quarta-feira, 13 de maio de 2026

“Daniela Campos sexta no scratch do Grand Prix Zemako 500+1”


Daniela Campos concluiu, esta quarta-feira, a participação na prova de scratch feminino do Grand Prix Zemako 500+1, prova UCI de classe 1 que decorre no Velódromo de Brno, na Chéquia, com o 6.º lugar.

A ciclista portuguesa foi sexta mais rápida numa prova vencida pela polaca Anna Dlugas, seguida da compatriota Maria Klamut, com Urszula Sipko a completar o pódio.

“Foi uma corrida bastante movimentada e com uma forte presença da seleção polaca, o que nos obrigou a uma gestão diferente da prova. Procurámos, sobretudo na fase final, alcançar o melhor resultado possível e somar um bom número de pontos, o que acabámos por conseguir”, analisa Gabriel Mendes, Selecionador Nacional.

A participação portuguesa no Grand Prix Zemako 500+1 termina esta quinta-feira, com Daniela Campos em ação na prova de eliminação.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Afonso Eulálio faz história no Giro e rende-se a João Almeida: “Será difícil repetir o que ele conseguiu”


Aos 24 anos, Afonso Eulálio viveu esta quarta-feira o momento mais marcante da sua ainda jovem carreira ao assumir a liderança da Volta a Itália e vestir a emblemática camisola rosa. O ciclista português da Bahrain mostrou-se emocionado após a etapa e confessou que ainda estava a tentar perceber a dimensão do feito alcançado.

Visivelmente feliz, mas também surpreendido com a própria exibição, o corredor admitiu que só começou verdadeiramente a acreditar na possibilidade de chegar à liderança da geral quando a etapa entrou na fase decisiva, já dentro dos últimos 50 quilómetros.

“Nem consigo explicar o que estou a sentir. Ainda não acredito que isto esteja realmente a acontecer. Vestir a camisola rosa no Giro é algo especial para qualquer ciclista, ainda para mais depois de uma etapa tão exigente e desgastante”, afirmou o português no final da corrida.

Apesar do resultado histórico, Eulálio reconheceu que a jornada esteve longe de ser tranquila. Entre as dificuldades do percurso, as condições atmosféricas e até uma queda perto do final, o jovem português revelou que houve momentos em que duvidou da capacidade para acompanhar os melhores.

“Com tantas subidas e o desgaste acumulado, houve alturas em que senti que não era o mais forte do grupo. Mas isso faz parte do ciclismo. O importante foi nunca desistir e continuar a acreditar”, destacou.

O corredor da Bahrain explicou ainda que decidiu arriscar tudo na subida mais dura do dia, não apenas pela possibilidade de chegar à liderança, mas também porque tinha o objetivo claro de lutar pela vitória na etapa.

Num tom mais descontraído, revelou até uma curiosa aposta feita com o veterano italiano Damiano Caruso: “Temos uma brincadeira entre nós. Se eu ganhar duas etapas neste Giro, ele compromete-se a renovar contrato por mais um ano.”

Eulálio aproveitou também para destacar o trabalho desenvolvido ao longo das últimas temporadas, sublinhando que a consistência tem sido uma das principais metas da sua evolução enquanto ciclista profissional.

“Tenho dias muito bons e outros menos conseguidos. Tenho trabalhado bastante com a equipa para melhorar essa regularidade e acredito que este resultado acaba por ser fruto de muitas horas de esforço e dedicação”.

Questionado sobre a possibilidade de repetir o impacto que João Almeida teve no Giro de 2020, quando liderou a classificação geral durante 15 dias, Afonso Eulálio mostrou admiração pelo compatriota e preferiu manter a prudência.

“Vai ser muito difícil fazer o que o João Almeida conseguiu. Ele é um ciclista extraordinário e mostrou uma enorme consistência. Eu vou simplesmente tentar aproveitar este momento e dar tudo nas próximas etapas”.

Com este resultado, Afonso Eulálio entra para um restrito grupo de portugueses que conseguiram vestir a camisola rosa da prova italiana, reforçando o excelente momento do ciclismo nacional no panorama internacional.

“Resultados 1a etapa da Volta à Hungria 2026 - Tim Merlier domina o sprint num final caótico com quedas e um ataque tardio”


Por: Miguel Marques

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Tim Merlier impôs-se com um sprint dominante para vencer a primeira etapa da Volta à Hungria. O belga triunfou com conforto após um final caótico, marcado por duas quedas e um ataque tardio falhado de Jakob Söderqvist.

Com pouco mais de 150 metros de desnível acumulado, previase um ritmo elevadíssimo desde o tiro de partida nos 143 quilómetros entre Gyula e Békéscsaba, disputados em três voltas a um circuito. Num início frenético, cerca de vinte corredores envolveram-se numa queda no pelotão, antes de se estabelecer a fuga do dia.

Foram Mathias Sunekær Norsgaard e Kristian Egholm a adiantarem-se cedo na frente, os companheiros da Lidl-Trek trabalharam em conjunto para construir uma vantagem modesta, que se manteve em cerca de 1:30 com cerca de 70 km por disputar e a última passagem pela linha de meta a aproximar-se.

 

Soudal - Quick-Step controla a fuga para Merlier

 

A Soudal - Quick-Step e a Jayco AlUla assumiram o ritmo no pelotão, e a diferença caiu a pique na última volta. A 34 quilómetros do fim, a margem do duo rondava ainda um minuto, enquanto atrás se registavam algumas quedas ligeiras no grupo. Esses incidentes e um sprint intermédio, no qual Benoit Cosnefroy arrecadou um segundo isolado em bonificações, marcaram esta fase da corrida.

Contudo, o pelotão apertou o andamento e os comboios de lançamento formaram-se dentro dos últimos 20 km, alcançando Norsgaard e Egholm já a pouco mais de 10 quilómetros da meta, preparando um sprint massivo com o pelotão compacto.

A estrela da Soudal - Quick-Step encontrou o seu lançador na dianteira a 1,5 quilómetros do fim, mas, com as equipas a lutarem pela posição, Merlier saltou para a roda de um impetuoso Juan Sebastián Molano antes de abrir o gás para ultrapassar o colombiano. Phil Bauhaus completou um pódio sólido.

A segunda etapa, na quinta-feira, levará o pelotão a percorrer 205 quilómetros entre Szarvas e Paks, onde Merlier vestirá a camisola amarela. Novamente, pouca montanha no menu, mas um final nervoso e em ligeira ascensão oferece margem para os puncheurs frustrarem os planos das equipas de sprinters.

“Resultados 5a etapa da Volta a Itália 2026: No meio de chuva, quedas e enganos no percurso, Afonso Eulálio veste de rosa e Arrieta vence a etapa”


Por: Miguel Marques

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A 5.ª etapa da Volta a Itália foi um dos dias mais caóticos da história recente. A chuva intensa trouxe desordem logo no arranque e Giulio Ciccone perdeu a liderança. Igor Arrieta venceu a etapa após uma queda e uma trajetória errada nos últimos 15 quilómetros, batendo Afonso Eulálio, que também caiu no final mas assumiu a liderança da geral, num dia histórico para o ciclismo português.

A etapa tinha 203 quilómetros e, ao fim de apenas 10, a chuva começou a cair com força sobre o pelotão. Apesar de as temperaturas não serem demasiado baixas, a precipitação tornou o dia um desafio constante, o mais duro da corrida até agora.

As hostilidades começaram na primeira contagem de montanha, com Einer Rubio, Afonso Eulálio e o vencedor da 2ª etapa Thomas Silva. No final da subida, juntaram-se Victor Campenaerts e Gianmarco Garofoli, enquanto Giulio Ciccone se mostrou muito ativo a responder aos ataques para tentar proteger a camisola rosa.

Contudo, na colina seguinte multiplicaram-se os movimentos e formou-se uma fuga com mais de uma dezena de unidades. Ben Turner, Lorenzo Milesi, Igor Arrieta, Jhonatan Narváez, Manuele Tarozzi, Christian Scaroni e Martin Tjotta alcançaram a dianteira, à qual Darren Rafferty se juntou pouco depois. Sem elementos na fuga, várias equipas ajudaram a Lidl-Trek a controlar a diferença numa fase inicial, mas grande parte do trabalho recaiu depois sobre Amanuel Ghebreigzabhier.

A vantagem estabilizou perto dos 2 minutos durante grande parte do dia, com a colaboração na frente a falhar. Assim que entrou a zona decisiva de subidas, Igor Arrieta atacou na cabeça da corrida. Na principal ascensão para Viggiano, 6,6 quilómetros acima dos 9%, Afonso Eulálio arrancou atrás e fechou o espaço para o espanhol, enquanto o grupo perseguidor se fracionou por completo. No pelotão, não houve movimentos entre os favoritos, com a Red Bull - BORA - Hansgrohe a impor o ritmo.

O duo da frente entendeu-se depois da subida e ampliou a diferença. Atrás, Giulio Ciccone ainda apareceu a trabalhar para defender a liderança, mas acabaria por abdicar do objetivo. Ninguém assumiu responsabilidades no pelotão e a diferença disparou, colocando Eulálio na liderança provisória, enquanto Einer Rubio cedia e era alcançado pelo grupo principal em Viggiano.

A 14 quilómetros do fim, numa das muitas descidas molhadas, Arrieta caiu ao arriscar. Parecia que Eulálio ficaria com tudo, mas o português também caiu a 6,5 quilómetros da meta e mostrou-se tocado. Arrieta voltou a juntar-se a Eulálio e ficou bem posicionado para vencer a etapa.

Mas o enredo mudou de novo: a 2 quilómetros do fim, Arrieta errou o trajeto na derradeira descida e perdeu a roda de Eulálio. O português parecia encaminhado para o triunfo, porém, na rampa final até à meta, Arrieta recuperou de trás, fechou o espaço e conquistou uma vitória de etapa emotiva. Eulálio, apesar do revés, ganhou muito tempo e saltou para a liderança da geral, 6 anos depois de João Almeida, parabéns Afonso! Thomas Silva foi terceiro, vindo de trás. O pelotão chegou a mais de 7 minutos.

“Coimbra: Nacional de distância standard de triatlo a 14 de junho”


A cidade de Coimbra volta a acolher, no próximo dia 14 de junho, o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Standard e Prova Aberta, numa organização conjunta da Federação de Triatlo de Portugal e da Câmara Municipal de Coimbra. A apresentação oficial decorreu esta segunda-feira, 13 de maio, na Sala de Sessões dos Paços do Concelho, contando com a presença do vereador do Desporto, Ricardo Lino, do presidente da Federação de Triatlo de Portugal, Fernando Feijão, e do presidente da Secção de Triatlo da Associação Académica de Coimbra, Ivo Magalhães.

A prova integra o Campeonato Nacional Individual de Triatlo Standard para os escalões de Elites, Juniores e Grupos de Idade, incluindo ainda uma Prova Aberta (para não federados) em formato Sprint. Inicialmente agendado para dia 13 de junho, o evento foi transferido para domingo, 14, a pedido das forças de segurança.

A competição irá decorrer maioritariamente na zona do Parque Verde, Choupalinho, abrangendo três segmentos emblemáticos da cidade:

1,5 km de natação no Rio Mondego;

40 km de ciclismo em várias artérias de Coimbra;

10 km de corrida no Parque do Choupal, Parque Dr. Manuel Braga e Parque Verde do Mondego.

As provas têm início marcado para as 09h00, estando a cerimónia de entrega de prémios agendada para as 13h00.

As inscrições para atletas licenciados estão disponíveis através do site da Federação de Triatlo de Portugal até às 23h59 do dia 1 de junho.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua na Volta a Portugal do Futuro com ambição”


A equipa Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua parte para a 33.ª Volta a Portugal do Futuro determinada a mostrar o trabalho de formação que tem vindo a desenvolver, apresentando um lote jovem e motivado para a prova que arranca quinta feira, 14 de maio, em Abrantes e termina domingo, 17 de maio, em Espinho, cobrindo 577,3 quilómetros ao longo de quatro etapas.

Integrada em 2026 na Classe 2.2 da UCI, esta edição da Volta a Portugal do Futuro reforça o estatuto da prova como a principal montra nacional para o escalão Sub 23. A Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua alinha com cinco corredores, liderados pelo mais experiente do grupo, Rafael Barbas, completam a seleção Francisco Alves, Loïs de Jesus e os estreantes Sub 23 de primeiro ano Simão Lucas e Diego López, atletas que chegam com vontade de aprender, competir e demonstrar evolução.

O percurso divide se em quatro etapas: a 1.ª (Abrantes → Oleiros, 145,3 km) parte acessível mas com decisão provável na longa subida ao Parque Eólico a cerca de 10 km da meta; a 2.ª (Figueiró dos Vinhos → Castanheira de Pera, 142,6 km) é a mais exigente, com terreno ondulado e a subida do Ameal como ponto decisivo; a 3.ª (Penela → São Pedro do Sul, 156,0 km) é a mais longa e apresenta um perfil favorável que pode favorecer um sprint em pelotão compacto; a 4.ª (Castro Daire → Espinho, 133,4 km) concentra as dificuldades na primeira metade, incluindo o Alto de Montemuro, antes de um final rápido em Espinho propício a chegada ao sprint.

Para a estrutura, a participação na Volta do Futuro é uma aposta estratégica na formação e na exposição internacional: segundo o manager Xavier Silva, a prova é «muito importante» porque permite alinhar com atletas Sub 23 e consolidar o trabalho contínuo de desenvolvimento de talentos; ano após ano a equipa tem aumentado a sua representação, sinal do investimento na formação e da ambição em colocar mais atletas em evidência e, sobretudo, proporcionar aos mais jovens a experiência de competir num pelotão exclusivamente Sub 23.

A Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua parte motivada e centrada numa abordagem de coletivo: pretende ser competitiva em cada etapa, promover o crescimento dos seus corredores e transformar a presença na Volta a Portugal do Futuro numa etapa decisiva na formação das carreiras dos seus atletas.

Fonte: Equipa Ciclismo Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua

“Daniela Campos vence corrida por pontos no Grand Prix Zemako 500+1”


Daniela Campos conquistou, esta terça-feira, a vitória na corrida por pontos feminina do Grand Prix Zemako 500+1, prova internacional (C1) que decorre no Velódromo de Brno, na Chéquia.

A corredora portuguesa somou 54 pontos, impondose numa prova marcada pela forte presença da seleção polaca. Maja Tracka terminou na segunda posição, com 46 pontos, enquanto Urszula Sipko completou o pódio, com 23 pontos.

“A Daniela Campos esteve muito bem. Já tínhamos analisado os vários cenários possíveis, tendo em conta a estrutura da prova e o nível da participação. A Daniela soube interpretar bem a corrida e agir quando era necessário. Entrou numa situação de fuga com uma atleta polaca, o que nos interessava, e a partir daí foi trabalhar no sentido de levar a corrida para onde pretendíamos, pontuando de forma a podermos discutir a vitória”, analisa Gabriel Mendes, Selecionador Nacional.

A participação portuguesa no Grand Prix Zemako 500+1 prossegue esta quarta-feira, com Daniela Campos novamente em ação na prova de scratch, seguindo-se, na quinta-feira, a prova de eliminação, encerrando a presença da Seleção Nacional nesta competição.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“7º Baku-Khankendi Azerbaijan Cycling Race (Tour do Azerbeijão)-4ª etapa”


Avaria a 300 metros da meta, tira Álvaro Navas da discussão da vitória na 4ª etapa

 

Quando discutia a vitória em Naftalan, final da 4ª etapa do Baku Khankendi Azerbaijan Cycling Race (Tour do Azerbeijão), Álvaro Navas, o sprinter da Óbidos Cycling Team/Grupo Rolo/Sunlive Group, sofreu uma avaria na bicicleta que lhe retirou a possibilidade de conquistar o triunfo.

Num final vertiginoso, tal como foi corrida toda a etapa, “Alvarito” estava em o grupo de velocistas que buscaram o triunfo, mas, a 300 metros da meta, a corrente da bicicleta salou e o madrileno da equipa do Oeste, perdeu qualquer possibilidade de subir ao pódio como o ganhador da tirada.

A juntar ao azar, o Colégio de Comissário não atribuiu o mesmo tempo a Navas que foi gasto pelo vencedor da etapa, o italiana Marco Manenti, já que segundo o regulamento, a avaria ocorreu nos 3 quilómetros finais, e devia ter sido creditado o último do grupo onde vinha integrado, o pelotão.

Depois de ontem Álvaro Navas ter sido 9º na etapa, Micael Isidoro, resguardou os seus ciclistas para o trabalho na aproximação à meta, procurando que o grupo principal ficasse compacto e a chegada fosse ao sprint.

Os corredores da equipa da “Capital do Chocolate” responderam bem às instruções do diretor-desportivo e levaram o velocista até à linha da meta em condições de poder ganhar, mas, a avaria retirou qualquer veleidade ao corredor do Óbidos.

Todos os corredores subiram alguns lugares na classificação geral individual, mas, é uma situação de somenos importância já que a vitória na tirada era o único objetivo da equipa.

Amanhã disputa-se a quinta e última etapa, a ligação entre Tartar e Khankendi, na distância de 181,5 quilómetros, com dois sprints intermédios e duas contagens de montanha, uma de 2ª categoria e outra de 1ª categoria, ambas nos derradeiros 30 quilómetros da etapa, terminando numa subida não categorizada, com 2,7 quilómetros e uma inclinação de 4,9%.

 

Declarações

 

Micael Isidoro, o diretor-desportivo: “Depois da chegada de ontem, assumimos hoje como único objetivo a vitória na etapa e o Álvaro carregou com essa responsabilidade, mas, o azar bateu-nos à porta. Voltamos amanhã a tentar”, rematou.

Álvaro Navas, corredor: “A equipa foi muito generosa no trabalho para chegarmos à vitória e quando tudo parecia que ia dar certo a corrente saltou e fiquei a pedalar no vazio. Vou procurar uma vitória na derradeira tirada”, justificou.

 

Classificação da Etapa

 

1º- Marco Manenti/ITA (Bardiasni CSF 7 Saber) 3h11’46”

2º- Henok Mulubhran/ERI (XDS Astana Team) m.t.

3º- Cristian Pita/EQU (Roojai Insurance/ Winspace) m.t.

58º- Eduardo Landaluce/ESP (Óbidos Cyclyng Team) m.t.

64º- José Manuel Gutierrez/ESP (Óbidos Cyclyng Team) m.t.

78º- Petros Mengs/ERI (Óbidos Cyclyng Team) m.t

81º- Álvaro Navas/ESP (Óbidos Cyclyng Team) a 13”

99º- Bruno Maceiras/POR (Óbidos Cyclyng Team) a 2’33”

 

Classificação Geral

 

1º- Yevgeniy Fedorov/KAZ (XDS Astana Team) 14h49’59”

2º- Alexander Balmer/SUI (Solution Tech Nippo Rali) a 4”

3º- Henok Mulubhran/ERI (XDS Astana Team) a 8”

41º- Eduardo Landaluce/ESP (Óbidos Cyclyng Team) a 14’14”

54º- Petros Mengs/ERI (Óbidos Cyclyng Team) a 14’17”

59º- José Manuel Gutierrez/ESP (Óbidos Cyclyng Team) m.t.

92º- Álvaro Navas/ESP (Óbidos Cyclyng Team) a 30’17”

110º- Bruno Maceiras/POR (Óbidos Cyclyng Team) a 32’37”

 

Pontos:

 

Marco Manenti/ITA (Bardiasni CSF 7 Saber) e 25º- Álvaro Navas/ESP (Óbidos Cyclyng Team)

 

Montanha:

 

Lennert Teugels/BEL (Tarleletto/Isorex) e 9º- Eduardo Landaluce/ESP (Óbidos Cyclyng Team)

 

Juventude:

 

Iker Gomez/ESP (Equipo Kern Pharma) e 19º-Álvaro Navas/ESP (Óbidos Cyclyng Team)

 

Equipas:

 

XDS Astana Team e 14ª-Óbidos Cyclyng Team

Recordamos que o Baku-Khankendi Azerbaijan Cycling Race tem transmissão televisiva no Eurosport Portugal, todos os dias, entre as 09:00 e as 10:30.

 

Fonte: Óbidos Cycling Team/Grupo Rolo/Sunlive Group

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
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