quinta-feira, 26 de março de 2026

“Mesa reina no Castelo e é o novo líder da “Alentejana”


Corredor da Anicolor/Campicarn brilhou na chegada a Montemor-o-Novo

 

Fotos: Rodrigo Rodrigues e Igor Martins / FPC

Foi para Santiago Mesa a segunda etapa da 43.ª edição da Volta ao Alentejo Crédito Agrícola, que ligou Ferreira do Alentejo a Montemor-o-Novo, esta quinta-feira.

O sprinter da Anicolor/Campicarn sobreviveu às dificuldades do último quilómetro de corrida e, numa imponente demonstração de força, impôs-se na chegada ao Castelo, com vantagem face a Nico Tivani, da Aviludo-Louletano-Loulé, e Albert Roca, da Caja-Rural-Alea.

Mais cedo, de Ferreira do Alentejo partiram 136 ciclistas para um percurso de praticamente 162 quilómetros, e com Jens Verbrugghe (NSN Development Team) a envergar a Camisola Amarela Crédito Agrícola de líder da Classificação Geral, depois de ter triunfado na etapa inaugural.

 

Nunes & Sansano, a sociedade que pegou nas rédeas da corrida

 

Os primeiros quilómetros do dia foram com o pelotão compacto, e só já depois da primeira Meta Volante do dia, em Cuba, é que houve fugitivos. Roger Pareta, da Movistar Team Academy, passou à frente nesse sprint intermédio e pouco depois dois corajosos tomaram as rédeas da corrida: Hugo Nunes (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car) e Alvaro Sansano (Cortizo).


A dupla atacou, distanciou-se do pelotão e andou fugida largos e largos quilómetros. Passou à frente na Contagem de Montanha de Escoural, de terceira categoria, com vantagem para Hugo Nunes, e na Meta Volante de Montemor, aí com vantagem para Sansano.

Dentro dos últimos 50 quilómetros, no entanto, a dupla desfez-se: Hugo Nunes forçou o ritmo e deixou Sansano para trás, numa posição intermédia. O ciclista português percorreu vários quilómetros a solo, mas acabou por ser alcançado a menos de 15 mil metros para a meta.

Com o pelotão compacto e já reduzido, a situação de corrida intensificou-se, com muita luta por posicionamento, até porque os últimos metros eram técnicos e em subida.

 

Mesa não deu hipóteses na chegada ao Castelo

 

A Aviludo-Louletano-Loulé entrou forte para a derradeira parte da corrida, na tentativa de trabalhar para Tivani, mas não contava com um Mesa tão rápido. O sprinter ultrapassou as dificuldades, aumentou o ritmo na chegada final e cortou a meta em primeiro: é agora o dono da Camisola Amarela Crédito Agrícola, de líder da Classificação Geral.

 “Um dia bonito, que ansiava. Uma das corridas que preparei nesta primeira fase da temporada. Ontem a vitória escapou-nos, mas hoje tínhamos outra oportunidade e trabalhámos para ela”, afirmou, no final da etapa.

Verbrugghe também vinha bem colocado para disputar a vitória, mas um toque afastou-o dessa luta. O jovem belga perdeu várias posições na geral, mas é segundo classificado na luta dos pontos pela Camisola Verde Delta Cafés, atrás precisamente de Santiago Mesa.

Por isso, Verbrugghe vai vestir de verde, enquanto Mesa vai assim partir para o contrarrelógio desta sexta-feira com a Amarela vestida. Hugo Nunes é agora o Camisola Azul RTP, da montanha, e Roger Pareta (Movistar Team Academy) é o Camisola Branca – Turismo do Alentejo, da juventude.

 

Horários

 

25/03 | Sines – Almodôvar | 173.7 km | 12h10-16h23

26/03 | Ferreira do Alentejo – Montemor-o-Novo | 160.5 km | 12h25-16h19 27/03 | Crato – Crato (CRI) | 23.2 km | 13h59

28/03 | Vila Viçosa – Serra de São Mamede | 153.3 km | 10h45-14h29 29/03 | Moura – Évora | 163.1 km | 11h30-15h28

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Relatório médico e abandonos - Volta à Catalunha 2026, 3ª etapa: Ivo Oliveira e Jay Vine envolvidos em queda e Remco fica maltratado após queda tardia”


Por: Miguel Marques

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Quedas, doenças e abandonos são parte inevitável de qualquer corrida por etapas, e a Volta à Catalunha 2026 não é exceção. De finais rápidos e técnicos a etapas de montanha exigentes, os incidentes podem alterar rapidamente tanto os resultados das etapas como a classificação geral. Eis um panorama completo das atualizações médicas da corrida e dos abandonos de corredores.

Este Relatório Médico contínuo acompanha todas as lesões confirmadas, DNS, DNF e abandonos ao longo da Volta à Catalunha 2026, com atualizações publicadas após cada etapa. À medida que os incidentes acontecem, as equipas fornecem avaliações, os corredores realizam exames médicos e o contexto de corrida evolui em tempo real. Abaixo, encontra a informação verificada mais recente sobre quedas, questões de saúde e estado dos corredores, à medida que a prova avança.

 

1ª etapa

 

Sem ocorrências a registar.

 

2ª etapa

 

Riley Pickrell e Henri Uhlig abandonaram a corrida durante a etapa, tendo Uhlig sido vítima de uma queda no final da corrida.

“11 ossos fraturados e um pulmão colapsado - Ciclista da Team Picnic PostNL sai da queda no GP Jean-Pierre Monséré com longa lista de lesões”


Por: Miguel Marques

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As clássicas belgas são provas de altíssima intensidade, mas, para quem vai no pelotão, também extremamente perigosas. A tensão constante provoca muitas quedas e, com as velocidades elevadas, as consequências tendem a ser graves. Timo Roosen, da Team Picnic PostNL, sofreu lesões sérias após uma queda no GP Jean-Pierre Monseré, este domingo.

Não foi o único azarado da formação neerlandesa: Timo de Jong também caiu quando atacava, numa movimentação que se revelou decisiva para o desfecho. A vitória sorriu a Dylan Groenewegen, enquanto De Jong e Roosen foram os dois DNF da Picnic PostNL. Como se veio a confirmar, as consequências da queda de Roosen foram bem mais graves.

“Então… tive uma queda forte no GP Monseré. Resultou em 11 fraturas e um pulmão colapsado”, disse o neerlandês numa publicação no Instagram. “Um grande obrigado ao Hospital AZ Delta, em Roeselare, por cuidarem tão bem de mim nos últimos dias, com um ambiente ótimo e num dialeto divertido”.

Em bom espírito, o corredor de 33 anos deixou o hospital poucos dias após dar entrada, apesar das lesões complexas resultantes da queda. Partiu seis costelas, quatro vértebras e a clavícula. Sofreu ainda um pneumotórax - pulmão perfurado. A sua campanha de primavera fica assim terminada, quando estava previsto integrar os planos da equipa que está em apuros no World Tour.

“Hora de ir para casa, a recuperação vai demorar algum tempo. A clavícula já está no sítio e o dreno foi retirado. As seis costelas e quatro apófises das vértebras na coluna precisam de tempo para sarar e doer menos”. O antigo campeão neerlandês está em ano de contrato e estas lesões podem tornar-se um obstáculo relevante mais tarde na temporada, quando negociar uma renovação ao mais alto nível da modalidade.

Ficha Técnica

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