segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

“Talvez seja isso que leva as pessoas a perder a cabeça” - Ciclista espanhol sobre a mentalidade 'adaptar ou morrer' no ciclismo profissional atual”


Por: Miguel Marques

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Correr ao mais alto nível é hoje mais duro do que nunca no ciclismo profissional, como dizem muitos corredores, entre eles Sergio Samitier, da Cofidis, que oferece uma perspetiva diferente sobre o teto salarial, a preparação necessária só para integrar o pelotão e a forma como as equipas se adaptam à dominação de Tadej Pogacar, Remco Evenepoel e congéneres.

“Quanto ao teto salarial, não sei, não sou eu que decido. É claro que, como em todos os desportos, quanto maior o orçamento, melhores são os corredores, a infraestrutura, o equipamento… tudo é melhor. Faremos as coisas com humildade, com o que temos e até onde pudermos ir. Não me posso comprometer demasiado, mas, da minha posição, eu implementá-lo-ia”, afirmou Samitier numa entrevista ao Marca.

Samitier correu entre 2020 e 2024 na Movistar e desde 2025 integra a Cofidis. No primeiro ano com a equipa espanhola mostrou-se um trepador talentoso, com potencial para especialista de Grandes Voltas, ao terminar em 13º na Volta a Itália; porém, ao longo dos anos o nível disparou e não voltou a replicar tais resultados.

O corredor de 30 anos disputou duas vezes a Volta a Espanha e três a Volta a Itália, mas ainda não se estreou na Volta a França. Também não está nos planos deste ano, apesar de a agora despromovida Cofidis ter convite automático para a corrida. “Quero estar na Vuelta, porque é uma prova de que gosto muito. Deixaremos o Tour para os nossos amigos franceses. Tenho a certeza de que haverá representação espanhola, e tenho a certeza de que farão melhor do que eu”.

 

Correr contra Pogacar

 

O foco dele e da equipa incidirá nas corridas sem os “cabeças de cartaz”. Na Cofidis, há poucas expectativas de vencer provas onde estejam os melhores desta geração, e a estratégia não passa por enfrentá-los diretamente.

“Bem, criando um calendário alternativo ao do Pogacar. Sabemos que, quando ele está, é muito difícil. Pogacar, Evenepoel… mas enfim, temos de fazer o nosso melhor”, explica. “E se o Pogacar ganhar, lutaremos pelo segundo lugar”.

Ainda assim, o espanhol não vê a dominação de Pogacar como negativa para a modalidade, antes pelo contrário: “Acho que o ciclismo está em alta. O efeito Pogacar trouxe muito mais gente ao desporto. Antes, era o Giro, o Tour e a Vuelta. Agora as pessoas seguem mais eventos. Temos de encontrar um equilíbrio”.

 

Exigências de ser profissional

 

Samitier tem contrato até 2027, mas sabe que, para se manter em alto nível, tem de se adaptar continuamente às novas tecnologias, métodos de treino e nutrição que evoluem sem parar para extrair o máximo dos corredores.

“O ciclismo mudou muito. Agora sobem-se as montanhas a potências incrivelmente altas e ninguém é deixado para trás. Toda a gente treina muito mais. O nível médio é tão elevado que agora é muito difícil”, continua. Apesar de ser um corredor de segunda divisão, uma figura modesta dentro da equipa francesa, sublinha as exigências para se manter competitivo no pelotão World Tour.

“Tudo é levado ao limite. Chegas a casa e ainda tens de cuidar de ti: câmara de hipóxia (para replicar altitude), peso, app de [alimentação]… Tudo é meticulosamente controlado”.

“Talvez seja isso que faz as pessoas perderem a cabeça”, argumenta. “É uma combinação de fatores. Uns sabem lidar com isso e outros não. Mas é claro que ou te adaptas ou morres”.

“Resultados Clásica Jaén Paraiso Interior: Tim Wellens resiste à perseguição e arranca vitória com solo de 54km”


Por: Miguel Marques

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Tim Wellens conquistou a vitória na Clásica Jaen Paraiso Interior 2026 após um ataque de longo alcance, suficientemente robusto para resistir a uma perseguição reduzida, mas tardia nos derradeiros setores de sterrato em redor de Úbeda.

A corrida foi disputada a um ritmo implacável desde o início, sem permitir a formação de uma fuga estável, com o pelotão constantemente esticado por acelerações sucessivas. Essa pressão inicial revelou-se decisiva mais tarde, com o pelotão a fraturar-se por desgaste e não por um único momento explosivo.

A prova só ganhou forma a pouco mais de 60 quilómetros da meta, quando Wellens se destacou do grupo dos favoritos. Após uma curta companhia de Mark Donovan, o belga prosseguiu sozinho, a comprometer-se a fundo enquanto a perseguição hesitava atrás de si.

Isolado na frente, Wellens construiu rapidamente uma vantagem superior a um minuto. Embora o grupo perseguidor atrás se mantivesse numeroso durante grande parte do final, nunca encontrou um esforço completamente concertado. Ataques sucessivos e reagrupamentos consumiram energia sem provocarem uma redução sustentada da diferença.

 

Perseguição forma-se tarde e chega fora de tempo

 

Já dentro dos últimos 20 quilómetros, a perseguição afunilou finalmente para um grupo selecionado, com Jan Christen, Thomas Pidcock e Maxim Van Gils a emergirem como ameaças mais consistentes. A diferença caiu gradualmente, não de forma súbita, aproximando-se da meia minuto à medida que os homens de trás passaram a comprometer-se com maior decisão.

Wellens, porém, manteve a compostura nos derradeiros setores de sterrato, incluindo a passagem decisiva por Mar de Olivos. Mesmo com a margem a encolher já dentro dos últimos dez quilómetros, a redução foi lenta demais para anular a vantagem construída antes.

Wellens cortou a meta em solitário para somar a 42.ª vitória como profissional, com Pidcock a impor-se ao sprint pelo segundo lugar, à frente de Christen, terceiro, depois de Van Gils ter caído nos metros finais. O desfecho reforçou um padrão conhecido em Jaén: quem se compromete no sterrato é recompensado, quem hesita é penalizado.

“Triatlo candidaturas abertas ao programa Impulso | Bolsas de Educação Jogos Santa Casa 2025/2026”


PERÍODO DE CANDIDATURAS: até 11 março 2026

 

ATLETAS ELEGÍVEIS: Todos os atletas com idade igual ou superior a 18 anos, que estejam integrados no Projeto Olímpico ou no Projeto Esperanças Olímpicas, e matriculados numa instituição de ensino superior, inscritos numa licenciatura, mestrado, pós-graduação ou doutoramento, ou matriculados numa instituição de ensino técnico-profissional, inscritos num curso técnico-profissional com reconhecimento oficial.

REGULAMENTO E FORMULÁRIO DE CANDIDATURA: https://impulso.jogossantacasa.pt/

ENVIO DE CANDIDATURAS PARA: marketing@comiteolimpicoportugal.pt

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Sporting CP e Amorense vencem duatlo de Arronches”


O Sporting Clube de Portugal, no sector masculino, e a Associação Naval Amorense, no feminino, venceram a 18.ª edição do Duatlo de Arronches, uma prova a contar para o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo.

Entre os homens, o Sporting foi a equipa mais rápida, com um tempo acumulado de 02:51:32, seguido pelo Núcleo do Sporting da Golegã (02:57:38) e o Vasco da Gama Atlético Clube de Sines (03:00:04), completando assim o pódio.

No setor feminino, a vitória coletiva sorriu à Associação Naval Amorense, com 03:25:22, seguida do CNATRIL Triatlo (03:35:21) e do Sporting Clube de Portugal (03:37:15).

A vitória individual foi para João Vaz (20-24) do Sporting Clube de Portugal, que concluiu a prova em 55:08. Logo atrás, em segundo lugar, ficou João Francisco Ferreira do Núcleo do Sporting da Golegã com 55:24, enquanto o também sportinguista David Abreu fechou o pódio em 55:37.

Na classificação feminina, a vencedora foi Sofia Duarte (Associação Naval/ CAD AmoraSub), que completou o percurso em 01:06:12, seguida de Margarida Barão (Sporting Clube de Portugal) com 01:07:27 e Sara Neto (CNATRIL Triatlo) com 01:07:43.

Esta prova, disputada no formato sprint com segmentos de corrida de 5 km e 2,5km intercalados com 20 km de ciclismo.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Del Toro começa a Volta aos Emirados a vencer e Eulálio entra com o pé direito”


Por: José Morais

A Volta aos Emirados Árabes Unidos de 2026 arrancou esta segunda-feira sob condições exigentes e com um final explosivo. Num dia marcado pelo vento intenso no deserto, o mexicano Isaac del Toro confirmou o estatuto de uma das figuras emergentes do pelotão internacional e conquistou a vitória na etapa inaugural, assumindo desde já a liderança da corrida. Entre os portugueses, Afonso Eulálio esteve em bom plano, terminando na 13.ª posição, integrado no grupo principal.

A primeira tirada, inicialmente prevista para 144 quilómetros, acabou encurtada para 118 devido à forte intensidade do vento, que obrigou a organização a reforçar as medidas de segurança. O percurso ligou Madinat Zayed Majlis a Liwa Palace, numa paisagem tipicamente desértica onde o pelotão se manteve compacto durante grande parte do dia.

No sprint final, Del Toro foi o mais forte, completando a etapa em 2:30.56 horas e batendo o neerlandês Cees Bol (Decathlon) e o italiano Antonio Tiberi, colega de Eulálio na Bahrain Victorious, que fecharam o pódio. Afonso Eulálio, de 24 anos, cruzou a meta com o mesmo tempo do vencedor, mostrando consistência e bom posicionamento num final nervoso.

Graças às bonificações, o ciclista da UAE Team Emirates vestiu a primeira camisola de líder e perfila-se como um dos principais candidatos ao triunfo final, numa prova que tem vindo a ganhar crescente prestígio no calendário World Tour.

Criada em 2019, a Volta aos Emirados Árabes Unidos é a herdeira do antigo Dubai Tour e afirma-se como a principal corrida por etapas do Médio Oriente. Ao longo das suas edições, já consagrou grandes nomes do ciclismo mundial, com destaque para Tadej Pogačar, vencedor em 2021, 2022 e 2025. O esloveno, ausente este ano, continua a ser a principal referência histórica da prova.

A competição prossegue esta terça-feira com um contrarrelógio individual de 12,2 quilómetros em Hudayriyat, segunda das sete etapas da corrida, que promete começar a desenhar as primeiras diferenças entre os candidatos à geral.

“Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua apresenta alinhamento para a internacional Volta ao Algarve 2026”


A Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua apresenta o seu alinhamento para a Volta ao Algarve 2026, uma das provas por etapas mais prestigiadas do calendário nacional, que volta a reunir um pelotão internacional de grande nível entre 18 e 22 de fevereiro. Ao longo de cinco dias, a corrida soma 697,41 quilómetros, num traçado redesenhado para ser mais dinâmico, imprevisível e aberto ao ataque desde a primeira etapa.

A edição deste ano arranca em Vila Real de Santo António, estreante como cidade de partida, com uma ligação a Tavira pensada para os velocistas, mas com um toque de clássica nórdica: o “quilómetro de ouro”, três sprints bonificados concentrados em pouco mais de um quilómetro sobre o empedrado da reta histórica, capazes de baralhar contas logo no primeiro dia.

No segundo dia, a corrida viaja de Portimão ao Alto da Fóia, na Serra de Monchique, com uma nova subida de primeira categoria a endurecer a aproximação à meta, naquele que será o primeiro teste sério para os candidatos à classificação geral.

O terceiro ato é um contrarrelógio individual com partida e chegada em Vilamoura e passagem por Quarteira, 19,5 quilómetros urbanos que combinam um início técnico com uma segunda parte mais rápida e favorável aos especialistas do esforço solitário.

No sábado, a 4.ª etapa liga Albufeira a Lagos, com um circuito final de 32 quilómetros após a primeira passagem pela meta, oferecendo nova oportunidade aos sprinters, mas com zonas expostas ao vento que podem provocar cortes no pelotão.

A 5.ª e última etapa parte de Faro rumo ao emblemático Alto do Malhão, em Loulé, com dupla passagem pela subida integrada num circuito final de 45 quilómetros, jornada que se antevê novamente decisiva para a luta pela amarela.

Para enfrentar este percurso exigente, a Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua apresenta um sete equilibrado, capaz de trabalhar em diferentes terrenos: Leangel Linarez, Daniel Dias, Francisco Morais, Bruno Silva, Gonçalo Carvalho, Rafael Barbas e César Martingil. A prova marca também a estreia de Rafael Barbas na Volta ao Algarve, um passo importante no crescimento do jovem corredor dentro de um contexto de alta competitividade e contacto direto com alguns dos melhores ciclistas do mundo.

O objetivo da equipa passa por honrar as suas cores, aproveitar cada etapa para se mostrar num pelotão de grande qualidade e confirmar, dia após dia, a evolução dos seus corredores. Entre sprints, montanha, contrarrelógio e o mítico final no Malhão, a Volta ao Algarve 2026 será um teste completo à preparação feita durante a pré-época e uma nova oportunidade para a formação mostrar a sua identidade competitiva.

Todas as etapas terão transmissão em direto em Portugal na RTP2 e na RTP Play, habitualmente a partir das 15h00, com distribuição internacional assegurada pelos canais Eurosport, levando as imagens do percurso entre Vila Real de Santo António e o Alto do Malhão a milhões de lares em dezenas de países.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua

“A VOLTA 26 - LA VUELTA ABRE AS CANDIDATURAS PARA RECEBER O SELO 'MAIS BICICLETA' 2026”


Por: Daniel Peña Roldán

 

Pontos-chave:

 

• Como parte do seu programa de compromisso social La Vuelta es Más, a La Vuelta está a promover o selo Más Bici em 2026, uma distinção que avalia e reconhece os locais comprometidos com o uso diário das bicicletas.

•Após um prólogo em 2025 com uma abertura limitada a cinco cidades, este ano tod os os municípios que acolheram a ronda espanhola ao longo da sua história poderão apresentar a sua candidatura.

• Os municípios são convidados a preencher um dossiê de candidatura, que será avaliado por especialistas em políticas ciclísticas, com o objetivo de destacar as suas ações a favor do ciclismo em cinco áreas-chave: Governação, Infraestruturas, Serviços e Educação, Desporto, Turismo.

• Os resultados serão anunciados a 3 de julho, 50 dias antes do início da La Vuelta 26.

Com o seu programa La Vuelta es Más, a La Vuelta aspira a gerar um legado duradouro, inspirando valores que conectem as pessoas para além do desporto. Um dos pilares-chave desta ambição global de responsabilidade social é a promoção da bicicleta como estilo de vida, juntamente com os seus patrocinadores e espaços, ligando as bicicletas dos campeões às dos cidadãos. Foi assim que nasceu o selo Más Bici, em 2025, um reconhecimento que distingue, através de um processo de avaliação, cidades firmemente comprometidas com a mobilidade sustentável e a promoção do ciclismo no seu dia a dia, destacando boas práticas e identificando oportunidades de melhoria.

Após um prólogo em 2025, por ocasião do 90.º aniversário da La Vuelta, as cinco cidades presentes tanto nas rotas de 1935 como de 2025 da La Vuelta ou La Vuelta Femenina por Carrefour.es foram as primeiras a receber o selo: Barcelona, Bilbau, Madrid, Valladolid e Saragoça. Este ano, La Vuelta promove o projeto com maior amplitude, oferecendo a todos os municípios espanhóis que já acolheram a ronda espanhola a possibilidade de apresentarem a sua candidatura e demonstrarem o seu compromisso com o uso diário das bicicletas.

Os municípios, independentemente do seu tamanho, são convidados a preencher um dossiê de candidatura para ilustrar as suas ações a favor do ciclismo em cinco áreas-chave: Governação, Infraestruturas, Serviços e Educação, Desporto, Turismo. Um júri de especialistas em políticas de ciclismo avaliará os dossiês para analisar a sua qualidade, destacar iniciativas existentes e identificar oportunidades de melhoria, com o objetivo de promover uma emulação positiva e uma competição saudável entre municípios, partilhando os melhores exemplos de ação.

Os resultados serão anunciados a 3 de julho, 50 dias antes do início da La Vuelta 26, que partirá do Mónaco, oferecendo aos municípios distinguidos com o selo um quadro de comunicação para destacar as suas ações e o seu compromisso com o ciclismo.

Fonte: Unipublic

“Tavfer-Ovos. Matinados-Mortágua primeira corrida do ano, primeiro grande teste superado: balanço da Figueira Champions Classic 2026”


Sábado, 14 de fevereiro, decorreu a Figueira Champions Classic, corrida 1. Pro. Inicialmente desenhada para 192,7 quilómetros, a prova acabou encurtada para 177,8 quilómetros, devido ao mau tempo e às más condições de algumas estradas, mantendo, ainda assim, a passagem pelas 17 freguesias do concelho.

Esta foi a primeira corrida do calendário nacional de 2026, depois do adiamento da Prova de Abertura. Na fuga principal, composta por cinco corredores, a Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua não teve representação. Bruno Silva e Lois de Jesus ainda tentaram lançar uma perseguição, mas a escapada manteve sempre cerca de quatro minutos de vantagem, deixando-os numa zona intermédia da corrida até serem alcançados à entrada da primeira passagem do circuito. A equipa reagiu como pôde às circunstâncias e transformou a prova numa oportunidade de aprendizagem e consolidação para os corredores mais jovens.

Entre os sub-23, a experiência foi intensa e valiosa. Rafael Barbas foi o melhor classificado da equipa, seguido de Gonçalo Carvalho e Leangel Linarez, todos fora do top 100 numa corrida marcada pela presença de algumas das maiores figuras do ciclismo internacional. Logo depois cortaram a meta Diego Lopez e Simão Lucas que, com apenas 18 anos e na sua primeira corrida como profissionais, chegaram exaustos, mas inteiramente orgulhosos. Nas suas palavras, foi “uma corrida muito dura, mas em que cada pedalada valeu a pena, a correr ao lado dos ídolos que antes só víamos na televisão; chegar à linha de meta é a prova de que estamos cá e somos profissionais, como sempre sonhámos”.

Para Gustavo Veloso, este dia é a confirmação da aposta estratégica na juventude: dar espaço aos mais novos, expô-los cedo ao mais alto nível e confiar que os resultados surgirão com tempo, trabalho e consistência. Sublinha que este tipo de corrida é, ao mesmo tempo, um sonho a tornar-se realidade e um teste às capacidades de cada um, reforçando que a performance dos atletas hoje demonstra que “a aposta na juventude foi certeira”.

 

 

Classificação da etapa

Figueira da Foz > Figueira da Foz. 177.8 Km

 

1.MORGADO Antonio  (UAE Team Emirates XRG), 4h19m13s

118. BARBAS Rafael (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 14:52

120. LINAREZ Leangel Rubén (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a mt

122. CARVALHO Gonçalo (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a mt

126. LUCAS Simão (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), a 19:24

OTL. LÓPEZ Diego (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), fora de controlo

DNF. SILVA Bruno (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua)

DNF. DEJESUS Lois (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua)

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer - Ovos Matinados – Mortágua

Ficha Técnica

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