sexta-feira, 29 de abril de 2016

“UCI esclarece que substânica detetada em Yates não obriga a suspensão imediata”

Foto: EPA/ANATOLY MALTSEV

Orica admitiu que ciclista Simon Yates acusou doping, mas para fins terapêuticos, UCI esclarece que substânica detetada em Yates não obriga a suspensão imediata
A União Ciclista Internacional (UCI) esclareceu hoje que a substância terbutalina, detetada num controlo antidoping ao britânico Simon Yates e usada para o tratamento da asma, “não implica a imposição de uma suspensão provisória”.
A UCI confirmou que a substância foi detetada num controlo realizado a 12 de março ao ciclista Simon Yates, que tem agora o direito de solicitar uma contra-análise, mas que, de acordo com os regulamentos, não implica a sua suspensão imediata.
O uso de terbutalina por parte de Siman Yates, substância usada para minimizar os problemas provocados pela asma, foi já confirmada pela equipa do ciclista britânico, a australiana Orica.
Horas antes, o British Cycling, organismo que rege a modalidade no Reino Unido, tinha anunciado que um ciclista britânico não identificado era suspeito de uma infração ao regulamento antidoping.
A equipa australiana noticiou depois que o ciclista em causa era Simon Yates, reconhecendo que o recurso à terbutalina se deveu a um erro de um dos médicos da formação.
“A substância foi fornecida na forma de um inalador para tratar um surto de asma”, admite a Orica.
A mesma equipa esclareceu que Simon Yates foi controlado a 12 de março, na chegada da sexta etapa da ‘clássica’ Paris-Nice, na qual o britânico foi sétimo classificado.
“O médico da equipa, que assume total responsabilidade, cometeu um erro administrativo ao não solicitar um recurso terapêutico de exceção, que era necessário para este tratamento”, refere ainda a Orica.
Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

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