sábado, 14 de setembro de 2024

“Gustavo Oliveira vence isolado e é o novo camisola amarela Grande Prémio Alves Barbosa”


Gustavo Oliveira (SM Feira/Segmento D'Época/Reol/Bolf) ganhou hoje a segunda etapa do Grande Prémio Alves Barbosa e assumiu o comando da classificação geral.

A ligação de 75 quilómetros, entre Montemor-o-Velho e Águeda foi muito movimentada, mas as várias tentativas de fuga foram infrutíferas até à parte final da corrida. Foi já na subida de Paradela que, com o desgaste acumulado, os ataques começaram a dar resultado.

O primeiro a ganhar vantagem foi Rui Morais (Paredes/Fortunna), que passou isolado no topo do prémio de montanha, colocado a 10,2 quilómetros da meta. No entanto, acabaria por ser alcançado e foi um grupo de três corredores que se destacou para discutir a etapa.

Gustavo Oliveira foi o mais forte do trio, impondo-se ao fim de 1h53m18s de corrida. Com o mesmo tempo chegaram Rodrigo Afonso (Tensai/Sambiental/Santa Marta), segundo, e André Jarmela (Alenquer/GDM/Anipura), terceiro. O pelotão entrou 23 segundos mais tarde.

A etapa provocou uma reviravolta na classificação geral. Gustavo Oliveira desalojou Gonçalo Costa do topo da classificação, tendo uma vantagem de seis segundos sobre o anterior camisola amarela. O terceiro, a 12 segundos, é Dimas Mota (Landeiro/KTM/Matias & Araújo).

Gustavo Oliveira é também o melhor cadete de primeiro ano e comanda a geral por pontos. Rui Morais está na frente da classificação da montanha, Simão Pedrosa (Tensai/Sambiental/Santa Marta) é o primeiro nas metas volantes e a Academia Efapel de Ciclismo mantém-se no lugar cimeiro da geral coletiva.

O GP Alves Barbosa termina neste domingo, dia da etapa-rainha. A tirada liga Coimbra (10h00) a Montemor-o-Velho (12h00), através de um percurso de 83,3 quilómetros de constante sobe e desce, contando com cinco prémios de montanha, o último coincidente com a meta, no Castelo de Montemor-o-Velho.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

'Uma das melhores semanas da minha vida': Destaques de uma inesquecível Haute Route Alps 2024"


Alpes da Alta Rota: realizou-se de 25 a 31 de agosto de 2024

 

A Haute Route Alpes 2024 chegou ao fim, deixando a sua marca em 350 ciclistas de mais de 40 países. De 25 a 31 de agosto, ciclistas amadores de todo o mundo enfrentaram o derradeiro desafio, pedalando mais de 714km e 19,405m no formato de 7 dias e 350km e 10,230m no formato de 3 dias, através de escaladas mundialmente famosas e etapas icônicas ponto a ponto.


A partir do Palais des Sports em Megève, os pilotos aproveitaram a incrível camaradagem e atmosfera dentro do pelotão, juntamente com o apoio de alto nível e os serviços prestados pela Haute Route, para completar os quilómetros desafiantes. De subidas íngremes, dias escaldantes e etapas rainhas, a resiliência e garra dos ciclistas provaram ser extraordinárias mais uma vez, pois abraçaram plenamente a vida como um ciclista profissional.


O Diretor de Corrida, Jean-François Alcan, disse: "A organização foi impecável e a atmosfera competitiva e amigável - proporcionou aos pilotos uma experiência inesquecível."

O evento de 3 dias culminou no topo do icônico Alpe d'Huez, enquanto o evento de 7 dias terminou com um jantar comemorativo no calçadão de Nice – um final perfeito para uma jornada épica pela deslumbrante cidade de Nice, jantar na praia, provou ser o final perfeito para uma incrível viagem pelos Alpes.


Assista à recapitulação da Haute Route Alpes 2024 - l

Recapitulação do vídeo: https://youtu.be/FBQzlv-Ne6U 

Curta: https://youtube.com/shorts/i0NvxWCh1kQ 

De lágrimas de alegria e orgulho a histórias partilhadas de resiliência, amizades ao longo da vida foram forjadas através desta aventura épica. Ouça o que os pilotos disseram enquanto refletiam sobre a experiência:

"A Haute Route permite-lhe encontrar amigos para toda a vida"

"A Haute Route foi incrível, toda a equipa, as estradas, tudo foi perfeito."

"Um evento fantástico, muito bem organizado e com pessoal simpático e entusiasmado. A viagem de uma vida!"

"Tudo o que posso dizer é obrigado, foi uma das melhores semanas da minha vida."


"Por favor, continuem a fazer o que estão a fazer. Haute Route é um grande destaque do meu ano, todos os anos."

A Haute Route Alpes regressa em 2025, com novas estradas e passagens para adicionar à lista de desejos. As inscrições abrem no dia 19 de setembro e as vagas devem esgotar rapidamente.

 

Sobre o ROTA DO HAUTE

Desde a sua criação em 2011, a Haute Route tornou-se um dos eventos de ciclismo mais prestigiados do mundo, oferecendo aos participantes a oportunidade de embarcar em extraordinários gran fondos de vários dias em paisagens montanhosas deslumbrantes. Em novembro de 2023, os eventos franceses da Haute Route foram adquiridos pela France Vélo Evénements, uma empresa francesa criada no início do ano com dois acionistas franceses, a Federação Francesa de Ciclismo e a Amarelinha. A ambição é manter-se fiel ao espírito central da Haute Route: capacitar os ciclistas amadores para se esforçarem numa atmosfera positiva e solidária com um apoio inigualável.

Saiba mais em www.hauteroute.fr

Fonte: Organização

“Seleção Nacional/Homens e juniores femininas encerram participação nacional no Europeu”


Por: José Carlos Gomes

A participação de Portugal no Campeonato da Europa de Estrada, na Bélgica, termina neste domingo, com duas corridas e seis portugueses em ação. De manhã correm três juniores femininas, de tarde três corredores de elite.

A prova-rainha da competição que decorre em Limburgo, desde quarta-feira, é a prova de fundo para a elite masculina, tendo o tiro de partida marcado para as 11h30 de domingo. Como todas as corridas deste europeu, inicia-se junto ao velódromo e ao circuito automóvel de Zolder e termina no centro da cidade de Hasselt.

Iúri Leitão, Ivo Oliveira e Rui Oliveira irão defender as cores nacionais num percurso de 222,9 quilómetros, essencialmente planos, mas com alterações na tipologia das estradas a percorrer. Após a ligação de Zolder a Hasselt os ciclistas irão completar três voltas e meia ao circuito urbano de 14 quilómetros. A seguir deslocam-se para o Circuito de Limburgo, onde cumprirão três voltas ao traçado que inclui os troços de “empedrado” e os muros, antes de voltarem a Hasselt para mais uma volta e meia ao circuito urbano.


Nas corridas de sub-23 e de juniores masculinos, o pelotão desfez-se no empedrado. Em ambos os casos, os ciclistas que saíram na frente desses setores não voltaram a ser alcançados. “A corrida de elite deverá ter semelhanças e diferenças. O que é semelhante é a necessidade de entrar bem colocado nessas zonas. Entre a elite, talvez não se decida aí a corrida, mas haverá corredores que ficam para trás e não voltarão a chegar ao grupo principal”, antevê o selecionador nacional, José Poeira.

Ivo Oliveira acredita que a decisão do título será ao sprint, embora num grupo selecionado. “A passagem pelo empedrado vai esticar muito o pelotão, porque a estrada é estreita. E na saída do ‘pavé’ entramos numa estrada larga, onde o vento pode fazer a diferença. Com o pelotão esticado, pode partir. Acredito que irá passar um grupo de 50 ou 60 corredores para discutir a corrida. Não creio que as subidas façam diferença, porque não têm grande dureza”, considera o corredor.

Antes de o pelotão de elite se fazer à estrada, irão competir as juniores femininas. Portugal estará representado por Daniela Simão, Maria Constança Marques e Raquel Dias. A prova terá 72,9 quilómetros, resultantes da ligação entre Zolder e Hasselt e de três voltas completas ao circuito citadino, sem passagem pelos troços de empedrado.

“O objetivo fundamental é proporcionar a estas corredoras uma experiência competitiva de grande exigência. O europeu faz parte de um processo de formação e de evolução. A primeira meta é que todas consigam concluir a corrida, fazendo-o na melhor posição possível”, explica o selecionador nacional de ciclismo feminino, José Luis Algarra.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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