quinta-feira, 12 de agosto de 2021

“Volta a Portugal/8ª Etapa - Dia 9”


13 de Agosto Bragança – Montalegre/Serra do Larouco 160,7 quilómetros

 

Por: José Morais

Fotos: Podium

Aproximamo-nos do final da 82ª Volta a Portugal, mas antes do contrarrelógio final em Viseu, os ciclistas ainda vão ter duas grandes dificuldades pelo caminho, a primeira é já esta sexta-feira, numa etapa muito difícil, a terminar lá bem no alto da Serra do Larouco, com a meta a coincidir com o Prémio de Montanha de 1ª categorias.

Depois das mudanças, e surpresas na classificação da etapa desta quinta-feira, e agora pela terceira vez Rafael Reis vai sair de amarelo, será que vai conseguir segurar a mesma, vamos ver, e esperar o que se espera, por agora fica a descrição da 8ª etapa. 

Depois de ter recebido na véspera a 7ª etapa da Volta, a 8ª vai partir da cidade brigantina, com destino a Montalegre, etapa dura, e mais um dia propicia a trepadores, já que a montanha é dura, a partida de Bragança está marcada para as 12:45, e a chegada a Montalegre marcada para cerca das 17:20, com a caravana a passar por Vila Verde, Vinhais, Chaves, Vila Real, Boticas, Montalegre e Serra do Larouco.


Nesta difícil etapa a Serra do Larouco será a dificuldade final, na difícil subida ao segundo ponto mais alto de Portugal Continental a uma altitude de 1503 metros, os ciclistas vão encontrar pelo caminho antes da dificuldade final três Meta Volantes ao km 26,3 em Vinhais, ao km 114,1 em Boticas, ao km 146,9 em Montalegre, e ainda três Prémios de Montanha o primeiro ao km 74,3 de 2ª categoria em Bolideira, ao km 119,3 de 1ªcategoria em Torneiros, e ao km 160,7 de 1ª categoria em Montalegre na Serra do Larouco a coincidir com a meta o final da etapa.

“Fabio Aru termina carreira após a Vuelta”


Ciclista italiano coloca um ponto final no seu percurso profissional de mais de 10 anos

 

Por: Record

Foto: Reuters

O ciclista italiano Fabio Aru vai terminar a carreira profissional após a participação na próxima edição da Volta a Espanha, que arranca já no próximo sábado. Em comunicado enviado à imprensa, o corredor, de 31 anos, afirma que "chegou a hora de dar prioridade a outras coisas na vida", como a familía.

O ciclista que rumou à 'Team Qhubeka NextHash' no início de 2021 escolheu a Vuelta para terminar a sua carreira pelo facto de ter vencido esta a em 2015. Na nota enviada à comunicação social, Aru agradeceu ainda a todos os seus companheiros ao longo da carreira e às antigas equipas (UAE e Astana).

Fabio Aru conta com um currículo bastante recheado de vitórias. Durante a carreira o italiano venceu a Volta a Espanha em 2015 e foi quinto no ano anterior. Alcançou duas vezes o pódio no Giro d'Italia (terceiro em 2014 e segundo em 2015) e conseguiu fechar no quinto lugar do Tour (2017). Foi ainda vencedor de seis etapas nas três grandes voltas e campeão italiano em 2017.

Fonte: Record on-line

“Volta: Bjergfelt, o paraciclista que é o veterano da 82.ª edição”


Por: AMG

O britânico William Bjergfelt (SwiftCarbon) desafiou o destino e, hoje, concilia a carreira na estrada com a de paraciclista de sucesso, uma missão que abraçou para demonstrar que o impossível é possível.

Em setembro de 2015, a vida do ciclista mais velho da 82.ª Volta a Portugal mudou radicalmente: enquanto descia uma colina perto da sua casa de Mendips, na Grã-Bretanha, a alta velocidade, foi abalroado por um carro. O impacto do acidente foi tal que os médicos tiveram de reconstruir-lhe a parte inferior da perna direita com titânio, recorrendo ainda a um excerto muscular.

“Quando sofri o acidente, disseram-me que nunca mais poderia andar de bicicleta, e que, provavelmente, poderia não voltar a caminhar. E eu queria demonstrar às pessoas que quando traças um objetivo na tua cabeça, podes alcançar coisas maravilhosas”, confessou à agência Lusa.

E conseguiu-o: compete na categoria C5, na qual, entre outros feitos, conquistou a prata em scratch nos Mundiais de paraciclismo de pista em 2019, é financiado pela UK Sports, a agência governamental responsável pelos atletas olímpicos e paralímpicos britânicos, o que lhe permite “ter um salário constante”, e ainda trabalha em ‘part-time’ na GKN Aerospace, onde está há 21 anos.

Em estreia na Volta a Portugal, o ciclista de 42 anos reconheceu à Lusa que a participação na prova “tem sido uma experiência de aprendizagem”.

“O nível aqui é muito elevado. Esta é a nossa primeira grande corrida da época, estamos a usá-la como preparação para a Volta à Grã-Bretanha. É uma corrida incrível para participar. Sabia ao que vinha, porque tive amigos que correram aqui antes. É lendária, tem a alcunha de ‘a quarta grande Volta’ por algum motivo. Sabíamos o que nos esperava e tem sido uma experiência para absorver e desfrutar”, revelou.

Bjergfelt esteve há menos de dois meses em Portugal, a participar nos Mundiais de Paraciclismo, que decorreram em Cascais, uma experiência que descreveu como “muito agradável”.

“Estava a regressar de lesão – parti a perna em abril – e foi bom poder apenas ganhar ritmo, sabendo que não estava bem o suficiente para garantir um lugar em Tóquio2020. Estou a fazer isto [a Volta] em vez de ir aos Paralímpicos [Tóquio2020] e participar na Volta à Grã-Bretanha estava no topo da minha lista”, vincou.

Acostumado a contrariar o destino, o ciclista da SwiftCarbon já decidiu que, tendo falhado os Jogos Paralímpicos Tóquio2020, vai continuar até Paris2024.

“Esse é o próximo objetivo. E sempre sonhei correr a Volta à Grã-Bretanha, e, com sorte, após tantos anos a sonhar, vai mesmo acontecer. E também quero passar alguma experiência aos miúdos [da equipa]. Na quinta etapa [da Volta], houve um momento em que percebi que a fuga iria formar-se e disse no rádio ao Alex [Peters] ‘é este o momento em que tens de sair’ e ele foi. Ouviu-me e foi perfeito”, contou.

Poder “transmitir esse ‘feeling’, essa perceção de que algo pode acontecer aos mais jovens e ajudá-los e incentivá-los durante a corrida” tem um grande significado para Bjergfelt, que encontra aí a motivação para continuar o seu percurso no pelotão profissional, onde chegou pela mão da SwiftCarbon em 2019.

“Adoro ciclismo, é um desporto tão incrível. Eu era um adolescente com algum excesso de peso, descobri o BTT e apaixonei-me. Nessa altura, também andava na escola com um amigo que era ciclista profissional de estrada. Competimos na Taça do Mundo de XCO durante vários anos. É um desporto fantástico. A camaradagem entre os ciclistas, os diretores desportivos, e todos no mundo do ciclismo é incrível”, salientou.

O veterano da formação britânica vai partir hoje para a sétima etapa da 82.ª Volta a Portugal, uma ligação de 193,2 quilómetros entre Felgueiras e Bragança, na 81.º posição da geral, a mais de uma hora do camisola amarela, o espanhol Alejandro Marque (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel).

Fonte: Lusa

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
  • Diretor: José Manuel Cunha Morais
  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
  • Morada: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Redacção: José Morais
  • Fotografia e Vídeo: José Morais, Helena Morais
  • Assistência direção, área informática: Hugo Morais
  • Sede de Redacção: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Contactos: Telefone / Fax: 219525458 - Email: josemanuelmorais@sapo.pt noticiasdopedal@gmail.com - geral.revistanoticiasdopedal.com