quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

“UCI Distingue Organização do Troféu Joaquim Agostinho”

Texto: AfterTwo //works

Fotos: João Fonseca

A União Ciclista Internacional classificou com nota máxima a organização do 41º Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras, prova realizada pela União Desportiva do Oeste entre 12 e 15 de Julho de 2018.

Após análise ao relatório efetuado pelos Comissários presentes, a UCI considerou que a prova torriense teve um excelente desempenho a vários níveis, nomeadamente na área da segurança, realização televisiva, promoção, aderência de público e uma definição de percursos variada e equilibrada para a competição.

O organismo que tutela o ciclismo mundial referiu que "a UDO está de parabéns pela qualidade apresentada numa prova desta classe. Realçamos a ótima relação entre o Comité Organizador e o Colégio de Comissários.

É uma organização muito experiente e nada é deixado ao acaso, com todos os envolvidos a entenderem bem os requisitos da UCI e a desenvolverem todos os esforços para responder às nossas solicitações.

O evento é bem promovido e o público faz do ciclismo uma festa, respondendo presente ao longo dos percursos e nos finais das etapas" Recorde-se que o Grande Prémio de Torres Vedras atribuí anualmente o Troféu Joaquim Agostinho ao vencedor da competição, naquela que se constitui como a grande homenagem ao saudoso torriense, melhor ciclista português de todos os tempos e eterno embaixador de Portugal pelos quatro cantos do mundo.

Na edição 2018, e ao fim de 486 quilómetros percorridos por toda a região oeste, coube a José Neves da W52 FC Porto a proeza de erguer o troféu, levando a melhor sobre os 115 ciclistas que se apresentaram à partida da competição em representação de 20 equipas, 13 portuguesas e 7 internacionais.

Fonte: Academia Joaquim Agostinho

“Agenda de Ciclismo”

Algarve internacional também no BTT

Por: José Carlos Gomes

A Volta ao Algarve concentra as atenções do mundo do ciclismo até ao próximo domingo, mas não esgota o ciclismo internacional na região. A Taça de Portugal de Downhill (DHI) arranca, domingo, em S. Brás de Alportel, com uma prova de classe 2 UCI.

Os melhores especialistas portugueses terão a companhia de uma forte armada forasteira, com ciclistas vindos de diversos países, de Espanha a França, do Reino Unido à Alemanha.

A pista do Arimbo é o local escolhido para o arranque da Taça de Portugal de DHI. Trata-se de um traçado renovado, com 1810 metros de extensão, que permitirá aos mais velozes completar a descida em cerca de 3 minutos.

A pista começa a encher-se de velocidade e adrenalina no sábado, dia dos treinos oficiais. Domingo é a jornada competitiva. A manga de qualificação está marcada para as 11h00, estando a final agendada para as 14h30.


Mais eventos oficiais

20 a 24 de fevereiro: 45.ª Volta ao Algarve

23 e 24 de fevereiro: Volta ao Algarve Kids, Mar Shopping, Loulé

23 de fevereiro: Volta ao Algarve – Passeio Feminino, Albufeira

24 de fevereiro: BTT Trilho dos Moinhos, Barcelos

24 de fevereiro: 9.º Resistência 3 Horas BTT do Juncal, Porto de Mós

24 de fevereiro: Algarve Granfondo Cofidis, Loulé

Fonte: FPC

“Tiago Machado critica 1.ª etapa da Volta ao Algarve: «Não se usa este tipo de percursos»”

Queda aconteceu a sete quilómetros do final e afetou grande parte do pelotão

Por: LUsa

Foto: Filipe Farinha

O ciclista português Tiago Machado (Sporting-Tavira) criticou esta quarta-feira o percurso da primeira etapa da Volta ao Algarve, que considera ter causado uma queda que envolveu dezenas de corredores.

"Se querem bom espetáculo, então que possam dar condições para ter um bom espetáculo. (...) Ninguém está satisfeito com as condições desta etapa, porque na minha opinião não se usa este tipo de percursos", explicou o famalicense, um de quatro corredores da Sporting-Tavira envolvidos na queda.

A queda aconteceu a sete quilómetros do final, quando as equipas já se preparavam para uma chegada em pelotão compacto a Lagos, e afetou uma grande parte do grupo.

Além de afastar vários sprinters da discussão da vitória, uma série de candidatos à vitória final perderam tempo em relação ao grupo que terminou com o mesmo tempo do vencedor, o holandês Fabio Jakobsen (Deceuninck-Quick Step).

Em 2018, o terceiro classificado na 'Algarvia' de 2015 perdeu cerca de 10 minutos numa queda, também na tirada inaugural, e comentou a falta de motivação que estas situações provocam.

"Depois, o sofrimento numa subida já não é o mesmo, porque já estamos arredados de tudo [nas classificações gerais]", atirou.

Machado terminou a tirada no 75.º posto, a 1.35 minutos do vencedor, enquanto José Gonçalves (Katusha-Alpecin), que disse após o término "não ter hipótese" se não ser apanhado pela queda, numa fase em que "já se faziam os comboios" para o sprint final, perdeu mais de seis minutos.

No final, a queda cobrou ao pelotão a primeira desistência, com o irlandês Edward Dunbar (Sky) a reduzir para 167 o contingente em prova, ainda que outros atletas tenham sido levados para o hospital após o final da tirada.

A primeira etapa da Volta ao Algarve, a mais longa da 45.ª edição, com 199,1 quilómetros, ligou Portimão a Lagos, sendo que Jakobsen vai sair de Almodôvar na quinta-feira, na segunda etapa, com a camisola amarela, de líder da classificação geral.

Fonte: Record on-line

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