domingo, 12 de julho de 2026

“Tiago Antunes é o grande vencedor do Troféu Joaquim Agostinho”


Fotos: João Calado

Tiago Antunes (Efapel Cycling) sagrou-se este domingo o vencedor da 49.ª dição do Grande Prémio Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho. O bombarralense foi hoje o segundo a cruzar a meta no Alto de Montejunto, três segundos depois de José Neves (GI Group Holding - Simoldes - UDO), vencedor da segunda etapa da prova que homenageia um dos nomes maiores do ciclismo nacional. Antunes vestiu ontem a Camisola Amarela OESTE Comunidade Intermunicipal, e não mais a largou, concretizando um objetivo que há muito perseguia.

Este domingo recebeu a etapa-rainha do Troféu Joaquim Agostinho, onde tudo estaria em aberto para as decisões finais. O pelotão partiu da frente da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, para iniciar os 178,5 quilómetros que teriam o seu desfecho no alto da Serra de Montejunto.


Pelo caminho houve cinco Prémios de Montanha, o último deles coincidente com a meta, quatro

 

Metas Volantes e dois Pontos Quentes.

 

Houve movimentações iniciais, mas foi aos 35 quilómetros que um grupo com dez corredores saltou do pelotão para a frente da corrida, dando origem àquela que foi a fuga do dia. Cláudio Leal (Aviludo-Louletano-Loulé), Gonçalo Leaça (Credibom - LA Alumínios - Marcos Car), Oscar Rota (Feira dos Sofás - Boavista), Francisco Pereira (Feirense - Beeceler), Gonçalo Carvalho (Tavfer - Ovos Matinados - Mortágua), Francisco Campos e Noah Campos (Team Tavira - Crédito Agrícola), Narcis Monturiol (Caja Rural Alea), Fletcher Medway (INEOS Grenadiers Racing Academy) e Jude Francisco (Victoria Sports Pro Cycling) chegaram a ter uma vantagem de 3 minutos.


Com cerca de 100 quilómetros percorridos, juntava-se ao grupo Miguel Salgueiro (Team Tavira - Crédito Agrícola), passando a 11 os corredores em fuga. Foram-se entendendo, ao longo da etapa, com uma margem que não foi muito além dos 02m30s e o pelotão sempre atento e sob o comando da equipa do Camisola Amarela, a Efapel Cycling.

 

A sensivelmente 20 quilómetros para a meta, quando chegou a subida para a Serra da Ota, foi a Anicolor

 

/ Campicarn que passou para a liderança do pelotão. Foi, também, nesta altura, que a fuga começou a perder unidades. Oscar Rota foi o único resistente da aventura e ainda rolou isolado, mas a cerca de cinco quilómetros do final, o pelotão ficou compacto.

Chegava o momento de todas as decisões e dos principais candidatos à vitória se movimentarem para o triunfo final. Aléxis Guérin (Anicolor / Campicarn), vencedor da edição de 2025 do Troféu, foi o primeiro a passar no Prémio de Montanha do Ponto Alto, uma segunda categoria a cerca de quatro quilómetros da meta. José Neves e Tiago Antunes eram o quarto e quinto a passar, respetivamente.


Estava tudo em aberto para uma chegada que se previa cheia de emoção, no alto do Montejunto, onde José Neves seria o mais forte. Tiago Antunes terminou três segundos depois, tal como Fábio Costa (Feira dos Sofás - Boavista). Foram o segundo e terceiro classificados na tirada.

Nas contas finais da Geral, o vencedor seria Tiago Antunes, com Fábio Costa a fechar na segunda posição, a 10 segundos e José Neves foi o terceiro classificado, a 16 segundos do vencedor do Troféu.

José Neves – que hoje conquistou o seu primeiro triunfo da época, tal como o primeiro da equipa – disse que “já procurava esta vitória há muito, tanto para mim como para a equipa. Desde o início do prémio sabia que estava bem, porque tinha feito um Prólogo dentro do que esperava. É claro que gostaria de ter feito melhor ainda, mas ontem tive sensações boas no circuito, estive com os melhores até à última parte e hoje sabia que se estivesse com as sensações iguais ou melhores que ontem, poderia tentar a minha sorte para ganhar a etapa. Assim o fiz. Venci no alto de Montejunto, uma subida que tão bem conheço, porque treino muitas vezes aqui e estou muito feliz e orgulhoso por esta vitória”.

Para Tiago Antunes, a conquista do Troféu Joaquim Agostinho foi como que o concretizar de um sonho de menino: “Esta era uma vitória que eu já perseguia há anos! É uma corrida que me viu crescer desde criança e se já era bom participar no Troféu Joaquim Agostinho, depois tornou-se um objetivo, há vários anos, de o vencer. Finalmente consegui alcançar esse objetivo, e acima de tudo ontem, quando vesti de Amarelo, senti que podia ser possível, que este era o ano em que me sentia mais forte. A equipa hoje fez um trabalho sensacional e depois desse grande trabalho só tive de rematar e conseguir a vitória. Tinha ganho o Prólogo há quatro anos, já tinha também andado dois dias de Amarelo, já terminei no pódio, já terminei inúmeras vezes no top-10… Hoje, finalmente consegui ganhar”, disse, emocionado.

No que toca às restantes classificações, além da Amarela, Tiago Antunes vestiu também a Camisola Castanha – Junta de Freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães, símbolo do Melhor Português na Geral e a Camisola Verde – Transportes Vilas Boas, por ser também ele líder da Geral por Pontos. A Camisola Azul – Rações Valouro, que consagrou o Rei da Montanha, foi entregue a Cláudio Leal, que teve presença ativa nas fugas do dia de ontem e de hoje.

João Matias, que já ontem comandava a Geral das Metas Volantes, confirmou que foi um dos mais fortes nas fugas e terminou o Troféu com a Camisola Branca – Colchões Bom Repouso, no seu corpo. Quanto à Geral da Juventude, Camisola Laranja – Cartrack, continuou com Lucas Lopes (Efapel Cycling), que já a tinha vestido no final da etapa de ontem, segurando esta liderança. A Geral por Equipas mudou e foi a Feira dos Sofás - Boavista que celebrou no final.

Fonte: UDO | União Desportiva do Oeste

“Tempestade nos Pirenéus: Boichis domina Pal Arinsal e reacende a disputa pela Copa do Mundo”


Por: José Morais

A etapa de Pal Arinsal da Copa do Mundo de MTB foi um verdadeiro terremoto esportivo. O francês Adrien Boichis aproveitou o dia difícil do compatriota Luca Martin, líder da classificação geral, para conquistar uma vitória de autoridade e reduzir a diferença na luta pelo título. Martin, que vinha sendo o grande dominador da temporada, enfrentou problemas desde a segunda volta e terminou apenas em 22º lugar, visivelmente exausto.

Com o favorito fora de combate, Boichis e Mathis Azzaro assumiram o protagonismo. A dupla francesa impôs ritmo forte, deixando o alemão Luca Schwarzbauer isolado na perseguição. Azzaro tentou o ataque decisivo a seis quilômetros do fim, mas Boichis respondeu com potência e cruzou a linha de chegada sozinho, consolidando uma das vitórias mais marcantes do ano.

O espanhol Jofre Cullell também chamou atenção: largou do meio do pelotão e chegou a liderar nos primeiros quilômetros, despertando esperança entre os torcedores locais. No entanto, perdeu rendimento antes da primeira volta completa e despencou na classificação um desempenho que levantou dúvidas sobre sua preparação.

Na prova feminina, o domínio foi absoluto. A sueca Jenny Rissveds mostrou por que é considerada uma força da natureza sobre duas rodas. Desde o início, impôs um ritmo inalcançável e abriu vantagem de 30 segundos ainda nas voltas iniciais, garantindo sua terceira vitória da temporada e ampliando a liderança geral. Atrás dela, o espetáculo ficou por conta da disputa intensa entre Sina Frei (Suíça), Martina Berta (Itália), Haley Batten (EUA) e Laura Stigger (Áustria). O sprint final premiou Berta, que superou Frei por centímetros.

Com Pal Arinsal marcada por poeira, drama e superação, a Copa do Mundo segue viva e Boichis mostrou que o trono de Martin pode estar ao alcance.

“Filipe Marques brilha em Hamburgo e garante lugar no pódio do paratriatlo”


Por: José Morais

Foto: FTP

Filipe Marques voltou a mostrar porque é um dos nomes mais consistentes do paratriatlo português ao conquistar o terceiro lugar na etapa de Hamburgo, na categoria PTS5, numa corrida marcada pelo ritmo intenso e pela disputa constante entre os três primeiros.

O triatleta terminou a prova em 58.24 minutos, ficando a 45 segundos do vencedor, o alemão Martin Schulz, que completou o percurso em 57.39. O canadiano Stefan Daniel assegurou o segundo posto com 57.52.

Apesar de ter sido o mais rápido no segmento inicial natação onde completou os 750 metros em 09.59 minutos, Marques viu Schulz aproximarse na bicicleta e acabou por perder terreno decisivo na corrida final, acabando por fechar o pódio.

A prova incluiu 20 km de ciclismo (três voltas) e 5 km de corrida (duas voltas), num percurso técnico e exigente que testou a capacidade de adaptação dos atletas.

A categoria PTS5 integra competidores com limitações físicas de menor grau, como comprometimento leve numa perna, moderado nos antebraços ou ausência parcial de membros um enquadramento que permite equilibrar a competição entre diferentes tipos de deficiência.

O paratriatlo tornouse modalidade olímpica nos Jogos do Rio 2016, e desde então tem crescido em competitividade e visibilidade, com atletas como Filipe Marques a reforçarem o estatuto da modalidade em Portugal.

“Tour de France em Ebulição: Etapa Encurtada, Ritmo Insano e Van der Poel Incendeia o Domingo”


Tour de France pega fogo sob calor extremo e Van der Poel explode para a vitória em Ussel

 

Por: José Morais

A véspera do primeiro dia de descanso não trouxe alívio ao Tour de France. Trouxe caos. A Corrèze amanheceu sob alerta vermelho, com o asfalto a derreter e o ar a vibrar como uma muralha de calor. A organização foi obrigada a amputar 30 quilómetros da etapa, mas o que se perdeu em distância ganhou-se em intensidade. O espetáculo não foi encurtado.

 

Calor brutal, ritmo selvagem

 

Desde a bandeira inicial, a corrida transformou-se numa batalha sem pausas. A estrada subia, o pelotão esticava-se e os ataques surgiam em sequência, como marteladas numa porta que não queria abrir. Kirsch, Alaphilippe, Ganna, Pidcock, Van der Poel, Jorgenson, Izagirre… todos tentaram fugir daquele forno, mesmo sabendo que a única saída era acelerar ainda mais.

A primeira hora foi um absurdo: 47 km percorridos e 700 metros de desnível. Os sprinters ficaram para trás, o grupo principal foi reduzido a pouco mais de quarenta ciclistas e o que deveria ser um dia de transição virou um clássico feroz.

 

A fuga ganha nomes pesados

 

Pidcock acendeu o pavio. Van der Poel trouxe a pólvora. Ganna lançou uma ofensiva que parecia definitiva. Formou-se uma fuga de luxo: Simmons, Gee-West, Johannessen, Van Eetvelt, Baudin, Castrillo, Pidcock e Van der Poel dois vencedores de grandes clássicas e um ritmo que não permitia respirar.

A UAE Team Emirates manteve a corda curta. Pogacar, em amarelo, não queria surpresas. A vantagem da fuga nunca passou muito de um minuto.

 

Pidcock domina as subidas; Castrillo resiste como gigante

 

Pidcock transformou cada subida numa seleção natural. Passou primeiro no Suc au May e na Côte de la Croix du Pey, pedalando como se a estrada tivesse sido desenhada para ele: estreita, quente, irregular.

Castrillo, o aragonês valente, voltou a mostrar a alma de caçador de etapas. Não precisava vencer para ser visto bastava dividir a frente com monstros como Van der Poel e Pidcock. Mas o ritmo acabou por o consumir antes dos 30 km finais.

 

Mont Bessou: o ataque que mudou tudo

 

No Mont Bessou, Van der Poel decidiu que era hora de virar a página. O ataque não pareceu uma aceleração pareceu uma mudança de cenário. Johannessen aguentou a roda. Pidcock tentou responder, mas um problema mecânico atrasou-o por segundos que pareceram eternos. Baudin também voltou ao grupo.

A 22 km da meta, quatro homens lideravam a corrida.

Atrás, Simmons e Gee-West desistiram da fuga para trabalhar para Pedersen. Verona juntou-se ao esforço da Lidl-Trek, enquanto Vauquelin puxava pela Ineos. A diferença caiu para 45 segundos.

 

Ussel vibra com a aproximação do Tour

 

Era a primeira vez que Ussel recebia o Tour. As ruas ferviam de expectativa enquanto o grupo perseguidor surgia ao longe. Van der Poel olhou para trás. Pidcock recuperava o fôlego. Johannessen e Baudin calculavam cada pedalada.

A estrada começou a descer. A tensão cresceu.

 

Van der Poel, em modo fera, fecha o dia com triunfo feroz

 

No sprint reduzido, Mathieu van der Poel mostrou porque é um dos ciclistas mais explosivos da sua geração. Lançou-se com violência controlada e cruzou a meta como se estivesse a reclamar o Tour para si.

A etapa foi encurtada. O espetáculo, não.

“Triatlo: Maria Tomé lidera prestação portuguesa em Hamburgo com top‑25”


Por: José Morais

Foto: Facebook atleta

A etapa de Hamburgo do Mundial de triatlo trouxe emoções distintas para a comitiva portuguesa. Maria Tomé voltou a destacarse entre as atletas nacionais, assegurando um sólido 25.º lugar numa corrida marcada pelo ritmo intenso e pela superioridade da francesa Leonie Periault, vencedora da prova.

 

Maria Tomé em bom plano na Alemanha

 

A triatleta concluiu o percurso composto por 750 metros de natação, 19,8 km de ciclismo e 5 km de corrida em 57m30s, ficando a 1m39s da campeã Leonie Periault, que venceu com 55m51s. A alemã Lisa Tertsch garantiu o segundo posto (55m56s), enquanto a sueca Tilda Mansson fechou o pódio (56m03s).

Entre as restantes portuguesas, Madalena Almeida terminou na 48.ª posição, com 59m57s, e Mariana Vargem acabou por abandonar a prova.

 

Vasco Vilaça volta ao pódio e reforça liderança mundial

 

Horas antes, na elite masculina, Vasco Vilaça voltou a brilhar ao conquistar o segundo lugar, somando a quarta presença consecutiva no pódio em cinco etapas do campeonato. O português mantémse como líder destacado da classificação geral.

Vilaça concluiu a prova apenas três segundos atrás do vencedor, o australiano Matthew Hauser, que fechou em 50m07s. O atleta luso já soma dois triunfos (Samarkand e Alghero) e outro segundo lugar (Quiberon), consolidando uma temporada de excelência.

“Gabriel Baptista em evidência no Europeu de Pista de Juniores e Sub-23”


Fotos: UEC

A Seleção Nacional de Pista cumpriu, este sábado, o seu quinto dia no Campeonato da Europa de Juniores e Sub-23, que decorre em Cottbus, na Alemanha, até amanhã. Estiveram em ação três portugueses, sendo eles Marta Carvalho e Gabriel Baptista no Omnium de Sub-23 e Vicente Saraiva, que disputou a Corrida por Pontos de Juniores masculinos.

Gabriel Baptista terminou em 12.º lugar o programa de Omnium de Sub-23 masculinos, ao somar 75 pontos, sendo o corredor que mais se destacou da participação da Seleção Nacional este sábado. O espanhol Alvaro Marchal Navas sagrou-se Campeão Europeu, à frente do italiano Davide Stella e do turco Ramazan Yilmaz, medalha de prata e bronze, respetivamente.


“O Gabriel fez pela primeira vez um programa de Omnium na sua categoria Sub-23. É um atleta que também não tem muita experiência a competir em velódromos abertos, pelo que o dia de hoje foi um momento de aprendizagem importante com vista ao futuro”, explicou o Selecionador Nacional, Gabriel Mendes. As duas primeiras provas do programa “não correram como desejado, especialmente o Scratch. O rendimento poderia ter sido melhor, mas cometemos alguns erros, essencialmente técnicos e de tomada de decisão, que tiveram um impacto importante na classificação geral após duas provas disputadas”. O Selecionador Nacional destacou, ainda, que a segunda parte do programa foi “francamente mais positiva”, com Gabriel Baptista a melhorar na Eliminação e especialmente na Corrida por Pontos, onde trabalhou arduamente, “sendo o atleta que mais pontuou durante a prova e um dos mais interventivos na disputa da mesma, o que lhe permitiu subir ao 12.º lugar, fruto do esforço e atitude competitiva que teve”.

Também no Omnium Sub-23, mas em femininas, Marta Carvalho conclui a competição na 14.ª posição e com um total de 30 pontos. O título europeu foi conquistado pela bielorussa Palina Konrad, que somou 135 pontos, o segundo lugar ficou com a alemã Messane Brautigam e a terceira posição pertenceu à dinamarquesa Ida Fialla.


“A Marta não foi muito regular no programa de Omnium. Teve na prova de Scratch e Eliminação os melhores desempenhos e resultados, contudo, na prova Tempo Race e Corrida Por Pontos, especialmente esta última, teve muitas dificuldades motoras para acompanhar o ritmo elevado do pelotão, em momentos decisivos da prova”, frisou Gabriel Mendes. “Foi também a primeira vez que competiu numa pista aberta e neste nível competitivo, pelo que a experiência adquirida esta semana e a oportunidade que teve, foi importante para avaliarmos o que nos separa das nações mais competitivas e o respetivo trabalho a desenvolver, para se evoluir futuramente”, concluiu o treinador.

Já o Júnior Vicente Saraiva disputou a Corrida por Pontos este sábado, onde terminou a prova na 20.ª posição. O Campeão Europeu foi o israelita Ido Dagan (29 pontos) e a prata foi para o alemão Leon Resag. O bronze ficou com o norueguês Daniel Kartevoll.

“O Vicente também foi um estreante no dia de hoje. Tem pouca experiência neste nível de competição e tipo de velódromo, mas não foi isso que o impediu de ter uma participação muito positiva na prova”, sublinhou o Selecionador Nacional. A prova tornou-se bastante exigente e disputada, o corredor “soube gerir adequadamente a energia disponível, terminou na volta do pelotão, cumprindo o plano de trabalho delineado, e conseguiu o objetivo de pontuar pelo menos num dos sprints da prova. Naturalmente tem aspetos a melhorar e a desenvolver futuramente, mas no global, teve um desempenho bastante positivo na competição”.

A prestação portuguesa neste Europeu de Pista termina este domingo, com a participação dos Sub-23 masculinos Gabriel Baptista e João Martins no Madison.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

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