quinta-feira, 28 de agosto de 2025

"Chamaram-me assassino, cuspiram-me e deram pontapés no carro" - Diretor da Israel - Premier Tech revela agressões a ciclistas e lágrimas após o CRE”


Por: Miguel Marques

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

A Volta a Espanha 2025 viveu um episódio insólito e delicado durante o contrarrelógio por equipas da 5ª etapa, quando manifestantes pró-palestinianos bloquearam momentaneamente o percurso e obrigaram a Israel - Premier Tech a parar. O incidente, que levantou fortes questões de segurança, levou o júri da corrida a aplicar uma correção de 15 segundos no tempo final da formação israelita.

Óscar Guerrero, diretor desportivo espanhol da equipa, seguia no carro imediatamente atrás dos ciclistas e descreveu à COPE os instantes de tensão. "Eu estava mesmo atrás dos ciclistas no contrarrelógio por equipas. Estávamos todos muito concentrados desde o início. Entrámos na primeira curva e todos os corredores já estavam alinhados a 60, 65 km/h. Graças a Deus que os vimos a sair e que havia uma distância de segurança para os avisar para travarem e, pelo menos, não terem uma queda", relatou.

Segundo Guerrero, a interrupção teve impacto direto na estratégia e no desempenho. "Nesse sentido, tivemos um pouco de sorte, mas é claro que três ciclistas foram obrigados a parar, incluindo Matthew Riccitello, que é o nosso líder. Tivemos de esperar por ele, porque não era apenas uma questão de parar ali. Tivemos de esperar um quilómetro até que os últimos ciclistas pudessem voltar ao grupo para retomar o ritmo", explicou.

 

Ciclistas emocionalmente abalados

 

O dirigente revelou ainda que o incidente deixou marcas psicológicas em vários elementos da equipa. "Os adeptos estão constantemente a insultar-nos. Sou de Navarra e, por exemplo, na Clásica de San Sebastián do ano passado, passei um mau bocado porque me chamaram assassino, cuspiram em mim e deram pontapés no carro. Também falámos sobre isto com os ciclistas. Muitas vezes, quando fazem o corredor para a apresentação, há pessoas que os insultam e cospem neles", afirmou.


Guerrero partilhou um caso particularmente duro: "Depois do contrarrelógio por equipas, um homem da nossa equipa chorou durante meia hora no quarto do hotel por causa da segurança e do desamparo que sentia. Apesar de ter 1,90 metros de altura e ser um homem adulto, mal conseguia respirar porque estava a chorar e assustado por não se sentir seguro (com esta informação sobre a altura, trata-se de Ethan Vernon ou Marco Frigo, ambos com 1,88m, segundo dados do PCS). Se voltar a acontecer, acha que não vai conseguir ultrapassar a situação e terá de abandonar a Volta a Espanha. É muito difícil".

 

Polícia reforça segurança na corrida

 

Apesar da gravidade do sucedido, o diretor desportivo fez questão de elogiar o trabalho das forças de segurança. "É verdade que estamos muito satisfeitos com a polícia. Antes do contrarrelógio por equipas, tivemos uma reunião prévia com eles, onde falámos sobre o protocolo e a forma como o iam fazer. Mas sabíamos que isto podia acontecer porque é muito difícil controlar tudo num circuito tão aberto. Eles estavam escondidos, apareceram no último segundo e a segurança não pôde fazer muito".

Guerrero revelou que a equipa continua a ser acompanhada de perto pelas autoridades. "Temos um carro dos Mossos d'Esquadra no hotel, com dois membros que vigiam durante a noite. Também tínhamos isso em Itália, mas é verdade que isso já acontecia antes da guerra israelo-palestiniana. Penso que se trata de um protocolo governamental. Mas é verdade que nesta Volta a Espanha e no ano passado nos foi oferecida esta proteção e temos estado tranquilos", concluiu.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/um-ciclista-chorou-durante-meia-hora-diretor-da-israel-premier-tech-relata-o-estado-de-espirito-da-equipa-apos-o-incidente-no-cre

“Flávio Pacheco (11º) abriu participação lusa no Mundial de Paraciclismo”


O primeiro dia do Campeonato do Mundo de Paraciclismo de Estrada 2025, que decorre até domingo, na cidade belga de Ronse, foi dedicado às provas de contrarrelógio individual, onde Portugal esteve representado por Flávio Pacheco, na classe H4. A estreia foi coroada com um 11º lugar à geral. Amanhã, será a vez de entrarem em ação os três restantes elementos da Seleção Nacional: Miguel Pacheco (C5), Telmo Pinão (C2) e Bernardo Vieira (C1).

Um ano após os Jogos Paralímpicos, o maior Campeonato do Mundo de Paraciclismo de Estrada arrancou esta quinta-feira, na cidade belga de Ronse, com um recorde de 328 ciclistas em representação de 51 países, incluindo Portugal.

No primeiro de quatro dias de competição, os participantes das classes H1-H5 (handbike) e T1-T2 (triciclo) testaram o exigente percurso do contrarrelógio, disputado ao longo de duas voltas num total de 23,3 quilómetros. Mesmo sendo um circuito pouco adaptado às suas características, sem grandes subidas e maioritariamente plano, Flávio Pacheco cumpriu a sua missão, concluindo a prova no 11º lugar, a apenas um segundo de uma presença no top-10 final. Agora, é preparar a sua participação na prova de fundo, onde costuma ser mais forte.

Amanhã, sexta-feira, os holofotes voltam-se para as duas rodas (classes C1-C5), onde os restantes três portugueses a representar a Seleção Nacional vão enfrentar duas voltas ao mesmo traçado. Miguel Pacheco (c5) será o primeiro a entrar em ação, às 08h54 (hora de Portugal Continental), seguindo-se Telmo Pinão (C2), às 13h20, e Bernardo Vieira (C1), às 13h39.

O fim de semana será dedicado às provas de fundo, sábado para as handbike e triciclos, e domingo para as duas rodas e tandems, com a participação dos quatro representantes lusos.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Maria Martins e Daniela Campos brilham na Chéquia em busca de pontos para o Mundial de Pista”


Com o objetivo de melhorarem o seu ranking individual com vista à qualificação para o próximo Mundial de Pista, Maria Martins e Daniela Campos viajaram até à Chéquia para participarem, entre hoje e sábado, nas duas competições internacionais que decorrem no mítico Velódromo de Prostějov. O arranque não podia ser mais auspicioso, com uma vitória e um terceiro lugar na corrida de Eliminação e um segundo lugar na prova de Scratch.

Com o Mundial de Pista 2025 cada vez mais próximo, todas as oportunidades para amealhar pontos para o ranking UCI são bem-vindas, especialmente para as duas principais esperanças portuguesas no setor feminino: Maria Martins e Daniela Campos.


A pensar nisso, as duas atletas viajaram até à Chéquia para uma dupla participação nas duas corridas internacionais inscritas no calendário UCI e que decorrem no Velódromo de Prostějov: o 26º Grande Prémio de Prostějov (categoria 2), a decorrer esta quinta-feira, e o Memorial Otmara Malecka (categoria 1), entre sexta-feira e sábado.

A jornada começou da melhor maneira para as duas atletas, com Maria Martins a garantir a vitória na corrida de eliminação, numa prova onde Daniela Campos completou o pódio. Da parte da tarde, foi a vez da prova de Scratch, onde Maria Martins voltou a ser a melhor representante nacional, completando as 33 voltas (10 km) no 2º lugar da geral, enquanto Daniela Campos, atual Campeã Nacional, foi oitava classificada.

Amanhã, as duas atletas regressam à ação, agora para competirem no Omnium.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Lucas Lopes termina etapa rainha da Volta a França do Futuro no 11.º lugar”


Lucas Lopes foi esta quinta-feira o grande destaque da Seleção Nacional na 5.ª tirada da Volta a França do Futuro. O jovem de 22 anos terminou a etapa rainha da prova na 11.ª posição depois de se intrometer no lote dos principais favoritos e é agora o melhor representante nacional na geral.

As contagens de montanha (uma de categoria especial e duas de 1.ª categoria) na ligação de 121 quilómetros entre Saint-Gervais Mont-Blanc e Tignes 2100 trataram de fazer a natural seleção de valores. Do pelotão de 119 corredores, apenas 35 integravam o pelotão na subida final.

O belga Jarno Widar venceu isolado após 3h34m48 de corrida e com cinco segundos de vantagem para um trio de perseguidores. Lucas Lopes foi o melhor português ao gastar mais 1m09s do que o vencedor. Rafael Barbas foi 43.º a 17m21s, Gonçalo Tavares terminou a etapa na 54.ª posição a 20m47s e João Martins terminou no 102.º lugar a 32m43s.

Nota ainda para o abandono de Daniel Lima que não alinhou hoje à partida depois das dificuldades físicas sentidas na véspera.

Na geral individual, o francês Maxime Decomble continua a vestir de amarelo depois de hoje ter sido 12.º, logo atrás de Lucas Lopes, na etapa rainha da Volta a França do Futuro. O jovem que pertence aos quadros da Radio Popular-Paredes-Boavista é agora o melhor português na classificação ao subir 12 posições para o 18.º lugar da classificação a 2m24s do líder.

Quanto aos outros representantes nacionais: Rafael Barbas é 43.º a 19m14s, Gonçalo Tavares está no 51.º lugar a 22m33s e João Martins ocupa a 89.ª posição a 34m29s.

Amanhã há dose dupla no último dia de competição com a sexta etapa a ser dividida em dois sectores. Os corredores vão enfrentar primeiro quase 42 quilómetros com partida e chegada em La Rosière. Uma curta etapa, mas com três contagens de montanha: uma de categoria especial aos 10 quilómetros, de 1.ª categoria a 10 quilómetros da meta e a ascensão final de 3.ª categoria. Depois há luta contra o tempo numa 'cronoescalada' individual de 10 quilómetros.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Rodrigo Jesus é o primeiro líder da Volta a Portugal de Juniores”


Rodrigo Jesus venceu a 1.ª etapa da Volta a Portugal de Juniores. O corredor da Academia Efapel de Ciclismo conseguiu destacar-se da concorrência no sprint final no Fundão e é o primeiro camisola amarela da prova.

A 1.º etapa ligou a Covilhã ao Fundão numa ligação de 104,1 quilómetros e foi animada do princípio ao fim. A luta pelas classificações secundárias esteve ao rubro e um jovem foi denominador comum nas duas contagens de montanha e na única meta volante do dia.

Dimas Mota, da formação espanhola Picusa Academy, pontuou em todas: venceu o sprint intermédio em Meimoa, foi 2.º no prémio de montanha de Vales do Rio e 3.º nas ascensão a Penamacor.

Na chegada ao Fundão, Rodrigo Jesus impôs-se após 2h28m44s de corrida. O corredor da Academia Efapel de Ciclismo foi mais forte do que Guilherme Santos (Blackjack-Bairrada) que foi 2.º a dois segundos. Gonçalo Gosta (WWV Hagens Berman-Jayco) foi 3.º a três segundos.

Face às bonificações, Rodrigo Jesus lidera com seis segundos de vantagem para Guilherme Santos e nove para Gonçalo Gosta.

Esta sexta-feira a 2.ª etapa da Volta a Portugal de Juniores liga Trancoso a Almeida. Uma tirada acidentada com 94,4 quilómetros com duas metas volantes (Vila Franca das Naves e Vermiosa) e duas contagens de montanha de terceira categoria (Alto do Palurdo e Almeida).

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Jay Vine vence 6.ª etapa da Vuelta e João Almeida dá sinal de força na primeira chegada em alto”


Português da UAE Emirates abanou o grupo de favoritos e chegou juntamente com Jonas Vingegaard, Jay Vine vence na Vuelta, Almeida demonstra força em Andorra

 

Por: Record

Foto: UAE Emirates

O português João Almeida, da UAE Emirates, deu esta quinta-feira o primeiro sinal de força nesta Vuelta, ao fechar a 6.ª etapa (a primeira com chegada em alto, em Pal/Andorra) na 10.ª posição, cruzando a linha de meta na frente do grupo dos favoritos (juntamente com o dinamarquês Jonas Vingegaard), a 4.19 minutos do seu colega de equipa Jay Vine, que venceu a etapa isolado.

O português, que chegou até a ficar para trás a determinado momento, deu uma demonstração de força perante a adversidade, não só recuperando a diferença, mas também saltando para a frente para impor ritmo e deixar o grupo algo partido.

Tudo isto numa etapa que acabou por resultar numa mudança de líder, com o norueguês Torstein Træen, da Bahrain - Victorious, a assumir a camisola vermelha depois de ter sido 2.º na chegada a Pal, com 54 segundos de atraso para Vine. Nessas contas, Vingegaard cai de 1.º para 5.º, a 2.33 do novo líder, ao passo que João Almeida cai de 3.º para 6.º, a 2.41.

Quem deu um enorme trambolhão foi Juan Ayuso. Co-líder da equipa dos Emirados, afundou-se na subida final e chegou a mais de 12 minutos da frente. A luta pela vitória está já fora de questão para o espanhol, restando apenas saber se ficará para ajudar João Almeida como líder absoluto da UAE.

Fonte: Record on-line

"Foi um ato de violência" Diretor da Volta a Espanha irritado com o episódio que afetou a IPT durante o contrarrelógio”


Por: Miguel Marques

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

A quinta etapa da Volta a Espanha 2025 ficou marcada por um episódio insólito e preocupante fora da estrada. A Israel - Premier Tech foi alvo de um bloqueio durante a corrida desta quarta-feira, impedindo temporariamente o avanço da equipa e afetando o seu desempenho no CRE. A ação de protesto, ligada à contestação da presença da formação israelita no pelotão internacional, deixou o diretor da prova, Javier Guillén, visivelmente irritado.

"Foi um ato de violência. Algumas pessoas tentaram boicotar a corrida, impedindo a passagem do Israel - Premier Tech. Vamos apresentar queixa na polícia; não podemos permitir que o que aconteceu se repita", afirmou Guillén ao jornal Marca.

 

Um problema que não é novo no ciclismo

 

O ciclismo profissional tem sido palco de protestos semelhantes nos últimos anos. Na Volta a Itália, uma etapa ao sprint foi perturbada pela intervenção de manifestantes, que embora não tenham bloqueado o pelotão, afetaram gravemente dois ciclistas que estavam em fuga. Já na Volta a França, na 11ª etapa, um homem correu ao lado de Jonas Abrahamsen na reta da meta, num gesto que, felizmente, não impediu a vitória do norueguês, mas levantou questões sobre a segurança.

Estes episódios, assim como o ocorrido agora na Vuelta, estão relacionados com a contestação internacional às ações de Israel na Palestina. A presença da Israel - Premier Tech no pelotão tem motivado apelos à exclusão da equipa em várias corridas World Tour, uma polémica que parece longe de se dissipar.

 

Guillén defende o princípio desportivo

 

Apesar das pressões, Guillén foi claro na defesa da legitimidade da equipa. "Qualquer protesto é respeitável se for feito de forma pacífica: não aconteceu nada, mas podia ter acontecido. A Israel não é uma equipa ‘convidada’, participou no Tour e no Giro por mérito próprio e nada a impede de participar na Vuelta", sublinhou.

O diretor recordou que a segurança do pelotão é prioridade absoluta e que não irá permitir que a corrida seja condicionada por bloqueios violentos. "Uma queixa é uma coisa, mas o que aconteceu é outra", reforçou, criticando o modo como os manifestantes atuaram.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/foi-um-ato-de-violencia-diretor-da-volta-a-espanha-irritado-com-o-episodio-que-afetou-a-ipt-durante-o-contrarrelogio

“Seleção Portuguesa de Paraciclismo estreia-se em Mundiais com o apoio da Verallia”


A Seleção Portuguesa de Paraciclismo inicia hoje, quinta-feira, em Ronse, na Bélgica, a sua participação no Campeonato do Mundo de Paraciclismo de Estrada 2025, naquela que é a primeira grande competição internacional já com o apoio do novo patrocinador principal, a Verallia. Portugal estará representado por quatro atletas: Flávio Pacheco, na classe H4, Bernardo Vieira, na classe C1, Telmo Pinão, na classe C2, e Miguel Pacheco, na classe C5.

A estreia nacional acontece já esta quinta-feira, com Flávio Pacheco a disputar o contrarrelógio. A partida está agendada para as 12h17 (hora de Portugal Continental), com os atletas a terem pela frente duas voltas a um percurso exigente de 23,2 quilómetros. Na sexta-feira será a vez dos restantes três representantes entrarem em ação: Miguel Pacheco será o primeiro a competir, às 08h54, seguindo-se Telmo Pinão, às 13h20, e Bernardo Vieira, às 13h39. Cada um, enfrentará duas voltas ao mesmo traçado.


As provas de fundo, que prometem ainda mais emoção e esforço coletivo, estão agendadas para o fim de semana, com os quatros portugueses de regresso à estrada.

Com a ambição de alcançar resultados de destaque, esta participação marca um momento histórico para a Seleção Portuguesa de Ciclismo, não só pelo talento e dedicação dos seus representantes, mas também pelo reforço do apoio institucional e pela chegada da Verallia como patrocinador principal deste projeto.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Chris Froome foi atropelado num treino e levado para o hospital de helicóptero”


Ciclista britânico está internado na localidade francesa de Toulon e vai ser operado

 

Por Isabel Dantas

Foto: Instagram/Chris Froome

O jornal francês 'L'Équipe' avança que Chris Froome foi atropelado por um veículo esta quarta-feira, quando treinava na localidade francesa de Saint-Raphaël, e foi transportado de helicóptero para um hospital Toulon.

O ciclista da Israel-PremierTech, de 40 anos, quatro vezes vencedor da Volta a França, estava consciente e conseguiu falar com outros elementos da sua equipa, segundo avança o jornal desportivo francês.

Na conta do Instagram do corredor foi publicada, entretanto, uma nota a dar conta do sucedido. "O Chris foi transportado de helicóptero para um hospital em Toulon ontem à tarde, na sequência de um grave acidente. Felizmente encontra-se estável e não sofreu lesões na cabeça, mas os exames detetaram um pneumotórax, cinco costelas partidas, uma vértebra lombar fraturada, devido à qual será sujeito a uma intervenção cirúrgica esta tarde."  

O britânico não vence uma prova desde 2018, pois nunca conseguiu recuperar verdadeiramente a forma depois do acidente que sofreu antes do Critério do Dauphiné em 2019, em que fraturou uma perna, várias costelas e um cotovelo, quando fazia o reconhecimento para o contrarrelógio.

Fonte: Record on-line

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

“Triatlo junta-se ao Ética Summit 2025”


A Federação de Triatlo de Portugal é uma das entidades que integram a Rede de Entidades Aderentes ao Ética Summit 2025, o maior encontro em língua portuguesa dedicado à promoção da ética e integridade no desporto.

O evento realiza-se de 12 a 14 de setembro de 2025, em formato 100% digital, permitindo a participação de dirigentes, treinadores, atletas, árbitros, professores e investigadores de todo o espaço lusófono. O programa integra conferências, mesas-redondas e workshops sobre temas como fair play, proteção dos atletas, igualdade de género, transparência e responsabilidade social no desporto.

Ao associar-se à Rede de Entidades Aderentes, a Federação de Triatlo de Portugal reforça o seu compromisso com os valores da ética e da integridade, pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável e inclusivo da modalidade.

O Ética Summit 2025 é organizado pelo Panathlon Clube de Lisboa e conta com o apoio institucional de várias federações e associações desportivas portuguesas e internacionais. A participação é aberta e certificada como ação de formação acreditada para professores e treinadores.

Mais informações sobre inscrições e programa disponíveis em www.eticasummit.panathlonlisboa.pt

Link de inscrição: https://eticasummit.panathlonlisboa.pt/inscricoes/

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“João Almeida pisca o olho à camisola vermelha: «É linda. Nunca a vesti e seria bom...»”


Português gaba "trabalho perfeito" da equipa e já sonha com liderança

 

Por: Lusa

O ciclista português João Almeida gabou esta quarta-feira o "trabalho perfeito" da UAE Emirates para vencer o contrarrelógio por equipas da quinta etapa da Volta a Espanha, sonhando com a liderança da geral após subir a terceiro.

"Sabíamos que íamos lutar pela vitória, mas há aqui boas equipas e temos de ser realistas. Fizemos um trabalho perfeito, merecemos vencer", declarou, pouco depois de terminar o 'crono'.

A equipa dos Emirados Árabes Unidos, que também conta com o luso Ivo Oliveira, cumpriu os 24,1 quilómetros em Figueres em 25.26 minutos, oito segundos mais rápida do que a Visma-Lease a Bike, segunda, e nove do que a Lidl-Trek, terceira.

Nas contas da geral individual, Vingegaard recuperou a camisola vermelha, mas tem agora um trio de ciclistas da UAE Emirates a oito segundos -- o espanhol Juan Ayuso é segundo, João Almeida é terceiro e o também espanhol Marc Soler é quarto.

Na quinta-feira, a sexta etapa liga Olot a Pal, em Andorra, em 170,3 quilómetros, culminando numa chegada em alto que provocará novas diferenças de tempo entre os candidatos à vitória final.

Questionado sobre a camisola vermelha, de líder da geral, que pode alcançar numa etapa que terminará perto de onde reside a maior parte do ano, em Andorra, o luso das Caldas da Rainha admitiu que a Roja "é linda".

Vuelta: João Almeida gaba "trabalho perfeito" da equipa e já sonha com liderança"Nunca a vesti e seria bom poder consegui-la pela primeira vez. Talvez, talvez não, mas daremos tudo o que tivermos", declarou.

Para já, este foi um triunfo "bom para a atmosfera da equipa", após um "plano concluído na perfeição, com toda a gente superforte" e "algumas boas surpresas", que não concretizou, durante um "fantástico esforço coletivo".

Fonte: Record on-line

“Protesto a favor da Palestina 'trava' contrarrelógio coletivo da Israel - Premier Tech”

Formação israelita terminou esforço na penúltima posição

 

Por: Record


Foto: EFE

A 5.ª etapa da Vuelta, um contrarrelógio de 24 quilómetros em Figueres, ficou marcada pela vitória da UAE Emirates sobre toda a concorrência, mas também pelo protesto em favor da Palestina no momento em que a Israel - Premier Tech seguia em pleno esforço. Um bloqueio que acabou por condicionar o desempenho da formação israelita, que terminou em penúltimo, a quase 1 minuto do registo da equipa de João Almeida.

Fonte: Record on-line

“UAE Emirates vence contrarrelógio coletivo e coloca João Almeida na luta pela liderança da Vuelta”


Equipa dos Emirados brilha em Figueres; Vingegaard recupera a camisola vermelha, mas portugueses continuam bem posicionados

 

Fota: @TeamEmiratesUAE

A UAE Emirates assinou esta quarta-feira uma exibição de luxo no contrarrelógio por equipas da 5.ª etapa da Volta a Espanha, vencendo os 24,1 km em Figueres em 25.26 minutos e relançando a candidatura à vitória final de João Almeida e Juan Ayuso.

A formação dos Emirados, que contou também com o português Ivo Oliveira, bateu a Visma-Lease a Bike de Jonas Vingegaard por oito segundos e a Lidl-Trek por nove, confirmando o favoritismo neste exercício cada vez mais raro nas grandes voltas.

Nas contas da geral, Vingegaard recuperou a camisola vermelha, mas vê o trio da UAE Emirates a apenas oito segundos: Ayuso em 2.º, João Almeida em 3.º e Marc Soler em 4.º, num cenário que promete acesa disputa interna pela liderança.

O dia ficou também marcado por protestos em prol da Palestina, que atrasaram a progressão da Israel Premier Tech Academy, mas sem incidentes físicos com os corredores. “Neutralidade é complacência. Boicotem Israel”, lia-se numa das faixas exibidas.

Para os portugueses, a jornada teve saldo positivo: além da proximidade de Almeida à liderança, Ivo Oliveira subiu para a 117.ª posição da geral, a 12.53 minutos.

A 6.ª etapa, nesta quinta-feira, promete novo espetáculo: 170,3 km entre Olot e Pal, em Andorra, com chegada em alto, colocará à prova tanto o bicampeão do Tour, Vingegaard, como a dupla Almeida-Ayuso, que continua a dar sinais de ambição na estrada.

Fonte: Sapo on-line

“João Martins repete 8.º lugar na Volta a França do Futuro e Lucas Lopes sobe na geral”


João Martins foi o melhor português na 4.ª etapa da Volta a França do Futuro. O jovem de 21 anos repetiu hoje o 8.º lugar da véspera na chegada ao sprint em Val-Suran. Lucas Lopes mantém-se como o melhor representante nacional da geral individual.

A 4.ª tirada do Tour de l'Avenir foi a última oportunidade para os sprinters. Os 110,2 quilómetros da ligação entre Montagnat e Val-Suran foram cumpridos a alta velocidade com a média final a fixar-se nos 45,5 km/h. A jornada voltou a ter ataques e contra-ataques como já tinha acontecido no dia anterior.

Apesar das diversas tentativas de fuga, todas elas sempre controladas ou com resposta do pelotão, a chegada acabou por se fazer em pelotão compacto. O luxemburguês Mathieu Kockelmann foi o mais rápido ao impor-se em 2h25m18s ao mexicano Cesar Macias e ao esloveno Anze Ravbar .

Para além de João Martins no 8.º lugar, houve mais quatro corredores da Seleção Nacional que chegaram integrados no pelotão com o mesmo tempo. Rafael Barbas foi 40.º, Lucas Lopes 44.º e o aniversariante Gonçalo Tavares foi 89.º no dia em que assinalou 21 anos.

O azarado do dia acabou por ser Daniel Lima. O jovem português que pertence aos quadros da Israel Premier Tech Academy perdeu 6m35s e foi 125.º classificado na etapa.

A geral individual continua a ser comandada pelo francês Maxime Decomble e o melhor português é Lucas Lopes com o dia a trazer a subida de uma posição para 30.º da classificação a 2m31s do líder. Gonçalo Tavares (63.º) e João Martins (71.º) continuam ambos a 3m02s do camisola amarela. Rafael Barbas é 73.º, a 3m09s, e Daniel Lima é 107.º, a 9m27s.

Esta quinta-feira chega a alta montanha à Volta a França do Futuro. A 5.ª etapa da prova liga Saint-Gervais-les-Bains e o alto de Tignes 2100, nos Alpes, e tem três prémios de montanha. O Col des Saisies é a primeira grande dificuldade do dia numa subida de 1.ª categoria ao quilómetro 31. A meio da tirada, o Cormet de Roselend, catalogado de categoria especial, promete fazer nova seleção de valores antes da ascensão aos quase 2100 metros de Tignes e já depois do pelotão ter cumprido 121 quilómetros.

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“Agenda de Ciclismo”


Jovens regressam à estrada na Volta a Portugal de Juniores

Consumadas a Volta a Portugal de Cadetes e a Volta a Portugal de Sub-19 Femininas, o calendário nacional de ciclismo prossegue com a 19.ª Volta a Portugal de Juniores, entre quinta-feira e domingo, nas regiões da Beira Interior e da Beira Alta.

Entre 28 e 31 de agosto, um pelotão com mais de 130 juniores vai partir da Covilhã rumo a Trancoso, numa viagem de 388,5 quilómetros e um desnível acumulado de 6460 metros. Tudo isto ao longo de quatro dias de competição e outras tantas etapas, uma das quais dividida em dois setores, com o habitual contrarrelógio.

Tudo começa na Covilhã (14h), em direção ao Fundão (16h45), numa ligação de 104,1 quilómetros, marcada por uma meta volante (Meimoa), duas contagens de montanha de terceira categoria (Penamacor e Vales do Rio) e pela chegada em ligeira subida. No dia seguinte, nova etapa acidentada, num total de 94,4 quilómetros entre Trancoso (12h30) e Almeida (15h). Pelo meio, duas metas volantes (Vila Franca das Naves e Vermiosa) e duas contagens de montanha de terceira categoria (Alto do Palurdo e Almeida).

As decisões começam no terceiro dia, numa etapa dividida em dois setores. De manhã, uma jornada de 72,2 quilómetros, com início em Penamacor (10h) e final no Sabugal (12h), depois de uma meta volante e uma contagem de montanha de terceira categoria. À tarde, um contrarrelógio individual de 18,8 quilómetros no Sabugal, a partir das 16h. A etapa rainha, com quase 2000 metros de acumulado, está reservada para o último dia: 99 quilómetros entre Celorico da Beira (10h30) e Trancoso (13h), com uma meta volante em Mêda e duas contagens de montanha de segunda categoria em Trancoso, a segunda das quais coincidente com a meta.

À partida, são esperados mais de 130 participantes, num total de 20 equipas, sendo que mais de um terço do pelotão será internacional. Além de 13 equipas portuguesas, vão estar presentes sete equipas estrangeiras: cinco espanholas, uma francesa e uma neerlandesa.


Em 2024, Jurgen Zomermaand, então ao serviço da Willebrord Wil Vooruit, foi o grande vencedor da prova. No final da temporada, o jovem neerlandês agora com 19 anos deu o salto para a equipa de desenvolvimento da Team Picnic PostNL. No palmarés recente da Volta a Portugal de Juniores constam ainda nomes como o de António Morgado, que representa atualmente a UAE Team Emirates – XRG e venceu as edições de 2021 e 2022.

 

Elite encerra temporada no Grande Prémio JN

 

 

Enquanto os mais jovens pedalam na Volta a Portugal de Juniores, a elite do ciclismo nacional vai encerrar a temporada no 34.º Grande Prémio Jornal de Notícias | Leilosoc. Entre 30 de agosto e 7 de setembro, longo de nove etapas, o pelotão nacional irá percorrer 11 municípios e mais de 1300 quilómetros para disputar o último título da época na estrada.

A prova começa já este sábado, na Maia, às 11h, com uma etapa de 133,6 quilómetros cuja chegada está prevista para as 14h24. Segue-se a tirada mais longa desta edição, em Valongo (11h00 às 15h07), com 159,7 quilómetros, terreno acidentado e duas contagens de 3.ª categoria, antes de Gondomar receber uma jornada de 146,8 quilómetros (11h00 às 14h43), marcada pela dureza acumulada e por duas ascensões classificadas - Tarouqueia (2.ª categoria) e Lavandeira (3.ª categoria).

A quarta etapa, em Paredes, é considerada a rainha desta edição. São 126,6 km (11h00 às 14h10), com a subida ao Viso, de 1.ª categoria, a meio do percurso, num traçado seletivo que deverá provocar diferenças importantes na classificação geral. O pelotão ruma depois do Porto (11h00) a Arada, em Ovar (14h27), numa ligação de 132 quilómetros, a mais favorável aos sprinters. Segue-se a ligação de 152,1 quilómetros entre Albergaria-a-Velha (11h00) e Águeda (14h51), num traçado ondulado com a subida de Talhadas, de 2.ª categoria, como principal dificuldade.

A sétima etapa terá partida e chegada em Barcelos, totalizando 157,6 quilómetros (11h00 às 15h07). O percurso inclui a subida a Portela do Vale, de 2.ª categoria, e um perfil acidentado. A penúltima jornada será em Viana do Castelo, com 158,8 quilómetros (11h00 às 15h10), incluindo duas contagens de montanha - Castanheira (2.ª categoria) e Infesta (3.ª categoria) -, em vésperas do desfecho. A consagração ficará reservada para Vila Nova de Famalicão, onde os corredores vão cumprir 147,5 quilómetros (11h00 às 14h57).

A lista de participantes inclui 15 equipas. Além de oito equipas continentais portuguesas, vão estar presentes cinco equipas de clube portuguesas e duas equipas de clube espanholas.

 

Mais eventos oficiais

 

30 de agosto: Circuito Maçãs de D. Maria

30 de agosto: Circuito Somamaratonas Sub17 / Sub19, Verdemilho, Aveiro

30 de agosto: Encontro Regional Escolas Somamaratonas, Aveiro 30 de agosto: Matosinhos Urban Race, Matosinhos

30 de agosto: Circuito Poutena, Vilarinho do Bairro

31 de agosto: Circuito Alfafar, Penela

Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

“5 CIDADES PREMIADAS COM O PRIMEIRO SELO 'MORE BIKE' DA VUELTA”


Por: Daniel Peña Roldán            

• La Vuelta anuncia que as 5 cidades candidatas – Barcelona, Bilbao, Madrid, Valladolid e Saragoça – são galardoadas com o primeiro selo 'Más Bici', um novo emblema lançado este ano para locais comprometidos com o uso diário da bicicleta, que faz parte do programa 'La Vuelta es Más'.

• Os resultados serão detalhados durante a Vuelta ou num evento dedicado posteriormente, juntamente com as 5 cidades.

• Depois desta primeira edição por ocasião do 90º aniversário da Vuelta, limitada às cidades que acolheram a primeira edição da prova em 1935 e que estão presentes no percurso de 2025 da La Vuelta ou La Vuelta Femenina por Carrefour.es, o selo 'Más Bici' estará aberto a todas as cidades que acolheram La Vuelta ao longo da sua história.

Hoje, quando a corrida entra em território espanhol, La Vuelta anuncia que as 5 cidades candidatas a obter o primeiro selo Más Bici, Barcelona, Bilbao, Madrid, Valladolid e Saragoça, foram premiadas com o primeiro selo Más Bici. Parte do programa La Vuelta es Más, este selo de qualidade foi criado em conjunto com especialistas em mobilidade ciclável como um emblema para recompensar os locais de corrida comprometidos com o uso diário da bicicleta. Para dar mais um passo na habitual relação de proximidade entre a organização da competição e as instituições locais, este selo nasceu com o objetivo de se tornar uma referência de valorização das instituições empenhadas na promoção dinâmica e positiva do ciclismo.

Um júri composto pela Unipublic, as associações espanholas ConBici (Coordenadora Espanhola em Defesa da Bicicleta) e RedBici (Rede de Cidades e Territórios para a Bicicleta) e a consultora internacional Copenhagenize reuniu-se no final de julho para avaliar os dossiês enviados pelas cidades candidatas, analisando a qualidade das suas ações em cinco temas ligados à promoção da bicicleta: Governação, Infraestruturas, Serviços e Educação, Desporto e Turismo. Os resultados foram enviados às cidades e serão detalhados durante a Vuelta ou num evento dedicado posteriormente, em conjunto com as autoridades públicas.

Depois desta primeira edição por ocasião do 90º aniversário da Vuelta, limitada às cidades que acolheram a primeira edição da prova em 1935 e que estão presentes no percurso de 2025 da Volta à Juventude ou da Volta Feminina por Carrefour.es, o selo Más Bici estará aberto a todas as cidades que acolheram a Vuelta ao longo da sua história. Assim, centenas de municípios que acolheram La Vuelta ao longo da sua história e que também querem apostar no uso diário da bicicleta poderão optar por esta distinção.

Com a criação deste selo, a corrida espanhola continua a dar passos em frente no seu novo programa La Vuelta es Más, que promove o ciclismo para além da competição profissional, incentivando o uso da bicicleta como espinha dorsal de um estilo de vida saudável e uma ferramenta para melhorar o bem-estar social. Com esta iniciativa, a La Vuelta quer reforçar a ligação entre as bicicletas dos campeões e as do quotidiano, promovendo ações que integrem o ciclismo no quotidiano das pessoas.

Fonte: Unipublic

terça-feira, 26 de agosto de 2025

“Carl-Frederik Bévort vence o a 3ª etapa do Tour de l'Avenir, João Martins 8º, Gonçalo Tavares 14º”


Por: Carlos Silva

Em parceria com: https://ciclismoatual.com

A 3ª etapa do Tour de l’Avenir prometia ser terreno para as fugas, mas acabou por transformar-se num dia caótico. O dinamarquês Carl-Frederik Bévort foi a grande surpresa da jornada, depois de integrar a escapada inicial, saltar para um segundo grupo de fugitivos e, finalmente, impor-se com uma notável vitória em solitário.

A cerca de 28 quilómetros da meta, Bévort desferiu o ataque decisivo aos seus companheiros de fuga e construiu uma vantagem que, apesar da perseguição feroz do pelotão, conseguiu gerir até ao final. O dinamarquês cortou a meta com apenas 12 segundos de vantagem, coroando uma demonstração de força e inteligência.

Atrás dele, o pelotão lançou-se no sprint para os lugares de honra. Noah Hobbs, vencedor da 1ª etapa, foi o mais rápido e garantiu o segundo posto, com Seth Dunwoody a fechar o pódio do dia. Na classificação geral, Maxime Decomble manteve a camisola amarela, confirmando a sua consistência nas primeiras jornadas da prova.

Os portugueses em prova conseguiram dois resultados no Top-15 do dia, com João Martins a fechar num belíssimo 8º lugar e Gonçalo Tavares em 14º. Também integrados no pelotão chegaram em segurança ao final Lucas Lopes (35º) , Daniel Lima (87º) e Rafael Barbas( 97º), todos com o mesmo tempo do 2º classificado no dia.

Pode visualizar este artigo em: https://ciclismoatual.com/ciclismo/carl-frederik-bevort-vence-o-a-3-etapa-do-tour-de-lavenir-joao-martins-8-goncalo-tavares-14

“Ben Turner foi chamado para a Vuelta à última hora e acabou a somar a mais importante vitória da carreira”


Britânico da INEOS venceu no sprint em Voiron

 

Por: Lusa

O britânico Ben Turner foi chamado à última hora para competir na Volta à Espanha e esta terça-feira somou a sua primeira vitória numa grande Volta, numa quarta etapa em que o francês David Gaudu chegou à liderança.

Depois de ter estado nas duas primeiras etapas da Renewi Tour, na Bélgica, Turner abandonou para se juntar à equipa da INEOS na Vuelta e a aposta de última hora mostrou-se certeira, com a maior vitória da carreira do britânico a surgir num sprint caótico em Voiron, em França, 206,7 quilómetros após a partida de Susa, em Itália.

"Foi uma semana doida. Queria vir à Vuelta, ainda tinha alguns problemas com a minha perna desde o Giro, mas a equipa acreditou em mim e fui ao Renewi Tour, depois disseram-me que precisavam de mim. Claro que disse que sim. Fazia tudo para estar nestas corridas", disse.

Os últimos quilómetros do percurso foram caóticos e perigosos, com muito mobiliário urbano e várias curvas a obrigar os ciclistas a um constante ziguezague, que não permitiu a colocação dos 'comboios' das equipas dos sprinters, que, mesmo com um final a subir, tinham uma das poucas oportunidades.

A Alpecin-Deceuninck foi a equipa que melhor se colocou para a reta final, mas o belga Jasper Philipsen acabou por ficar preso entre o seu companheiro e compatriota Edward Planckaert e o britânico Ethan Vernon (Israel-Premier Tech), não conseguindo responder ao forte arranque de Turner.

Com ajuda preciosa do experiente polaco Michal Kwiaktowski, que o guiou na parte final, Turner acabou por vencer em 4:50.14 horas, à frente de Philipsen, que tinha vencido a primeira etapa, Planckaert e Vernon, considerando que esta tem sido "uma semana de loucura com muitas emoções".

"É um sentimento incrível. Fiquei devastado no primeiro sprint, por a minha corrente ter saltado, mas acreditei em mim hoje. Senti-me bem o dia todo. [...] O que os rapazes [companheiros de equipa] fizeram hoje, e o 'Kwiato' [em especial], foi fantástico", afirmou.

Na luta pela geral, Gaudu (Groupama-FDJ) sabia que precisava de ficar oito lugares à frente do dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a bike) para conseguir, pela primeira vez na carreira, vestir a camisola de líder numa das grandes Voltas, algo que conseguiu com o 25.º lugar, 17 postos à frente do vencedor em 2022 e 2023 do Tour.

"Senti uma grande emoção no pódio, foi a sensação mais incrível da minha carreira. Ainda por cima poder partilhá-la com o público francês, que é sempre maravilhoso. Depois das más recordações do Giro e de não ter podido estar no Tour, agora chegam momentos especiais", disse Gaudu, que tinha como melhor posição durante uma grande Volta o segundo lugar na Vuelta em 2024 e este ano .

O ciclista gaulês, que já tinha tentado somar segundos de bonificação no sprint intermédio, tem o mesmo tempo de Vingegaard e oito segundos de avanço sobre o italiano Giulio Ciccone (Lidl-Trek).

Apesar das três contagens de montanha na primeira metade da etapa, esperava-se, como se verificou, um dia mais tranquilo para os homens da geral, com as equipas dos sprinters, em especial a Lidl-Trek, que viu o dinamarquês Mads Pedersen falhar de novo no final, a controlar a corrida até ao final, não dando hipóteses aos fugitivos.

Os favoritos chegaram no pelotão, entre os quais o português João Almeida (UAE Emirates), que manteve o 11.º lugar na geral, a 16 segundos de Gaudu.

Ivo Oliveira (UAE Emirates) cortou a meta na 40.ª posição, quatro acima de Almeida, subindo para o 122.º lugar da geral, a 12.19 minutos.

Na quarta-feira, num dia que pode ser importante para a luta pela camisola vermelha, a Vuelta entra finalmente em Espanha, com um contrarrelógio coletivo de 24,1 quilómetros, com partida e chegada a Figueres, na Catalunha, para o qual a Groupama-FDJ e a Visma-Lease a bike já partem com um ciclista a menos.

Fonte: Record on-line

“Mundial: Triatlo: Batista e Vilaça chegam a França no TOP-5”


Ricardo Batista e Vasco Vilaça chegam à quinta etapa do Mundial de Triatlo (WTCS 2025), que decorre este fim de semana (31 de agosto – domingo) na Riviera Francesa (Saint-Raphaël – Fréjus), entre os cinco primeiros do ranking mundial. Uma classificação que é liderada pelo australiano Matthew Hauser.

A etapa francesa marca a estreia desta região no circuito WTCS e promete ser decisiva na luta pelos pontos.

Depois da Riviera Francesa, o circuito mundial prossegue com três etapas até ao desfecho da época:

Karlovy Vary (República Checa) – 14 de setembro

Weihai (China) – 26 de setembro

Grande Final em Wollongong (Austrália) – 15 a 19 de outubro

A prova francesa tem início às 13h45 (hora portuguesa), no próximo domingo (31 de agosto), com transmissão na Triathlon live.

Fonte: Federação Triatlo Portugal

“João Martins 8.º na terceira etapa da Volta a França do Futuro”


Lucas Lopes é o melhor luso na geral, em 31.º

 

Por: Lusa

O ciclista português João Martins foi esta terça-feira 8.º classificado na terceira etapa da Volta a França do Futuro, ganha pelo dinamarquês Carl-Frederik Bévort, com o francês Maxime Decomble a manter a liderança.

Bévort cortou isolado a meta após os 158,6 quilómetros entre Etang-sur-Arroux e Châtillon-sur-Chalaronne, em 3:34.33 horas, menos 12 segundos do que o pelotão - liderado pelo britânico Noah Hobbs, seguido do irlandês Seth Dunwoody -, no qual estavam os cinco ciclistas da seleção portuguesa, com João Martins no oitavo posto e Gonçalo Tavares em 14.º.

Na geral, Maxime Decomble tem seis segundos de avanço sobre o dinamarquês Simon Dalby e sobre o australiano Jack Ward, segundo e terceiro, respetivamente, com Lucas Lopes como melhor luso, em 31.º, a 2.31 minutos.

Daniel Lima subiu para o 51.º posto, a 2.52 minutos, Gonçalo Tavares é 67.º, a 3.02, o mesmo tempo de João Martins, que é 76.º, e Rafael Barbas está em 78.º, a 3.09.

Na quarta-feira, o pelotão da 61.ª edição do Tour de l'Avenir, prova da Taça das Nações sub-23, percorre 110,2 quilómetros, entre Montagnat e Val-Suran.

Fonte: Record on-line

“Ben Turner vence 4.ª etapa da Vuelta e David Gaudu é o novo líder"


Britânico da INEOS foi o mais forte na chegada a Voiron

 

Por: Lusa

Foto: La Vuelta

O ciclista francês David Gaudu (Groupama-FDJ) subiu esta terça-feira à liderança da Volta a Espanha, depois da quarta etapa ganha ao sprint pelo britânico Ben Turner (INEOS) em Voiron, em França.

No final dos 206,7 quilómetros entre Susa, em Itália, e Voiron, em França, Ben Turner impôs-se em 4:50.14 horas, à frente dos belgas Jasper Philipsen e Edward Planckaert (Alpecin-Deceuninck), segundo e terceiro, respetivamente.

Na geral, Gaudu roubou a camisola vermelha ao dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), que cai para segundo com o mesmo tempo, enquanto o italiano Giulio Ciccone (Lidl-Trek) é terceiro, a oito segundos. O português João Almeida (UAE Emirates) é 11.º, a 16 segundos do líder.

Na quarta-feira, a Vuelta entra finalmente em Espanha, com um contrarrelógio coletivo de 24,1 quilómetros, com partida e chegada a Figueres, na Catalunha.

Fonte: Record on-line

“Škoda 24 Hours Cycling Circuit Bugatti Le Mans – Sarthe”


Barbeuk 1 Normandie Cycles» vence o sprint!

 

A 16.ª edição das 24 Horas de Ciclismo de Škoda decorreu este fim de semana no circuito Bugatti, em Le Mans, depois de Nacer Bouhanni ter dado o sinal de partida às 652 equipas. As condições climatéricas perfeitas permitiram aos pilotos, bem como aos muitos visitantes, divertirem-se ao máximo na pista e na aldeia.

A equipa "Barbeuk 1 Normandie Cycles" conquistou a vitória geral ao sprint (256 voltas, ou 1.071 km), depois de ter protagonizado um regresso durante a noite após o acidente de Julien Janot, por volta das 21h. Nicolas Malle, Campeão Europeu Júnior de Estrada em 2016, comentou: "Vencer com a maioria dos meus melhores amigos é uma sensação incrível!" A equipa "Ensemble roulons pour les irréductibles" venceu a classificação feminina (230 voltas, ou 962 km) e terminou em 60º na geral.

Na categoria "solo", Stéphane Lombard venceu com 231 voltas (966 km e 57.º na geral) e, pelo segundo ano consecutivo, Aurore Paulouin (Une des Traileuses de la Costa) venceu a categoria feminina com 163 voltas (682 km e 565.º na geral).

AGENDA: As 24 Horas de Ciclismo Škoda 2026 terão lugar nos dias 29 e 30 de agosto.

RANKINGS: Encontre todos os rankings em www.24heuresvelo.fr

Fonte: Organização 24H Vélo Skoda

Ficha Técnica

  • Titulo: Revista Notícias do Pedal
  • Diretor: José Manuel Cunha Morais
  • Subdiretor: Helena Ricardo Morais
  • Periodicidade: Diária
  • Registado: Entidade Reguladora para a Comunicação Social com o nº: 125457
  • Proprietário e Editor: José Manuel Cunha Morais
  • Morada: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Redacção: José Morais
  • Fotografia e Vídeo: José Morais, Helena Morais
  • Assistência direção, área informática: Hugo Morais
  • Sede de Redacção: Rua do Meirinha, 6 Mogos, 2625-608 Vialonga
  • Contactos: Telefone / Fax: 219525458 - Email: josemanuelmorais@sapo.pt noticiasdopedal@gmail.com - geral.revistanoticiasdopedal.com