sexta-feira, 5 de julho de 2019

“Pauline Vie e Rui Dolores participam no XTERRA França”

No domingo, dia 7 de julho, realiza-se em Xonrupt, França, uma das provas mais aguardadas do XTERRA Europe

Com 8 etapas realizadas do XTERRA Europe, este será o primeiro evento Gold em 2019, e contará com a presença de quase todos os triatletas da elite que alcançaram o top 20 em 2018.

Considerada uma das mais duras provas do XTerra, com um segmento de ciclismo técnico e exigente, esta será uma competição que põe à prova as habilidades dos atletas, exigindo deles capacidade física e técnica.

Rui Dolores, que no ano passado ficou na 15ª posição desta prova, tem feito uma época brilhante em 2019, encontrando-se atualmente na primeira posição do ranking. Com duas vitórias no Xterra Malta e no XTerra Portugal, o triatleta está confiante no seu nível competitivo nesta nova e importante fase do XTERRA Europe, pela boa preparação que tem vindo a realizar. Rui gosta das características exigentes desta prova, onde já competiu três vezes sob as condições climatéricas mais variadas.

Pauline Vie, atualmente na 7ª posição do ranking, também marcará presença nesta competição. A triatleta, que já arrecadou dois pódios nesta época, nas competições do XTERRA Portugal e Dinamarca subindo duas vezes ao terceiro lugar do pódio, deixa-nos expectantes quando à sua performance no XTERRA França, uma prova de elevadíssimo nível e que conta com os melhores atletas mundiais da modalidade.

Boa sorte aos nossos atletas!

Fonte: FTP

“Rui Costa regressa ao Tour com vontade de juntar outra etapa às três do seu palmarés”

Ciclista português vai para a sua nona participação na prova francesa

Por: Lusa

De regresso à Volta a França, o experiente Rui Costa (UAE-Emirates) assumiu que gostava de ganhar uma etapa para juntar às três que colecionou em edições anteriores, prometendo estar na luta a partir do sexto dia.

"É sempre muito bom estar de regresso ao Tour. É um evento que todos sabemos que é muito importante, é o mais emblemático do ciclismo, à parte do Mundial [de Estrada]. Poder estar aqui novamente é muito bom", confessou à agência Lusa em Bruxelas, a poucas horas de iniciar a sua nona participação na prova francesa.

Após ter falhado a edição de 2018 por lesão, interrompendo a série de oito presenças consecutivas, o mais bem sucedido português na história mais recente do Tour não esconde que, além da missão que lhe foi confiada pela equipa - a de ser a sombra de Daniel Martin nas primeiras etapas -, sonha com acrescentar uma nova linha ao seu currículo, que já conta com três vitórias no Tour (duas em 2013, o ano em que se sagrou campeão mundial de fundo, e uma em 2011).

"Por já ter ganho, as pessoas que me seguem querem que volte a ganhar. Sem dúvida que também tenho esse desejo e gostava de voltar a ganhar no Tour. É sempre muito complicado, mas gostava de dar essa alegria a todos os portugueses", reconheceu.

Sem querer especificar quais são as etapas que tem em mente para a sua demanda, até porque "cada vez é mais difícil entrar nas fugas [da Volta a França], principalmente naqueles dias em que quase se sabe que a fuga chega" e "nem sempre" é possível estar na frente nos dias planeados para o estar, Costa sublinhou que as "oportunidades serão muitas", "a partir já da sexta etapa".

No entanto, o português da UAE-Emirates sabe que a tarefa será complicada, pese embora a sua capacidade para ler a corrida seja um 'trunfo' ao seu dispor.

"É muito importante ter uma boa leitura de corrida, ainda mais hoje em dia, porque as forças são mais equilibradas e tens de jogar muito no sentido do que é o perfil da corrida na parte final. Ter tática, ou leitura de corrida, ajuda. Também é certo que alguns corredores que entram nas fugas, que dão garantias de poder ganhar, são sempre mais controlados. No fundo, juntando dois, três corredores [fortes], a marcação é cerrada, e a vitória é mais difícil de sair", alertou.

Dizendo sentir menos nervosismo do que em anos anteriores, o poveiro de 32 anos espera, contudo, que os primeiros dias da 106.ª edição sejam particularmente 'stressantes', uma vez que o pelotão vai dar as primeiras pedaladas em território belga, "onde as estradas são muito estreitas, não há aquelas estradas largas" que permitem aos ciclistas estar mais à vontade.

"Devido à minha experiência deram-me a tarefa de ter o Daniel Martin sempre bem colocado nestas primeiras etapas, fora do perigo que costumam trazer", indicou, explicando que na parte inicial do Tour irá ajudar o irlandês "com dificuldades como o vento, ou situações de corrida que podem acontecer devido a quedas", de modo a que o chefe de fila da equipa não fique 'cortado' do grupo de favoritos e sofra perdas de tempo na geral individual.

Na sua missão, Costa terá de estar atento aos outros favoritos, ainda mais quando aquele que foi o 'patrão' da prova francesa nos últimos anos está ausente por lesão.

"O Chris Froome é um líder que nós sabemos que quando aponta raramente falha, só se for por outros problemas, como quedas ou algo do género. Mas este ano acredito que o Tour vai ficar muito mais aberto. Claro que há corredores como o [Egan] Bernal, que na [Volta à] Suíça já demonstrou estar muito forte e que certamente será um daqueles a que todos os outros líderes estarão atentos e será difícil de bater", avaliou.

Questionado sobre se considera o colombiano de 22 anos mais favorito à vitória final do que Geraint Thomas, o campeão em título e o outro líder da INEOS, o português prognosticou: "Vai ser um lindo Tour para ver na televisão".

Fonte: Record on-line

“Froome já deixou hospital e está a recuperar bem”

Ciclista sofreu queda violenta no Critério do Dauphiné

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista britânico Chris Froome, quatro vezes vencedor da Volta a França, saiu do hospital na quinta-feira e está a recuperar bem da violenta queda que sofreu no Critério do Dauphiné, revelou esta sexta-feira o diretor da INEOS.

"O Chris deixou o hospital ontem [quinta-feira]. Foi para casa. É um grande passo. Conseguiu pôr os pés no chão pela primeira vez em muito tempo. Alguns dos rapazes estiveram com ele e dizem que ele está com ótimo espírito. Ele está a safar-se muito bem, obrigada", anunciou Dave Brailsford.

Quatro vezes vencedor do Tour (2013, 2015, 2016 e 2017) e terceiro classificado no ano passado, Chris Froome é a ausência mais sonante da 106.ª edição, depois de ter fraturado o fémur, o cotovelo direito e várias costelas numa queda violenta sofrida durante o reconhecimento do contrarrelógio do Critério do Dauphiné em meados de junho.

"É desapontante para todos que o Chris não esteja, mas com o grupo de rapazes que temos aqui, e com estes dois como líderes, não poderíamos ter uma equipa melhor", assegurou Brailsford.

Ladeado pelo galês Geraint Thomas, o ainda campeão em título, e o colombiano Egan Bernal, a estrela em ascensão na equipa, o diretor da INEOS recordou a temporada atípica da formação britânica, que no inverno descobriu que iria ficar sem o seu eterno patrocinador, a Sky.

"Tivemos sorte de encontrar rapidamente um patrocinador e aqui estamos a iniciar este Tour como Ineos. Seria ingrato não agradecer pela confiança. Neste nosso primeiro Tour como Ineos, vamos tentar recompensá-la", declarou na sua intervenção inicial, numa conferência de imprensa organizada com o preciosismo milimétrico característico daquela equipa.

Com os jornalistas com o tempo cronometrado para questões - 15 minutos para as televisões, que tiveram de desligar as câmaras para ceder o tempo de antena à imprensa escrita para outros contados 10 minutos -, Brailsford não teve, ao contrário de outros anos, de responder a perguntas difíceis, podendo até salientar que a sua é a equipa "mais verde" do pelotão.

"Temos uma equipa fantástica", concluiu.

A 106.ª Volta a França vai para a estrada no sábado, com a partida simbólica a acontecer na Grand Place de Bruxelas, Bélgica, e terminará em 28 de julho, com a coroação dos vencedores, em Paris.

Fonte: Record on-line

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