terça-feira, 16 de julho de 2019

“Flávio Fernandes triunfou no 17º Prémio A. C. R. Roriz”

Flávio Fernandes (Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact) foi o grande vencedor da corrida de juniores do 17º Prémio de Ciclismo ACR Roriz, prova pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã em que Maria Jesus Barros (Concello do Porriño / Abanca) triunfou na corrida de Elites Femininas.

Organizado pela Associação de Ciclismo do Minho e pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz, o 17º Prémio ACR Roriz, conhecido no meio velocipédico como a “Roubaix portuguesa” numa alusão à clássica prova francesa, decorreu num clima bastante animado dentro e fora da estrada, já que foram muitas as pessoas que marcaram presença e aplaudiram os jovens ciclistas.

Perante muito público, Flávio Fernandes (Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact) percorreu isolado cerca de 50 quilómetros do percurso da corrida de juniores, cortando a meta isolado com uma vantagem de 1m59s para o segundo classificado, Pedro Leme (Fortunna Maia). Flávio Fernandes foi ainda o primeiro nas três metas volantes e a sua equipa venceu a classificação coletiva de juniores.

Com 101 ciclistas à partida e após várias tentativas de fuga, Flávio Fernandes (Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact) destacou-se do pelotão e manteve uma vantagem suficiente para conseguir a vitória final, terminando em segundo Pedro Leme (Fortunna Maia) e em terceiro Tiago Sousa (União Ciclismo da Trofa)

Por equipas a formação da Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulact foi a melhor seguindo-se na classificação a Academia Joaquim Agostinho/UDO e o Club Ciclista Ponteareas.

Na prova de Juniores Femininas a vitória sorriu a Beatriz Martins (Bairrada), enquanto Irea Villa (CC O Rosal) foi segunda e Carina Viana (Tensai/Sambiental/Santa Marta) a terceira.

Martin Rey (Aluminios Cortizo) venceu a corrida de Cadetes que contou à partida com 76 corredores. O espanhol deixou na segunda posição Miguel Rodriguez (CC Ponteareas) e na terceira João Leite (UC Trofa). Por equipas terminou na frente a formação Vito/Feirense/PNB seguida da EFAPEL-Escola de Ovar e da UC Trofa.

Nos escalões de escolas, Santiago Moreira (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) e Matilde Fernandes (Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulactt) evidenciaram-se em Pupilos-Benjamins enquanto em Iniciados os melhores foram Simão Pedrosa (Tensai/Sambietal/Santa Marta) e Mariana Maia (Figueiras BTT).

André Maia (Figueiras BTT) e Jéssica Oliveira (Vito/Feirense/PNB) venceram em Infantis e  Ricardo Pinho (EFAPEL-Escola Ovar) e Ana Monteiro (NRV - Academia de Ciclismo) em juvenis.

Em Cadetes femininos Beatriz Roxo (Maiatos) levou a melhor sobre Sofia Gomes e Tatiana Ferreira (Vilanovense / Coreva / Duorep). Na classificação coletiva de escolas a EFAPEL – Escola Ovar ficou em primeiro, seguida da Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulactt e do C.C.Barcelos/A.F.F./Flynx/H.M. Motor:

 

Luís Gonzaga (Presidente da Junta de Freguesia de Roriz)

Luís Gonzaga, presidente da Junta de Freguesia de Roriz, era o espelho da alegria no final do 17º Prémio de Ciclismo da ACR Roriz.

“É um grande orgulho ver a forma como decorreu este evento. Foi um grande evento, é muito bom para Roriz, para a comunidade local, para as freguesias vizinhas. É uma prova que já tem uma dimensão enorme e levar os ciclistas às freguesias vizinhas foi muito positivo”, afirmou aquele responsável garantindo que “foi com grande alegria e um orgulho muito grande que vimos um atleta local a vencer esta prova. Isso engrandece o feito dele e o evento em si”.

Luís Gonzaga afirmou ainda que “a Junta de Freguesia apoiou este evento e vamos continuar a apoiar porque o ACR Roriz merece por todo o trabalho que tem desenvolvido com as Escolas de Ciclismo e os resultados estão à vista”.

 

Francisco Tocha (Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Barcelos)

Francisco Rocha, Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Barcelos, marcou presença no 17º Prémio de Ciclismo da ACR Roriz e ficou bastante satisfeito com a prova: “Este tipo de eventos é muito positivo para Barcelos, para a ACR Roriz, para o ciclismo regional e nacional. Estas provas engrandecem o ciclismo, quem o pratica e quem o apoia e, ao mesmo tempo, servem para mostrar o que nós temos. É uma excelente forma de mostrarmos o que temos e o que fazemos em Barcelos”.

Francisco Rocha reconheceu ainda que “receber este tipo de eventos e apoiar as modalidades amadoras é, cada vez mais, uma necessidade. Não podemos aceder a apoiar apenas o futebol. Ainda recentemente tivemos uma Gala do Desporto e dos 52 homenageados 25 eram modalidades. Portanto, eles dão visibilidade a Barcelos e nós temos que apoiar estes eventos”.

Tal como aconteceu na prova do HM Motor, que se realizou em Barcelos, também em Roriz venceu um atleta da terra: “isso só vem mostrar que em Barcelos temos das melhores escolas de ciclismo. O ACR Roriz tem dado muitos ciclistas ao pelotão nacional e merecem apoio porque trabalham muito bem”.

 

César Maciel (ACR Roriz)

César Maciel, treinador da Seissa/KTM-Bikeseven/Matias&Araújo/Frulactt, estava muito satisfeito no final da corrida de juniores.

“Foi uma prova muito boa, muito positiva. O Flávio Fernandes conquistou uma grande vitória. Ele está muito bem e já merecia um resultado destes. Saiu do pelotão e conseguiu encetar a fuga, trabalhando muito porque acabou por andar bastante tempo sozinho. Vencer em casa, com o apoio da população de Roriz e das freguesias vizinhas é muito bom”, referiu o treinador.

Com o objetivo de levar o ciclismo a novas localidades do concelho de Barcelos, a 17ª edição ficou marcada pela expansão a norte de Roriz, com a passagem num dos  locais do concelho onde mais se mantêm as características rurais intactas, a União de Freguesias de Alvitos e Couto, e a sul houve uma incursão na freguesia de Galegos Santa Maria, terra onde “nasceu” o Galo de Barcelos e onde os seus artesãos ainda hoje dão vida a tão famosa peça do artesanato português, símbolo de uma região, símbolo de um país.

O 17º Prémio de Ciclismo Associação Cultural e Recreativa de Roriz teve o apoio, entre outros das seguintes entidades: Federação Portuguesa de Ciclismo, Cision, Score Tech, Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, Navega Rías Baixas, Seissa, KTM Portugal, Fisipadrão, Carnes Landeiro, Lima&Barros, Ferreirolux, Metal Gémeos, Confort, Salvaggio, Roque Supermercados, Matias&Araújo, Classwash, Frulact; Leão Douro Restaurante, Sidónios, Padaria de Roriz, Pastelaria “Doce Mel”, Barbearia Amorim, Medicavado Seguros, KTM/Bikeseven Barcelos.

Fonte: ACM

“Mais de 300 Quilómetros na Frente”

Texto: AfterTwo //Works   

Fotos: João Fonseca, Helena Dias e AfterTwo //Works

A Sicasal Constantinos foi uma das equipas em destaque na 42ª edição do Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras, que percorreu entre a passada quinta-feira e domingo as estradas dos 12 concelhos que compõem a região Oeste de Portugal.  

A competição portuguesa há mais anos consecutivos inscrita no calendário da União Ciclista Internacional começou com um prólogo na Vila do Turcifal onde Miguel Salgueiro se destacou como o atleta sub-23 mais rápido. O ciclista de Odivelas obteve o 28º melhor tempo da geral, completando os 8 km do percurso em 10 minutos e 58 segundos.

A primeira etapa em linha saiu na sexta-feira com destino a Sobral de Monte Agraço a partir da maior adega cooperativa vitivinícola do país, na freguesia da Ventosa. Bastaram 20 km para se dar a grande fuga do dia, iniciada bem perto da Silveira, terra natal de Joaquim Agostinho.

O grupo dianteiro formado por 7 ciclistas foi ganhando vantagem e à passagem por Torres Vedras o entusiasmo do público aumentou quando percebeu que nele vinha um homem da casa, Diogo Sardinha. O ciclista da equipa torriense acabaria por ser um dos heróis do dia ao pedalar cerca de 128 km na frente da corrida.

Nos quilómetros finais assumiu a dianteira em dueto com Hugo Nunes do Boavista, mas foram alcançados pelo pelotão quando apenas restavam 8 km para a meta. No terceiro dia de competição registou-se o honroso regresso à caravana do Sr. Comendador Álvaro Silva, administrador da indústria de carnes Sicasal e histórico impulsionador do ciclismo nacional.

A partir da viatura do diretor desportivo assistiu ao ótimo desempenho da equipa, com especial destaque para Miguel Salgueiro que integrou a fuga do dia na companhia de mais 6 atletas. Numa etapa essencialmente caracterizada pelas 5 voltas ao tradicional e exigente Circuito de Torres Vedras, Salgueiro fez vibrar todo um povo que veio para a estrada aclamar à passagem dos ciclistas.

Com apenas 20 anos comemorados recentemente, resistiu 85 km na frente da corrida, sendo apenas alcançado pelo pelotão poucos quilómetros depois do início da última volta.  Para o último dia deste evento que se transforma anualmente na grande homenagem ao saudoso Joaquim Agostinho, estava guardada a "etapa rainha".

Um traçado longo e bastante sinuoso onde a equipa de Torres Vedras voltou a estar em evidência através dos mesmos protagonistas. Primeiro foi Miguel Salgueiro que voltou a integrar uma fuga de sucesso e andou 95 km na cabeça da corrida até ao momento em que a prova se tornou mais propícia a trepadores.

Ai entrou em ação Diogo Sardinha que viria a ser o melhor sub-23 na etapa. O atleta sintrense realizou uma escalada notável até ao Alto da Serra de Montejunto, onde chegou na 25ª posição a 3 minutos 25 segundos do duo que discutiu a etapa e que ditou o vencedor absoluto do Troféu Joaquim Agostinho, Henrique Casimiro da equipa Efapel. 


Com desempenho muito positivo, Sardinha galgou mais de 70 posições na tabela classificativa nas duas últimas etapas, terminando a prova na 36ª posição da geral, seguido do colega Marcelo Salvador que realizou uma prova bastante regular, terminando num honroso 37º lugar. Miguel Salgueiro concluiu na 71ª posição. 

Perante um pelotão inter-continental composto por 131 atletas em representação de 22 equipas, a Sicasal Constantinos terminou a participação no 42º Grande Prémio de Torres Vedras na 13ª posição da geral coletiva.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho            

                              

“Já abriram as inscrições para o Setúbal Triathlon 2020”

Prova decorre a 19 de abril do próximo ano

Por: Fábio Lima

Abriram esta terça-feira as inscrições para a edição do próximo ano do Setúbal Triathlon, uma prova da HMS Sports que decorrerá a 19 de abril, tendo como pano de fundo a zona da cidade de Setúbal e também a Arrábida.

Inicialmente, e até final do presente mês, as inscrições poderão ser feitas por 85 euros para atletas federados e 100 euros para não federados (a este valor é acrescido uma verba para o seguro, de 15 euros). Passada esta data, e até 15 de novembro, o valor passa a ser de 105 e 120 euros, respetivamente.

De notar que a edição deste ano do Setúbal Triathlon esgotou vários meses antes da realização da prova e que para 2020 o limite de inscrições é de 800 participantes.

Fonte: Record on-line

“Óscar Sevilla assume liderança da Volta ao Lago Qinghai”

José Ferreira é o melhor representante português, no 29.º lugar

Por: Lusa

Foto: Instagram de Óscar Sevilla

O veterano espanhol Óscar Sevilla (Medellin), de 42 anos, assumiu esta terça-feira a liderança da Volta ao Lago Qinghai, enquanto José Ferreira (W52-FC Porto) é o melhor representante luso, no 29.º lugar.

O segundo classificado na Vuelta de 2001 era um dos sete corredores da formação colombiana que lideravam com o mesmo tempo, na sequência do contrarrelógio inaugural por equipas, vestindo agora a camisola amarela após Alfonso Roldán ter perdido 1.09 minutos na terceira etapa, entre Douba e Guide.

José Ferreira subiu ao 29.º lugar, a 2.49 minutos de Sevilla, depois de ter sido o oitavo a completar os 140 quilómetros da etapa de hoje.

Joaquim Silva (W52-FC Porto) também chegou hoje com o pelotão, no 37.º posto, e ocupa a 30.ª posição da geral, igualmente a 2.49.

Na quarta-feira, o pelotão da corrida chinesa vai enfrentar 100 quilómetros, entre Guide e Longyangxia, numa viagem com duas contagens de prémio de montanha, uma de primeira e outra de segunda categoria.

Fonte: Record on-line

“Tour/Geraint Thomas: «Alaphilippe não é necessariamente um adversário à geral»”

Francês comanda com 1.12 minutos de vantagem sobre o galês

Por: Lusa

Foto: Reuters

O galês Geraint Thomas (INEOS) disse esta terça-feira que Julien Alaphilippe (Deceuninck-Quick Step) "não é necessariamente um adversário" na luta pela vitória na Volta a França, apesar de o gaulês liderar após 10 das 21 etapas.

"Estes 10 dias foram ótimos. Poderiam ter sido melhores se estivéssemos a apenas alguns segundos de Julian Alaphilippe em vez de um minuto, mas ele não é necessariamente um adversário [na luta pela vitória]", disse o vencedor da Grande Boucle em 2018.

Alaphilippe comanda com 1.12 minutos de vantagem sobre Thomas e 1.16 para o colombiano Egan Bernal, também da rival INEOS.

"Saberemos mais durante o segundo dia de descanso (em Nimes, em 22 de julho, depois dos Pirenéus). Se ele aumentar a sua liderança nessa altura, ficaremos muito mais preocupados", acrescentou.

Thomas elogiou o "grande começo" de prova da equipa" e destacou, a seu favor, a sua "grande experiência nas grandes voltas" para assumir o seu objetivo: "Queremos a camisola amarela e vencer em Paris".

Alaphilippe assumiu que liderar Volta a França nesta altura é algo que "vai além do que poderia imaginar", pelo que tudo o que conseguir melhor "será apenas um bónus".

"Por enquanto, corro para defender a liderança, homenageá-la. O mais difícil ainda está por vir. O que fiz já é incrível. Mesmo que eu esteja lúcido sobre o que vai acontecer, quando és francês e vestes de amarelo tens todo um país que vibra e sonha. Até agora, sinto-me muito bem, nunca estive tão bem, ainda me sinto bem fresco. Espero surpreender-me, para conseguir coisas bonitas, mas não vou sonhar", frisou.

Alaphilippe disse esperar continuar de amarelo na quarta-feira, após uma etapa com um final adequado para sprinters, recordando a aproximação das etapas de alta montanha nos Pirenéus.

Já Egan Bernal advertiu para a necessidade de manter a "concentração" e evitar a "confiança" excessiva na INEOS, recordando que a etapa de segunda-feira foi complicada para alguns dos favoritos, como o francês Thibaut Pinot (Groupama - FDJ), o espanhol Mikel Landa (Movistar) ou o dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana).

"Estamos na luta e vamos tentar fazer o melhor possível. Estamos em boa posição, muito contentes com os resultados até ao momento, contudo ainda falta muito para o fim", insistiu Bernal, reconhecendo que, para persistir na luta, espera perder pouco tempo no contrarrelógio de quinta-feira em Pau, para os seus rivais.

O colombiano Nairo Quintana (Movistar) congratulou-se por chegar a esta fase com menos tempo perdido do que em outros anos - é oitavo a 2.04 minutos -, contudo avoca as dificuldades de se bater com a INEOS de Thomas e Bernal.

"Não será fácil, porém estou em condições e jogaremos os nossos trunfos da melhor forma possível para encurtar as diferenças. E no contrarrelógio é perder o menos tempo possível", disse o especialista em alta montanha.

Na quarta-feira, o pelotão do Tour vai enfrentar 167 quilómetros entre Albi e Toulouse, na 11.ª etapa, sem grandes exigências e propícia para os sprinters.

Fonte: Record on-line

“Agenda de Ciclismo”

Títulos nacionais de XCO e de DHI em disputa no domingo

Por: José Carlos Gomes

O Campeonato Nacional da disciplina olímpica de BTT (XCO) realiza-se, no próximo domingo, no Centro de Ciclismo do Minho, em Souto Santa Maria, Guimarães. Os títulos da disciplina mais radical do BTT (DHI) serão atribuídos em Préstimo, Águeda.

A pista permanente de cross country olímpico (XCO) vimaranense foi a escolhida para o Campeonato Nacional de 2019. A agitação começa no sábado, com os treinos e com os procedimentos administrativos.

As corridas estão marcadas para domingo, abrindo, às 9h00, com as provas de cadetes masculinos e femininos. Às 10h15 compete-se pelos títulos de juniores masculinos e de todas as categorias femininas exceto cadetes. A prova de veteranos e de paraciclismo realiza-se às 12h30. A competição mais aguardada, elite e sub-23 masculinos, está marcada para as 14h30.

A freguesia de Préstimo, concelho de Águeda, também irá encher-se de ciclismo, no próximo fim de semana, com a disputa do Campeonato Nacional de Downhill (DHI). Os treinos acontecem no sábado, preparando corredores e público para os picos de adrenalina de domingo.

A pista de 2250 metros será abordada para a descida de qualificação a partir das 11h00 de domingo. A manga que determinará os campeões corre-se a partir das 14h30.

 

Mais eventos oficiais

20 e 21 de julho: Bike Endurance Weekend, Valongo

20 de julho: 3 Horas de Resistência de Mouquim, Vila Nova de Famalicão

20 de julho: 11.º Passeio da Associação Recreativa e Cultural de Tuías, Marco de Canaveses

20 de julho: Passeio Ciclismo para Todos JAR Rio Meão, Santa Maria da Feira

20 de julho: 5.ª Resistência Noturna de Vagos

21 de julho: 34.º Prémio de Ciclismo Cidade de Barcelos

21 de julho: XXVIII Convívio de Cicloturismo Brandoense, Paços de Brandão. Santa Maria da Feira

21 de julho: 2.ª Maratona BTT do Clube de Ciclismo da Guarda

21 de julho: Circuito de Ciclismo Transwhite, Nadadouro, Caldas da Rainha

21 de julho: Prémio Juvenil da Junta de Freguesia de Paio Pires, Seixal

21 de julho: 1.º Circuito de Ciclismo da Vila de Panóias, Ourique

21 de julho: Taça de Portimão CPT

21 de julho: MadPix BTT, Madalena, Açores

Fonte: FPC

“Papel mais relevante para a bicicleta nas políticas climáticas”

Por: José Carlos Gomes

As organizações portuguesas no âmbito da bicicleta, MUBi - Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, ABIMOTA - Associação Nacional das Indústrias das Duas Rodas e Federação Portuguesa de Ciclismo defendem um papel mais proeminente para a utilização da bicicleta na estratégia e políticas nacionais de descarbonização da economia e combate às alterações climáticas.
 

A European Cyclists’ Federation classificou a extensão das medidas visando a transferência modal para a bicicleta incluídas na versão preliminar do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC) de Portugal, e na sua estratégia de redução de emissões carbónicas, de “Insuficiente”, com uma pontuação de 0,5 numa escala de 0 a 10.
 

Numa carta enviada ao Ministro do Ambiente e Transição Energética, a MUBi, a ABIMOTA e a Federação Portuguesa de Ciclismo defendem que a transferência modal do transporte motorizado individual para uma crescente utilização da bicicleta, e a mobilidade activa em geral, deve necessariamente fazer parte da solução para a descarbonização da economia portuguesa e ter um papel muito mais proeminente no PNEC.

 
O sector dos transportes, com registos muito desfavoráveis de elevado consumo energético e emissões de poluentes, constitui um dos grandes desafios no combate às alterações climáticas. A bicicleta é o modo de transporte energeticamente mais eficiente e, a seguir ao modo pedonal, o que menos emissões produz. Com o correcto apoio, a utilização da bicicleta (como modo de transporte em si mesmo e como estímulo à intermodalidade em combinação com outros modos de transporte sustentáveis), poderá contribuir significativamente para a estratégia nacional de descarbonização do sector da mobilidade e transportes.
 

Rui Igreja, dirigente da MUBi, acrescenta que “a estratégia para o futuro da mobilidade não pode assentar na evolução tecnológica e manutenção do status quo da utilização excessiva do automóvel. Tem de passar por políticas sociais e de ordenamento do território de redução de necessidades e distâncias de viagens e pela transferência modal para os modos com menor intensidade energética e carbónica por passageiro-km: os modos activos e transporte colectivo.”

 
Gil Nadais, Secretário Geral da ABIMOTA, afirma que “uma política climática obriga a alterações comportamentais dos cidadãos e deve ser estruturada para obter resultados a curto, médio e longo prazo. O trabalho tem de ser iniciado nas escolas e não é compreensível a mensagem negativa que o governo dá aos pais dos alunos excluindo expressamente do seguro escolar, a deslocação em bicicleta de casa para a escola. Também é de difícil compreensão a falta de incentivos para a utilização da bicicleta, por exemplo, nas deslocações de casa para o trabalho, quando é um meio que comprovadamente dá retorno positivo para a sociedade, nomeadamente ao nível da saúde.”

 
Para Sandro Araújo, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, "a adoção generalizada de padrões de mobilidade sustentável tem de ser acelerada. É necessário incentivar seriamente o uso da bicicleta e outros modos ativos de transporte, particularmente nas cidades, pois são a melhor alternativa que dispomos para reduzir os elevados impactos ambientais do atual recurso ao automóvel particular. Para além do investimento em infraestrutura que torne a circulação mais segura e atrativa para os ciclistas, é preciso mudar comportamentos, e as entidades públicas deveriam também liderar pelo exemplo."

 
Portugal tem até ao final do ano para submeter à Comissão Europeia a versão final do seu Plano Nacional de Energia e Clima para a próxima década, com uma contribuição mais forte da mobilidade activa, e colocando a bicicleta na vanguarda das suas políticas de mobilidade.

 

MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta

Apartado 2558, EC Praça do Município, 1114-001 Lisboa                         

https://mubi.pt        geral@mubi.pt   

           

ABIMOTA - Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins

Rua Ramiro Soares de Miranda 133 Brejo, 3750-866 Borralha (Águeda)


           

União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo

Rua de Campolide 237, 1070-030 Lisboa


 
Fonte: FPC