quarta-feira, 2 de maio de 2018

“JOSÉ GONÇALVES EM BOA FORMA E COM "LIBERDADE" PARA TENTAR VITÓRIA EM ETAPAS”

Será o único representante português na prova que começa sexta-feira... em Israel

Por: Lusa

Foto: EPA

José Gonçalves (Katusha Alpecin) será o único representante luso na 101.ª edição da Volta a Itália, que arranca na sexta-feira em Israel, à procura de uma vitória em etapa fruto da "muita liberdade" dada pela equipa.

Com 29 anos, o campeão nacional de contrarrelógio em 2012 procura melhorar o resultado da estreia, na edição centenária de 2017, em que foi 60.º no final, depois da principal missão de apoiar o russo Ilnur Zakarin, que acabou no quinto posto da geral.

Com Zakarin a apontar baterias à Volta a França, a Katusha-Alpecin, dirigida pelo português José Azevedo, terá 'licença' para atacar vitórias em etapa, com corredores como José Gonçalves, o alemão Tony Martin, o britânico Alex Dowsett ou o russo Maxim Belkov em busca de triunfos ao longo das 21 etapas.

A equipa está "motivada para a corrida", como sempre acontece por ser "uma das grandes competições no mundo do ciclismo", e o objetivo de "lutas por etapas e não pela geral" confere aos oito escolhidos "mais liberdade", revelou à Lusa antes do arranque do 'Giro'.

"Penso nisso [vitórias em etapa]. Como não temos líder fixo, terei mais liberdade para pensar em tentar, num ou noutro dia, fazer uma boa classificação e lutar pela vitória", revelou, em declarações à agência Lusa.

Num Giro com várias chegadas em alto e muitos dias de alta montanha, como é apanágio da prova italiana, há várias etapas "adequadas" às características do único português em prova, mas as sensações que tiver na estrada e "as muitas situações ao longo dos dias" podem moldar a estratégia.

A preparação fez-se como "noutros anos" para as 'grandes' voltas, com um treino "em altitude e uma corrida antes, para ganhar ritmo competitivo", o que nos últimos dois anos passou pela Volta a Romandia, na Suíça, 'casa' da Katusha-Alpecin.

Uma das questões mais levantadas sobre o primeiro arranque no estrangeiro da prova, que sai de Jerusalém para a primeira etapa, é a segurança, mas José Gonçalves não espera encontrar problemas, porque "vai haver muita segurança e não há que ter medo de nada".

No terceiro ano na equipa suíça, o ciclista luso deve juntar a Vuelta ao Giro, contou o corredor, e a participação noutras provas dependem "de como sair de Itália".

Em 2018, a temporada começou na Austrália, no Tour Down Under, e passou por um 17.º lugar na Cadel Evans Great Ocean Road Race (WorldTour), antes da Volta ao Algarve (57.º) e o Tirreno Adriatico (28.º).

Na Romandia, seguia em 11.º na geral até à quarta etapa, quando teve "um mau dia" e perdeu muito tempo, acabando a prova suíça em 65.º, numa temporada em que registou ainda um 53.º lugar na Milan-Sanremo antes de quatro abandonos consecutivos nas clássicas belgas (E3 Harelbeke, Gent-Wevelgem, Dwars door Vlanderen e Volta a Flandres).

Em 2017, participou na Vuelta depois do Giro, mas abandonou na sexta etapa, numa época marcada pela vitória no Ster ZLM (Holanda), o 11.º lugar na italiana Strade Bianchi, e o quarto lugar nos Nacionais de fundo.

A 101.ª edição da Volta a Itália arranca na sexta-feira com um contrarrelógio individual em Jerusalém, em Israel, e prolonga-se por três semanas e 21 etapas, terminando em 27 de maio, em Roma.

Fonte: Record on-line

“ASFIC GRUPO PARAPEDRA / DINAZOO / RIOMAGIC, conquista título regional, e 3 pódios, mas fica aquém dos objetivos”

A formação da ASFIC Grupo Parapedra/Dinazoo / Riomagic contou com toda a sua formação para participar nas duas corridas, categorias Masters 40/ 50 e Elites/Masters 30 do 33 Circuito de vila Chã de Ourique.

Nesta prova eram discutidos os títulos regionais, e a ASFIC tinha como obrigação defender as duas camisolas que era detentora, na categoria Master 30 e Master 40.

Na prova dos Masters 40/50, para percorrer um total de 12 voltas ao circuito estiveram presente Rui Rodrigues, Humberto Careca e Aníbal Santo e Luís Vicente.

Nesta categoria a corrida andou a um bom ritmo, tendo um atleta individual se isolado a 2 volta, e embora a única equipa a tentar anular a fuga, por interesses regionais, fosse a ASFIC, não foi possível alcançar até ao fim o atleta, que viria a cortar a meta isolado, vencendo a corrida e roubando o titulo a Rui Rodrigues, que cortou a meta em 4º lugar, classificando-se em 2 no campeonato regional.

Na categoria de Elites/Masters 30, estiveram presentes os atletas da ASFIC João Portela, Cláudio Paulinho, Hugo Feijão, Fábio Leaça, João Letras, Jorge Letras, Edgar Oliveira e Carlos Ochoa.,

A prova arrancou a uma velocidade alucinante, tendo rodado o pelotão inicialmente compacto, e houve muitos ataques ao longo de toda a prova. A ASFIC tentava gerir a corrida, pois adivinhava-se que a mesma chegasse ao sprint, tendo a equipa como finalidade colocar o João Portela e João Letras para discutir o sprint final, e os títulos em causa.

Até a entrada no gancho para os últimos 200 metros para a meta, tudo corria como planeado pela equipa. Na aproximação ao gancho, um percalço do João Portela atirou-o fora da disputa do título. Já João Letras não conseguiu uma boa colocação para o Sprint, mas conseguiu cortar a meta em 1º Lugar dos elites.

Na classificação final regional, a ASFIC consegue o título de campeão regional de Elites, e ainda o 3º lugar. Nos Masters 30 o terceiro lugar por Hugo Feijão, nos master 40 o 2 lugar por Rui Rodrigues.

Contas feitas, a ASFIC conquista 1 Titulo regional e 3 pódios nas diferentes categorias, mas não conseguiu revalidar os 2 títulos que possuía na categoria Master 30 e Master 40.

Iremos continuar a trabalhar, para continuar a discutir todas as provas que marcarmos presença

Fonte: ASFIC - Clube de Ciclismo

“Ranking APCP”

Luís Mendonça e Domingos Gonçalves no topo da tabela

Fonte: José Carlos Gomes

Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista) juntou-se a Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-Uli) no primeiro lugar do Ranking da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), depois de fechadas as contas de abril.

Após um mês a comandar isolado, mercê do triunfo na Volta ao Alentejo, Luís Mendonça mantém o primeiro posto, devido aos critérios de desempate, mas tem os mesmos pontos do que o campeão nacional de contrarrelógio. Luís Mendonça e Domingos Gonçalves somam 282 pontos.

Os primeiros três meses de competição mostram uma época de 2018 diferente das anteriores, sem hegemonias e com mais equilíbrio. Exemplo disso é a pontuação do Ranking APCP. Além do empate no primeiro lugar, as diferenças são pequenas para os ciclistas que se seguem na classificação. Joni Brandão (Sporting-Tavira) tem 262 pontos, Óscar Hernández (Aviludo-Louletano-Uli) soma 235 e Daniel Mestre (Efapel) já amealhou 230.

O basco Xuban Errazkin (Vito-Feirense-BlackJack), vencedor do troféu para melhor sub-23 de 2017, subiu ao primeiro lugar desta classificação em 2018, aproveitando o maior número de competições em Portugal para destronar Rui Oliveira (Hagens Berman Axeon), que era o melhor jovem no mês passado.

A classificação por equipas também mudou de comandante em abril. A W52-FC Porto e o Aviludo-Louletano-Uli trocaram de posições. Agora mandam os portistas, com 597 pontos, seguidos pelos louletanos, com 536. O Sporting-Tavira é a terceira equipa mais pontuada, com 413.

O ranking é elaborado pela APCP, mediante os resultados de ciclistas portugueses e de equipas portuguesas nas provas disputadas em território nacional.

 

Ranking APCP – Abril 2018

1.º Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-Uli), 282 pontos

2.º Domingos Gonçalves (Rádio Popular-Boavista), 282

3.º Joni Brandão (Sporting-Tavira), 262

4.º Óscar Hernández (Aviludo-Louletano-Uli), 235

5.º Daniel Mestre (Efapel), 230

6.º César Fonte (W52-FC Porto), 211

7.º Gustavo César Veloso (W52-FC Porto), 142

8.º Ricardo Mestre (W52-FC Porto), 118

9.º Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack), 111

10.º Joaquim Silva (Caja Rural-Seguros RGA), 86


Ranking Equipa do Ano

1.ª W52-FC Porto, 597

2.ª Aviludo-Louletano-Uli, 536

3.ª Sporting-Tavira, 413

4.ª Efapel, 350

5.ª Rádio Popular-Boavista; 338

Fonte: FPC

Ficha Técnica

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