segunda-feira, 27 de novembro de 2017

“Ana Filipa Santos e João Ferreira sagram-se campeões nacionais de triatlo longo”

Ana Filipa Santos e João Ferreira conquistaram o lugar mais alto do pódio do Campeonato Nacional Individual de Triatlo Longo e sagraram-se hoje, dia 26 de Novembro, campeões nacionais da modalidade. Os dois triatletas mostraram enorme qualidade num evento que foi dedicado aos amantes da longa distância e que celebrou o encerrar do calendário competitivo nacional em Vilamoura, no Algarve.

Foram mais de uma centena os triatletas que acompanharam o desfecho da temporada de 2017 até às águas e estradas do Algarve, numa competição que guardou para o último fim-de-semana de Novembro a atribuição dos títulos individuais de longa distância mais importantes no nosso país. Com um leque de atletas de renome no cenário competitivo português a prova disputou-se até aos momentos finais e ficou marcada não só pela competitividade como pela vontade de completar o desafio e de fazer parte da enorme família do triatlo.

Com partida assinalada na praia de Vilamoura a competição desafiou todos os presentes a completar 1,9km de natação, seguidos de 91,5km de ciclismo e de uma corrida final que totalizou 21km percorridos ao longo da linha costeira entre Vilamoura e Quarteira. Na competição masculina o destaque centrou-se em torno do homem que liderou a prova nos seus momentos iniciais e que viria a ser o primeiro a cruzar a linha da meta. O triatleta do Estoril Praia Fisiogaspar, João Ferreira, foi o primeiro a chegar à praia e a iniciar o percurso de ciclismo. Ainda que ameaçado por intermédio de Fábio Azinheirinha, foi capaz de demonstrar enorme qualidade nos dois últimos segmentos da prova e, com os melhores parciais de ciclismo e de corrida, cortou a meta em primeiro lugar, sagrando-se Campeão Nacional Individual de Triatlo Longo. Azinheirinha, Outsystems Olímpico de Oeiras, conseguiu uma grande performance que lhe permitiu alcançar o segundo lugar no campeonato e Jorge Duarte, colega de equipa de Fábio, completou o pódio absoluto masculino na terceira posição.

Na frente feminina a competição registou contornos idênticos com o natural favoritismo à partida de Ana Filipa Santos, até à data bicampeã nacional da modalidade. A triatleta do Rio Maior Triatlo lançou-se nesta prova com vontade de subir ao mais alto lugar do pódio nacional da longa distância e, com uma prestação exemplar, demonstrou total domínio sobre as adversárias, registando os melhores parciais em todos os segmentos da prova. Com uma liderança que cimentou desde o início da competição, Ana Filipa Santos cortou a meta com uma vantagem superior a 16 minutos para a segunda classificada e conquistou o título português pela terceira vez consecutiva. Rita Maria Lopes, atleta do Sporting Clube de Espinho, foi a segunda mulher mais forte do dia, sagrando-se Vice-Campeã Nacional de Triatlo Longo. Liliana Veríssimo, do Núcleo do Sporting da Golegã, foi terceira classificada e última medalhada nacional de 2017.

O III Triatlo Longo de Vilamoura foi uma organização conjunta da Câmara Municipal de Loulé e da Federação de Triatlo de Portugal que encerrou o último fim-de-semana competitivo da época de 2017 e que nos deixou a todos com vontade de rapidamente chegar a 2018 e de ver mais competições das nossas modalidades. Congratulamos todos os vencedores da tarde de hoje e desejamos encontrar novamente todos reunidos na Festa e Gala do Triatlo que decorrerá no próximo dia 2 de Dezembro, em Sines, e onde serão entregues os troféus desta prova.

Fonte: FPC

“Rui Costa: «A época que se avizinha será melhor»”

Ciclista lembrou que teve "alguns problemas" que o condicionaram

Por: Lusa

Foto: MOVENOTÍCIAS

O ciclista português Rui Costa reconheceu que a sua temporada velocipédica deste ano "poderia ter corrido melhor", lembrando que teve "alguns problemas" que o condicionaram.

O ciclista da formação da UAE Emirates apontou que a temporada até arrancou de forma positiva, com o triunfo em Abu Dhabi, mas lamentou não ter dado sequência, nomeadamente com a conquistada vitórias em etapas na Volta a Itália e na Volta a Espanha.

"Poderíamos estar a falar de forma diferente se tivesse vencido algo no Giro ou na Vuelta, mas não vamos dramatizar. Tive alguns problemas de saúde, e também mecânicos, que acabaram por condicionar o meu desempenho", disse Rui Costa.

Fechado este capítulo competitivo, o corredor natural de Aguçadoura, uma freguesia da Póvoa de Varzim, diz estar já "a pensar no futuro", com a certeza de que "a época que se avizinha será melhor".

"Vou começar numa prova que nunca fiz, na Austrália [Tour Down Under], e que será uma coisa diferente para mim. Depois, passarei por Omã e Tirreno-Adriático. Tenho treinado com muita dedicação para que esteja preparado e as coisas saiam bem", partilhou.

Sobre a possibilidade de 2018 poder competir na Volta a França, prova em que não participou este ano, por estratégia da sua equipa, Rui Costa disse que "ainda está tudo em aberto".

"Ainda não está programado. Só sei, para já, que irei fazer essas provas que referi, de forma a me preparar para as outras provas míticas. Só depois do início iremos definir", afirmou.

O campeão do mundo de 2013 falou deste momento da sua carreira à margem de uma tradicional iniciativa solidária que organiza na sua terra natal, o circuito Amigos do Rui Costa.

A iniciativa contemplou um passeio de 20 quilómetros, na parte da manhã e uma vertente competitiva na parte de tarde. No evento participaram mais de duas centenas de ciclistas amadores e cicloturistas, mas também alguns profissionais como Tiago Machado, e os gémeos Ivo e Rui Oliveira.

A receita com as inscrições neste evento reverteu, na totalidade, para o MAPADI, uma instituição que presta formação e apoio a pessoas com deficiência.

Fonte: FPC

sábado, 25 de novembro de 2017

“Volta ao Algarve de 2018 parte de Albufeira e termina no alto do Malhão”

Anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), em comunicado Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo

Por: Lusa

Foto: Direitos Reservados

A 44.ª edição da Volta ao Algarve parte de Albufeira, em 14 de fevereiro de 2018, e termina no alto do Malhão, quatro dias mais tarde, anunciou a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), em comunicado.

A FPC assinalou que as cinco etapas que compõem a prova algarvia do próximo ano, cujo percurso detalhado será apresentado em dezembro, terão "um desenho semelhante ao das edições anteriores, oferecendo oportunidades para sprinters, trepadores e contrarrelogistas".

Após uma etapa inicial, entre Albufeira e Lagos, com previsível chegada em pelotão, os trepadores deverão ter a sua oportunidade na segunda tirada, entre Sagres e o alto da Fóia, antes de um contrarrelógio individual, em Lagoa.

O quarto dia de prova, de novo favorável aos sprinters, vai ligar Almodôvar a Tavira, com a prova a terminar no dia seguinte, no alto do Malhão, após uma etapa que terá partida em Faro, de regresso ao itinerário da prova.

De acordo com o organismo federativo, em 2017, a Volta ao Algarve contou com a participação de 12 equipas do WorldTour, tendo sido a corrida por etapas fora do circuito que mais equipas de primeira divisão do ciclismo mundial conseguiu atrair.

Percurso da Volta ao Algarve de 2018:

1.ª Etapa: Albufeira -- Lagos.

2.ª Etapa: Sagres -- Fóia.

3.ª Etapa: Lagoa -- Lagoa (contrarrelógio individual).

4.ª Etapa: Almodôvar -- Tavira.

5.ª Etapa: Faro -- Malhão.

Fonte: Record on-line

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