A Federação Portuguesa de Ciclismo aprovou, este sábado, 18 de abril, em Assembleia Geral ordinária, o Relatório & Contas referente ao exercício de 2025, que registou um resultado líquido positivo de 52.495 euros. O documento foi aprovado por maioria, com 22 votos favoráveis, seis abstenções e um voto contra.
O resultado confirma o
percurso de recuperação e estabilização financeira da instituição, num ano
marcado por exigência e transformação, refletindo a implementação das primeiras
medidas estruturais definidas pela atual Direção, no âmbito do ciclo estratégico
2025-2028.
Do ponto de vista financeiro,
2025 representa uma inversão significativa face ao exercício anterior, em que a
Federação registou um resultado negativo superior a 85 mil euros. O saldo
positivo agora alcançado evidencia o reforço do rigor e da sustentabilidade na
gestão.
Ao nível desportivo, o ano
ficou igualmente marcado por uma intensa atividade competitiva, com mais de uma
centena de dias de competição em território nacional, bem como pela
consolidação da aposta na formação e no desenvolvimento das diferentes vertentes
da modalidade.
A aprovação do Relatório &
Contas valida o trabalho desenvolvido ao longo do último ano e reforça o
compromisso da Federação com um modelo de gestão mais rigoroso, sustentável e
orientado para o crescimento do ciclismo em Portugal.
“Esta aprovação confirma que
estamos a recuperar a estabilidade financeira e a construir bases sólidas para
o futuro. Sabemos que ainda há muito caminho a fazer, mas os resultados de 2025
mostram que estamos no rumo certo, com mais rigor, mais ambição e um
compromisso claro com o desenvolvimento do ciclismo em Portugal”, destacou
Cândido Barbosa, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo.
Atribuição
de Sócio Honorário à GNR
A Federação Portuguesa de
Ciclismo aprovou ainda, por unanimidade, a atribuição do título de Sócio
Honorário à Guarda Nacional Republicana (GNR), reconhecendo o contributo
decisivo desta instituição para o desenvolvimento e segurança do ciclismo em
Portugal. A proposta foi apresentada pelo delegado Bruno Henriques.
A distinção surge no ano em
que se assinalam duas décadas de especialização da GNR no acompanhamento de
provas de ciclismo de estrada, num percurso marcado pela qualificação,
profissionalização e estreita articulação com a Federação.
Ao longo destes 20 anos, a GNR
assumiu um papel central na garantia de segurança das competições,
destacando-se pela criação de manuais específicos de atuação, pela formação
contínua dos seus militares e pela constituição de unidades especializadas
dedicadas ao acompanhamento de provas nacionais e internacionais.
Entre os principais marcos
deste percurso, destacam-se o desenvolvimento de manuais de procedimentos de
segurança, a realização de ações de formação regulares, a cooperação
internacional e a criação de um destacamento especializado para o policiamento
destas competições.
Mais recentemente, a GNR tem
reforçado a sua intervenção através da introdução de novas soluções
operacionais, como sinalética específica para provas de ciclismo, contribuindo
para a credibilidade, segurança e valorização da modalidade.
A atribuição deste título
constitui um reconhecimento público do papel essencial da GNR no ciclismo
nacional e do seu compromisso contínuo com a segurança de atletas, equipas e
restantes intervenientes.
Fonte: Federação Portuguesa
Ciclismo

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