domingo, 6 de agosto de 2023

“Effekt revoliciona o apoio à equipa Efapel na 84 Volta a Portugal em Bicicleta com banhos de gelo inovadores”


A EFFEKT, líder em soluções de recuperação para atletas de alto rendimento e entusiastas da superação pessoal, anuncia uma parceria com a equipa de ciclismo EFAPEL Cycling para a 84ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, que acontecerá entre os dias 9 e 20 de agosto.

A EFFEKT irá proporcionar uma vantagem competitiva única aos ciclistas, oferecendo banhos de gelo inovadores, projetados para otimizar o desempenho em cada etapa desafiadora. Diferenciando-se como pioneira em Portugal, a EFFEKT destaca-se pela sua abordagem progressiva em recuperação e aprimoramento atlético. Com a inovação no seu núcleo, a empresa apresenta um centro de recuperação móvel que acompanha os atletas em momentos críticos - os dias de competição. Uma carrinha equipada com as aclamadas banheiras Avantopool e sistemas de compressão de ponta torna-se a ferramenta essencial para impulsionar o desempenho da equipa Efapel ao longo da Volta.

A EFFEKT oferece uma experiência a cada atleta da Efapel, proporcionando banhos de gelo personalizados que são prontamente acessíveis logo após o término de cada etapa. A velocidade de acesso ao inovador centro de recuperação móvel da EFFEKT traduz-se em recuperação acelerada, redução da inflamação e amplificação dos níveis de resistência e energia - fatores cruciais para enfrentar a intensa competição que aguarda os ciclistas.


"Na EFFEKT, o nosso compromisso é com a excelência em recuperação e aprimoramento atlético. Estamos entusiasmados em unir forças com a equipa da Efapel e desempenhar um papel fundamental na jornada deles durante a Volta a Portugal em Bicicleta", afirmam Jorge Martins e Greet Pauwels, fundadores da EFFEKT. "Os nossos banhos de gelo inovadores são projetados não apenas para acelerar a recuperação física, mas também para nutrir uma mentalidade resiliente, colocando os ciclistas no caminho do sucesso".

O nosso diretor geral, José Azevedo, encontra-se bastante satisfeito com esta parceira, “Ter a EFFEKT como nosso patrocinador enche-nos de orgulho. Irá permitir aos nossos ciclistas ter as banheiras 𝘼𝙫𝙖𝙣𝙩𝑜𝑝𝑜𝑜𝙡 no final de cada etapa para iniciarem o quanto antes o processo de recuperação! Agradecemos à EFFEKT o apoio e a aposta na nossa equipa”

 

Sobre a Effekt

 

A Effekt é uma empresa líder em soluções de recuperação e desenvolvimento atlético, através de uma experiência única com banhos de gelo tradicionais finlandeses, combinados com bebidas saudáveis para maximizar os efeitos do restabelecimento físico. Com uma abordagem human-centric, a EFFEKT combina inovação, mobilidade e tecnologia de ponta para elevar o desempenho desportivo e restaurar o corpo e a mente, através de métodos mais eficazes e cientificamente comprovado.

Fonte: EFAPEL CYCLING  

“Seleção Nacional/José Dias sexto no Campeonato do Mundo de Maratona BTT”


Por: Gonçalo Moreira

José Dias terminou o Campeonato do Mundo de Maratona BTT na sexta posição, este domingo, na Floresta de Glentress, Tweed Valley, Escócia. Depois da medalha de bronze conquistada em 2021, o ciclista luso voltou a destacar-se na prova de XCM.

Foi uma corrida em crescendo para José Dias, que terminou a segunda volta na 29.ª posição, a 58 segundos do líder, mas subiu para 10.º na volta seguinte, para nono na quarta e, finalmente, fechou em sexto, tendo completado os 96,5 quilómetros do percurso em 4h18m34s, mais 3m52s que o melhor registo.


Tiago Ferreira, medalha de ouro em 2016 e a de prata em 2017 e em 2020, foi o outro português em prova e terminou na 27.ª posição. O ciclista luso conseguiu garantir o top 30 na última volta, tendo terminado a corrida em 4h27m35s, mais 12m53s que o melhor tempo, as 4h14m42s de Henrique da Silva Avancini.

“A corrida foi bastante dura, tal como nós tínhamos previsto. Foi uma corrida disputada a alta velocidade e muito equilibrada desde o início, num terreno muito duro. Na fase inicial, houve algumas quedas e o Tiago Ferreira perdeu algumas posições importantes que veio a recuperar até ao final”, começou por explicar o selecionador nacional de BTT.


“O José Dias andou sempre no grupo da frente, muito próximo da liderança da corrida. A dada altura, o grupo da frente partiu-se em dois e ele ficou no segundo grupo. Houve uma recuperação e conseguiu terminar na sexta posição, um excelente resultado dentro das nossas expetativas de lutar pelos lugares cimeiros”, acrescentou Pedro Vigário.

Henrique da Silva Avancini repetiu o feito de 2018 e conquistou a medalha de ouro no Campeonato do Mundo de XCM, à frente do checo Martin Stošek, que ficou a 28 segundos, e do alemão Lukas Baum, que chegou a liderar a prova e terminou a 1m43s do brasileiro de 34 anos.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Campeonato do Mundo de Ciclismo 5º dia prova de fundo de estrada”


Nelson Oliveira foi o resistente português no festival de van der Poel

 

Por: José Carlos Gomes

Nelson Oliveira, 46.º classificado, foi o resistente da Seleção Nacional na prova de fundo do Campeonato Mundial de Estrada, uma corrida que consagrou o neerlandês Mathieu van der Poel como novo dono da camisola arco-íris, após 271,1 quilómetros, entre Edimburgo e Glasgow.

A corrida deste domingo foi a demonstração de que, por vezes, a realidade pode assemelhar-se muito à ficção. Não faltaram quedas, chuva, um percurso exigente, uma postura agressiva dos principais candidatos. Mas também aconteceu o inaudito. Uma manifestação manteve a corrida parada durante cerca de uma hora, ainda no troço de ligação entre Edimburgo e o circuito citadino.

Antes disso, no percurso neutralizado entre a partida simbólica e o km 0, os corações portugueses bateram mais forte. Tudo porque João Almeida caiu. O susto foi grande, mas as lesões que serão reavaliadas após a prova não impediram o corredor de seguir em prova, apesar de algumas escoriações e uma dor no pescoço nos momentos imediatos à queda.

Após a paragem forçada, o pelotão acelerou vertiginosamente rumo a Glasgow. Mais do que alcançar os fugitivos, o ritmo visava a colocação na entrada do circuito. Quem não chegasse bem, dificilmente conseguiria um bom resultado. “O sr. Poeira avisou-nos disso logo de manhã, mas não consegui entrar bem colocado. E, num circuito que parecia um critério, isso paga-se caro”, disse Rúben Guerreiro, um dos três portugueses que não terminaram a corrida.

André Carvalho, que, tal como Rúben Guerreiro, abandonou quando faltavam cinco das dez voltas ao circuito, corrobora a ideia. “Desde a paragem a velocidade foi sempre a ‘top’. Fiquei para trás no momento em que caiu o Fernando Gaviria e já não consegui chegar à frente. No lugar em que se entre no circuito é onde se fica. Vamos passando corredores, mas há ‘cortes’ à frente e temos de perseguir outra vez”, descreve o minhoto. João Almeida desistiria uma volta mais tarde, quando começou a chover e o corredor, já a pedalar no segundo pelotão, jogou pelo seguro e optou por não arriscar nova queda.

Nelson Oliveira deu mais uma vez mostras de espírito de sacrifício e de abnegação concluindo a corrida no 46.º lugar, a 14m13s do vencedor. O bairradino fez parte de uma minoria, dado que, dos 195 corredores inscritos, apenas 51 chegaram ao fim.

“Era uma corrida muito técnica com um circuito final em que ou se estava bem colocado e se tinha pernas ou não era possível um bom resultado. No meu caso, até estava bem colocado, mas a fadiga foi-se instalando. A corrida fez-se muito dura. Tentámos honrar a camisola. Infelizmente, não foi possível melhor, mas sexta-feira há mais”, afirmou Nelson Oliveira, já a pensar no contrarrelógio.

A luta pela vitória juntou nas últimas duas voltas um quarteto de luxo: Mathieu van der Poel, Wout van Aert, Tadej Pogačar e Mads Pedersen. A pouco menos de 25 quilómetros do final, o neerlandês aproveitou uma das muitas rampas do circuito e isolou-se. Quando se pensava que estava encontrado o vencedor, a realidade imitando os truques que a ficção usa para prender os espectadores pregou mais uma partida.

Mathieu van der Poel caiu, sofreu escoriações e partiu o sapato direito. Mas rapidamente retomou a marcha e pôde, finalmente, comemorar um título que há muito perseguia. Cortou a meta com 6h07m27s (média de 44,267 km/h). O belga Wout van Aert gastou mais 1m37s e ficou com a medalha de bronze. Enquanto o esloveno Tadej Pogačar bateu o dinamarquês Mads Pedersen na luta pela medalha de bronze, chegando ambos a 1m45s do vencedor.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

Ficha Técnica

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