terça-feira, 28 de novembro de 2017

“EFAPEL já prepara a temporada de 2018”

Equipa realiza primeiro estágio de conjunto em Ovar

O plantel formado pela equipa de ciclismo EFAPEL a pensar na próxima temporada está reunido, pela primeira vez, até quinta-feira, dia 30. Elementos da direcção, técnicos e os nove corredores da estrutura estão em Ovar a preparar, em conjunto, a época que começa em Fevereiro de 2018. Definir objectivos e desenvolver o espírito do grupo são as principais metas desta reunião em Ovar.

Os nove ciclistas que vão representar a equipa de ciclismo EFAPEL já pedalam juntos. Bruno Silva, Daniel Mestre, David Arroyo, Henrique Casimiro, Jesus del Pino, Marcos Jurado, Pedro Paulinho, Rafael Silva e Sérgio Paulinho estão a percorrer os primeiros quilómetros mas sem ser nas bicicletas de estrada que habitualmente utilizam nas provas em que a formação de Ovar participa.

O estágio que começou ontem ao fim do dia e se prolonga até quinta-feira, é a oportunidade que os responsáveis da formação têm para desenvolver trabalho conjunto e para que os elementos que ainda não se conhecem possam trabalhar juntos. Nesta sessão, os corredores realizam exames médicos para validar a condição física de cada um, numa parceria com a HMED, fazem exames de biomecânica para afinar as bicicletas às características de cada ciclista e fazem as primeiras voltas em conjunto, na modalidade de BTT.

“Estamos a preparar um novo ciclo competitivo na EFAPEL. Esta época é muito importante pois os ciclistas estão a começar o planeamento de treinos com vista à nova temporada. Além disso, sempre procurámos ter um fantástico espírito de grupo. Este só é possível se as pessoas estiverem juntas. É por isso que realizamos este estágio de preparação do próximo ano. Alguns ciclistas nunca tinham pedalado nem corrido juntos. Também os técnicos participam activamente nestas actividades”, explicou o presidente da equipa, Carlos Pereira.

Os parceiros deste projecto desportivo aproveitam o estágio para prepararem o novo ano. A linha de equipamentos já está a ser preparada e, com base nas avaliações biomecânicas, os técnicos da marca de bicicletas vão preparar as de competição e as que os corredores da EFAPEL vão utilizar nos treinos para as corridas.

Uma das primeiras acções realizadas foi a escolha dos selins. Para tal, a equipa EFAPEL conta com uma empresa especialista, a ESSAX. A companhia procedeu à avaliação fisionómica de cada atleta para determinar que selim se adequaria melhor às características de cada um.

Fonte: Efapel

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

“MARQUES MENDES É PRESIDENTE DA RECÉM-CRIADA FEDERAÇÃO CABO-VERDIANA DE CICLISMO”

A criação deste organismo teve o propósito de responder às recomendações de vários entidades e atletas.

Marques Mendes, um dos impulsionadores das provas de ciclismo em Santiago Sul, foi eleito, este sábado, presidente da direção da Federação Cabo-verdiana de Ciclismo, em Assembleia-geral constituinte realizada na sede da Federação Cabo-verdiana de Futebol.

Ao que apurou a Inforpress junto dos organizadores desta assembleia, a criação deste organismo teve o propósito de responder às recomendações saídas no decurso de diversas auscultações feitas junto às associações regionais, atletas, agentes e entidades ligadas ao ciclismo nacional, sobre a necessidade de reativação/criação da Federação Cabo-verdiana de Ciclismo.

O evento contou com a participação da Associação Regional de Ciclismo – Santiago Sul, da Associação de Ciclismo Santiago Norte, da Associação de Ciclismo de Calheta de S. Miguel e da Associação Regional de São Vicente de Ciclismo.

Esta assembleia surgiu na sequência de um primeiro encontro de trabalho realizado no início deste mês, também na Cidade da Praia, na qual as associações de ciclismo aprovaram os Estatutos da Federação, ao mesmo tempo que calendarizaram esta assembleia-geral constituinte, bem como a tomada de posse simbólica.

Fonte: Sapo on-line

“Um cemitério de bicicletas na China. É isto que fica quando uma empresa de bike sharing chega à falência”

Um amontoado de bicicletas de várias cores, ocupando uma área aproximadamente do tamanho de um campo de futebol. Para alcançar o seu topo são necessárias gruas e o impacto que causa não deixa ninguém indiferente. Se podia ser uma instalação artística? Podia. Mas é, sim, uma outra forma de olhar para a indústria de bike sharing [partilha de bicicletas] na China.

O registo, por parte de um fotógrafo de Xiamen, no sudeste do país, pretende mostrar a realidade vivida depois da falência de empresas responsáveis pela prática de partilha de bicicletas, conta o The Guardian. O amontoado de velocípedes é, na verdade, um cemitério onde repousam bicicletas de três grandes empresas chinesas: Mobike, Ofo e Bluegogo, agora extinta.

A prática de bike sharing cresceu na China, falando-se na Bluegogo como uma “Uber das bicicletas”. Apenas com um smartphone era possível desbloquear as bicicletas, que podiam ser usadas e deixadas em qualquer lugar, uma vez que tinham um sistema GPS integrado que permitia a sua localização.

Contudo, existem demasiadas bicicletas e pouca procura. A Bluegogo já pediu desculpa pela situação, com o seu diretor executivo a assumir que foi “demasiado arrogante”.

A empresa, ao cobrar um pequeno valor por ciclos de 30 minutos, não aguentou a concorrência de outras empresas que inundaram as cidades de bicicletas para garantir que havia sempre veículos disponíveis: existem, em Xangai, 1,5 milhões de bicicletas espalhadas pelas ruas.

Alguns exemplos de bike sharing em Portugal

Em Lisboa foi iniciado este ano um sistema de bicicletas partilhadas. Em vigor desde 19 de setembro, o projeto “Gira” registou, durante o primeiro mês de funcionamento, mais de seis mil viagens realizadas nas 100 bicicletas disponíveis no Parque das Nações, segundo a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMEL).

Segundo dados divulgados à Agência Lusa, entre 19 de setembro e 18 de outubro tinham sido subscritos “860 passes, dos quais mais de 90% são anuais”.

A marca “Gira” está disponível no Parque das Nações, São Sebastião, avenidas de Roma e do Brasil e no Saldanha. Está previsto que o sistema se alargue até 140 estações, contando com 1.410 bicicletas.

A empresa chinesa Ofo também chegou a Portugal, mais precisamente a Cascais. Em outubro, dezenas de bicicletas amarelas marcaram presença frente aos Paços do Concelho, marcando o início de um projeto em que Cascais é o município piloto no país e utilizar a primeira plataforma e líder mundial no mercado de bike sharing.

No entanto, Cascais tinha já um sistema de bicicletas a funcionar, através da MobiCascais (plataforma de mobilidade integrada), um programa destinado a residentes, trabalhadores e visitantes do concelho.

Também em Torres Vedras se partilham bicicletas, aproveitando a deixa para homenagear Joaquim Agostinho, conhecido ciclista do concelho. As “Agostinhas” permitem andar pela cidade, existindo 11 estações disponíveis e duas modalidades de veículos: bicicletas a pedal ou elétricas. O objetivo é, sempre, proporcionar uma forma de transporte urbano rápido e flexível, contribuindo ainda para a prática de exercício físico.

Fonte: Sapo on-line

Ficha Técnica

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