a vitória mais importante da minha ainda curta carreira”, declarou um ainda incrédulo João Rodrigues, impressionado com o próprio desempenho e com todas as atenções em seu redor no final da etapa. Com este triunfo o trepador azul e branco passou ao segundo lugar da classificação geral.

Para a equipa que tem dominado a Volta o dia não podia ter sido melhor ao fazer uma “dobradinha”: atrás de Rodrigues terminou Gustavo Veloso. O espanhol ganhou tempo aos principais adversários e reforçou a Camisola Amarela. São 13 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa e 20 sobre o compatriota Vicente Garcia de Mateos (Aviludo-Louletano). Joni Brandão (Efapel) perdeu 5 segundos na Torre e está na quarta posição, com 27 segundos de atraso.

O final dos 145 quilómetros da 4ª etapa foi discutido entre um pequeno grupo, 13 corredores, que se destacou do pelotão depois da passagem na Covilhã. Primeiro foram os homens de Loulé a dar o mote para a subida, a Rádio Popular-Boavista também tentou a sorte mas, no fim, a discussão da etapa ficou resumida aos homens do Porto e da Efapel.


“Papa Montanhas” deu sapatada na Pampilhosa

O pelotão partiu para a Etapa Rainha da vila de Pampilhosa da Serra que se estreou na Volta. O líder saiu com três segundos de vantagem sobre o mais direto adversário, diferença mínima num dia de alterações substanciais na classificação atendendo às características montanhosas da etapa. O início foi logo a subir e, mal baixou a bandeira vermelha que habitualmente dá a partida real, Luís Gomes (Radio Popular-Boavista) deu uma sapatada que o destacou do pelotão levando atrás de si outros homens para a fuga. Ainda que a história da corrida da Covilhã para a frente fosse outra, até à cidade neve o destaque entre os fugitivos foi todo para o corredor axadrezado porque venceu as quatro contagens para o Prémio de Montanha. Independentemente destes resultados, o basco Peio Goikoetxea (Equipo Euskadi) mantém a Camisola Azul Liberty Seguros de melhor trepador.


Pelotão está quase de folga na Guarda

Antes do dia de descanso, os derradeiros 158 quilómetros da fase inicial da prova vão começar, esta segunda-feira, 5 de agosto, em Oliveira do Hospital. Subir continuará a ser a palavra de ordem, uma vez que parte da 5ª etapa será feita nas faldas da vertente norte da Estrela. No fim, as dificuldades da ascensão à Guarda, a cidade mais alta de Portugal, deve deixar o pelotão ainda com mais expetativas sobre o dia de repouso.

Fonte: Podium