Maria Tomé e Gustavo do Canto Campeões Nacionais de Triatlo Super-Sprint
Por: Paulo José
Catarino Vieira
MARIA TOMÉ e GUSTAVO DO CANTO sagraram-se este domingo, 15 de março, CAMPEÕES NACIONAIS de Triatlo na distância Super-Sprint, numa prova disputada junto da Marina de Albufeira.
Numa competição
extremamente rápida e explosiva com apenas 300 metros de natação, 7,4 km de
ciclismo e 1850 metros de corrida, onde qualquer detalhe técnico ou tático
ganha peso desproporcional pela curta duração que não permite corrigir erros.
Na prova feminina,
Maria Tomé contou com uma forte oposição da sua colega de equipa, Bethany Cook.
A inglesa foi a grande vencedora ao sair muito forte para o segmento final, ao
demonstrar todo o seu potencial neste tipo de distância, mas por ser atleta estrangeira,
teve de entregar o título de campeã nacional à atleta olímpica do Clube de
Natação de Torres Novas.
Ao pódio deste campeonato nacional subiu ainda Cassilda Carvalho no 3º lugar, com mais 3 atletas do Triatlo de Torres Novas a alcançarem o TOP 10, Inês Rico foi 4ª, Catarina Santos 6ª, sagrou-se Vice-campeã Nacional Júnior, e Francisca Leirião 8ª, sagrou-se Campeã Nacional de Triatlo super-sprint em Cadetes.
No setor masculino, Gustavo do Canto venceu a prova, seguido no pódio por João Nuno Batista em 2º lugar, como Vice-campeão Nacional de Triatlo super-sprint. Gabriel Santos e Vasco Canadas, no 4º e 6º lugares, completaram um domínio coletivo da equipa no TOP 10, destacando-se o papel determinante de João Nuno Batista que, com um fair play incrível, ajudou os colegas de equipa, controlando ritmos e posicionamentos para entregar de bandeja o título a Gustavo do Canto, demonstrando uma cultura de entreajuda rara que fortalece a confiança interna e a imagem da formação.
Por outro lado, Marton Kropkó cortou a meta em 1º lugar, mas foi desqualificado por um preciosismo da arbitragem, não colocando a bicicleta exatamente no local correto na transição, com um desvio de apenas 50 cm, o que levanta debate sobre o equilíbrio entre aplicação literal das regras, essenciais para segurança e igualdade nas transições apertadas, e o espírito da competição, gerando frustração legítima para um atleta que mostrou grande desempenho, mas perdeu a prova por um detalhe.
Aceita-se a
penalização do atleta, mas achamos que foi excesso de zelo uma vez que o atleta
sabia também que não iria prejudicar o atleta que estava ao seu lado, pois
sabia que esse atleta não estava em prova. Esta narrativa dupla da prova,
positiva pelo espírito de equipa e fair play interno, controversa pela perceção
de excesso de zelo arbitral.
Referência ainda
para Rodrigo Narigueta, 16º e Vice-campeão Nacional de Triatlo super-sprint em
Cadetes, e para o 3º lugar de Rodrigo Correia no mesmo escalão, 20º à geral.
No final, celebramos
os resultados excecionais tanto no setor feminino como masculino. O Clube de
Natação de Torres Novas conquistou desta forma em 2026, os primeiros títulos
nacionais individuais, e contou ainda com a participação de mais atletas que alcançaram
os seguintes lugares individuais na classificação.
Geral
feminina:
• Gabriela Santos –
22º lugar (9ª cadete)
• Bianca Mendes –
26º lugar (13ª cadete)
• Bárbara Mendes –
29º lugar (16ª cadete)
Geral
masculina:
• Francisco Carvalho
– 15º lugar (5º júnior)
• Miguel Silva – 27º
lugar (7º cadete)
• Tiago Dias – 30º lugar
(8º cadete)
• Tomé Tomé – 34º lugar
(12º júnior)
Por fim, na prova
dos grupos de idade deste campeonato nacional de triatlo super-sprint, Rodrigo
Viegas foi 9ºclassificado à geral e o 1º júnior.
Fonte: Clube de
Natação de Torres Novas





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