sexta-feira, 3 de abril de 2020

“Coronavírus: Jarne Allewijn aproveita exceção e faz 505 quilómetros na Bélgica a pedalar”

Superou Thomas de Gendt e Oliver Naesen

Por: Flávio Miguel Silva

Foto: Reuters

Os ciclistas profissionais na Bélgica têm liberdade para sair à rua e pedalar... quase sem limite. A exceção, em tempos de pandemia do novo coronavírus tem sido aproveitado por vários atletas e o último conhecido foi Jarne Allewijn. O belga realizou uns incríveis 505 quilómetros a pedalar. A façanha levou mais 17 horas a completar.

Allewijn gastou mais de 13 mil calorias e bateu os aventureiros Thomas de Gendt e Oliver Naesen, que fizeram distâncias que agora parecem pequenas: 300 e 365 quilómetros respetivamente.

Para esta prova de fundo, o ciclista saiu de Koksijde, ainda na Bélgica, e passou pelas fronteiras da Holanda e da França, junto a Roubaix.

Fonte: Record on-line

“Suspensão das competições internacionais de triatlo alargada até junho”

União Internacional de Triatlo (ITU) prolonga período de pausa forçada

Por: Lusa

Foto: EPA

As competições internacionais de triatlo vão continuar suspensas até ao fim de junho, devido à pandemia de covid-19, anunciou esta sexta-feira a União Internacional de Triatlo (ITU), que já tinha cancelado ou adiado todas as provas até abril.

O alargamento do período suspende a etapa do circuito mundial a disputar em Yokohama, no Japão, que estava marcada para 16 e 17 de maio, aumentando para cinco das sete provas desta categoria as que foram afetadas pela pandemia do novo coronavírus.

A etapa de Leeds, em Inglaterra, prevista inicialmente para 6 e 7 de junho, já tinha sido adiada.

"A suspensão de todas as atividades não significa que vamos parar de trabalhar. Estamos em contacto com atletas, treinadores, federações nacionais, confederações continentais, comité olímpico e paralímpico internacionais e organizadores para encontrar datas alternativas e possíveis", afirmou a presidente da ITU, a espanhola Marisol Casado.

Entre as 30 provas internacionais de triatlo suspensas está a Taça da Europa de triatlo sprint e o campeonato do mediterrâneo, que estavam marcados para Coimbra, em 13 de junho.

Antes desta decisão da ITU, já a federação espanhola tinha decidido adiar, sem data, a prova de qualificação olímpica de estafetas mistas de triatlo, inicialmente prevista para Chengdu, na China, e remarcada para Valência, em Espanha.

A estafeta lusa, com João Pereira, João Silva, Melanie Santos e Gabriela Ribeiro, vai tentar qualificar-se para Tóquio'2020 nesta prova, ainda sem data definida, que integrava, agora, o programa da Taça do Mundo de Valência, em 1 e 2 de maio, esta adiada para setembro.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 54 mil. Dos casos de infeção, cerca de 200.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia, e o continente europeu é neste momento o mais atingido, com cerca de 560 mil infetados e perto de 39 mil mortos.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, registaram-se 246 mortes e 9.886 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Fonte: Record on-line

“Jan Frodeno vai fazer um Ironman indoor (e não, não é mentira de 1 de abril)”

Pensou-se que era uma partida do alemão, mas afinal vai mesmo ser real

Por: Fábio Lima

Quando na quarta-feira Jan Frodeno anunciou na sua página de Instagram que iria fazer um Ironman 'indoor', muitos duvidaram da veracidade do desafio lançado, especialmente porque o timing coincidia com o 1 de abril, o dia das mentiras. O desafio foi lançado, alguns acreditaram, outros não, e esta quinta-feira o alemão decidiu desfazer as dúvidas ao anunciar que... era mesmo real.

"Posso estar a sorrir, mas para aqueles que pensaram que a minha ideia de um Ironman em casa era uma brincadeira de 1 de abril... Não era. Como também não se trata de competir, mas mais importante de tudo vejo isto como uma oportunidade para sensibilizar as pessoas para algumas causas que são importantes para mim", escreveu esta quinta-feira o triatleta alemão, uma das maiores figuras do triatlo a nível mundial. Não se sabe qual a causa a que Frodeno se refere, mas em Espanha especula-se que terá a ver com uma angariação de fundos tendo em vista o combate ao coronavírus.

Na quarta-feira, refira-se, Frodeno tinha lançado o 'pânico' com a publicação abaixo, onde se propõe ao tal Ironman 'indoor', feito entre o nascer e o pôr do sol. "Dizem para não tentar isto em casa. Eu digo que quero nadar 3,8 quilómetros, fazer 180 quilómetros de bicicleta e ainda correr uma maratona. Tudo em casa. Tudo entre o nascer e o pôr do sol", anunciara o alemão, que recentemente assinou pela marca francesa Hoka One One.

Fonte: Record on-line

“Coronavírus: Bernard Hinault considera "muito difícil" realizar o Tour em julho”

Devido à pandemia da covid-19

Por: Lusa

Foto: Reuters

O antigo ciclista francês Bernard Hinault considerou "muito difícil" que a Volta a França se realize em julho, devido à pandemia da covid-19, em entrevista divulgada esta sexta-feira pela agência espanhola Efe.

"Neste momento, acho muito difícil, creio que a doença teria que desaparecer por completo em todo o mundo para que [o Tour] se pudesse realizar", afirma Hinault, de 65 anos, que se encontra em confinamento na sua propriedade, na Bretanha.

Vencedor por cinco vezes do Tour, entre 1978 e 1985, Hinault refere que "nunca ninguém imaginou que algo tão sério pudesse afetar o mundo inteiro", mas que a "vida é muito mais importante do que uma corrida de bicicleta".

O ex-ciclista acredita que, se o Tour puder ser realizado dentro do prazo, entre 27 de junho e 19 de julho -- a decisão será tomada em maio -- "este seria um grande sinal de esperança", pois "significaria que a doença desapareceu".

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil. Dos casos de infeção, cerca de 190.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia, e o continente europeu é neste momento o mais atingido, acima de 525 mil infetados e de 37 mil mortos.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, registaram-se 209 mortes e 9.034 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde.

Fonte: Record on-line

“Coronavírus: Volta à Suíça cancelada”

Deveria realizar-se entre 7 e 14 de junho

Por: Lusa

A Volta à Suíça em bicicleta, que deveria realizar-se entre 7 e 14 de junho, foi cancelada devido à pandemia de covid-19, anunciaram esta sexta-feira os organizadores, que excluíram a possibilidade de adiar a prova.

"Desde o fim da II Guerra Mundial, é a primeira vez que a grande volta nacional não se vai disputar", informaram os responsáveis da Volta à Suíça, que o ciclista português Rui Costa venceu por três vezes (2012, 2013 e 2014).

Apesar de a prova estar agendada para uma data posterior à atualmente fixada pela União Ciclista Internacional (UCI) para a suspensão de provas velocipédicas - 01 de junho de 2020 -, a organização da Volta à Suíça preferiu tomar a decisão "com antecedência".

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil. Dos casos de infeção, cerca de 190.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia, e o continente europeu é neste momento o mais atingido, acima de 525 mil infetados e de 37 mil mortos.

De acordo com os dados divulgados hoje pelas autoridades sanitárias helvéticas, registaram-se 18.267 pessoas infetadas e 432 mortes.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, registaram-se 209 mortes e 9.034 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Fonte: Record on-line
Por: José Carlos Gomes

A Federação Portuguesa de Ciclismo, fortemente empenhada no esforço global para conter a proliferação de COVID-19, prolonga até 31 de maio a suspensão do calendário velocipédico, anteriormente parado até 3 de abril. É uma decisão que decorre das diretrizes das autoridades Estado português e é coerente com a decisão da UCI no que respeita a todo o calendário internacional da modalidade.

São afetadas pela suspensão perto de 200 competições e outros eventos velocipédicos, de âmbito internacional, nacional e regional, de todas as vertentes da modalidade.

“Vivemos um tempo em que temos de manter o rigor, a determinação e a paciência no cumprimento das medidas de combate à pandemia. Mas o que nos move é a paixão pelo ciclismo e trabalhamos diariamente, ouvindo diferentes parceiros, para conseguirmos dar a volta por cima. Queremos que o ciclismo seja um parceiro ativo na recuperação económica do país, contribuindo para devolver a rua e a alegria aos portugueses e para dinamizar economicamente todo o território, assim que seja possível retomar em segurança a atividade”, afirma o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira.

A Federação mantém contactos permanentes com toda a comunidade, ouvindo Associações Regionais, organizadores, clubes e ciclistas, no sentido de avaliar em permanência a situação para que, cumprindo as determinações das autoridades nacionais, seja possível preparar o regresso à atividade.

No âmbito do ciclismo profissional, a Federação Portuguesa de Ciclismo criou um serviço de atendimento, de modo a prestar todas as informações técnicas e legais para ajudar as equipas e os corredores a vencerem as dificuldades colocadas pela paragem da atividade económica.

De momento, o dever geral é de recolhimento e de isolamento social. Há, no entanto, a possibilidade de os ciclistas com contrato profissional e/ou estatuto de alto rendimento treinarem na via pública. Se optarem por este tipo de treino devem fazê-lo sozinhos e nunca em grupo.

Os cidadãos comuns podem fazer pequenas saídas para exercício físico. Também aqui a bicicleta pode ser usada de forma responsável, por curtos períodos e sempre de forma individual.

Por fim, recordamos que a bicicleta é uma alternativa de transporte para aqueles que precisam de deslocar-se para o trabalho.

As apólices de seguros de acidentes pessoais e de responsabilidade civil inerentes à licença da Federação Portuguesa de Ciclismo mantêm-se ativas, desde que a prática seja efetuada dentro do enquadramento legal em vigor.

Fonte: FPC