Por: José Morais
Os trapaceiros continuam em
força com o “DOPING”, e nunca
deixam de surpreender, e tudo indica que parece que estão mais um passo à
frente dos controles, onde arriscam a sua saúde nesse processo.
Tudo leva a crer que um novo
tipo de “DOPING” estaria a circular no pelotão, uma hemoglobina de
um verme marinho, que é mais potente quarenta vezes, que a hemoglobina humana,
com a origem nesse verme marinho.
Esse verme marinho de seu nome “Arenicola Marina”, é uma minhoca com incríveis habilidades para absorver o oxigénio, porque a mesma passa imenso tempo debaixo de água, ou enterrada na areia, e segundo estudos realizados por Franck Zal o criador da tecnologia da Hemarina, a qual gira em torno da hemoglobina encontrada no verme marinho “Arenicola Marina”, sendo esta hemoglobina muito semelhante na estrutura encontrada em humanos, mas difere por a sua natureza extracelular não está contido nos glóbulos vermelhos e, portanto, é compatível com todos os grupos sanguíneos, com a sua capacidade de ligar quarenta vezes mais oxigênio, do que a hemoglobina humana, com o seu tamanho particularmente pequeno, sendo 250 vezes menor que os glóbulos vermelhos humanos, mas… neste caso em questão, a droga criada é indetetável.
Quem criou esta substância
inicialmente era para fins médicos, onde se incluíam as transfusões, porem,
descobriu-se que funcionava perfeitamente em animais, e em 2016 iniciou-se os
testes em humanos, e tudo leva a crer que tem sido usado no desporto já algum
tempo, em especial no ciclismo e esquiadores.
Para o criador desta nova
tecnologia Franck Zal, o mesmo reconhece que a sua medicação tem vindo a ser
solicitada tanto por atletas como por clubes a nível mundial, já que a molécula
é praticamente idêntica aos glóbulos vermelhos dos humanos, o que seja
praticamente indetetável, em espacial na micro dosagem, disse Franck Zal,
quando a notícia vem ao de cimo novamente no L'Equipe.
Franck Zal, afirmou que um
ciclista de renome, bem conhecido, que faz parte de uma equipa que participa na
Volta a França, entrou em contato com ele para adquirir a substância, e com
base neste pedidos, o investigador que já está a trabalhar com a Agência
Mundial Antidoping, para tentarem em conjunto criar um teste onde se pode
detetar essa substância.
Porem, esta hemoglobina em
questão é apresentada em pó, o que pode dificultar ainda mais a deteção, já que
pode ser escondida mais facilmente, do que um saco de sangue, tendo ainda um
prazo de validade de cinco anos, ou seja, é um medicamento perfeito, onde nos
últimos anos tem sido preocupação de diversos especialistas, o que a sugestão,
será a que o passaporte biológico deve de ser modernizado.
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