sábado, 24 de outubro de 2026

“Puy de Dôme coroa rainha do Tour: Edição de 2027 promete decisão épica até ao último quilómetro”


Por: José Morais

O Tour de França Feminino 2027 prepara-se para oferecer uma das edições mais exigentes e imprevisíveis da sua história. Com um percurso de 1.156 quilómetros, distribuídos por nove etapas, e um acumulado superior a 17.600 metros de desnível positivo, a corrida será decidida nas encostas do lendário Puy de Dôme, onde a camisola amarela poderá mudar de mãos nos derradeiros momentos da competição.

Entre 30 de julho e 7 de agosto, o pelotão feminino atravessará dois países numa prova sem dias de descanso, desenhada para manter a incerteza viva desde o arranque até à meta final.

 

Arranque histórico em território britânico

 

Pela primeira vez, a prova feminina partirá da Grã-Bretanha, numa aposta da organização para reforçar a dimensão internacional do evento.

A cidade de Leeds receberá o início da corrida, numa etapa inaugural rumo a Manchester, antes de uma segunda jornada muito mais seletiva até Sheffield. As estradas onduladas do norte de Inglaterra e a sucessão de colinas prometem criar dificuldades logo nos primeiros dias, afastando a ideia de um início tranquilo.

A terceira etapa levará o espetáculo para o coração de Londres, oferecendo uma novidade inédita na história moderna da competição.

 

Londres recebe estreia absoluta contra o relógio

 

O centro da capital britânica será palco do primeiro contrarrelógio por equipas alguma vez integrado no atual formato do Tour de França Feminino.

Ao longo de 18 quilómetros, as formações terão de mostrar coordenação, potência e estratégia para evitar perdas preciosas. Com chegada junto ao Palácio de Buckingham, o exercício coletivo poderá provocar diferenças significativas entre as principais candidatas à vitória final.

Num percurso tão curto quanto intenso, cada segundo conquistado ou perdido poderá revelar-se decisivo na luta pela classificação geral.

 

França recebe pelotão para seis dias sem pausa

 

Depois da aventura britânica, a caravana seguirá para França, onde enfrentará seis jornadas consecutivas sem qualquer interrupção.

As etapas intermédias foram desenhadas para diferentes perfis de corredoras. Haverá oportunidades para velocistas, terrenos favoráveis a ataques de média distância e percursos expostos ao vento capaz de provocar cortes inesperados no pelotão.

Embora menos mediáticas do que as jornadas de montanha, estas etapas poderão desempenhar um papel fundamental na construção da classificação antes dos dias decisivos.

 

La Loge des Gardes abre o ciclo decisivo

 

A verdadeira seleção começará na sétima etapa, com a chegada em altitude a La Loge des Gardes.

A subida final, com 6,7 quilómetros e uma inclinação média de 7,1%, marcará o início de uma sequência de três dias consecutivos de elevada dureza. Será o primeiro grande teste para as especialistas da montanha e uma oportunidade para revelar quem está realmente preparada para lutar pela vitória final.

 

Maciço Central assume protagonismo

 

Ao contrário de outras edições, os tradicionais Alpes e Pirenéus ficam ausentes do percurso.

A organização concentrou as principais dificuldades no Maciço Central, transformando esta região no centro nevrálgico da corrida. As constantes sucessões de subidas e descidas, combinadas com elevados acumulados de desnível, prometem desgastar progressivamente as corredoras.

A oitava etapa, entre La Bourboule e Clermont-Ferrand, surge como uma jornada ideal para ofensivas de longo alcance, mantendo a luta pela liderança completamente em aberto antes do derradeiro confronto.

 

Puy de Dôme prepara final lendário

 

A etapa final não terá qualquer caráter cerimonial.

Pelo contrário, apresenta-se como a mais dura de toda a corrida. Com 170 quilómetros e cerca de 3.840 metros de desnível positivo, o percurso exigirá resistência física e enorme capacidade de recuperação acumulada ao longo da semana.

Todas as atenções estarão concentradas na subida ao Puy de Dôme, um dos símbolos do ciclismo francês. A ascensão decisiva estende-se por 11,3 quilómetros, com uma inclinação média de 7,8%, enquanto os derradeiros quatro quilómetros atingem rampas próximas dos 12%.

Num cenário que evoca alguns dos capítulos mais memoráveis da história do Tour, as diferenças poderão surgir apenas nos metros finais, transformando a luta pela camisola amarela num autêntico duelo de sobrevivência.

 

Favoritas terão de mostrar força coletiva

 

Além da qualidade individual, a edição de 2027 dará uma importância acrescida ao rendimento das equipas.

O contrarrelógio coletivo de Londres poderá condicionar desde cedo a classificação geral, obrigando as principais favoritas a combinarem talento pessoal com uma estrutura sólida à sua volta.

Depois de triunfar em 2026, Demi Vollering parte naturalmente como uma das referências do pelotão. Contudo, perante um percurso tão exigente e uma chegada final de enorme dureza, o Tour de França Feminino 2027 promete uma batalha aberta até ao último quilómetro.

 

As nove etapas do Tour de França Feminino 2027

 

30 de julho - Leeds → Manchester (86 km)

31 de julho - Manchester → Sheffield (154 km)

1 de agosto - Londres → Londres (18 km, contrarrelógio por equipas)

2 de agosto - Le Touquet-Paris-Plage → Calais (123 km

3 de agosto - Neufchâtel-en-Bray → Magnanville (161 km)

4 de agosto - Orléans → Bourges (138 km)

5 de agosto - Nevers → La Loge des Gardes (155 km)

6 de agosto - La Bourboule → Clermont-Ferrand (151 km)

7 de agosto - Clermont-Ferrand → Puy de Dôme (170 km)

 

Raio-X da prova

 

Datas: 30 de julho a 7 de agosto de 2027

Etapas: 9

Distância total: 1.156 km

Desnível positivo: 17.665 m

Dias de descanso: 0

Partida: Leeds

Primeiras etapas: Grã-Bretanha

Contrarrelógio por equipas: 18 km em Londres

Etapas consecutivas de montanha: 3

Etapa final: 170 km

Desnível da última etapa: 3.840 m

Subida decisiva: Puy de Dôme (11,3 km a 7,8%)

Rampas finais: cerca de 12%

Tudo aponta para uma conclusão emocionante: em 2027, o Tour de França Feminino não terminará numa celebração protocolar, mas sim numa escalada brutal onde as mais fortes decidirão a corrida diante de uma das montanhas mais icónicas do ciclismo mundial.

“Tour 2027 aposta no contrarrelógio para agitar a luta pela amarela e travar o domínio de Tadej Pogacar”


Por: José Morais

A apresentação oficial do percurso do Tour de France 2027 continua a gerar debate no pelotão e entre antigos campeões. A inclusão de 71 quilómetros de contrarrelógio individual surge como uma das grandes novidades da prova e é vista por muitos como uma tentativa clara de tornar a luta pela classificação geral mais equilibrada, numa era marcada pela superioridade de Tadej Pogacar.

Entre os nomes que analisaram o traçado destacam-se Tom Dumoulin e Chris Froome, dois especialistas na disciplina do contrarrelógio, que consideram que esta mudança poderá alterar significativamente a dinâmica da corrida.

 

Dumoulin vê mudança estratégica da organização

 

Tom Dumoulin mostrou-se entusiasmado com o regresso de uma quilometragem significativa de contrarrelógio ao Tour, algo que tem sido cada vez mais raro nas últimas edições.

O antigo vencedor do Giro d'Italia acredita que os organizadores procuraram criar um percurso capaz de manter a incerteza durante mais tempo. Na sua opinião, a crescente hegemonia de Pogacar levou a organização a repensar o desenho da corrida, aumentando o peso de uma especialidade onde as diferenças podem ser mais expressivas entre os candidatos ao triunfo final.

Dumoulin destacou ainda que corredores como Remco Evenepoel poderão beneficiar diretamente desta opção, uma vez que o belga tem demonstrado ser um dos maiores especialistas mundiais na luta contra o cronómetro.

 

Froome acredita que os rivais terão de mudar a preparação

 

Chris Froome partilha a ideia de que a alteração do percurso não diminui o estatuto de favorito de Pogacar, mas considera que poderá obrigar os seus adversários a preparar a temporada de forma diferente.

O britânico recorda que o esloveno continua a ser extremamente competitivo em todos os terrenos, incluindo nos contrarrelógios, mas entende que um maior número de quilómetros nesta disciplina oferecerá novas oportunidades aos rivais para reduzirem diferenças antes das etapas de alta montanha.

Segundo Froome, a combinação entre dias decisivos na montanha e longos exercícios individuais contra o relógio poderá contribuir para uma classificação geral mais aberta e imprevisível até às últimas jornadas da corrida.

 

Um regresso aos grandes contrarrelógios do passado

 

Os 71 quilómetros previstos para a edição de 2027 representam um dos maiores volumes de contrarrelógio das últimas décadas. É preciso recuar a 2012 para encontrar um Tour com números superiores, numa edição em que a especialidade teve um papel determinante na conquista da camisola amarela.

O primeiro teste individual acontecerá na 7.ª etapa, enquanto o segundo está agendado para a 16.ª jornada, dois momentos que poderão ter influência decisiva na luta pela vitória final.

 

Pogacar continua a ser o homem a bater

 

Apesar das alterações introduzidas pela organização, o consenso mantém-se: Tadej Pogacar entra novamente como o principal candidato ao triunfo. O esloveno já demonstrou que é capaz de vencer tanto na montanha como no contrarrelógio, tornando-se um corredor difícil de fragilizar, independentemente do perfil da prova.

Ainda assim, a nova configuração do Tour poderá abrir espaço para que corredores como Remco Evenepoel ou Jonas Vingegaard encontrem mais oportunidades para desafiar a supremacia do campeão esloveno e mantenham a batalha pela camisola amarela viva durante mais tempo.

“Impasse judicial atrasa avanço do caso ligado à antiga W52-FC Porto2"


Por: José Morais

Falta de documentação essencial leva Tribunal de Felgueiras a adiar deliberação sobre a admissibilidade de testemunhas num dos processos relacionados com a operação Prova Limpa.

O Tribunal Local de Felgueiras decidiu suspender, sem nova data definida, a sessão que estava prevista para a próxima segunda-feira e que deveria determinar se várias figuras ligadas à antiga equipa W52-FC Porto poderiam prestar depoimento no julgamento em curso.

A decisão foi tomada depois de o tribunal verificar que ainda não recebeu os elementos documentais considerados necessários para esclarecer a situação processual de diversas pessoas indicadas como testemunhas pela acusação. Sem essa informação, o juiz optou por adiar a análise da questão.

No centro da controvérsia estão o ex-diretor desportivo Nuno Ribeiro e um conjunto de antigos corredores da formação portista, cuja intervenção no processo foi contestada pela defesa de Adriano Quintanilha. Os advogados sustentam que estes intervenientes continuam associados ao processo Prova Limpa na qualidade de arguidos, situação que, na sua perspetiva, os impede de depor como testemunhas enquanto esse estatuto se mantiver.

Face às dúvidas levantadas, o tribunal determinou a recolha de informação oficial destinada a confirmar se os processos em causa permanecem pendentes e qual a posição processual atual dos envolvidos. Enquanto essas verificações não forem concluídas, a decisão sobre a validade dos testemunhos ficará em suspenso.

O julgamento em Felgueiras incide sobre alegadas manobras destinadas a proteger responsáveis ligados à estrutura da equipa de ciclismo. De acordo com a acusação do Ministério Público, terá sido elaborado um código de conduta fictício com o objetivo de demonstrar que determinados dirigentes e entidades associativas desconheciam práticas ilícitas que viriam a ser investigadas no âmbito da operação Prova Limpa.

O contexto do processo ganhou nova relevância após uma decisão do Tribunal da Relação do Porto, que determinou recentemente a repetição do julgamento principal relacionado com a rede de dopagem no ciclismo português. Os juízes consideraram inválida uma das peças de prova utilizadas na primeira instância, ordenando a reformulação do acórdão anteriormente proferido.

Recorde-se que a decisão inicial, emitida pelo Tribunal de Penafiel, tinha resultado em condenações para vários dos envolvidos, entre eles Adriano Quintanilha e Nuno Ribeiro, além de diversos antigos ciclistas da equipa, que receberam penas suspensas.

Com a audiência agora interrompida, o processo regressa a uma fase de espera. A futura apreciação do estatuto das testemunhas e o prosseguimento dos trabalhos judiciais dependerão da chegada da documentação solicitada, cabendo ao tribunal anunciar oportunamente a data da próxima sessão.

“Bernardo Rocha e Rita Xufre conquistam os títulos nacionais de Pump Track”


Fotos: João Calado / FPC

A Póvoa de Santa Iria recebeu este sábado o Campeonato Nacional de Pump Track, numa jornada que reuniu atletas oriundos do BMX, do BTT e do Freestyle na luta pelas camisolas de Campeão Nacional. No final de uma tarde de competição intensa, Bernardo Rocha (Team BMX Quarteira) e Rita Xufre (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) sagraram-se Campeões Nacionais na categoria Elite.

A competição decorreu na pista asfaltada da Póvoa de Santa Iria, uma das principais infraestruturas nacionais dedicadas à modalidade. Após os treinos realizados durante a manhã, os participantes disputaram duas mangas cronometradas em formato “Flying Lap”, contando para a classificação final o melhor tempo obtido por cada atleta.


Na categoria Elite masculina, Bernardo Rocha foi o mais rápido do dia, ao completar o percurso em 16,177 segundos, superando o colega de equipa Leonardo Carmo, segundo classificado, e Manuel Magalhães (Linda a Pastora Sporting Clube), que completou o pódio. Já na Elite feminina, Rita Xufre conquistou o título nacional diante de Hannah Heyse (Team BMX Quarteira).

Nos escalões de formação, Gustavo Pereira (Clube Bicross de Portimão) venceu entre os Sub-15 masculinos, enquanto Mafalda Piedade (Team BMX Quarteira) triunfou em Sub-15 femininos. Em Sub-17, os títulos ficaram entregues a Martim Reis (Linda a Pastora Sporting Clube) e a Maria Pinto (Casa do Povo do Alqueidão), a atleta com o melhor tempo absoluto feminino.

Quanto aos mais jovens, Lourenço Bento (Linda a Pastora Sporting Clube) foi o vencedor em Sub-7 e em Sub-9 foi o colega de equipa Vicente Cardoso o mais rápido. Já nas Sub-9 femininas, Luna Alves (Team BMX Quarteira) foi a vencedora. Na categoria Sub-11, Francisco Gil (Clube Bicross de Portimão) conquistou a vitória e nas femininas foi Maria Rebelo (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) a vencedora do dia. Tomás Cardoso (Linda a Pastora Sporting Clube) triunfou em Sub-13 masculinos e Ema Emídio (Team BMX Quarteira) nas femininas.


Entre os veteranos, Fábio Jorge (Núcleo Bicross de Setúbal / VSPu) conquistou o título nacional de Master 30 masculino, Fábio Piloto (Casa do Povo do Alqueidão) venceu em Master 40 masculino, o colega de equipa Manuel Mendes triunfou em Master 50 masculino e também da Casa do Povo do Alqueidão, Alexandra Loureiro foi a mais forte na categoria Master feminina.

O Campeonato Nacional de Pump Track voltou assim a afirmar o crescimento da disciplina em Portugal, reunindo cerca de uma centena de praticantes de diferentes vertentes do ciclismo, num evento que uniu a fluidez técnica, a velocidade em pista e desempenhos de excelência.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Mariana Vargem brilha na Coreia do Sul e fica às portas do pódio na taça do mundo de triatlo”


Por: José Morais

A triatleta portuguesa Mariana Vargem esteve em destaque este sábado na Taça do Mundo de Tongyeong, na Coreia do Sul, ao alcançar um notável quarto lugar numa das mais competitivas provas internacionais da modalidade. A vitória sorriu à chinesa Xinyu Lin, depois de uma chegada muito disputada.

Única representante de Portugal na competição, Mariana completou o percurso sprint em 56,53 minutos, protagonizando uma recuperação impressionante ao longo da corrida. Depois de sair do segmento de natação a cerca de 30 segundos das primeiras classificadas, a atleta portuguesa respondeu de forma brilhante no ciclismo, conseguindo integrar o grupo da frente antes da derradeira corrida.

A luta pelos lugares do pódio manteve-se em aberto até aos metros finais. Mariana chegou mesmo a assumir a liderança durante a última etapa, mas, já nos derradeiros 600 metros, viu as suas rivais lançarem um ataque decisivo, terminando a apenas 11 segundos da vencedora.

Apesar de falhar o pódio por escassa margem, o resultado representa o melhor desempenho individual da carreira de Mariana Vargem em provas da Taça do Mundo. A prestação ganha ainda maior relevância por surgir poucas semanas depois do bronze conquistado por Portugal na estafeta mista em Roma, reforçando o excelente momento da atleta no panorama internacional.

Com este resultado, Mariana sobe posições no ranking olímpico, ascendendo do 35.º para o 27.º lugar na mais recente atualização da classificação mundial.

No final da prova, a triatleta mostrou-se satisfeita com a exibição, embora reconhecesse que esteve perante uma oportunidade real de alcançar um lugar entre as três primeiras classificadas.

A corrida feminina foi vencida por Xinyu Lin, que concluiu a prova em 56,42 minutos. A chinesa Anqi Huang terminou na segunda posição, a três segundos da vencedora, enquanto a francesa Mathilde Gautier fechou o pódio, a cinco segundos do triunfo.

Na competição masculina, o espanhol Alberto González García confirmou o favoritismo e conquistou a vitória com o tempo de 50,03 minutos. O suíço Max Studer foi segundo classificado, a sete segundos, e o norte-americano Keller Norland assegurou o terceiro lugar, a 14 segundos do vencedor.

“Rafael Sousa e Ana Santos reforçam liderança da Taça de Portugal de Ciclocrosse em Vouzela”


Fotos: Rodrigo Rodrigues / FPC

Rafael Sousa (Feira dos Sofás-Boavista) e Ana Santos (Cannondale Factory Racing) venceram este sábado, em Vouzela, a terceira prova pontuável da Taça de Portugal de Ciclocrosse, nas categorias de Elite masculina e feminina, consolidando a liderança das respetivas classificações gerais.


O Campeão Nacional Rafael Sousa, após vencer a primeira prova da Taça, em Vila Boa de Quires e Maureles, no Marco de Canaveses, voltou a mostrar a sua superioridade, ao completar hoje a corrida Elite masculina em 1h02m26s. O espanhol Miguel Pérez (HB-61) foi segundo classificado, a 17 segundos, enquanto o compatriota Miguel Rodriguez (SuperFroiz) fechou o pódio, a 48 segundos. Bruno Silva (Boavista-Feira dos Sofás), vencedor da Taça de Portugal da época passada, terminou na quarta posição, mas mantém o segundo lugar do ranking.

Na Elite feminina, Ana Santos conquistou a terceira vitória em igual número de provas da Taça de Portugal 2026 / 2027, concluindo as seis voltas ao percurso em 47m12s. A espanhola Ana López (Huesca La Magia Feminas), a 2m24s, e a francesa Lea Coraboeuf (AC Lanester 56), a 3m26s, completaram o pódio. O triunfo permite à portuguesa reforçar ainda mais a liderança da classificação geral.


Entre os Sub-23, Ana López foi a melhor feminina e Rafael Sousa o melhor masculino, sendo ele o líder desta categoria no ranking da Taça de Portugal, com 120 pontos.

Nas categorias jovens, Guillermo Garcia (Avanza A.D.) e Rita Fontinhas (Guilhabreu MTB Team) venceram em Sub-19, Luís Ferreira (Alenquer-G.D.M.-Anipura) e Matilde Fernandes (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) em Sub-17, Tomás Vigário (DOMARSA / Santa Cruz / Bicicastro) e Valeria Riesco (Avivike S.l) foram os melhores em Sub-15 e Rodrigo Macedo (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) e Maria Nogueira (Clube BTT Matosinhos) triunfaram em Sub-13.

Nas contas do ranking, Afonso Falcão (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) e Maria Oliveira (Korpo Activo / Penacova) lideram em Sub-19, Luís Ferreira e Matilde Fernandes em Sub-17 e Tomás Vigário e Leonor Faria (Landeiro | Matinados | Matias&Araújo) em Sub-15.


Nos Masters, Carlos Silva (FC Nespereira BTT) e Patrícia Rosa venceram em M30, Diogo Afonso (Rodactiva) em M35, Rúben Nunes (AXPO / FirstBike Team / Vila do Conde) e Ana Barata (Korpo Activo / Penacova) em M40, Rogério Matos (Rompe Trilhos / Ajpcar) em M45, Marco Macedo (Korpo Activo / Penacova) e Marisa Costa (Korpo Activo / Penacova) em M50, António Passos (Rompe Trilhos / Ajpcar) em M55, Fernando Gonçalves em M60, Joaquim Pinto (Silva & Vinha / ADRAP / Sentir Penafiel) em M65 e Vítor Graça (Ciclismo 20kms Almeirim / Restaurante O Forno) em M70.

Neste momento, os líderes da Taça de Portugal nas categorias Masters são Patrícia Rosa (M30 feminina), Carlos Silva (M30 masculino), Diogo Afonso (M35), Ismael Graça (Clube de Ciclismo de Castelo Branco) em M40 masculino e Ana Barata (M40 feminina), Rogério Matos (M45), Manuel Monteiro (Rompe Trilhos / Ajpcar) em M50 masculino e Marisa Costa (M50 feminina), António Passos (M55), Fernando Gonçalves (M60), Joaquim Pinto (M65) e Vítor Graça (M70).

A Taça de Portugal de Ciclocrosse prossegue este domingo, dia 25 de outubro. A quarta prova pontuável, de categoria internacional UCI C2, tem início agendado para as 9h00, em Vila Real.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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