A Volta ao Algarve voltou a marcar presença na FITUR – Feira Internacional de Turismo, que termina este domingo em Madrid, reforçando o posicionamento da prova como um dos principais eventos âncora da região e uma poderosa ferramenta de promoção turística do Algarve a nível nacional e internacional.
Tal como em 2025, a Federação Portuguesa de
Ciclismo foi convidada pelo Turismo do Algarve a apresentar a edição de 2026 no
stand do Turismo de Portugal, num momento dedicado à
divulgação dos “Grandes Eventos Desportivos
Algarve”, sublinhando o papel do desporto como
motor de promoção do território, de captação de visitantes e de combate à sazonalidade.
Durante a apresentação, foi destacada a
dimensão internacional da Volta ao Algarve e a sua capacidade única de
percorrer o território, aproximar-se das populações e mostrar o Algarve em
movimento, de forma autêntica, contínua e próxima das pessoas.
Cinco etapas com muitas
novidades pelo meio
A 52.ª Volta ao Algarve em Bicicleta realiza-se entre os dias 18 e 22 de fevereiro de 2026, ao longo de cinco etapas, num total de 697,41 quilómetros cronometrados, ligando o litoral ao interior da região. A corrida arranca em Vila Real de Santo António e termina no emblemático Alto do Malhão, em Loulé. O contrarrelógio de Vilamoura, a subida inédita ao Alto da Fóia e a introdução dos chamados “pontos quentes” constituem algumas das principais novidades desta edição.
O pelotão de 2026 será composto por 24 equipas,
incluindo 12 formações WorldTour, 3 equipas ProTeam e as 9 equipas continentais
portuguesas, garantindo elevado nível competitivo e forte atratividade
mediática.
Todas as etapas da Volta ao Algarve serão
transmitidas em direto em território nacional através da RTP2 e da RTP Play,
com a distribuição internacional assegurada pela Warner Bros. Discovery,
através dos canais Eurosport e HBO Max, alcançando dezenas de países e milhões
de espectadores em todo o mundo.
A ligação entre a prova e a promoção turística
da região volta a estar bem patente nas camisolas de líder, com a Camisola
Amarela (Visitalgarve) e a Camisola Azul (Água é Vida / Save Water) a contarem,
uma vez mais, com o apoio do Turismo do Algarve.
Durante a apresentação foram ainda partilhados dados do Estudo de Impacto da Volta ao Algarve 2025, que confirmam a relevância da prova enquanto ativo estratégico para o território. A edição anterior registou um impacto global de 36,5 milhões de euros, incluindo 8,6 milhões de euros de impacto económico direto e 27,9 milhões de euros de retorno mediático, com transmissão para 78 países e uma audiência internacional significativa.
O Presidente do Turismo do Algarve, André
Gomes, destacou que “a Volta ao Algarve é uma montra de excelência para a
região, pela sua dimensão internacional e pela visibilidade que garante em
mercados estratégicos. Para além do espetáculo desportivo, a prova reforça o
posicionamento do Algarve como destino preparado para acolher grandes eventos e
contribui para atrair visitantes fora da época alta, gerando impacto positivo
na economia regional e
valorizando a qualidade e a sustentabilidade do
destino.”
Por sua vez, Cândido Barbosa, Presidente da
Federação Portuguesa de Ciclismo, afirmou que “a FITUR é uma das maiores feiras
de turismo do mundo e a nossa presença aqui constitui uma oportunidade única
para promover a Volta ao Algarve. Para além da vertente desportiva, a Volta ao
Algarve é também um produto turístico de excelência, ao proporcionar
experiências únicas ao longo de cinco dias de corrida, atraindo público de todo
o país e de todo o mundo”.
Com a presença na FITUR, a Volta ao Algarve
reforça o seu papel enquanto plataforma internacional de promoção do Algarve,
demonstrando como o ciclismo profissional, pela sua proximidade às pessoas e
capacidade de percorrer o território, se assume como um instrumento único para
ligar desporto, turismo e desenvolvimento regional.
Tal como em anos anteriores, a 52.ª Volta ao
Algarve integra ainda no seu programa o Algarve Granfondo, no dia 21 de
fevereiro, onde os participantes poderão optar entre dois desafios: os 130
quilómetros do Granfondo ou os 90 quilómetros do Mediofondo. Com partida em
Lagos, são esperados mais de 1.000 ciclistas amadores naquela que é a prova de
participação popular da Volta ao Algarve.
Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo




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