Por: José Morais
A Autoridade Antidopagem de
Portugal aplicou suspensões prolongadas aos ciclistas Venceslau Fernandes e
Rafael Silva devido a anomalias detetadas nos seus passaportes biológicos, a
lista de sanções disciplinares da ADoP, foi atualizada esta quarta-feira.
Fernandes, de 29 anos, recebeu
uma suspensão de seis anos, válida até novembro de 2030, com dedução do período
de suspensão preventiva já cumprido. O corredor representava a AP
Hotels&Resorts‑Tavira‑Farense e foi vencedor da
Volta a Portugal do Futuro em 2018.
Rafael Silva, de 35 anos,
ficará afastado até fevereiro de 2028. O antigo ciclista, vencedor da Taça de
Portugal em 2023, já se encontrava suspenso preventivamente e anunciou a
retirada pouco depois de ser notificado. Apesar de alegar inocência, optou por
não recorrer.
O passaporte biológico permite
detetar indícios indiretos de dopagem através da monitorização contínua de
parâmetros sanguíneos e urinários. A ADoP não especifica as datas das
irregularidades, embora Silva tenha afirmado que o processo se baseia em análises
de 2015.

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