sexta-feira, 21 de agosto de 2026

“Julian Alaphilippe fecha o capítulo: estrela francesa abandona o ciclismo após Tour dramático”


Por: José Morais

Julian Alaphilippe decidiu pôr fim, de forma imediata, à sua carreira no ciclismo profissional. O Tour de France de 2026, onde alinhou pela oitava vez, tornouse o derradeiro palco de um dos corredores mais marcantes da última década. A notícia, avançada por L’Équipe e Wielerflits, confirma aquilo que o francês já deixara transparecer na etapa rainha: a chama estava a apagarse.

 

O adeus anunciado nas montanhas

 

Na mítica etapa 20, exausto e emocionalmente esgotado, Alaphilippe admitiu que já não via futuro na alta competição. O francês de 34 anos confessou que o prazer de correr desaparecera e que o ciclismo moderno já não o representava.

“Só quero segurar o meu filho nos braços”, disse, num desabafo que soou a despedida. “Talvez tenha sido a minha última corrida. Aproveitei tudo o que pude.”

A temporada já mostrava sinais de declínio: duas tentativas de fuga no Tour sem sucesso, dificuldades evidentes nas subidas e apenas um resultado relevante o quinto lugar no GP Gippingen. Provas que outrora dominava, como a Amstel Gold Race ou a Flèche Wallonne, tornaramse impossíveis de concluir.

 

Contrato até 2027, carreira até 2026

 

Apesar de ter renovado com a Tudor até 2027, Alaphilippe optou por não cumprir o último ano de contrato. Fontes próximas garantem que não voltará a competir em 2026, e a equipa suíça mantém silêncio absoluto. A sua presença nas clássicas canadenses, anunciada recentemente, foi cancelada.

 

Um palmarés que marcou uma era

 

O francês deixa o pelotão com um legado que poucos conseguem igualar:

Bicampeão mundial (2020 e 2021)

Milão–Sanremo 2019

Flèche Wallonne (2018, 2019, 2021)

Strade Bianche 2019

Clássica de San Sebastián 2019

GP Québec 2025

Seis vitórias no Tour de France, onde vestiu a amarela durante grande parte da edição de 2019

Alaphilippe foi, durante anos, sinónimo de espetáculo: ataques explosivos, descidas arriscadas, vitórias emocionantes e uma personalidade que conquistou adeptos em todo o mundo.

 

Fim de carreira, início de outra vida

 

O francês sai sem drama, mas com sinceridade. Sai porque já não sente o ciclismo como antes. Sai porque a vida fora da bicicleta o chama. Sai porque, às vezes, o maior ato de coragem é saber parar.

“Sprint de fogo na Alemanha: Magagnotti dispara para a vitória e Iúri Leitão garante lugar no pódio”


Por: José Morais

A segunda etapa da Volta à Alemanha ganhou intensidade e drama na chegada a Offenbach an der Queich, onde o italiano Alessio Magagnotti voltou a mostrar o poderio da Red Bull-BORA-hansgrohe. Num sprint explosivo, deixou para trás o francês Paul Magnier e o português Iúri Leitão, que assinou um sólido terceiro lugar no dia seguinte à renovação do seu contrato com a Caja Rural-Seguros RGA até 2028.

A tirada, longa e nervosa, percorreu 197 quilómetros desde Schwäbisch Hall e terminou com os três primeiros a cruzarem a meta com o mesmo tempo: 4:40.13 horas. Leitão, campeão olímpico de pista, voltou a provar que está em excelente forma, mesmo numa etapa marcada pela velocidade pura.

Entre os restantes portugueses, Nelson Oliveira (Movistar) foi 43.º e António Morgado (UAE Emirates) 81.º, ambos com o mesmo tempo do vencedor. O francês Louis Barré, da Visma-Lease a Bike, segurou a liderança geral, mantendo seis segundos de vantagem sobre o mexicano Isaac Del Toro e 18 sobre o italiano Giulio Ciccone.

Na classificação geral, Nelson Oliveira é o melhor luso, ocupando o 25.º lugar, a 45 segundos. Morgado segue em 33.º, a 1.22 minutos, enquanto Leitão, mais focado nas chegadas rápidas, está em 83.º, a 16.17 minutos.

A corrida continua este sábado com uma etapa de 170,8 quilómetros entre Herxheim bei Landau/Pfalz e Bad Dürkheim, onde se espera nova batalha entre sprinters e candidatos à geral.

“Quatro portugueses nos Jogos do Mediterrâneo Triatlo”


Os Jogos do Mediterrâneo, onde o Triatlo vai estar representado por quatro atletas, começaram esta sexta-feira (dia 21 de agosto) na cidade italiana de Taranto. A nossa Seleção Nacional vai estar representada por:

Afonso Ferreira (prova individual masculina e estafeta mista)

Gustavo do Canto (prova individual masculina e estafeta mista)

Inês Rico (prova individual feminina e estafeta mista)

Matilde Santos (prova individual feminina e estafeta mista)

As competições irão decorrer em formato de circuito pela cidade de Taranto, sendo a prova individual na tarde de 29 de agosto e a prova de estafeta mista no dia 31 de agosto.

Na edição de 2018, em Tarragona, o triatlo trouxe para casa duas medalhas de ouro, por Melanie Santos e João Pereira.

Portugal vai estar nos Jogos do Mediterrâneo com 168 atletas, em 30 modalidades. O evento encerra a 3 de setembro.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“Seis corredores representam o ciclismo português nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026”


O ciclismo luso vai estar representado por seis atletas nos Jogos do Mediterrâneo Taranto 2026. A Equipa Portugal será composta por quatro corredores masculinos e duas corredoras femininas, que vão competir nas provas de contrarrelógio individual e de fundo, agendadas para 22 e 24 de agosto, respetivamente.

A edição dos Jogos do Mediterrâneo de 2026 arrancou ontem em Taranto, Itália, terminando dia 3 de setembro. A convocatória nacional integra Afonso Silva (Team Tavira-Crédito Agrícola), Pedro Silva (Feira dos Sofás-Boavista), Rafael Reis (Anicolor / Campicarn) e Tiago Antunes (Efapel Cycling) no setor masculino. Em femininos, Portugal será representado por Beatriz Roxo (ODL Team) e Raquel Queirós (Atum General/Tavira/Madre Fruta). A comitiva será liderada por Valter Sousa, Selecionador Nacional de Elites e Sub-23 masculinos e Coordenador das Seleções Nacionais.

A estreia lusa acontece já amanhã, 22 de agosto, com os contrarrelógios individuais no Circuito Citadino, em Taranto. Beatriz Roxo e Raquel Queirós entram em ação às 10h00, enquanto Afonso Silva, Pedro Silva, Rafael Reis e Tiago Antunes competem a partir das 12h00 (horas de Portugal).


Um dos destaques da Seleção Nacional é Rafael Reis, que regressa aos Jogos do Mediterrâneo como campeão em título do contrarrelógio individual. O corredor português conquistou a medalha de ouro em Oran 2022, edição onde também Daniela Campos trouxe uma medalha, neste caso prata, na prova de fundo.

“Partimos para o contrarrelógio masculino com ambição. Rafael Reis é o campeão em título dos Jogos do Mediterrâneo e tem mostrado novamente esta época a sua qualidade nesta especialidade. Tiago Antunes chega também num excelente momento, depois do segundo lugar no contrarrelógio da Volta a Portugal. Sabemos que a concorrência é forte, com ciclistas como Luca Giaimi, vice-campeão italiano de contrarrelógio, mas acreditamos que os dois portugueses têm condições para estar na discussão pelas medalhas”, afirmou Valter Sousa.

No setor feminino, “Beatriz Roxo e Raquel Queirós têm ainda pouca experiência internacional nesta especialidade. O objetivo será fazer uma prova consistente, aproveitarem esta oportunidade para continuarem a evoluir e procurar a melhor classificação possível, perante uma oposição que conta também com atletas de grande experiência internacional, como Elena Cecchini”, explicou o Selecionador Nacional, também relativamente ao dia de amanhã.


As corridas de fundo realizam-se na segunda-feira, dia 24 de agosto, no Circuito Valle d’Itria. A prova feminina tem início às 08h00, seguindo-se a corrida masculina às 12h00.

A 20.ª edição dos Jogos do Mediterrâneo assinala a terceira presença de Portugal na competição, depois de Tarragona 2018 e Oran 2022. O ciclismo nacional volta a integrar a missão portuguesa com a ambição de lutar pelos lugares cimeiros e reforçar o palmarés da modalidade.

Portugal vai estar representado nesta edição com 168 atletas de 30 modalidades, sendo que 32 destes atletas já estiveram em Oran 2022, onde, no total, foram conquistadas 25 medalhas (sete ouro, 10 prata e oito bronze).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“PLÁTANO DE CANARIAS, PATROCINADOR OFICIAL DA LA VUELTA”


Por: Daniel Peña Roldán

• A marca promove o Prémio Combatividade em cada etapa e reforça assim o seu papel como "fruto do desporto espanhol", ao associar a sua imagem ao esforço, resistência e disciplina do ciclista mais combativo de cada dia, escolhido por voto popular dos adeptos

• Esta ação reforça a sua presença e notoriedade numa época sazonal complexa, devido às mudanças nos padrões alimentares típicas do verão.

Plátano de Canarias, patrocinador oficial da La Vuelta, dá mais um passo em frente no seu compromisso com o patrocínio desportivo ao associar a sua marca ao Prémio Combatividade, o prémio que reconhece cada etapa ao ciclista que mais contribuiu para o espetáculo da corrida através de ataques, fugas, tentativas de vitória ou uma atitude particularmente ofensiva.

"Com este patrocínio reforçamos a nossa presença num período-chave para os produtores, e fazemo-lo num dos recintos desportivos mais seguidos de Espanha. O Prémio Combatividade representa perfeitamente os valores que partilhamos com o desporto, o esforço, a resistência e o autoaperfeiçoamento", disse Sergio Cáceres, gestor e diretor de marketing da Plátano de Canarias.

 

Um prémio que é símbolo de resistência

 

O Prémio Combatividade distingue, palco a palco, o corredor cuja dedicação define o carácter do dia: esforço, resistência e disciplina postos ao serviço do espetáculo. Ao contrário de outras classificações, este reconhecimento é decidido por voto popular; Os adeptos votam diariamente no seu ciclista mais combativo, transformando o prémio num ponto de ligação direta entre o público e a corrida.

Este mecanismo de votação diária coloca o Plátano de Canarias num ambiente de máxima audiência e interação com o público, num dos eventos desportivos mais seguidos do calendário, com uma presença diária na transmissão de cada etapa durante as três semanas de competição.

 

La Vuelta, o maior evento desportivo Marca España

 

A La Vuelta é considerada o maior evento desportivo da Marca España, uma plataforma de projeção nacional e internacional que este ano de 2026 terá início no Mónaco no sábado, 22 de agosto, e terminará no domingo, 13 de setembro, em Granada, após 21 etapas de viagem. Este quadro de máxima exposição torna o patrocínio uma oportunidade natural para se conectar com milhões de adeptos desportivos em toda Espanha.

Fonte: Unipublic

Ficha Técnica

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