quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

“MANIFESTO MOTOCICLISTA EM LUTA PELA VERDADE E NA DEFESA DOS DIREITOS E LIBERDADES DOS MOTOCICLISTAS”

Perfeitamente conscientes da importância do momento que vivemos, fulcral no respeito pelos direitos dos motociclistas e pela memória das vítimas da estrada, o GAM - Grupo de Acção Motociclista chama a atenção para as atrocidades, mentiras verdadeiramente ignóbeis, que vêm sendo proferidas pelo Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, sobre a realidade da sinistralidade nas motos. Declarações que tentam ludibriar a opinião pública no sentido de impor regras descabidas, contrariando mesmo a legislação europeia. Por isso, os motociclistas marcam uma posição clara e inequívoca contra as medidas com que o Governo quer prejudicar fortemente o sector, nomeadamente, a implementação das IPO às motos e a revisão da lei número 78/2009, respeitante à condução das 125 cc. 

Contrariando as declarações do Ministro e de alguns representantes de negócios ligados ao sector rodoviário, declarações essas suportadas pela manipulação de dados, o GAM apresenta a sua posição fundamentada na análise da totalidade dos dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), disponíveis à data do anúncio de que “as motos matam cada vez mais”. 

Os dados do Gráfico 1 são relativos ao número total de mortes em ciclomotores e motociclos registados de janeiro de 1995 a novembro de 2017 (dados disponíveis a 10/1/2018).

A ideia errada de que “as motos matam cada vez mais” é sistematicamente alimentada por representantes de negócios ligados ao sector rodoviário, com o manifesto intuito de criar alarmismo social e justificar medidas que apenas se centram no incremento de receitas.

Anexamos também dados da Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP) sobre a evolução do mercado, onde se constata um aumento significativo do parque circulante do motociclo. Analisando os dados do parque de motociclos circulante, verificamos (gráfico 2) que o número de motociclos em circulação usado nos cálculos da ANSR é sempre inferior ao número de motociclos com seguro e que, em 2016, o número de motociclos com seguro chegou a ser 40% superior ao número de motociclos em circulação usado nos cálculos da ANSR! Mais se verifica que os relatórios da ANSR não contabilizam o aumento anual de motociclos em circulação resultante da venda de motos novas (dados ACAP).

A evolução do número de vítimas por motociclos em circulação estará desta forma inflacionada sempre que se considerar um número motociclos em circulação inferior ao real. O que até ‘dá jeito’ para criar um clima de alarmismo social e justificar medidas que, de outra forma, jamais seriam aceites.

O cruzamento de dados permite-nos ainda, através do gráfico 3, observar uma evolução inequivocamente inversa do número de mortes e feridos graves em motociclos e ciclomotores, com o número de motos a circular. Ou seja, contrariando aquilo que até seria de esperar e minimamente aceitável, o número de mortes e feridos graves têm vindo a baixar sistematicamente numa altura em que há um aumento exponencial de motos a circular provocado pelo recorde de vendas de motos novas. O aumento pontual de vítimas em 2017, comparativamente com 2016, carece ainda de uma análise causal profunda, mas é um facto incontestável que o aumento exponencial do número de motos em circulação e o fator clima, que proporcionou um ano praticamente sem chuva, relativamente a 2016, levou a um aumento substancial de quilómetros percorridos por moto, fator diretamente relacionado com a sinistralidade rodoviária e crucial para a sua correta análise.

CONCLUSÕES: 1 - O Governo não pode analisar a evolução do número de sinistros sem considerar a evolução do universo em que estes ocorrem. 2 - As metas impostas para o número de vítimas na estrada devem acompanhar a evolução do universo onde estes ocorrem. 3 - O governo não deve ignorar os fatores causais dos sinistros, sob pena de continuarmos a ter um crescente número de taxas e regras que apenas aumentam o custo da mobilidade e a "caça à multa". 4 - A sinistralidade rodoviária não deve justificar medidas que não se relacionem com a sua prevenção. 5 - Medidas preventivas devem centrar-se ao nível dos principais ingredientes causais. 6 - Há que ser realista e perceber que existe relação direta entre o número de sinistros e o número de veículos em circulação e, mais importante ainda, o número de quilómetros percorridos. 7 - Não é a tirar proveito dos problemas que estes se resolvem, mas a identificar as reais causas e a encontrar as soluções que as previnam.

Assim, é de importância vital a contínua abordagem ao fenómeno do trânsito e da sinistralidade de modo a que o número de vítimas da estrada continue a baixar, contudo, essa abordagem deve ser inequívoca. As vítimas da estrada não podem ser usadas para justificar a implementação de medidas que nada têm a ver com as causas dos seus acidentes.


QUESTÕES FREQUENTES 

Porque estamos a protestar? Protestamos porque há manipulação sistemática dos indicadores de sinistralidade em prol de lobbies económicos e foram anunciadas medidas pelo Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, que apenas se centram em interesses económicos e na caça à multa. O ministro nem sequer respondeu a um pedido conjunto de reunião da ACAP e da FMP-Federação Motociclismo de Portugal, representantes do sector comercial e dos motociclistas, que sentiram necessidade de elucidar o ministro sobre a realidade do panorama da sinistralidade com as motos. Resumido contestamos: - A manipulação dos Indicadores de sinistralidade e do respetivo número de vítimas, em prol de lobbies económicos; - As inspeções às motos que não alterarão os índices de sinistralidade; - A anunciada revisão da Lei nº 78/2009 – lei que permite os possuidores de Licença de Condução Categoria B (ligeiros) com mais de 25 anos de idade, poderem conduzir motociclos de Licença de Condução Categoria A1, 125cc e potência máxima de 11kw. 

Se os carros vão à inspeção porquê que as motos não podem ir? A implementação das inspeções às motos é justificada como "uma medida importante para a redução da sinistralidade dos motociclos". Este é um falso argumento que apenas serve o pretexto de nos taxar justificando a obrigatoriedade das inspeções às motos que em nada se relacionam com a redução da sinistralidade. Existem 2 estudos que referem a percentagem de acidentes de moto causados por falha mecânica: - MAIDS report (EU): 0,3% (principal factor: problemas com os pneus). - Hurt Report (USA): 2.8% (causa principal: furo de pneu e consequente perda de controlo do motociclo). Perante o resultado dos estudos citados o Parlamento Europeu concluiu que não fazia sentido estar a criar uma Diretiva Comunitária para normalizar as inspeções às motos e adiou para 2022 uma nova abordagem ao assunto. De notar que ambos os estudos dão a falha dos pneus como principal causa dos acidentes por falha mecânica. A falha dos pneus está, em grande parte relacionada com as condições da via e a qualidade do piso. Não aceitamos que nos obriguem a pagar uma inspeção à moto quando em 99,7% dos acidentes a culpa não é da moto; é uma medida no mínimo injustificável considerando o que representa em termos de custos/benefícios. Se a preocupação é a sinistralidade, então as medidas preventivas devem centrar-se ao nível dos principais ingredientes causais e não no incremento de receitas. Os principais ingredientes causais estão identificados e só não são tomadas medidas apropriadas à sua prevenção porque, ao fazerem-no estariam a fragilizar o modelo de negócio atual. A prioridade deste negócio sempre foi e será lucrar com a sinistralidade. Não aceitamos que usem as vítimas da estrada para nos taxar.

Então e as motos que andam por aí “ilegais”? Essas não vão de certeza à inspeção. Além do mais, as motos com pneus carecas, sem espelhos, sem piscas, com matrículas ilegais ou a exceder os limites de ruído, já são alvo de fiscalização redobrada por parte das autoridades policiais. O trabalho de fiscalização é já um dever da polícia, trabalho esse já pago por todos nós. Querem transformar um dever da polícia num negócio de privados. A autoridade que fiscaliza o trânsito não deve ser paga só para andar à caça da multa.

Qual é a solução para as inspeções às motos? São os interessados na implementação da obrigatoriedade das inspeções às motos que têm a obrigação e o dever moral de apresentar as mais-valias efetivas em termos de prevenção e redução da sinistralidade dos motociclos. Não são os motociclistas que querem as inspeções às motos. O que os motociclistas querem é que, a existirem inspeções, estas lhes garantam uma mais-valia e que, a provar-se o contrário, os centros de inspeção sejam responsabilizados. O que não se prevê face ao panorama das “inspeções periódicas obrigatórias” em vigor. É inaceitável obrigarem-nos a pagar um serviço que não nos dá quaisquer garantias.

Porque não deve ser revista a lei 78/2009 - das 125cc? Porque ao contrário da mensagem que passou nos médios, e das palavras do Ministro da Administração Interna, não houve um aumento de sinistralidade provocado pelo significativo aumento do número destes veículos a circular desde que a lei foi aprovada em 2009. Na prática foi dada a oportunidade dos cidadãos poderem optar por um veículo muito económico e de uso sobretudo citadino, o que está a contribuir de forma muito significativa para gestão de espaços e o descongestionamento das grande cidades. Refira-se que esta lei deriva de uma Diretiva Comunitária adotada em praticamente toda a Europa e com resultados muito positivos em termos de mobilidade, economia, redução de poluição, gestão de espaços urbanos e tudo isto com resultados nada alarmantes em termos de sinistralidade.

De que manipulação da sinistralidade estamos a falar? Estamos a falar da manipulação dos Indicadores de sinistralidade e n.º de mortos em prol de lobbies económicos. O argumento da segurança é, nos dias de hoje, uma ideia sistematicamente usada por negócios ligados ao sector rodoviário, de modo a criar alarme social, manipular a opinião pública e leva-la a aceitar todo o tipo de taxas, limitações e perdas de liberdade. Mais informações em: http://bit.ly/2C0EvWX   http://bit.ly/2FUtV6h   e www.facebook.com/gamportugal
Fonte: GAM - Grupo de Acão Motociclista 13/02/2018

“Mobilidade sustentável/Minimalist, a bicicleta elétrica portuguesa”

Por: Sara Pelicano

Há nove Minimalist diferentes, modelos urbanos, de montanha e dobráveis. A bicicleta elétrica portuguesa é resultado do trabalho da empresa MBA que, desde 1989, se dedica à comercialização de kit que conversão de bicicletas tradicionais em elétricas e de motociclos elétricos, o Super Soco.

As bicicletas estão equipadas com sistema de assistência ao pedal (PAS), baterias lítio de células LG ou Samsung para obter o máximo de portência, velocidade e qualidade de condução.

“Estas e-bikes não necessitam de carta de condução, seguro de circulação, inspeções nem nenhum custo associado após a compra da bicicleta, tirando claro, o custo da energia, que é tão pequeno que a empresa considera ‘não contabilizável’”, explica a empresa.

Em comunicado, a MBA pormenoriza ainda que a “Minimalist tem como missão a promoção de um novo conceito de mobilidade mais ecológica e elétrica em diversos tipos de terreno e para várias utilizações”.

As bicicletas foram desenvolvidas a pensar nas “deslocações ocasionais ou diárias de curta ou média distância”.


Novo modelo Super Soco

As bicicletas não são a única novidade da MBA, que apresentou também o novo modelo da Super Soco. O “Café Racer elétrica” vai estar disponível em Portugal em maio de 2018, mas já está disponível para pré-reservas.

“A Super Soco é considerada por alguns como ‘a Tesla das motas elétricas’ para outros como ‘o futuro da mobilidade urbana’, a verdade é que a nova mota elétrica Soco TC, proveniente de crowdfunding está a impressionar utilizadores em todo o mundo”, esclarece a empresa que representa este veículo de duas rodas em Portugal, a MBA.

A mota tem zero emissões de gases poluentes, pesa 78 kg, apresenta uma velocidade máxima até 75 km/h e autonomia para aproximadamente 130 km. Dispõe de ligação sem chave, baterias removíveis, alarme antirroubo com bloqueio de roda, luzes LED, entre outros acessórios.

A Super Soco é equivalente a uma 50cc e pode ser conduzida com carta de carro.

Fonte: Transportes em Revista on-line

“VOLTA À ANDALUZIA: THOMAS BOUDAT VENCE PRIMEIRA ETAPA”

Já Chris Froome foi 57.º no regresso

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista Thomas Boudat (Direct Energie) venceu este quarta-feira a primeira etapa da Volta à Andaluzia, numa chegada ao sprint a Granada que colocou o francês no topo da classificação geral.

Boudat, de 23 anos, cumpriu os 197,6 quilómetros entre Mijas e Granada em 5:21.39 horas, à frente do italiano Sacha Modolo (Education First - Drapac Cannondale), que chegou a levantar os braços e reclamar a vitória, mas teve de se contentar com o segundo lugar, com outro francês, Clément Venturini (AG2R La Mondiale), a fechar o pódio.

O jovem ciclista conquistou esta quarta-feira uma das maiores vitórias da carreira no ciclismo de estrada, depois de ter começado no ciclismo de pista, no qual se sagrou campeão do mundo em omnium nos Mundiais de 2014.

O girondino vestiu a camisola vermelha, de líder da geral, num dia marcado pelo regresso do britânico Chris Froome (Sky), atualmente a ser investigado por ter acusado doping durante a Volta a Espanha de 2017, que venceu.

O ciclista da Sky terminou o dia no 57.º posto, com o mesmo tempo do vencedor.

Antes do arranque, em Málaga, Froome pediu "justiça" na investigação levada a cabo pela União Ciclista Internacional (UCI), no que toca ao possível positivo de salbutamol durante a 'Vuelta', e pediu a toda a gente em torno da 'Rota do Sol' que o tratem "igual a todos os outros".

"Que seja um processo justo, que em princípio iria ser confidencial, mas tornou-se conhecido por uma infiltração", destacou o corredor, que lembrou a vitória na prova, há três anos, para explicar que tem a "ambição" de vencer, no arranque da preparação para a Volta a Itália.

Entre os portugueses, Amaro Antunes (CCC Sprandi-Polkowice), terminou o dia em 30.º, com o mesmo tempo do vencedor, e ocupa a mesma posição na geral, enquanto José Mendes (Burgos-BH) foi 71.º.

Na quinta-feira, a segunda etapa liga Otura ao alto de Las Allanadas, em Jaén, numa ligação de 140 quilómetros, que promete começar a seleção no pelotão e testar os favoritos à vitória final.

Fonte: Record on-line

“NATHAN HAAS VENCE SEGUNDA EM OMÃ E RUI COSTA SOBE A 23.º NA GERAL”

Ciclista português cortou a meta com 38 segundos de atraso para o vencedor

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista australiano Nathan Haas (Katusha-Alpecin) venceu esta quarta-feira a segunda etapa da Volta a Omã, subindo ao primeiro lugar da geral individual, com o português Rui Costa (UAE Team Emirates) a subir ao 23.º posto.

Haas, de 28 anos, completou os 167,5 quilómetros em 04:22.15 horas, tendo agora quatro segundos de vantagem na geral para o belga Greg van Avermaet (BMC), que foi segundo e segue no mesmo posto, e seis do cazaque Alexey Lutsenko (Astana), que fecha o pódio.

Depois de uma chegada em sprint reduzido, discutida por 14 ciclistas, o pelotão foi chegando com cortes, sendo que Rui Costa, único português em prova, atravessou a meta com 38 segundos de atraso para o vencedor, no 32.º lugar.

O corredor luso, que em 2017 terminou a prova no segundo lugar, é agora 23.º à geral, um 'salto' de 13 lugares em relação à tirada inaugural.

Na quinta-feira, a terceira etapa liga a Universidade Alemã de Tecnologia a Wadi Dayqah Lam, numa extensão de 179,5 quilómetros que conta com três contagens de montanha.

Fonte: Record on-line

“VOLTA AO ALGARVE/VAMOS À BOLA...VER OS CICLISTAS”

Há cinco equipas portuguesas com ligações a clubes de futebol

Por: Ana Paula Marques

Foto: Filipe Farinha

Sabia que há cinco equipas portuguesas do pelotão velocipédico, num total de nove, que têm ligações a clubes de futebol? E que quatro deles jogam mesmo no principal campeonato? São elas a Rádio Popular-Boavista, W52-FC Porto, Sporting-Tavira, Vito-Feirense-Blackjac e Aviludo-Louletano. Só esta última não tem o 'seu' clube de futebol a disputar a Primeira Liga. O clube algarvio participa no designado Campeonato de Portugal.

A mais antiga equipa no pelotão nacional com ligações à 'bola' é o Boavista, que vai na 36.ª temporada seguida, 32 das quais com José Santos ao leme, que é também o mais antigo diretor-desportivo português no ativo. "As equipas de ciclismo ligadas a clubes de futebol é uma tradição da modalidade. O ciclismo sempre esteve presente nos clubes, desde mesmos os primórdios. Mas é também fruto da nossa cultura desportiva, muito enraizada nos clubes de futebol", disse-nos José Santos, esta quarta-feira e a propósito da Volta ao Algarve que está na estrada.

"Não há dúvidas, que as equipas de ciclismo afetas a clubes de futebol trazem mais público para a estrada, há mais paixão, há uma razão social para que isto aconteça, que no estrangeiro não acontece, pois as equipas são empresas".

A última das cinco equipas com ligações ao futebol a chegar ao pelotão foi a do Feirense. O clube de Santa Maria da Feira também é um histórico da modalidade, estando agora de regresso após mais de mais 25 anos de ausência. Há três anos, foi o FC Porto e o Sporting a formalizarem igualmente o regresso à estrada, juntando-se então ao Boavista e Louletano que já pedalam há vários anos.

Quanto ao valor das mesmas, os 'dragões' e 'leões', à semelhança do que acontece no futebol e noutras modalidades, apresentam plantéis mais valiosos, sendo que o Louletano, na estrada, tem mais argumentos que a equipa de futebol, e prova disso é o terceiro lugar conquistado o ano passado na Volta a Portugal de 2017, através de Vicente De Mateos, atrás de dois ciclistas da W52-FC Porto, e à frente de um do Sporting-Tavira e outro da Rádio Popular-Boavista.

O Benfica não tem equipa de ciclismo - a última vez foi em 2008 -, mas foi o primeiro grande clube a ter a modalidade. É lembrar que a segunda edição da Volta a Portugal, em 1931, foi ganha por José Maria Nicolau, de águia ao peito. E depois, talvez muitos desconheçam ou nunca tenham reparado, a base do símbolo do Benfica é uma roda de bicicleta.

Na Europa, não há grande tradição de clubes de futebol envolvidos no ciclismo, mesmo em Espanha, onde a modalidade é uma das mais importantes. O Real Madrid teve uma breve experiência entre 1926 e 1936, sendo que o Barcelona teve ciclismo pela primeira vez em 1943, sendo que já este século, o clube catalão, pelas mãos de Melchor Mauri (chegou a correr no Benfica em 1999 e 2000), ainda teve uma equipa de escalão inferior, de 2003 a 2006.

Fonte: Record on-line

“Primeira etapa segura para a Equipa EFAPEL no Algarve”

•Daniel Mestre foi o melhor da equipa na chegada a Lagos

•Equipa rodou unida no pelotão durante os mais de 190 quilómetros da etapa

•Quedas condicionam resultado no primeiro dia de competição

A primeira etapa da Volta ao Algarve teve um final discutido ao sprint. Daniel foi o melhor representante da Equipa EFAPEL, ao cruzar a linha de meta, colocada em Lagos, no 44º lugar. O vencedor foi o holandês, Dylan Groenewegen, da equipa do World Tour, Lotto NL Jumbo.

A 44ª edição da Volta ao Algarve teve início num dia em que o tempo esteve maioritariamente nublado. Pela frente, os ciclistas tiveram 192 quilómetros entre Albufeira, onde estava a partida, e Lagos. Na Equipa EFAPEL, a palavra de ordem foi união. Os sete ciclistas da estrutura liderada por Américo Silva estiveram no pelotão até, praticamente, ao fim da etapa. A menos de dez quilómetros para a chegada, uma queda provocou um corte no pelotão e houve ciclistas da equipa que perderam, com isso, algum tempo.

Daniel Mestre foi o melhor representante da equipa num dia em que os melhores finalizadores estiveram em destaque. Para o director desportivo da EFAPEL, Américo Silva, o primeiro dia na Volta ao Algarve não correu tal como a formação pretendia.

“Pensávamos que podíamos fazer qualquer coisa melhor. O primeiro dia é sempre complicado. Há várias equipas com objectivos e houve quedas perto do fim em que tivemos ciclistas envolvidos. Isso não nos permitiu trabalhar para o Daniel Mestre. Sabemos que neste momento e numa corrida como esta, se não houver um bloco é ainda mais difícil conseguir um resultado de destaque. Só por si já é complicado. Com estas condicionantes piora”, explicou.

Amanhã, a etapa deverá ter outros protagonistas no final. Com a partida em Sagres, os ciclistas vão pedalar na zona Oeste do Algarve. São 187,9 quilómetros até ao Alto da Fóia, perto de Monchique. O final está feito para ciclistas que se dão melhor com fins a subir e poderá ser importante para a classificação geral individual. Pelo meio, há duas metas volantes (Aljezur e Portimão) e cinco contagens de montanha, uma de quarta, três de terceira e a última, a coincidir com a meta, de primeira categoria.

 

Site oficial da prova: Volta ao Algarve

Classificação na primeira etapa

    Dylan Groenwegen        Lotto NL Jumbo    4h47m58s

    Arnaud Demare        FDJ            m.t.

    Hugo Hofstetter        Cofidis        m.t.


44º    Daniel Mestre        EFAPEL        m.t.

58º    Rafael Silva            EFAPEL        m.t.

63º    Jesus del Pino        EFAPEL        m.t.

92º    Henrique Casimiro        EFAPEL        m.t.

117º    Marcos Jurado        EFAPEL        a 57s

166º    Pedro Paulinho        EFAPEL        a 3m40s

167º    Bruno Silva            EFAPEL        m.t.

Classificação geral individual

    Dylan Groenwegen        Lotto NL Jumbo    4h47m58s

    Arnaud Demare        FDJ            m.t.

    Hugo Hofstetter        Cofidis        m.t.


44º    Daniel Mestre        EFAPEL        m.t.

58º    Rafael Silva            EFAPEL        m.t.

63º    Jesus del Pino        EFAPEL        m.t.

92º    Henrique Casimiro        EFAPEL        m.t.

117º    Marcos Jurado        EFAPEL        a 57s

166º    Pedro Paulinho        EFAPEL        a 3m40s

167º    Bruno Silva            EFAPEL        m.t.

Fonte: Efapel

“Volta ao Algarve/Dylan Groenewegen sprint para a amarela em Lagos”

Por: José Carlos Gomes

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) venceu hoje a primeira etapa da Volta ao Algarve, uma ligação de 192,6 quilómetros que começou em Albufeira e terminou ao sprint em Lagos.

A etapa teve a configuração que se esperava, acabando com uma discussão entre os homens mais rápidos do pelotão. Dylan Groenewegen confirmou o excelente início de temporada, que já lhe tinha valido uma etapa e a liderança na Volta ao Dubai, e impôs-se com clareza, ao fim de 4h47m58s de corrida.

O segundo classificado foi o campeão francês, Arnaud Démare (FDJ), que também começa a temporada de forma auspiciosa, já que subiu ao pódio na primeira competição do ano. O terceiro foi o gaulês Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits).

“Vencer em Lagos era um dos objetivos da equipa. Os meus companheiros proporcionaram-me um lançamento excelente e consegui bater os meus rivais. Já conhecia a chegada, apesar da aproximação dos quilómetros finais ser diferente e mais exigente. É muito satisfatório começar no Algarve com a camisola amarela mas admito que não tenho pretensões de a defender. A etapa de amanhã é dura e não adaptada às minhas características. Tentarei vencer novamente no sábado, em Tavira”, confessou o dono da Camisola Amarela Algarve.

Antes das decisões, a etapa foi animada por um quinteto, que partiu do pelotão ao quilómetro 2. O grupo era formado por Josu Zabala (Caja Rural-Seguros RGA), Nuno Almeida (LA Alumínios), David Livramento (Sporting-Tavira), Luís Afonso (Vito-Feirense-BlackJack), João Rodrigues (W52-FC Porto). O algarvio da equipa portista ganhou as duas contagens de montanha do dia, sendo o primeiro portador da Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo de melhor trepador. Afonso e Zabala foram os mais resistentes, sendo alcançados a 16 quilómetros da meta.

“Só o facto de subir ao pódio na Volta ao Algarve é justificativo de qualquer esforço despendido na corrida. Foram muitos quilómetros em fuga, pois ataquei logo após a partida, mas que hoje, com justiça, acabaram devidamente recompensados. Sou algarvio, conhecia bem o percurso, pois aqui treino com frequência, e poupei-me para as contagens de montanha. Vestir a camisola da montanha com um pelotão deste nível é motivo de orgulho. Penso defender esta liderança, embora reconheça que os rivais são muitos e de muito boa qualidade”, afirmou João Rodrigues.

Dylan Groenwegen assumiu o comando da classificação geral, embora com o mesmo tempo dos 106 corredores que cortaram a meta a seguir, já que a corrida não atribui bonificações. O segundo e o terceiro classificados são os homens que ocuparam iguais lugares na tirada. O holandês é também o dono da Camisola Vermelha Cofidis, símbolo da regularidade.

A fase final da etapa ficou marcada por algumas quedas, que partiram o pelotão, deixando atrasados três corredores portugueses que poderiam aspirar a posições cimeiras na geral: Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack) e Tiago Machado (Team Katusha Alpecin). O corredor famalicense foi o último classificado, depois de ter sido o mais afetado pela queda coletiva que aconteceu a 10 quilómetros da meta.

O holandês Sam Oomen (Team Sunweb) veste a Camisola Branca Águas do Algarve, que representa o identifica o melhor jovem da competição. A Quick-Step Floors comanda a tabela coletiva.


Segunda etapa

A segunda etapa, a disputar nesta quinta-feira, será o primeiro grande teste à condição física dos candidatos. A viagem terá 187,9 quilómetros, iniciando-se em Sagres, às 12h00, e terminando no alto da Fóia (montanha de primeira categoria), cerca das 17h00. A subida para a meta tem uma extensão de 15,2 quilómetros e uma inclinação média de 5,2 por cento.

Antes da subida para a Fóia, o pelotão vai encontrar outras quatro contagens de montanha: Monte Ruivo (4.ª cat. Km 50,8), Marmelete (3.ª cat. Km 71,2), Alferce (3.ª cat. Km 107) e Sapeira (3.ª cat. Km 123,4). Haverá ainda duas metas volantes, em Aljezur (Km 63,4) e em Portimão (Km 163,4).

À partida para a etapa será entregue a Philippe Gilbert (Quick-Step Floors) o Prémio Prestígio 2018.

 

Classificações

1.ª Etapa: Albufeira - Lagos, 192,6 km

Geral Individual

1.º Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo), 4h47m58s (40,130 km/h)

2.º Arnaud Démare (FDJ), mt

3.º Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits), mt

4.º Timothy Dupont (Wanty-Groupe Gobert), mt

5.º Jurgen Roelandts (BMC Racing Team), mt

6.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt

7.º Jens Keukeleire (Lotto Soudal), mt

8.º Matteo Pelucchi (Bora-hansgrohe), mt

9.º Yves Lampaert (Quick-Step-Floors), mt

10.º Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-ULI), mt

Fonte: FPC

“Volta ao Algarve/RODAGEM EM ÁFRICA DÁ CONFIANÇA A NOCENTINI”

Lidera Sporting-Tavira na Volta ao Algarve

Por: Ana Paula Marques

A rodagem na Tropicale Amissa Bongo, no Gabão, onde foi sexto da geral e vencedor de duas etapas, em janeiro, conferem a Rinaldo Nocentini a motivação necessária para melhorar o nono lugar alcançado em 2017 na Volta ao Algarve. "A preparação em África foi boa, pelo que estou melhor fisicamente nesta altura do ano", disse o italiano do Sporting-Tavira esta quarta-feira em Albufeira antes da partida da etapa inaugural da edição de 2018 da corrida portuguesa. "O primeiro objetivo passa sempre por vencer uma etapa, mas não vamos descurar a classificação geral".

A experiência de nove anos no World Tour, antes de vir para a equipa portuguesa há três anos, são uma mais-valia para na Volta ao Algarve poder ombrear com as 13 equipas da primeira linha do pelotão mundial. E o transalpino é da opinião que o pelotão português tem capacidades para fazer boa figura. "Em Portugal há muita qualidade, há ciclistas que têm certamente lugar nas melhores equipas do Mundo. O nível do pelotão português já é muito elevado".

Este italiano de Montevarchi já chegou aos 40 anos. E será 2018 o seu último ano na estrada? "Não penso nisso. Vou olhando ano a ano e depois verei o que fazer. Por exemplo, em 2017 pensei que seria a minha despedida, mas como acabei por fazer uma boa temporada, decidi continuar".

Fonte: Record on-line

“VOLTA AO ALGARVE/TONY MARTIN APOSTA NO CONTRARRELÓGIO MAS NÃO DESCARTA O 'TRI'”

Alemão vai fazer em Portugal a sua primeira prova por etapas da temporada

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista alemão Tony Martin (Katusha-Alpecin) aponta o contrarrelógio da terceira etapa da Volta ao Algarve como grande objetivo, mas não descura um inédito terceiro triunfo na prova.

Campeão da 'Algarvia' em 2011 e 2013, Tony Martin vai fazer em Portugal a sua primeira prova por etapas da temporada e aposta na vitória no contrarrelógio, um exercício em que foi quatro vezes campeão do mundo e no qual é o atual campeão alemão.

"Em primeiro lugar, quero ter um bom início de temporada. O meu principal objetivo é o contrarrelógio, mas vamos ver como vai ser a minha prestação nas montanhas. Gostaria muito de lutar pela classificação geral, mas vamos ver. Mas, acima de tudo, estou muito feliz por estar aqui de novo. Estou entusiasmado para a corrida. Adoro estar aqui, mas vamos ver como vai ser o resultado no domingo. Estou feliz com as condições neste momento, por isso, acho que tenho algumas hipóteses", disse à agência Lusa.

O alemão, de 32 anos, pode, tal como o britânico Geraint Thomas (Sky), fazer história na 44.ª edição da 'Algarvia' e tornar-se o primeiro a vencer três vezes a prova, mas sabe que para tal terá de fazer um excelente contrarrelógio em Lagoa, na sexta-feira.

"Vimos hoje o percurso. Não é muito fácil, mas vou dizer que gosto, tenho uma hipótese de vencer. Estou feliz", assumiu.

Nas suas duas vitórias no Algarve, a prova tinha apenas uma chegada em alto, no Malhão, mas agora, além da chegada da última etapa, os ciclistas têm mais uma dificuldade, com a subida a Fóia, na segunda tirada.

"Eu não gosto muito das montanhas. Mas acho que é possível manter-me na frente. Mas ainda estamos no início da temporada, antes de mais tenho de ver em que momento estou. E volto a dizer que o principal objetivo é o contrarrelógio, mas vou lutar nas montanhas", assegurou.

Fonte: Record on-line

“VOLTA AO ALGARVE/TIAGO MACHADO À ESPREITA DE UMA OPORTUNIDADE”

Prova arrancou esta quarta-feira em Albufeira

Por: Lusa

O português Tiago Machado sabe que vai ser difícil ganhar a Volta ao Algarve, mas quer que seja a estrada a decidir e lembra que as oportunidades surgem quando menos se espera.

Em declarações à agência Lusa, o ciclista da Katusha-Alpecin, duas vezes terceiro classificado no Algarve, admite que "os anos vão passando e vai-se tornando mais difícil ganhar, como é óbvio".

"O nível dos participantes também tem sido melhor de ano para ano, o que também é bom para a prova. (...) Mas trabalhamos todos os dias para ganhar e, às vezes, quando menos se espera, é quando as oportunidades surgem. Eu fiz o que podia ter feito antes de vir para cá. Agora, é aguardar o que a estrada me reserva", afirmou o famalicense, de 32 anos.

Antes do início da 'Algarvia', que esta quarta-feira parte de Albufeira, Tiago Machado comentou o percurso da 44.ª edição da prova, com um contrarrelógio mais duro, que, se estiver "como em outras ocasiões", o favorece, porque se defende melhor, mas lamentou a menor exigência da segunda etapa, que termina no Alto da Fóia.

"O Alto da Fóia perdeu a famosa subida à Pomba, que já fazia uma seleção do grupo. Eu gostava que tivesse essa subida, não tem, paciência. É o percurso que temos, é igual para todos e temos de lutar com eles na estrada e tentar que seja mais dura a prova", referiu.

Para esta temporada, o ciclista de Famalicão está pré-selecionado para a Volta à França, na qual esteve em destaque na última temporada, como um dos corredores que mais vezes esteve a puxar pelo pelotão -- "gosto muito deste tipo de trabalho", admite -- e pelo bigode com que chegou aos Campos Elísios, em Paris.

"Sempre que posso gosto de brincar com o bigode. A minha mulher não aprecia muito e acho que foi por causa disso que começou a brincadeira com o bigode, porque ela não gostava e só para a irritar eu deixava o bigode. Agora o pequenito acha alguma piada ao pai com bigode, de vez em quando vai surgir o bigode", assegurou.

A Volta ao Algarve, assim como os Nacionais, é a única oportunidade que Tiago Machado tem para correr em Portugal, mas este ano pôde participar na Prova de Abertura e, com a camisola da seleção nacional, acabou por triunfar.

"Acho que está à vista de toda a gente que eu me sinto orgulhoso quando posso competir no meu país e tive a felicidade de no passado dia 04 sair vencedor da prova de abertura, o que me deixou bastante orgulhoso, porque ganhar perante o nosso público é sempre algo especial", assumiu.

Apesar de olhar "com saudade" para o ciclismo português, Tiago Machado admite que é complicado regressar, sobretudo pela parte monetária, elogiando novos projetos que vão surgindo e que espera possam evoluir para que possa voltar a existir uma equipa lusa nos principais escalões.

"Qualidade temos, depois, se formos a ver, o que faltam são os investimentos da parte de quem deveria haver, para que pudéssemos ter uma superequipa portuguesa a competir nas grandes voltas", lamentou.

Querendo manter-se "a este nível pelo menos este ano e mais dois", Tiago Machado gostaria de voltar a correr numa equipa portuguesa, em especial num projeto para estar nos escalões maiores, mas sem esquecer a Volta a Portugal.

"Eu já andei na Volta a Portugal em cinco ocasiões, ganhei por três vezes o prémio da juventude, já sei o que é ir ao pódio numa Volta a Portugal. Claro que trocar o laranja pelo amarelo... São cores parecidas, mas no ciclismo são muito diferentes. Gostava de, nem que fosse só um dia, ter o privilégio de ser líder da Volta a Portugal. É a nossa Volta, é a Volta que nos habituámos a ver na televisão. Para mim, a Volta a Portugal e a Volta ao Algarve foram as corridas que me fizeram ser ciclista, foram as corridas em que sempre quis estar", assumiu.

Fonte: Record on-line

“Volta ao Algarve/Cofidis apoia jovens ciclistas durante Volta ao Algarve”

Por: João Sismeiro

A Cofidis, patrocinadora da 44ª. Volta ao Algarve, vai apoiar jovens ciclistas algarvios que estejam a iniciar-se na prática da modalidade, através da doação de bicicletas de iniciação a Escolas de Ciclismo da região para incentivar quem está a começar ou ambiciona praticar a modalidade. Nesta iniciativa a Cofidis vai disponibilizar dois monociclos que estarão junto à carrinha da marca em cada etapa e onde cada quilómetro conta para ajudar. Quem quiser dar o seu contributo tem apenas de pôr as pernas à prova e pedalar o máximo possível. Por cada quilómetro completo, a Cofidis vai doar 5€, que vão reverter inteiramente a favor da compra de bicicletas de iniciação para ajudar os jovens ciclistas.

As bicicletas destinam-se aos futuros campeões de coletividades tais como Altimetria – Associação desportiva, ExtremoSul, Escola de Ciclismo de Almodôvar, Bike Clube S. Brás, Clube de Ciclismo de Loulé e Club BTT Terra de Loulé.

Para Nicolas Wallaert, Diretor Geral da Cofidis Portugal: “Esta ação pretende dar um estímulo extra aos apaixonados e futuros campeões da modalidade em Portugal. O ciclismo está enraizado no Algarve e faz parte da história da Cofidis, por isso queremos garantir que os jovens da região têm os meios necessários para serem cada vez melhores.” 

Recorde-se que a Cofidis se associa novamente à Volta ao Algarve em 2018, evento que reúne grandes atletas no panorama nacional e internacional da modalidade, e que percorre as principais cidades algarvias. Nesta 44ª edição e pela primeira vez, a Cofidis dá também nome ao Algarve Granfondo, a prova aberta a ciclistas amadores e que pretende promover a prática saudável de desporto.

Sobre a Cofidis Portugal

A Cofidis é uma sociedade financeira que criou um conceito simples e inovador: o crédito ao consumo à distância. Em Portugal desde 1996, a Cofidis conta com uma equipa constituída por cerca de 700 colaboradores e acompanha os clientes e parceiros numa relação sustentável e personalizada, conquistando uma posição de referência na venda e na gestão do crédito a particulares.

Fonte: Cofidis

“Volta ao Algarve/RADIO POPULAR - BOAVISTA /VOLTA AO ALGARVE – 2018”

Por: José Santos

Mais uma vez a equipa da RADIO POPULAR - BOAVISTA estará presente na prova mais internacional do ciclismo nacional, a VOLTA AO ALGARVE, edição 44 da prova, que reúne à partida um total de 25 equipas.

Com 34 participações na prova algarvia, com as mais diversas denominações, a RADIO POPULAR – BOAVISTA apresentará à partida os seguintes ciclistas:

Luis Gomes, João Benta, Yuri Trofimov, Egor Silin, David Rodrigues, Oscar Pelegri e Domingos Gonçalves.

Sem grande rodagem, a equipa participou apenas na Prova de Abertura, disputada dia 4 de fevereiro, onde Luís Gomes obteve o quinto lugar, é com grande expetativa que os mais jovens aguardam a sua participação, num pelotão recheado de grandes vedetas.

Luís Gomes apresenta-se como o homem mais forte da equipa, atravessando um bom momento de forma, tal como Oscar Pelegri e David Rodrigues, precisamente os mais jovens da equipa.

Com um percurso diversificado: duas etapas de montanha, duas etapas a rolar e um C/relógio, a Volta ao Algarve poderá ser vista pela televisão em dois canais: a Eurosport e o canal nacional TVI 24.

Em 2017, o melhor classificado da Radio Popular – Boavista foi o basco, Victor Etxebarria, que hoje já não faz parte da equipa, na 35ª posição.

“ Não estou a apontar para a geral individual, embora vá tentar fazer o melhor, mas espero pelo menos brilhar numa etapa, este será o nosso objetivo” – palavras de Luis Gomes

Fonte: Boavista Ciclismo Clube