quinta-feira, 10 de março de 2016

“Paris-Nice/A vingança de Bouhanni à quarta etapa”

“Paris-Nice/A vingança de Bouhanni à quarta etapa”
Foto: ERIC FEFERBERG / AFP
Rui Costa subiu dois lugares na classificação geral.
Nacer Bouhanni venceu ao sprint quarta etapa que ligou Julianas a Romans-sur-Isère na distância de 193,5 km. Este triunfo chega dois dias depois do ciclista da Cofidis ter sido desclassificado por um sprint irregular com Michael Matthews. Bouhanni superiorizou-se ao belga Edward Theuns (Trek) e o alemão André Greipel (Lotto Soudal).
O líder Michael Matthews (Orica) chegou na quinta posição e manteve a liderança da prova. O australiano tem 14 segundos de vantagem sobre Tom Dumoulin (Giant-Alpecin) e 19 sobre Bevin Patrick (Cannondale), Izaguirre (Movistar) e Geraint Thomas (Sky). Já o português Rui Costa (Lampre/Merida) subiu ao 34.º posto, estando a 49 segundos do líder.
Esta sexta-feira corre-se a quinta etapa que ligará Saint-Paul-Trois-Châteaux a Salon-de-Provence. Esta tirada deverá mudar a classificação geral com uma passagem pelo Mont Ventoux.
Fonte: SAPO Desporto

“Tirreno-Adriático/A primeira vitória de 2016 de Stybar vale liderança”

Foto: AFP
O ciclista checo Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep) voltou hoje a demonstrar porque é um dos melhores ‘puncheurs’ do pelotão, ao vencer a segunda etapa do Tirreno-Adriático e, conquistar, como ‘bónus’, a camisola azul.
A etapa, desenhada pelo duas vezes campeão do mundo Paolo Bettini, estava talhada para os ciclistas mais tecnicistas, aqueles que se destacam nas ‘clássicas’, e um deles não desiludiu: Stybar atacou a 2,8 quilómetros da meta e, com a perícia própria de quem é triplo campeão mundial de ciclocrosse, enfrentou os complicados metros finais da ligação de 207 quilómetros para erguer os braços pela primeira vez esta temporada, em Pomarance.
Bem situado na subida de Cerreto, que incluía rampas de 18% de inclinação, o ciclista da Etixx-QuickStep soube vigiar de perto os ataques fugazes de Peter Kennaugh (Sky) e Diego Ulissi (Lampre-Merida) e calcular o momento certo do ataque para chegar isolado e conquistar a liderança da prova italiana.
Segundo na Strade Bianche no sábado passado, o checo aguentou a perseguição de um grupo de respeito, para cortar a meta com o tempo de 05:10.03 horas, um segundo à frente do ‘eterno’ segundo, o eslovaco Peter Sagan, e de Edvald Boasson Hagen (Dimension Data), com Alejandro Valverde (Movistar), quinto, e Vincenzo Nibali (Astana), sexto, a serem os melhores entre os favoritos.
No pelotão principal chegou também Nelson Oliveira (Movistar), que ocupou a 30.ª posição, com o segundo dos portugueses a ser José Gonçalves, no 40.º lugar, a 35 segundos.
Já Tiago Machado demorou mais 47 segundos do que Stybar para cumprir o percurso entre Camaiore e Pomarance, com Ricardo Vilela (Caja Rural) a ser 73.º, a 01.51 minutos, e Domingos Gonçalves (Caja Rural) a ser 127.º, a 05.57 minutos.
Na geral, Stybar, uma das maiores apostas da Etixx-QuickStep para as ‘clássicas’, tem nove segundos de vantagem sobre Greg Van Avermaet e Tejay Van Garderen, ambos da BMC.
Oliveira é o melhor representante nacional na classificação geral, ocupando o 25.º posto, a 38 segundos, seguindo-se-lhe Machado, 49.º a 01.54 minutos. José Gonçalves subiu ao 58.º lugar, estando a 02.29 minutos de Stybar, Vilela é 76.º, a 03.40, e Domingos Gonçalves encerra o trio da Caja Rural, no 124.º, a 07.46.
Na sexta-feira, os ‘sprinters’ têm a sua primeira oportunidade, na terceira etapa, que liga ao longo de 176 quilómetros Castelnuovo Val di Cecina a Montalto di Castro.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

quarta-feira, 9 de março de 2016

“BMC entrega primeira camisola azul do Tirreno-Adriático a Daniel Oss”

Foto: EPA
Por: Lusa
Equipa norte-americana venceu contrarrelógio por equipas.
A BMC puxou esta quarta-feira dos seus galões de dupla-campeã do mundo para vencer o contrarrelógio por equipas que inaugurou o Tirreno-Adriático, oferecendo ao italiano Daniel Oss a primeira camisola azul de líder.
A equipa norte-americana, bicampeã mundial em título da especialidade, não deu hipótese à concorrência, ao cumprir os 22,7 quilómetros com início e final em Lido di Camaiore, em 23.55 minutos, a uma média de 56,948 km/h.
A correr em casa, Oss foi o escolhido para cruzar em primeiro a linha de meta e, consequentemente, para subir ao pódio como líder, sendo escoltado na geral por cinco companheiros da BMC, todos creditados com o mesmo tempo.
Em segundo, a apenas dois segundos ficou a portentosa Etixx-Quickstep, com a FDJ a ser terceira a nove.
Entre os favoritos, foi Vincenzo Nibali quem melhor se saiu, graças ao desempenho da sua Astana, sexta a 15 segundos. Pior esteve a Movistar que, com Nelson Oliveira no seu bloco de trabalho para Alejandro Valverde, não foi além da décima posição, a 29 segundos da BMC.
Tiago Machado e a sua Katusha foram 14.º, a 59 segundos, enquanto a Caja Rural, com Ricardo Vilela e Domingos Gonçalves no conjunto, ocupou a 22.ª e penúltima posição, a 01.41 minutos. José Gonçalves foi o único que não conseguiu acompanhar o ritmo dos colegas, cortando a meta a 01.46 minutos do tempo registado pela BMC.
Na quinta-feira, a segunda etapa do Tirreno-Adriático vai ligar Camaiore a Pomarance, no total de 207 quilómetros.
Fonte: Record on-line

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