quarta-feira, 29 de julho de 2020

“Covid-19: Três ciclistas fora da Volta a Burgos por contacto com caso positivo”

Todos acusaram negativo e só não iniciaram corrida por precaução

Por: Lusa

Três ciclistas colombianos da UAE Team Emirates não partiram esta quarta-feira para a segunda etapa da Volta a Burgos por terem estado em contacto, no sábado, com uma pessoa que acusou positivo para covid-19, anunciou a organização.

Em declarações à agência noticiosa EFE, fonte da organização referiu que Sebastiano Molano, Cristian Muñoz e Camilo Ardina estão em isolamento num hotel de Burgos, "por precaução", uma vez que os testes a que se submeteram tiveram resultados negativos.

De acordo com a mesma fonte, os ciclistas vão realizar novos testes, mas independentemente dos resultados não regressarão à prova.

A partir dos Emirados Árabes Unidos, fonte da equipa confirmou que os corredores acusaram negativo para covid-19, mas explicou que, tendo em conta o protocolo estabelecido pela União Ciclista Internacional, foi tomada a decisão de não partirem para a segunda etapa da prova, na qual o português João Almeida (Deceuninck-Quick Step) segue em segundo lugar e lidera a classificação da juventude.

Na terça-feira, os ciclistas Itamar Einhorn e Alex Dowsett, ambos da Israel Cycling Academy não partiram para a primeira etapa por terem estado em contacto com o um caso positivo de covid-19.

Fonte: Record on-line


terça-feira, 28 de julho de 2020

“Calendário de ciclismo de 2021 ajustado devido aos Jogos Olímpicos Tóquio 2020”

Os Jogos vão decorrer de 23 de julho a 08 de agosto de 2021.

O calendário de ciclismo de estrada masculino e feminino para o ano de 2021 foi ajustado para acomodar os Jogos Olímpicos Tóquio2020 sem coincidir com a Volta a França, anunciou hoje a União Ciclista Internacional (UCI).

Os Jogos, que vão decorrer de 23 de julho a 08 de agosto de 2021, tendo sido adiados devido à pandemia de covid-19, entrariam em colisão com as datas do Tour, marcado para de 02 a 25 de julho, sendo agora recalendarizado para decorrer de 26 de junho a 18 de julho.

Outra das alterações prende-se com o arranque da Volta a Espanha, antecipado em uma semana, para de 14 de agosto a 05 de setembro, para acomodar a data dos Europeus de estrada, em 11 e 12 de setembro, e os Mundiais.

Para 2021, não foram pedidos registos para duas corridas habituais, a Volta à Califórnia, nos Estados Unidos, e a Clássica de Surrey RideLondon, algo que a UCI, em comunicado, "lamenta", passando a trabalhar "com os organizadores para garantir o regresso à principal divisão do ciclismo masculino de eventos que decorram nestas duas regiões importantes para o ciclismo de alto nível".

Assim, o escalão WorldTour terá 35 eventos no próximo ano, arrancando como habitualmente na Austrália, em janeiro, terminando na China em outubro, passando por um total de 12 países em quatro continentes.

O calendário revisto, que inclui apenas as provas do principal escalão, o WorldTour, foi elaborado após uma reunião do Conselho de Ciclismo Profissional, que inclui representantes da Associação de Ciclistas Profissionais, da Associação de Grupos Ciclistas, a Associação Internacional de Organizadores de Provas e a UCI.

No calendário feminino, que terá 25 eventos em 10 países, o destaque vai para uma versão do Paris-Roubaix, uma das míticas provas de ciclismo, assim como a Volta ao País Basco feminina e a Volta a Burgos.

As provas dos restantes escalões, em que se incluem as corridas em território português como a Volta ao Algarve, do circuito ProSeries, serão anunciadas em setembro.

A UCI aproveitou ainda para anunciar o cancelamento de quatro provas marcadas para 2020, devido à pandemia de covid-19, nomeadamente o Grande Prémio do Québec e o Grande Prémio de Montreal, no Canadá, bem como a Clássica de Hamburgo, na Alemanha, e no setor feminino do Boels Tour, nos Países Baixos.

Fonte: Sapo on-line


“Autarcas boicotam passagem da Milão-Sanremo e obrigam a mudar traçado”

Clássica italiana vai para a estrada a 8 de agosto

Por: Lusa

Foto: EPA

A clássica do ciclismo internacional Milão-Sanremo vai mudar o seu circuito habitual à 111.ª edição, depois de vários autarcas da região italiana da Ligúria terem negado a passagem dos atletas a 8 de agosto devido à covid-19.

Treze dos 16 autarcas da zona de Savona recusaram-se a permitir a passagem nas estradas dos seus municípios ao pelotão, facto que obrigou a um conjunto de mudanças que transformaram os tradicionais 291 quilómetros do trajeto em 299.

Assim, 251 dos usuais 291 quilómetros previstos serão diferentes, sendo que foram riscados do trajeto 127 quilómetros de traçado na Ligúria, igualmente com alguns acertos na província da Lombardia.

De acordo com o jornal 'Gazzetta dello Sport', que organiza do evento, o pelotão deve passar por Piamonte antes de poder baixar para os derradeiros 40 quilómetros, de Imparia a Sanremo.

O mar que é protagonista em boa parte do trajeto só fará parte da paisagem a cerca de 60 quilómetros do fim.

A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus já provocou a morte de pelo menos 654.477 pessoas e infetou 16.514.500 em todo o mundo, segundo o último balanço feito pela Agência France-Presse (AFP).

A Itália é o quinto país do mundo mais afetado, depois de Estados Unidos, Brasil, Reino Unido e México, com 35.112 mortes e 246.286 casos.

Fonte: Record on-line


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