quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

“Associação Portugal Talentus”

Associação Portugal Talentus é o clube do mês: todos os meses vamos conhecer melhor os clubes que representam os atletas na modalidade do Triatlo, os seus objetivos, as suas aspitações. Desta vez fomos até Alverca do Ribatejo onde a Associação Portugal Talentus tem sedeado o seu clube. Os clubes estarão mensalmente mais perto de si.


Qual é o conceito da Associação Portugal Talentus?

PT: A Portugal Talentus é uma associação sem fins lucrativos de apoio a jovens talentos na área do desporto e da ciência. Pretendemos apoiar no talentos desportivos em várias modalidades desportivas. Começámos pelo triatlo e criámos um clube para o efeito, apesar de o nosso projeto prever o apoio individualizado a talentos que poderão representar vários clubes de diferentes modalidades desportivas.


O vosso clube foi fundado em 2015. Terminada a época de 2018, pensam ter alcançado os objetivos?

Esta foi a primeira fase da nossa existência. Já representaram o nosso clube de triatlo jovens triatletas de sete países europeus: Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Holanda e Polónia. Logo no primeiro ano fomos vice-campeões nacionais e nos três anos seguintes alcançámos o título de campeão nacional de clubes no setor masculino. Ser tri-campeão nacional de clubes foi um facto inédito no triatlo. As perspetivas iniciais foram claramente atingidas e até ultrapassadas.


Como combinam as duas metas de ‘procura de talentos’ e de Alto Rendimento?

Somos uma espécie de plataforma intercalar entre os “apoios” e os talentos. Para canalizar apoios para o desenvolvimento da carreira dos talentos precisamos de apresentar standards de elevada qualidade. O próprio nome da nossa associação reflete isso mesmo, ou seja, ajudar quem já tenha talento a desenvolvê-lo e otimizá-lo. Algo que praticamente não existe em Portugal.


Existe alguma estratégia de patrocínios?

Para já, o único veículo de angariação de financiamento tem sido a organização de um evento de massas que se realiza na cidade onde temos a nossa sede, a Corrida Cidade de Alverca.

O triatlo é uma modalidade muito recente no nosso país e não tem ainda a notoriedade que permita chamar a atenção de patrocínios com alguma envergadura. Funcionamos com o que temos, procurando rentabilizar ao máximo os recursos e aproveitar os conhecimentos específicos que alguns dos nossos dirigentes acumularam após algumas décadas de intervenção no fenómeno desportivo e no alto rendimento.


Que serviços disponibilizam aos vossos triatletas?

O clube procura dar apoio em áreas deficitárias e que sejam fundamentais para a evolução dos atletas. Referimo-nos a questões relacionadas com a nutrição, suplementação nutricional e alimentar, massagem, apoio médico e acesso a competições internacionais.


Os treinadores orientam os atletas à distância?

Temos um treinador da equipa que faz o acompanhamento no que diz respeito à sua participação desportiva e os atletas que nos representam têm os seus treinadores pessoais que os acompanham no seu dia a dia D


Existem projetos do clube paralelos ao triatlo?

Temos na gaveta (prontos a serem brevemente colocados em prática) os projetos de acompanhamento de talentos na área da ciência (um Clube de Ciência) em parceria com algumas escolas do 3º ciclo da região do Vale do Tejo, bem como o apoio a jovens talentos de outras modalidades desportivas, nomeadamente a natação e o atletismo.


Alguma alteração prevista para breve?

Tal como na vida e na sociedade onde nos inserimos, em cada dia, mês e ano, apresentam-se novos desafios e cá estaremos para fazer face às exigências que nos sejam apresentadas. Tentaremos ser úteis e ter um papel ativo no apoio a jovens talentos, independentemente do seu local de nascimento, sem que a questão de ordem clubística se sobreponha a este grande objetivo.

O Portugal Talentus participou na última etapa do campeonato com grande vantagem competitiva, conquistando o título de Campeão Nacional de Clubes de Triatlo.

Fonte: FTP

“Matteo Trentin vence 2.ª etapa da Volta à Comunidade Valenciana ao sprint”

Boasson Hagen terminou em quinto e conservou a liderança da geral individual

Por: Lusa

O italiano Matteo Trentin (Mitchelton-Scott) venceu esta quarta-feira ao 'sprint' a segunda etapa da Volta à Comunidade Valenciana, em que o norueguês Edvald Boasson Hagen (Dimension Data) terminou em quinto e conservou a liderança da geral individual.

Trentin, de 29 anos, completou os 166 quilómetros da tirada em 4:10.12 horas, batendo sobre a meta, em Alicante, o francês Nacer Bouhanni (Cofidis Solutions Crédits), segundo colocado, e o britânico Ben Swift (Sky), terceiro.

Na classificação geral, Boasson Hagen segurou a camisola amarela, ao chegar em quinto na etapa, preservando cinco segundos de vantagem sobre o espanhol Ion Izagirre (Astana), enquanto o português Nelson Oliveira (Movistar) cortou a meta em 28.º, a quatro segundos do grupo que disputou a etapa, e subiu ao quinto posto, a 11 segundos da liderança.

O melhor português do dia foi Samuel Caldeira (W52-FC Porto), em 24.º lugar, com o também dragão Edgar Pinto a fechar o 'top 30', tendo Rui Costa (UAE Team Emirates) terminado em 39.º e Amaro Antunes (CCC Team) em 59.º.

Os dois portugueses da Burgos-BH estiveram hoje mais discretos, com Ricardo Vilela em 72.º e José Neves em 98.º, ao passo que na W-52 FC Porto, João Rodrigues foi 81.º, Joaquim Silva 100.º, Rui Vinhas 106.º e António Carvalho 117.º.

O espanhol Raúl Alarcón, corredor 'azul e branco' que venceu as últimas duas edições da Volta a Portugal, esteve envolvido na fuga do dia, com o desgaste a provocar uma perda de mais de oito minutos em relação ao vencedor, tendo cortado a meta no 125.º lugar.

Na sexta-feira, a terceira etapa da prova liga Quart de Poblet a Chera, numa tirada de 191 quilómetros, que culmina numa chegada em alto, após um total de seis contagens de montanha de terceira categoria ao longo do percurso.

Fonte: Record on-line

“Metade das equipas que vão disputar a 45ª Volta ao Algarve são do WorldTour”

Além das três melhores equipas do ranking do ano passado, vão participar ainda mais nove formações de primeira divisão

Por: Lusa

Foto: Filipe Farinha

Metade das 24 equipas que vão disputar a 45.ª edição da Volta ao Algarve são do WorldTour, entre as quais, as três melhores do ranking mundial de 2018, anunciou esta quinta-feira a organização.

Na prova, que decorre de 20 a 24 de fevereiro, além das três melhores do ranking do ano passado - Deceuninck-Quick Step (Bélgica), Team Sky (Reino Unido) e BORA-hansgrohe (Alemanha) - vão participar ainda mais nove formações de primeira divisão.

"Este ano vamos ter mais corredores dos 100 primeiros do ranking do que tivemos no ano passado", disse, durante a apresentação oficial da prova, o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, que acredita que este ano a corrida vai ser ainda "mais competitiva".

Delmino Pereira, que falava na Região de Turismo do Algarve, em Faro, salientou que, apesar de a prova enfrentar a concorrência de outros destinos, como a Colômbia ou países do Médio Oriente, que têm corridas em datas próximas, continua, mesmo assim, a conseguir atrair grande parte das melhores equipas mundiais.

"Em relação ao nosso concorrente Andaluzia, temos o dobro das equipas do WorldTour", exemplificou, notando que na Volta à Andaluzia, no sul de Espanha, participam seis das melhores equipas do mundo, enquanto a Volta ao Algarve reúne 12, de um total de 18 equipas do WorldTour.

Para assinalar os 120 anos de atividade ininterrupta da Federação, em 2019, a Volta ao Algarve terá alguns eventos paralelos que se realizam pela primeira vez, como a Volta ao Algarve Feminina, no dia 23 de fevereiro, em Albufeira, um passeio com baixo grau de dificuldade dirigido exclusivamente às mulheres.

Outra das novidades é a realização da Volta ao Algarve Kids, um percurso de ciclismo de iniciação com participação gratuita para crianças, que vai funcionar em Portimão, no dia da partida da primeira etapa, e também num centro comercial em Loulé nos fins de semana de 16 e 17 e de 23 e 24 de fevereiro.

Segundo Delmino Pereira, será instalada naqueles locais uma pequena pista em que as crianças podem participar numa espécie de mini-Volta ao Algarve "num cenário imaginário".

Na vertente da integração social, está ainda prevista a realização de uma prova de paraciclismo, em Faro, no dia 24, momentos antes da partida da última etapa da competição profissional, em que participarão quatro cegos, apoiados por outros ciclistas, em bicicletas "tandem", com dois lugares.

Na apresentação da prova, o presidente da Região de Turismo do Algarve, João Fernandes, sublinhou que a transmissão televisiva terá o potencial de chegar a cerca de 150 milhões de lares em todo o mundo, num total de 120 países, o que vai levar a que muitas pessoas, não apenas os aficionados, vejam imagens do destino Algarve.

Por seu turno, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve, Jorge Botelho, notou que os 16 concelhos do Algarve apoiam a prova porque perceberam que é "um megaevento de promoção da região".

A Volta ao Algarve de 2019, que tem a classificação 2.HC, a mais elevada do Europe Tour, é composta por cinco etapas, com partida em Portimão, cidade que não recebe a prova desde 2012, e chegada no alto do Malhão, em Loulé.

Fonte: Record on-line

Ficha Técnica

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