terça-feira, 19 de outubro de 2021

“Victor Campenaerts deixa Qhubeka-NextHash e regressa à Lotto Soudal”


Ciclista belga assinou até 2024

 

Por: Lusa

O ciclista belga Victor Campenarts, detentor do recorde da Hora, vai regressar à Lotto Soudal para correr em 2022, 2023 e 2024, anunciou a equipa belga do WorldTour.

O antigo campeão europeu de contrarrelógio regressa à formação em que esteve em 2018 e 2019, deixando a formação sul-africana da Qhubeka, a enfrentar problemas com os patrocinadores para a próxima temporada.

O ciclista de 29 anos venceu uma etapa na Volta a Itália este ano, o principal triunfo de uma época em que se estreou nas clássicas de primavera, um objetivo a que quer dar continuidade, segundo explicou, citado em comunicado.

"Decidi dar menos importância ao contrarrelógio, mas manter um bom nível. Quero partilhar a experiência que tenho com jovens corredores que querem vencer corridas por etapas", acrescentou.

Fonte: Record on-line

“Santini Flanqueia L´Étape du Tour de França 2022 com uma nova coleção especial”


Santini foi selecionada como patrocinadora do L'Étape du Tour de France 2022: a empresa italiana de ciclismo dedica uma coleção masculina e feminina ao famoso evento de ciclismo amador, que se realiza no próximo domingo, dia 10 de julho. As coleções estarão disponíveis para compra na Vila e também no site da marca.

A partir de 2022, a Santini vai patrocinar o L'Étape du Tour de France, um evento de ciclismo que permite a milhares de ciclistas amadores refazerem as estradas da Volta a França como parte de um dos eventos mais apelativos e fulcrais do calendário.

L'Étape atrai mais de 16.000 concorrentes de todo o mundo todos os anos, pois não só entrega todas as emoções de andar de bicicleta nas mesmas estradas do Tour, como também abre as mais belas e icónicas subidas nas montanhas francesas aos cavaleiros.

A edição do próximo ano, no domingo, dia 10 de julho de 2022, verá o pelotão enfrentar Alpe d'Huez no Departamento de Isère francês. Uma das subidas mais traiçoeiras e cansativas de toda a gama alpina, este desafio épico inclui 21 curvas de pino de cabelo, numeradas em descendência descendente para ajudar os ciclistas cada vez mais exaustos a encorajá-los.

 

A coleção Santini


 

A Santini vai produzir uma linha de desgaste de ciclismo para o L'Étape du Tour de France, composto por um kit masculino e um kit feminino, um colete à prova de vento e acessórios como luvas, boné e meias.  O kit masculino é uma mistura de azul-escuro e preto, enquanto o feminino tem uma paleta de cores azul-marinho e azul claro.  A empresa italiana também está a expandir as coleções cápsula adicionando uma t-shirt de algodão com o mesmo gráfico que o resto do kit e uma garrafa de água.

Desenvolvidas pelo grupo de trabalho de design Santini coordenado por Fergus Niland, as coleções são uma homenagem à história do Alpe d'Huez e à sua primeira aparição na Volta à França em 1952. Fausto Coppi venceu nesse ano e as imagens usadas para o fundo das camisolas são retiradas da edição do jornal L'Équipe publicada no dia seguinte à sua vitória.

As faixas brancas e vermelhas do centro da camisola são um aceno às cores da camisola usada pelo grande ciclista italiano e pela sua equipa nesse período também. Uma série de outros elementos gráficos também referem Coppi: incluindo o roteiro "L'aigle solitaire au sommet de l'Alpe d'Huez", o logótipo 1952-2022 na manga e a referência ao 70º aniversário da vitória e a inclusão do Alpe d'Huez na rota Grande Boucle. 

Todos os itens podem ser adquiridos no evento Village e a partir de www.santinicycling.com


A Santini Cycling Wear foi fundada em 1965 por Pietro Santini, que viu um mercado de vestuário técnico de ciclismo como resultado da sua paixão permanente pelo desporto e competição. No que parece ser uma escolha revolucionária e contrariada hoje, a empresa sediada em Bergamo tomou a decisão fundamental de conceber e fabricar todos os seus produtos exclusivamente em Itália. Cada item é projetado e desenvolvido por uma equipe de designers com uma paixão profunda pelo mundo das duas rodas para satisfazer quatro requisitos fundamentais: ajuste, desempenho, conforto e durabilidade.

Atualmente, a Santini produz 5.000 peças de roupa por dia e exporta 80% da sua produção. Está profundamente empenhado em investir em investigação e desenvolvimento de têxteis inovadores e novos métodos de produção. No entanto, as pessoas – atletas – continuam a ser o seu foco central, uma vez que continua a aperfeiçoar as suas criações para permitir que os ciclistas prossigam as suas paixões desportivas num kit confortável mas invisivelmente elegante www.santinicycling.com.

A Amaury Sport Organisation é uma empresa que detém, projeta e organiza eventos desportivos internacionais de topo. Especializada nos eventos "não-stadia", tem conhecimentos internos de profissões ligadas à organização, media e vendas de eventos desportivos.  A A.S.O. organiza 250 dias de competição por ano, com 90 eventos em 25 países.

A.S.O. está envolvida em 5 grandes desportos, incluindo ciclismo com Le Tour de France, desportos motorizados com o Dakar, vela com o Tour Voile, eventos de massa com a Maratona Elétrica de Paris Schneider e golfe com o Lacoste Ladies Open de France. A Amaury Sport Organisation é uma subsidiária do Grupo Amaury, grupo de media e desporto que detém o jornal L'Equipe.

Fonte: Santini

“Portugal com quatro ciclistas nos Mundiais de pista e já a pensar em Paris2024”


Por: SIF // AMG

A seleção portuguesa de ciclismo de pista leva quatro atletas aos Mundiais da modalidade em Roubaix, França, que decorrem de quarta-feira a domingo, com os olhos postos em continuar entre a elite mundial e na qualificação para Paris2024.

“É extremamente importante termos um bom grau de pontuação, por um lado para não perdermos a nossa qualificação para o próximo Mundial, [dado que] os pontos neste campeonato são importantes para o próximo Campeonato do Mundo. Temos de manter um bom grau de pontuação para não perdermos estas aspirações”, explicou à Lusa o selecionador, Gabriel Mendes.

Maria Martins, que conseguiu a única medalha nos Mundiais de 2020 com um bronze no scratch, junta-se a Iúri Leitão, João Matias e Rui Oliveira nos Mundiais, com a atleta olímpica a disputar omnium, eliminação, scratch e corrida por pontos. No masculino, estarão em ação no omnium, madison, eliminação, perseguição individual e scratch.

Em Roubaix, um dos grandes ‘palcos’ do ciclismo mundial, do ‘Inferno do Norte’ que é o Paris-Roubaix ao famoso velódromo, Portugal terá um trio masculino e Maria Martins, sétima classificada no omnium de Tóquio2020, na que foi a estreia olímpica do país na pista.

Já este mês, na cidade suíça de Grenchen, Rui Oliveira sagrou-se campeão europeu de scratch e foi ao bronze no madison, ao lado de Iúri Leitão, este ‘vice’ europeu nos pontos. João Matias, por seu lado, foi segundo na eliminação.

Esse foi “um bom Campeonato da Europa”, avaliou Gabriel Mendes, mesmo que não tenha corrido tão bem a ‘Tata’ Martins, sobretudo devido a uma má corrida de eliminação que lhe prejudicou o concurso olímpico do omnium.

Ainda assim, e já com a seleção a fazer adaptação a uma pista em Roubaix que é “nova, com características diferentes”, de “retas mais longas a curvas mais pequenas”, o foco pode não estar nas medalhas, mas estará em bons resultados.

Ainda sem ter sido divulgado o processo de qualificação para os Jogos Olímpicos Paris2024, o que estará para breve por parte da União Ciclista Internacional (UCI), certo é que pontuar será fundamental, não só para ir amealhando pontos no ‘ranking’ da UCI como para garantir a continuidade no Campeonato do Mundo.

“Nas disciplinas olímpicas, se não obtivermos vaga no próximo Mundial, torna as coisas mais difíceis, ficamos sempre dependentes de outros. Um dos aspetos importantes neste Campeonato do Mundo é conseguir uma boa pontuação”, acrescentou.

O técnico nacional assumiu ainda a ambição de “trabalhar, nas disciplinas olímpicas e nas outras, para estar nas primeiras 12 nações em contexto mundial”.

“Se estivermos dentro desse conjunto de nações, podemos considerar que estamos num bom nível de pontuação”, afirmou.

Perante uma “competitividade muito elevada” no campeonato das principais nações do desporto, falar de medalhas, sobretudo nas provas não cronometradas, o grosso do que terá portugueses em ação, é ‘adivinhar’ dentro de especialidades pouco previsíveis, pelo que a promessa é apenas de “trabalho árduo pelo melhor rendimento possível”.

‘Tata’ Martins é a primeira em prova, na quarta-feira, no scratch, seguindo-se Rui Oliveira na quinta-feira, na mesma disciplina, enquanto a olímpica corre a eliminação. Na sexta-feira, ‘atira-se’ ao omnium, com Iúri Leitão e João Matias na perseguição individual.

No sábado, Leitão corre o omnium, com a prestação lusa em Roubaix a fechar no domingo com Martins nos pontos e Rui Oliveira e Iúri Leitão a fazerem dupla no madison.

 

Programa da seleção portuguesa nos Mundiais de pista:

 

- Quarta-feira, 20 out:

Scratch feminino – Maria Martins.

 

- Quinta-feira, 21 out:

Scratch masculino – Rui Oliveira.

Eliminação feminino – Maria Martins.

 

- Sexta-feira, 22 out:

Omnium feminino – Maria Martins.

Perseguição individual masculina – Iúri Leitão e João Matias.

 

- Sábado, 23 out:

Omnium masculino – Iúri Leitão.

 

- Domingo, 24 out:

Corrida por pontos feminino – Maria Martins.

Madison masculino – Rui Oliveira e Iúri Leitão.

Fonte: Lusa

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