quinta-feira, 29 de outubro de 2020

“Vuelta/‘Encontrões’ tiram vitória a Sam Bennett na estreia de Pascal Ackermann”


Sam Bennett (Deceuninck-QuickStep) perdeu hoje a vitória na nona etapa da Volta a Espanha

 

 

O irlandês Sam Bennett (Deceuninck-QuickStep) perdeu hoje a vitória na nona etapa da Volta a Espanha em bicicleta, após dar dois 'encontrões' num adversário, e a vitória recaiu no alemão Pascal Ackermann (BORA-hansgrohe).

Num dia sem grande história, a polémica decisão dos juízes da prova acabou por 'aquecer' a nona de 18 etapas da Vuelta, com Bennett desclassificado e relegado para 110.º, por dois 'encontrões' ao letão Emils Liepins (Trek-Segafredo), já nas últimas centenas de metros.

O incidente deu-se quando o irlandês seguia integrado no 'comboio' da equipa, que o preparava para o que seria a sua segunda vitória nesta 75.ª edição, e o 50.º triunfo da carreira, aos 30 anos.

Vistas as imagens, os comissários decidiram pela atribuição do triunfo a Ackermann, que, depois de um 'bis' na Volta a Itália de 2019, se estreia na Vuelta, acabando por concordar com a decisão.

"Quando vi o vídeo [do incidente], não me pareceu uma ação justa do Sam. Depois das quedas todas na última semana, temos de nos proteger uns aos outros. Se não há um espaço, é preciso parar. Custa-me pelo Sam, mas também me desclassificaram na Sheldeprijs", lembrou o alemão.

Então, a roda de Ackermann tocou na de um adversário, que teve uma queda aparatosa nos últimos metros, e um segundo lugar no 'sprint' transformou-se num 21.º posto.

Vencedor da classificação por pontos do Tirreno-Adriático, em que venceu as duas primeiras etapas, o velocista alemão somou a sétima vitória da época e deu à BORA-hansgrohe uma primeira este ano na Vuelta, juntando-se à Education First como únicas formações a terem já vencido nas três grandes voltas em 2020.

"Temos de correr de forma mais justa. Estou muito feliz pela vitória, pela minha equipa que fez um trabalho fantástico, e agora posso pagar esse trabalho", acrescentou.

Por seu lado, o patrão da Deceuninck-QuickStep já apelidou de "uma treta" a decisão, queixando-se de não ser já a primeira vez que a equipa é prejudicada pelos juízes, defendendo o irlandês, que na sua leitura procurava proteger-se do avanço de Liepins.

Os 157,7 quilómetros entre Castrillo del Val e Aguilar de Campoo foram cumpridos em 3:39.55 horas, com Bennett a bater, inicialmente, sobre a meta o alemão e o belga Gerben Thijssen (Lotto Soudal), terceiro.

A decisão deixou Thijssen em segundo e o alemão Max Kanter (Sunweb) em terceiro, num dia em que a geral não teve alterações na frente: o equatoriano Richard Carapaz (INEOS) segue líder, com 13 segundos para o esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Visma), segundo, e 28 para o irlandês Dan Martin (Israel Start-Up Nation), terceiro.

Sem pontos de montanha em disputa, a fuga resumiu-se a um esforço de pouco mais de 100 quilómetros e foi apanhada a 21,5 quilómetros da meta, tendo incluído o colombiano Juan Felipe Osorio (Burgos-BH), que em 2019 correu pela Oliveirense.

Sem grandes motivos de interesse até ao 'sprint' final, ainda houve tempo para um 'susto' para Roglic, vencedor em 2019, com um furo a 13 quilómetros da meta, mas sem consequências para o esloveno, que chegou integrado no pelotão.

Rui Oliveira (UAE Emirates) lançou o belga Jasper Philipsen para o quinto lugar na etapa, tendo cortado a meta em 35.º, e todos os restantes portugueses chegaram integrados no pelotão, à exceção do seu colega de equipa Rui Costa, que chegou a 1.50 minutos do vencedor.

Costa caiu para 37.º na geral, enquanto Nelson Oliveira (Movistar) é 51.º, Ricardo Vilela (Burgos-BH) 93.º e Ivo Oliveira (UAE Emirates) 117.º. Rui Oliveira segue em 141.º.

Na sexta-feira, a 10.ª de 18 etapas liga Castro Urdiales a Suances ao cabo de 185 quilómetros, com apenas uma montanha classificada, o Alto de São Cipriano, de terceira categoria.

Fonte: Sapo on-line

“The Prime Energize prepara novidades para os amantes do desporto e da vida saldável”


O melhor hotel de 4* de Monte Gordo tornar-se-á ainda mais #BEACTIVE com a construção de um bike center, uma nova sala de eventos e a reestruturação da zona de trabalho

 

Por: Inês Vasconcelos

Direcionado para os amantes do desporto e da vida saudável, que procuram a oferta de um programa de atividades e infraestruturas desportivas sem dispensar o extremo conforto, o The Prime Energize prepara-se para lançar um Bike Center, uma nova sala de eventos e uma zona de trabalho para hóspedes e locais.

O Hotel disponibilizará bicicletas elétricas e de montanha para alugar, um espaço para guardá-las, uma pequena oficina para avarias simples e uma app, desenvolvida pela A2Z, que oferece três trilhos com diferentes níveis de dificuldade, de forma a permitir aos hóspedes percorrerem caminhos em plena natureza, com bonitas paisagens de serra e de mar. 


Reforçando o seu posicionamento #beactive, o Hotel oferecerá ainda o acesso a um calendário de atividades desportivas, incluído na tarifa do alojamento, refeições equilibradas e saborosas, no Restaurante Fuel, e propostas diversificadas no Energize Spa, privilegiando, acima de tudo, o culto do bem-estar e da vida saudável.

O The Prime Energize procederá também a uma reestruturação do lobby e da zona de restaurante, a fim de torná-los lugares privilegiados para os hóspedes ou a comunidade local para estarem, lerem ou mesmo trabalharem, com imensa luz natural e a escassos metros da praia e do passadiço de Monte Gordo. O Restaurante Fuel by Chakall sofrerá igualmente uma redecorarão, por forma a ser possível transmitir todo o espírito da cozinha do reconhecido Chef.

Com uma aposta no segmento M.I.C.E. (Meetings, Incentives, Conferences e Exhibitions),  os eventos de team building, corporate, reuniões, encontros, retiros de yoga, conferências, lançamento de marcas ou casamentos, poderão ser realizados na nova sala de eventos, que oferecerá muita luz natural, janelas abertas ao exterior e coffee-breaks saudáveis, cumprindo todas as normas de segurança e higiene recomendadas pela Direção Geral da Saúde.

Assente num modelo de gestão que visa o crescimento económico sustentável, social e ambientalmente responsável, o The Prime Energize reabrirá, em dezembo, sem recorrer ao uso de plástico e reduzindo o uso de papel, que passará a ser reciclado, incluindo o papel higiénico.


O The Prime Energize, detido pelo grupo The Prime Corporate, de capital inteiramente português, localiza-se no sotavento algarvio, a cerca de 400m da praia de Monte Gordo, e dispõe de 64 quartos e 41 suites, projetadas para atender às necessidades de cada hóspede, Restaurante Fuel by Chakall, Ginásio, Rooftop com piscina exterior, Energize Spa com piscina interior e Beach Club.

O The Prime Energize segue uma promessa de marca que assenta nas experiências de vida ativa, ambientes descontraídos e muito confortáveis e a base de uma alimentação equilibrada. 

Fonte: MARIE – PR & Brand Consulting


“Ciclista espanhol recorda paixão por chocolate e 'fast-food' de João Almeida”


Sergio Veja vaticina um futuro de glória ao corredor português

 

Por: Lusa / SIF / AMG

Foto: Reuters

O ciclista espanhol Sergio Veja correu com João Almeida em 2017 e lembra uma "pessoa muito boa", com quem partilhava o gosto pela 'fast-food' e pelo chocolate, e a quem vaticina um futuro de glória.

Em declarações à Lusa, o corredor de 24 anos recorda que eram ambos jovens quando se cruzaram na Unieuro Trevigiani-Hemus 1896, ainda que o ciclista das Caldas da Rainha seja mais novo quase três anos.

"Era um rapaz de ideias muito claras, muito jovem e muito, muito boa pessoa", lembra o ciclista da Cantábria sobre o português, que então embarcava na primeira experiência fora de Portugal.

Esse ano, nota, "não foi fácil para ninguém", mas ainda assim João Almeida pôde "demonstrar que era bom corredor". "Via-se que tinha muita qualidade", atira.

Os dois criaram "boa relação" e até partilharam o quarto no que foi o 'Giro antes do Giro' para o caldense, uma vez que correu a Volta a Itália sub-23, conhecida como 'Baby Giro', nesse ano.

Nessa prova, recheada de muitos jovens que hoje ocupam lugares de destaque no ciclismo mundial ao nível da elite, o melhor resultado do português foi um 10.º lugar num contrarrelógio, então a sua principal especialidade.

Esse foi também o último evento em que correram juntos no calendário da União Ciclista Internacional, com Vega a mostrar-se hoje "muito feliz" pelos resultados e sucessos do antigo companheiro de equipa, que liderou a Volta a Itália durante 15 dias e acabou a prova em quarto.

"Alegro-me muito por ver como ele se está a dar, e tenho a certeza de que vai chegar muito longe", vaticina.

Desse ano, Sergio Vega destaca um dos principais resultados de ambos, na Ucrânia, cuja capital, Kiev, foi também o palco de uma celebração peculiar que juntou, então, gostos comuns desta amizade.

"Tínhamos uma coisa em comum: gostávamos os dois do Macdonald's e de chocolate. Na Volta à Ucrânia, onde o João ganhou a última etapa, no final fomos comer hambúrgueres para celebrar enquanto a equipa arrumava tudo", revela o espanhol.

A vitória na quarta etapa, uma de três que o português conseguiu em 2017, permitiu-lhe entrar no 'top 10' final, para o nono lugar, e vencer a classificação da juventude, e Vega esteve também em bom plano: foi 19.º na geral e sétimo entre os jovens.

Os dois viriam a coincidir e trabalhar juntos em muito mais provas, ainda que o espanhol tenha feito a Volta a Portugal, na qual trabalhou para os colegas de equipa, e o português não.

Para o espanhol, a ligação portuguesa continuou em 2019, quando correu pela Miranda-Mortágua, acabando a Volta no 31.º lugar, o melhor resultado nesse ano

João Almeida (Deceuninck-QuickStep) tornou-se no domingo o melhor português de sempre na Volta à Itália em bicicleta, ao terminar a prova no quarto lugar da classificação geral individual, depois ter envergado a camisola rosa, símbolo da liderança, em 15 das 21 etapas da prova.

Fonte: Record on-line

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