segunda-feira, 30 de setembro de 2019

“Ciclismo/Mundiais: Rui Costa atribui 10.º lugar à força psicológica”

A análise positiva do ciclista foi partilhada pelo selecionador nacional, José Poeira.

O ciclista português Rui Costa considerou hoje que o 10.º lugar alcançado na prova de fundo de elite dos Campeonatos do Mundo de estrada, em Harrogate, ficou a dever-se à capacidade psicológica para superar o “sofrimento”.

“Foi preciso estar muito forte psicologicamente para encarar um Mundial como este, porque foi um dia de muita chuva e frio. Durante uma prova tão longa, muitas coisas nos passam pela cabeça. As sensações foram boas no início, mas a meio não estava tão bem. Foi preciso ultrapassar esses momentos mais difíceis, esse sofrimento, para chegar melhor aos últimos quilómetros”, afirmou, em declarações à assessoria da Federação Portuguesa de Ciclismo.

Na competição com 261,8 quilómetros realizada na região de Yorkshire, no Reino Unido, o ciclista de 32 anos – que chegou a 1.10 minutos do vencedor, o dinamarquês Mads Pedersen – foi o único representante nacional a completar o percurso, face às desistências de José Gonçalves, Nélson Oliveira, Rui Oliveira e Rúben Guerreiro.

As condições meteorológicas adversas levaram a organização a alterar o traçado previsto, anulando duas das três subidas que antecediam o circuito de Harrogate, o que retirou cerca de 20 quilómetros. Contudo, as alterações não significaram uma prova mais simples para os corredores e Rui Costa assumiu mesmo ter ficado “contente” pela quarta presença entre o 'top' 10, depois da vitória em 2013, do nono posto em 2015 e do décimo em 2018.

“O traçado previsto iria ser muito mais duro, talvez deixando mais cedo para trás alguns corredores que chegaram aqui na frente. Em todo o caso, um Mundial é sempre duro e hoje viu-se o quão difícil é estar com os melhores. Fico contente com mais este 'top' 10. Sempre que venho à seleção, tento estar nas melhores condições para representar o país, penso que voltei a dignificar as cores de Portugal”, resumiu.

A análise positiva do ciclista foi partilhada pelo selecionador nacional, José Poeira, que enalteceu a resistência de Rui Costa após ficar sem mais colegas para o ajudarem a conseguir um bom resultado para as cores portuguesas.

“Nos últimos anos partimos sempre com a ambição de ficar nos dez primeiros e hoje, mais uma vez, conseguimo-lo. A corrida tornou-se muito dura, devido às condições climatéricas. Muitos corredores que vinham para ganhar acabaram por desistir. Nós resistimos. Apesar de os colegas terem ajudado o Rui Costa em determinada fase, ele ficou sozinho durante muito tempo. Nessa circunstância não podia ter feito mais do que fez. Esteve muito bem”, notou.

O título mundial na prova de fundo para elite ficou nas mãos do dinamarquês Mads Pedersen, que se impôs no ‘sprint’ final com o tempo de 06:27.28 horas ao italiano Matteo Trentin, deixando ainda o suíço Stefan Küng na terceira posição, a dois segundos do vencedor.

Fonte: Sapo on-line

domingo, 29 de setembro de 2019

“Javier Noya vence Ironman 70.3 Portugal Cascais e Filipe Azevedo fecha o pódio”

Espanhol e pentacampeão mundial de triatlo vence prova que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra

Por: Lusa

Foto: Facebook

O espanhol e pentacampeão mundial de triatlo, Javier Noya, venceu a terceira edição do Ironman 70.3 Portugal Cascais, à frente do francês Dylan Magnien e do português Filipe Azevedo, que repetiu o terceiro lugar conquistado há um ano.

O atleta espanhol, de 36 anos, completou o percurso de 1,9 quilómetros de natação, 90 de ciclismo e 21 de atletismo, que passou por Cascais, Oeiras, Lisboa e Sintra, em 3:51.11 minutos, menos 4.32 minutos do que o gaulês e segundo classificado.

"Senti-me bem em toda a prova. Cometi um erro no percurso de ciclismo, enganei-me e fiz um quilómetro a mais, mas consegui retificar, mantive-me concentrado e estive bem no atletismo para fazer uma boa prova. Não era um percurso fácil, sobretudo a segunda parte do ciclismo, que era muito complicada, mas poupei forças no princípio para apertar nas zonas mais duras do percurso", afirmou Javier Noya, que se estreou no Ironman 70.3 Portugal Cascais com a vitória.

Já Filipe Azevedo, o melhor português em competição, cortou a meta em terceiro lugar, ao cabo de 3:56.48, e, apesar de ter repetido o feito de 2018, ambicionava melhor performance em Cascais.

"Este ano tinha como objetivo lutar por uma posição melhor. Sabia que o Javier Gomez Noya é um dos melhores atletas do mundo e seria complicado ganhar-lhe, mas também sabia que, fazendo uma boa prova, podia alcançar o segundo lugar. Tinha tudo bem encaminhado para isso, mas, no início do percurso de ciclismo, perdi toda a minha nutrição. E quando comecei a correr, à passagem dos 10 quilómetros, comecei a sofrer por causa disso e foi tentar aguentar até ao fim", contou.

Apesar do percalço e de não ter conseguido concretizar o objetivo inicial, Filipe Azevedo mostrou-se "muito feliz por ser o melhor português" em prova. "O terceiro lugar outra vez é um bom resultado final", concluiu o atual vice-campeão da Europa de média distância e campeão do Ironman 70.3 de Xangai, na China, em 2018.

Entre as senhoras, a britânica Ema Pallant conquistou o primeiro lugar do pódio, ao concluir a prova em 4:18.21 horas, com uma confortável vantagem sobre a espanhola Anna Noguera, segunda classificada com 4:27.52.

O terceiro lugar ficou na posse da alemã Anna-Lena Pohl, com 4:36.41 minutos, enquanto Vanessa Pereira, a melhor portuguesa em prova, terminou na sétima posição, com 4:55.48.

Fonte: Record on-line

“ASFIC VENCE CIRCUITO DE ÉVORA”

Decorreu hoje, dia 29 de Setembro, na cidade de Évora, o IV Circuíto UCA, a prova foi realizada num circuito fechado, com uma extensão de 3600 metros, que foi percorrido por 15 voltas, perfazendo uma distância total de 54 km.

A ASFIC Grupo Parapedra / Dinazoo / Riomagic participou nesta prova apenas com 3 unidades, João Letras, Jorge Letras e Carlos Ochoa.

A prova teve inicio cerca da 10h30, e logo desde o inicio surgiram vários ataques, mas sempre a serem neutralizados pelo pelotão.

A passagem da 8 volta, o atleta da ASFIC, João Letras, atacou forte no pelotão e com ele apenas seguiu o seu irmão, Jorge letras e outro atleta, que logo ganharam uma pequena vantagem ao pelotão.

Até ao fim da prova, os 3 atletas em fuga conseguiram sempre ganhar vantagem sobre o pelotão, e não ser alcançados.

Na ultima volta, Jorge letras atacou no grupo da fuga e conseguiu isolar-se, cortando a meta isolado, festejando o dia do seu aniversário, com uma vitória.

Logo atras, cortaram a meta os outros dois companheiros de fuga, com João letras a cortar a meta em 3º lugar.

Jorge Letras venceram ainda no escalão M30 e João letras o escalão Elite e as 2 metas volantes da prova.

Os atletas da ASFIC continuam sempre em grande evidência, lutando sempre pelas vitórias em todas as corridas, honrando sempre a camisola da ASFIC e seus patrocinadores.

Fonte: ASFIC - GRUPO PARAPEDRA /DINAZOO / RIOMAGIC

 

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