quarta-feira, 24 de julho de 2024

“Volta a Portugal: 1ª Etapa / Anadia (Sangalhos) - Miranda do Corvo (Observatório Vila Nova) / 158,2 Km / 25 julho”


25/07 - 1ª Etapa:

Anadia (Sangalhos) – Miranda do Corvo (Observatório Vila Nova) - 158,2km Metas Volantes: 25 km– Cantanhede; 49,3km – Montemor-o-Velho 86,2km – Condeixa-a-Nova; Prémios de Montanha: 133,6km(2ªcat.) –Senhor da Serra; 158,2km(1ªcat.) Miranda do Corvo (Observatório Vila Nova)

 

Anadia (Sangalhos)

 

O Município de Anadia, inserido em pleno centro da Região da Bairrada, caracteriza-se pela diversidade cultural que oferece a quem visita.


Visitar Anadia é usufruir de um manancial de experiências. Delicie-se com a sua gastronomia, onde o Leitão é o imperador. Forte, suculenta, apaladada, abundante e variada, eis os atributos fundamentais desta cozinha regional que tem o privilégio único de ser acompanhada por aqueles que são dos melhores vinhos do mundo – os preciosos néctares Bairradinos.

Sinta a natureza através de um passeio onde contemplará as mais belas paisagens vitícolas que, com toda a sua extensão, se perdem no horizonte. Envolva-se no misticismo das caves e adegas. Visite os museus e conheça a sua história. Recue no tempo e deixe-se transportar até ao século XIX, às origens da produção do espumante em Portugal

Exercite o corpo e a mente. Usufrua dos recursos Anadia coloca à sua disposição – Campo de Golfe, courts de ténis, equitação, passeios pedestres e de bicicleta, piscinas, hidromassagem, sauna, teatro, cinema, literatura, património, entre tantos outros.

Sinta a adrenalina dos atletas de alta competição. Assista aos campeonatos e provas nacionais e internacionais no Centro de Alto Rendimento – Velódromo Nacional e pistas de BMX e XCO.

Relaxe numa das estâncias termais – Curia e Vale da Mó – rejuvenesça com a diversidade de tratamentos que estas oferecem. Viaje até á Belle Époque num ambiente mágico e romântico que só a Curia oferece e apaixone-se.

Passeie, divirta-se e encante-se!

Visite Anadia terra de Paixões!

 

Sangalhos

 

Sangalhos é uma freguesia portuguesa do concelho de Anadia, constituída pelos seguintes lugares: Bicaranho, Casainho, Fogueira, Paraimo, Póvoa do Salgueiro, Ribeira de Sangalhos, Sá, Saima, Sangalhos, São João da Azenha, Vidoeiro, Póvoa do Castelo, Póvoa do Mato, Monte Verde (parte), Porto Lobo, Silveiro, Vila, Póvoa da Palmeira.

"A freguesia de Sangalhos, do concelho e comarca de Anadia, do distrito e diocese de Aveiro, situa-se no cume duma encosta que domina o vale do rio Cértima, desfrutando também, de amplo panorama repleto de beleza e de luxuriante vegetação que se estende, do lado Sul, até à histórica serra do Buçaco e, do Nascente, até ao cume da serra do Caramulo, ao Caramulinho, conhecido em Sangalhos por «Cesto Poceiro», dada a sua parecença com este tipo de cestos.

Dista 7,5 quilómetros a Norte da sede do Concelho; a 24 a Sueste da sede do Distrito; 1 a Sudoeste do apeadeiro do caminho-de-ferro do Paraimo; 3 a Sueste da estação de Oliveira do Bairro; -5 a Norte de Mogofores, todas na linha do Norte e 16, aproximadamente, a Sudoeste da de Águeda, na linha do Vale do Vouga.

Confronta do Norte com a freguesia e concelho de Oliveira do Bairro, com a de Aguada de Baixo, do concelho de Águeda, com Amoreira da Gândara, Mogofores, Ancas, Avelãs de Cima, Avelãs de Caminho, Paredes do Bairro, Arcos e São Lourenço do Bairro, do Concelho de Anadia.

 

Miranda do Corvo (Observatório Vila Nova) - Miranda, Paixão Natural

 

Miranda do Corvo é uma terra apaixonante. O Município tem muito para oferecer aos visitantes, desde o património histórico, cultural e religioso, passando pelos adeptos da gastronomia, até aos desportistas e amantes da natureza.

Todo o património está espalhado pelas quatro freguesias de Miranda do Corvo. No núcleo histórico do centro da vila de Miranda do Corvo, que resiste ao desgaste da vida moderna, convidamo-lo a visitar a Torre Sineira e a Igreja Matriz, situadas no Alto do Calvário, a passear pelas estreitas ruas repletas de história e habitações de traça centenária.

Visitas ao Mosteiro de Semide, ao Santuário do Senhor da Serra e à Capela da Nossa Senhora da Piedade de Tábuas são indispensáveis. Os três pontos são de grande interesse religioso e recebem milhares de visitantes por ano. A estes junta-se o Templo Ecuménico que une as várias religiões do mundo.

Inserida na rede das Aldeias de Xisto da Serra da Lousã, a aldeia do Gondramaz é um lugar idílico para visitar. A aldeia abre-se em locais estratégicos para a beleza da serra que a envolve com o seu manto verde. É ainda ponto de passagem obrigatório dos mais de 200km de trilhos sinalizados de trail running, btt e caminhadas que percorrem a quase totalidade do concelho.

Unindo a natureza ao espírito selvagem, o Parque Biológico da Serra da Lousã é um espaço único na região que reúne um vasto conjunto de animais representativos da fauna portuguesa.

Em termos gastronómicos, a mesa estará sempre bem recheada. A Chanfana é, claro está, a rainha. Eleito uma das 7 Maravilhas à Mesa de Portugal, este prato típico nasceu no Mosteiro de Semide e atrai milhares de visitantes a Miranda do Corvo para comer esta iguaria no berço onde nasceu. A ementa é vasta, os negalhos, a sopa de casamento, o sarrabulho ou o bucho recheado são pratos da gastronomia tradicional que deliciarão os amantes de um bom prato. Para finalizar os doces conventuais, as súplicas e a nabada. Tudo acompanhado com um bom vinho de Lamas.

Razões não faltam para visitar Miranda do Corvo, um concelho que se envolve com a natureza, que apaixona pelas suas gentes e pela sua história, que no fundo, é uma Paixão Natural.

Fonte: Podium

“Volta: ‘Cromos’ de 25 anos da equipa de Mortágua imortalizados em caderneta”


Por: SIF // AJO

Fonte: Lusa

O Velo Clube do Centro, a correr como Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, foi fundado há 25 anos por Pedro Silva e lança, na Volta a Portugal que hoje se inicia, uma caderneta de cromos para imortalizar as suas glórias.

Assente numa filosofia de “esforço, trabalho, honestidade, as bases de qualquer sociedade que se queira bem”, diz à Lusa o diretor desportivo, Gustavo Veloso, a equipa granjeia simpatia e vive o momento mais fulgurante da sua história.

A caderneta ajuda a imortalizar momentos como os três triunfos na edição de 2023 da Volta, com Leangel Linarez e João Matias, mas muitos outros que mostram o desenvolvimento de uma equipa “que nasceu de baixo, com as escolinhas”, assente no antigo ciclista e presidente Pedro Silva, que morreu em 2021, na gente de Mortágua (distrito de Viseu) e na atual presidente, Leonor Silva.

“O Pedro foi quem meteu a semente e cuidou muito bem da árvore que foi crescendo. Assentou as bases do que somos hoje em dia. Por desgraça, o Pedro já não está aqui, mas os seus conselhos e maneira de trabalhar continuam na equipa. Isso é um bocadinho o resumo destes 25 anos”, diz o galego que dirige os destinos desportivos da equipa.

Xavier Silva, filho de Pedro Silva e diretor desportivo adjunto, lembra o papel do pai ao fundar um conjunto “humilde, em que tudo se consegue à base do trabalho, com espírito de equipa, de dar tudo pelo companheiro”.

“A partir da perda dele continuámos com o projeto. Os valores que trouxe para a equipa mantêm-se ao dia de hoje. (...) Queríamos lançar esta caderneta inédita na Volta, um artefacto que queremos que possa perpetuar estes 25 anos, com amantes da modalidade, simpatizantes da equipa e colecionadores”, declara.

Além de fazer em ‘cromos’ ciclistas como João Matias, Linarez ou Bruno Silva, bem como todo o ‘staff’, deixa impressos vários “momentos marcantes na história do projeto”, que se quer “eternizar”.

A equipa vai distribuir caderneta e cromos no autocarro colocado nas partidas e chegadas da 85.ª edição, que hoje arranca em Águeda e termina em 04 de agosto, em Viseu, e há “um prémio para quem completar a caderneta, uma camisola autografada por todos”, num exemplo da forma como gostam de interagir e aproximar todos os amantes da modalidade.

Adepto da filosofia embora tenha corrido em Portugal por outras equipas, tendo como ponto alto o ‘bis’ na Volta em 2014 e 2015, Gustavo Veloso lembra que parte destes valores estão no “saber perder”.

“Perdemos muito mais dias do que ganhamos. Alguns atletas, como o Tadej Pogacar [vencedor da Volta a Itália e Volta a França este ano], ganha muitos mais dias, mas o normal é perder muito mais dias para ganhar só um, dois ou três. Temos de ser bons é na derrota. Na vitória, toda a gente está feliz”, afirma.

O diretor desportivo nota as três vitórias em etapa em 2023 como ponto alto, depois de em 2022 se estrearem a vencer na Volta. “Vamos ver se no futuro ainda conseguimos melhorar”, atira.

Já Xavier Silva nota como a equipa se soube “reerguer, após tempos muito complicados” na sequência da perda do pai, embora a equipa tenha feito jus aos versos de José Mário Branco em “Ser Solidário”: “Fazer de cada perda uma raiz/e improvavelmente ser feliz”.

“Estamos a fazer o que ele queria: sermos felizes a andar de bicicleta, sendo profissionais. Temos a certeza que ele estará feliz. (...) Sentimos o carinho. Na estrutura, somos todos amáveis com o público, gostamos de interagir e que as pessoas se sintam parte deste projeto, que é do interior, onde tudo é mais complicado. Dá-nos força para continuar”, acrescenta.

A 85.ª Volta a Portugal arranca hoje, com o prólogo, em Águeda, terminando, 1.539,5 quilómetros depois, em Viseu, em 04 de agosto.

“Efapel Cycling Prólogo Águeda 5,6 quilómetros”


A Volta a Portugal arrancou esta tarde em Águeda, com um prólogo de 5.6 Km, onde todos os nossos atletas tiveram uma excelente prestação. Na Classificação da etapa conseguimos a 5ª posição com o Aleksandr Grigorev a 9 segundos e 8ª para Tiago Antunes a 15 segundos.

Infelizmente, o Abner González que apresentava boas sensações, teve um infortúnio mecânico logo nos primeiros metros, que lhe levou a perder cerca de 50 segundos para quem vem disputar a Classificação Geral

 

Amanhã alinhamos nestas posições para a 1ª etapa em linha:

 

5ª Aleksandr Grigorev

8ª Tiago Antunes

13ª Joaquim Silva

29ª Keegan Swirbull

53ª Pedro Pinto

62ª Henrique Casimiro

118ª Abner González

Fonte: Equipa Ciclismo Efapel Cycling

Ficha Técnica

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