quarta-feira, 19 de abril de 2017

“Trial Bike: João Sousa dá festival a subir”

Minhoto escalou 14 andares de bicicleta em 11.15 minutos. Foram 281 degraus, um recorde

Por: Norberto Santos

Foto: Paulo Calado

O seu nome é João Sousa. É bracarense e bastante conhecido no meio do trial bike, mas não conhece o outro João Sousa, o tenista vimaranense que tem dado muitas alegrias aos portugueses por esse Mundo fora.

Mas enquanto um encontro de ténis pode demorar uma, duas, três ou mais horas, João Sousa, o ciclista, fez história e não demorou muito tempo. Em 11 minutos e 15 segundos subiu 14 andares do edifício central da Câmara Municipal de Lisboa, no Campo Grande, correspondente a 281 degraus.

"Muito obrigado a todos pelo vosso apoio e a todos os funcionários da Câmara, que me incentivaram ao longo do percurso", disse João Sousa, segundos depois de ter comemorado o feito no terraço do prédio, rodeado de amigos, entre os quais o olímpico David Rosa, que compete em provas de BTT.

João Sousa, de 29 anos, começou a praticar trial bike a partir dos 6 anos, sempre incentivado pelo pai. Abraçou a modalidade de corpo inteiro e com uns amigos criou uma equipa chamada Trial Portugal, beneficiando de vários patrocínios.

A visibilidade deu-se o ano passado, quando subiu o edifício Primavera, em Braga, e este ano abraçou um novo projeto ‘Up Stairs Challenge’, composto por três provas. Tinha subido 200 degraus na sede da Liberty Seguros. Foram 200 degraus e gastou 4.22 minutos. Desta vez a fasquia foi mais elevada: 281 degraus. E para finalizar o challenge está marcada a prova com a maior dificuldade, a 3 de maio, na Câmara Municipal da Maia, onde João Sousa se propõe subir 400 degraus, sem colocar o pé no chão.

Bancário de profissão, João Sousa treina-se três a quatro vezes por semana duas horas e não descarta a possibilidade de fazer algumas provas no estrangeiro. "Em Portugal fomos pioneiros e podemos ir lá fora levar a nossa experiência."

Fonte: Record on-line

“Tom Boonen: Adeus no Paris-Roubaix”

Belga foi 13.º na prova este domingo disputada

Por: Ana Paula Marques

Foto: epa

Tom Boonen procurou uma despedida que fizesse ainda mais justiça à excelente carreira que conseguiu em 15 anos. Falhou o recorde de vitórias (5) no mítico Paris-Roubaix, que se disputou pela 115ª vez. O belga acabou em 13º, numa corrida que venceu pela primeira vez em 2005 e a última em 2012, sendo apenas um dos dois que conseguiu ganhar por quatro vezes. O outro é o compatriota Roger de Vlaeminck (1972 a 1977), sendo que os que têm três triunfos nenhum está em atividade.

Depois do abandono no final de 2016 do suíço Fabian Cancellara, outro vulto do ciclismo internacional, em especial de provas de um dia, diz adeus ao pelotão mundial. Boonen fá-lo aos 36 anos e deixa como máxima uma frase que está a ter grande sucesso nas redes sociais e que traduzimos só em parte: "Às vezes não precisas de um plano. Apenas precisas de grandes...." O belga venceu ainda a Volta a Flandres (3), a Gent-Wevelgem (3), Paris-Bruxelas (2), tendo sido também campeão do Mundo em 2005.

O Paris-Roubaix deste ano voltou a ter um vencedor estreante, o campeão olímpico Greg van Avermaet (BMC), que bateu o checo Zdenek Stybar (Quick Step). Nelson Oliveira e Nuno Bico (Movistar) não terminaram, o primeiro devido a queda.

Fonte: Record on-line

“João Silva foi 35.º na Austrália”

Espanhol Mario Mola venceu pela segunda vez consecutiva

Por: Lusa

Foto: DR RECORD/Arquivo

O português João Silva foi 35.º classificado da segunda etapa do Campeonato do Mundo de triatlo, em Gold Coast, na Austrália, onde o espanhol Mario Mola venceu pela segunda vez consecutiva.
O olímpico português, que tinha sido 19.º na primeira prova, em Abu Dhabi, completou os três segmentos em 55.27 minutos, quase três minutos depois do vencedor, que se impôs numa luta restrita com o sul-africano Richard Murray, seu companheiro de treino, e mais dois espanhóis.

Mola completou a prova em 52.35 minutos, menos quatro segundos do que Murray, enquanto Fernando Alarza fez 52.44, completando o pódio, e Javier Gómez Noya, cinco vezes campeão do mundo, concluiu em quarto lugar, com 52.51.
Após a segunda prova, Noya comanda o Mundial, com 1.433 pontos, seguido de Murray (1.326), Alarza (1.318) e Mola (1.264).
O português João Pereira, sexto em Abu Dhabi e ausente na Austrália, segue em 10.º, com 542, enquanto João Silva ocupa o 32.º posto, com 197.
No setor feminino, a neozelandesa Andrea Hewitt venceu em 58.03 e bateu a australiana Ashleigh Gentle, por quatro segundos, a japonesa Juri Ide fechou o pódio, com 58.12. Hewitt comanda o Mundial com 1.600 pontos, à frente da norte-americana Katie Zaferes (1.134).

Fonte: Record on-line

Ficha Técnica

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