quinta-feira, 6 de junho de 2019

“A Volta a Portugal em Bicicleta de 2019 A Torre, o Final no Porto e tantos outros regressos …”

Fotos: Armando Saldanha (Parceria A Noticias.pt)/Podium
Com dois municípios estreantes, Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra, a 81ª Volta a Portugal Santander aí está! No calor de 31 de julho a 11 de agosto, o país volta a agitar-se no frenesim das bicicletas com 1531 quilómetros de competição repartidos entre Viseu e o Porto. Numa edição de regressos, há 30 anos que a Avenidas dos Aliados não recebia o final da prova, faz-se homenagem à tão carismática Serra da Estrela que volta a ter um final de etapa na Torre. 

O município de Viseu que se assume como tendo a “Melhor Cidade para Viver”, foi o escolhido para dar as boas vindas à 81ª edição da Volta a Portugal Santander. Esta será a terceira vez na história, depois de 2010 e 2015, que as pedaladas iniciais da prova começam em Viseu, autarquia que, desde sempre, é umas das mais ativas no acolhimento da Volta. As primeiras emoções têm partida e chegada na Avenida da Europa, no último dia de julho, com um prólogo de 6km. 

A primeira etapa acontece na terra da Chanfana, prato típico à base de carne de cabra e marca a estreia de Miranda do Corvo na Volta a Portugal. Os trepadores hão de ficar alerta logo nos primeiros quilómetros na Serra da Lousã onde está uma contagem de primeira categoria. O percurso acidentado de 174.7km passa ainda por Alvaiázere e Pombal até chegar a Leiria, cidade que já foi final de etapa da Volta 18 vezes. 

Com o primeiro fim-de-semana de agosto à porta acontece a etapa mais longa desta edição. São 198,5km com início na Marinha Grande que após 29 anos regressa à Volta. O final da “maratona” vai ser empinado em Santo António dos Cavaleiros, freguesia do município de Loures, às portas da capital. Esta autarquia, à semelhança da Marinha Grande, não recebia a prova desde 1990.

Ao quarto dia o pelotão regressa à zona centro do país numa viagem quase tão longa como na véspera. São 194,1km de percurso alternado entre as duas margens do Rio Tejo, com partida de Santarém. O destino é a “veterana” cidade de Castelo Branco que já recebeu 38 chegadas da Volta a Portugal, a última há dois anos.

No domingo, 4 de agosto, será a vez da vila de Pampilhosa da Serra se estrear na Volta a Portugal Santander e logo como ponto de partida da considerada etapa Rainha que termina na Serra da Estrela. Este ano, a batalha faz-se numa jornada de 145km com cinco contagens de montanha. A escalada final pela vertente da Covilhã termina na Torre, o que já não acontece desde 2015. 

Antes do dia de folga, os derradeiros 158km da fase inicial da prova começam em Oliveira do Hospital e subir continuará a ser a palavra de ordem. Parte desta quinta etapa será feita nas faldas da vertente norte da Estrela. No fim, as dificuldades da ascensão à Guarda, a cidade mais alta de Portugal, deve deixar o pelotão ainda com mais expectativas sobre o dia de repouso.

 

Pelotão “carrega baterias” na cidade mais alta 

Terminada a quinta etapa descansam os “guerreiros do asfalto” e começa a animação na Guarda. O município oferece nessa noite à população e à caravana da prova o Concerto da Volta. O espectáculo de Ana Bacalhau tem entrada livre. A vocalista dos Deolinda, que se apresenta a solo, sobe ao palco na Praça Luís de Camões, junto à Sé da Guarda, às 22 horas. Após o espetáculo, a animação vai continuar noite fora no GIN GIBRE, espaço de diversão noturna bem junto ao concerto. Na terça-feira, 6 de agosto, Dia Descanso, respira-se o ar puro da Guarda e enquanto isso a cidade é invadida…

 

Inscrições abertas para a 13ª Etapa da Volta Via Verde RTP

Com o pelotão profissional a repousar manda a tradição que quem pedala são os cicloturistas. São esperados cerca de mil participantes na Etapa da Volta Via Verde RTP, iniciativa que vai provocar grande impacto económico na região. A Etapa da Volta é uma das iniciativas paralelas à grande competição mais aguardada pela comunidade dos amantes das duas rodas. Este ano a partida está agendada para as 10h00 no Jardim José de Lemos (Largo General Humberto Delgado) na zona histórica.

É o mesmo local que no dia anterior serve de final de etapa da Volta. Esta jornada cicloturista terá uma distância aproximada de 70km, feitos em roda livre a partir do quilómetro 43. O percurso vai passar por alguns dos melhores cenários da região serrana. Após um início rolante, os atletas irão descer pelo Vale da Ribeira da Teixeira visitando a praia fluvial de Valhelhas, banhada pelo Rio Zêzere.

A partir daí seguem-se as contagens de montanha até à meta. Todos os participantes terão o tempo de prova cronometrado através de chip e no fim serão publicados os registos de todos os atletas (com exceção dos participantes em bicicleta elétrica). O evento termina com uma entrega de prémios no imponente pódio da Volta a Portugal.

 

MEMÓRIA DA ETAPA DA VOLTA

Bicicleta de 1974 ganha em pleno séc. XXI Pode parecer “fake news” mas é bem verdade. Em 2014, a 8ª Etapa da Volta teve uma “Classe Vintage” que permitiu a participação de bicicletas de estrada construídas antes de 1987. Para além do prémio para a máquina mais rápida na distância maior do evento foi também premiada a mais bonita bicicleta vintage. O título foi entregue a José Almeida que surgiu na Etapa da Volta com uma bicicleta Alan de 1974. A Classe Vintage esteve em vigor até 2016 quando o mesmo participante se destacou novamente ao ganhar a competição mas dessa vez por ser o mais rápido da categoria.

 

Segunda parte da Volta arranca de Torre de Moncorvo

  A segunda fase da competição começa na quarta-feira, 7 de agosto em Torre de Moncorvo, município que não recebe uma partida da Volta desde 1931 quando se correu a 2ª edição. Curiosamente essa etapa também terminou em Bragança como vai acontecer este ano. Desta vez a tirada tem 189,2km e também vai atravessar o nordeste transmontano terminando com uma longa reta de meta.

Esta viagem pelo mapa da 81ª Volta a Portugal Santander continua para Nordeste, rumo às Terras do Barroso. O início acontece em Bragança e segue com destino a Montalegre e à Serra do Larouco, a segunda mais alta de Portugal continental, que coincide com uma contagem de montanha de 1ª categoria. Antes de apreciar a vista, o pelotão tem de pedalar 156,2km.

Na oitava e antepenúltima etapa, os corredores saem de Viana do Castelo atravessando o Rio Lima pela Ponte Eiffel que no ano passado comemorou 140 anos. Até à meta no Monte de Stª Quitéria, em Felgueiras vão percorrer 156,6km. Este final é mais um regresso à Volta porque desde a edição 70 que o município felgueirense não recebia a prova. Em 2008 foi palco do Grande Final com um difícil “crono” que culminou precisamente no Monte de Stª Quitéria. 

A ligação entre Fafe onde terminou a Volta de 2018 e Mondim de Basto com 133,5 km representa a etapa em linha mais curta deste ano mas nem por isso será menos exigente. Das cinco contagens de montanha três são de primeira categoria. A subida ao Monte Farinha, depois de atravessar o “mar de gente” de Mondim é sempre algo muito especial na Volta. Depois de treparem à Senhora da Graça serão muito poucos os que ainda aspiram ao triunfo. O cansaço acumulado dos últimos dias e o desgaste desta tirada vão provavelmente sentenciar parte da Volta.

 

Contrarrelógio decisivo define vencedor nos Aliados

A Avenida dos Aliados, centro nobre da cidade do Porto, está de regressou à competição 30 anos depois de receber a festa de um final de Volta a Portugal. Os resistentes do pelotão vão enfrentar nos derradeiros quilómetros de 2019 um fantástico contrarrelógio com vista para o Douro e passagem na Ponte do Infante. Os ciclistas terão de fazer um esforço final de quase vinte quilómetros, 19,5 Km, entre Vila Nova de Gaia e o Porto antes de abrirem o champanhe nos Aliados. 

 

A 81ª Volta a Portugal Santander comentada pelo diretor de prova, Joaquim Gomes

Prologo – 31 de Julho - quarta-feira

VISEU – 6 Km

Maioritariamente planos, os seis quilómetros do Prólogo de Viseu, que mais uma vez estarão sediados na imponente Avenida da Europa, terão na travessia da zona histórica da cidade a maior componente técnica. Apesar da curta extensão poderão surgir diferenças acentuadas entre os principais candidatos.

 

1ª Etapa – 1 de Agosto - quinta-feira

MIRANDA DO CORVO» LEIRIA – 174.7 Km

Catalogada como de média dificuldade, a primeira etapa da Volta que concede a Miranda do Corvo a estreia absoluta na prova, terá na Serra da Lousã, na fase inicial da tirada, a maior dificuldade. Apesar do relevo irregular apresentar mais alguns obstáculos, o principal destaque, como sempre nos primeiros dias, será a enorme tensão no pelotão. Apesar de tudo, considerando a ausência de dificuldades na fase final da etapa, julgo que os melhores velocistas vão ser protagonistas na fantástica reta de 600 metros da Avenida Dr. João Soares, em Leiria.

 

2ª Etapa – 2 de Agosto - sexta-feira

MARINHA GRANDE » LOURES (St.º António dos Cavaleiros) – 198.5 Km

O regresso da Marinha Grande, um dos históricos da prova, apadrinha a mais longa etapa. Com quase 200 quilómetros mas com relevo menos agressivo que o do dia anterior, teremos a Região Oeste, um dos berços do ciclismo nacional, a marcar parte substancial da etapa. Será, contudo, já em pleno concelho de Loures que o relevo mais acentuado poderá arredar da discussão da vitória alguns dos melhores velocistas. Destaque particular para os 1400 metros finais, em plena subida, com uma pendente média de 7% que deverá abrilhantar a estreia de Santo António dos Cavaleiros na Volta.

 

3ª Etapa – 3 de Agosto – sábado 

SANTARÉM» CASTELO BRANCO – 194.1 Km

Santarém e os municípios vizinhos há muito que mereciam este regresso da Volta. Região com enorme notoriedade na modalidade, por via de lhe ter proporcionado alguns dos seu maiores ídolos, o Ribatejo marca o primeiro terço da etapa. Será depois de Abrantes, quando rumarmos a Mação, mas sempre com o Rio Tejo à vista, que o percurso mais acidentado, recheado de Prémios de Montanha de 3ª e 4ª categoria, poderá arrastar dificuldades. Ainda assim, Castelo Branco assume-se como o local de fim de etapa com mais probabilidades de assistir a um sprint massivo dedicando total protagonismo aos velocistas.

 

4ª Etapa – 4 de Agosto - domingo

PAMPILHOSA DA SERRA» COVILHÃ (TORRE) – 145 Km 

Com a estreia da Pampilhosa da Serra a marcar o desejado regresso da Torre à “Volta”, será neste novel município a integrar o percurso da prova que se iniciam as dificuldades. Considerando a curta extensão da etapa, todas as possibilidades estão em aberto: desde o prolongamento de uma eventual batalha inicial até ao último metro da Torre, ou, mais provável, uma corrida calculista em que outros movimentam a etapa e os grandes protagonistas se reservam para a escalada final à Torre, mais uma vez apadrinhada pela Covilhã. Será o dia mais importante da primeira fase da prova.

 

5ª Etapa – 5 de Agosto - segunda-feira

OLIVEIRA DO HOSPITAL» GUARDA – 158 Km

Depois da Torre e da mais clara definição dos potenciais “líderes” da prova, Oliveira do Hospital vai conduzir a caravana ao merecido dia de descanso, na Guarda. Com  o percurso a abraçar a maior parte dos municípios sob influência da vertente norte da Serra da Estrela será nos últimos 20 quilómetros que a escalada à mais alta cidade do país vai revelar quem recuperou bem da importante batalha da véspera. 

 

6ª Etapa – 7 de Agosto - quarta-feira

TORRE DE MONCORVO» BRAGANÇA – 189.2 Km

Após uma longa ausência, Torre de Moncorvo regressa à Volta como porta de entrada no Nordeste Transmontano. Com um relevo muito agreste cuja dificuldade não se esgota nos três Prémios de Montanha de 3ª categoria, esta será uma das mais interessantes etapas da Volta e ficará definitivamente marcada pela bela travessia do Parque Natural do Douro Internacional. Para os que conseguirem chegar na frente, a magnífica reta de 400 metros, em ligeira inclinação, do Parque do Eixo Atlântico, reserva para Bragança a última oportunidade para os velocistas puros.

 

7ª Etapa – 8 de Agosto - quinta-feira

BRAGANÇA» MONTALEGRE (LAROUCO) – 156.2 Km 

Bragança que se destaca nesta edição da prova como único município que recebe simultaneamente uma chegada e uma partida vai lançar a caravana para uma das mais belas jornadas da Volta 2019. Com a primeira metade da etapa a decorrer nas exigentes “barbas” do Parque Natural de Montesinho, será depois de ultrapassado o município de Chaves que a corrida se decidirá nas fantásticas “Terras do Barroso”. Neste particular, as exigentes escaladas à aldeia de Torneiros, em Boticas, e, obviamente, o final na Serra que recebeu o nome do Deus Larouco, vão contribuir decisivamente para a história desta edição da Volta.

 

8ª Etapa – 9 de Agosto - sexta-feira

VIANA DO CASTELO» FELGUEIRAS (St.ª QUITERIA) – 156.6 Km

Pelo relevo orográfico não será, em absoluto, uma das mais decisivas etapas da prova. Mas este dia que vai começar em Viana do Castelo confirmará que a nossa Volta preserva a enorme popularidade que começou a granjear desde a primeira edição em 1927. Municípios como Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Trofa, St.º Tirso, Paços de Ferreira, Valongo, Paredes, Penafiel, Lousada e Felgueiras que fazem desta etapa a mais urbana da Volta, vão certamente merecer a presença de milhares de adeptos na estrada. Desportivamente, as maiores dificuldades iniciam-se sensivelmente a meio da etapa com a Serra da Agrela mas nada que retire protagonismo à escalada final, de 1600 metros e que atinge pontualmente os 12% de inclinação, ao Santuário de Santa Quitéria, em Felgueiras.

 

9ª Etapa – 10 de Agosto – sábado 

FAFE» MONDIM DE BASTO (Sr.ª da GRAÇA) – 133.5 Km

Fafe, que de forma inédita, recebeu o final da Volta em 2018, surge, agora como palco de partida da mais decisiva etapa da prova. Com pouco mais de 130 quilómetros, a mais curta desta edição da Volta, tem o condão de promover o definitivo confronto direto entre os candidatos. Para este último “assalto” teremos um primeiro embate no Viso, contagem de montanha de 2ª categoria, para de seguida, já no concelho de Mondim de Basto, os corredores terem de ultrapassar nos restantes 75 quilómetros três Prémios de Montanha de 1ª categoria, o último dos quais coincidente com a mítica “Sr.ª da Graça”. Para vencer aqui, ou consolidar lideranças, só os mais fortes o podem fazer, e destes somente os que usufruam de uma enorme capacidade de recuperação que lhes permita física e animicamente assimilar todo o desgaste de uma exigente prova por etapas. Será ainda necessário ter reservas para o contrarrelógio final onde, espero, possamos ter dois ou três candidatos em condições de discutir a corrida.

 

10ª Etapa – 11 de Agosto - domingo

CRI - VILA NOVA DE GAIA» PORTO – 19.5 Km

Após 30 anos de ausência, o Porto receberá mais uma vez o Grande Final da Volta. O Rio Douro assume destacado papel na parceria que juntou V. N. de Gaia e o Porto para a concretização dos 19,5 quilómetros de extensão do contrarrelógio final. O percurso misto alterna zonas planas, subidas e descidas com alguma componente técnica. Realce para os derradeiros dois quilómetros quando abandonarmos definitivamente a marginal do Douro, na Ribeira, e nos encaminharmos para a meta final da 81ª Volta a Portugal Santander, na Avenida dos Aliados.

 

Resumo Geral 

A 81ª Volta a Portuga Santander que recupera a importante presença do Nordeste Transmontano consegue, de forma equilibrada, unir com fases de adaptação, transição e recuperação os dias mais exigentes da prova, em que se destacam os finais na Serra da Estrela, Serra do Larouco e Sr.ª da Graça. Entendendo a Volta como um fenómeno social com responsabilidades bem mais abrangentes, em analogia com aquelas que se esgotam no campo desportivo, conseguimos, ainda e cumprindo um dos seus grande desígnios, promover estreias absolutas, como o caso das partidas de Miranda do Corvo e Pampilhosa da Serra. Algo que, após 92 anos de história, se torna cada vez mais difícil.

Em suma, esta é uma Volta marcada decisivamente pelo regresso do final na Torre, utilizando a famosa vertente da Covilhã - Penhas da Saúde - Torre, mas onde as chamadas etapas de transição, muitas vezes marcadas pelo intenso calor e orografia adversa, se podem tornar mais “madrastas” que as etapas teoricamente mais difíceis. Ainda no campo desportivo importa referir algumas alterações regulamentares que pretendem promover maior distinção dos velocistas, na luta pela classificação por pontos. Algo que as características intrínsecas do nosso território e, em particular, de muitas das nossas cidades, têm, ano após ano, arredado, os melhores “sprinters”, do símbolo de guia que lhes estaria, legitimamente, destinado, a Camisola Verde.

A terminar, e ainda que bem longe das saudosas três semanas de competição, a Volta continua, pelos diversos fatores que a influenciam, a apresentar um elevadíssimo grau de exigência. E é este facto que vai, após 10 dias de competição, fazer do CRI de V. N. de Gaia -Porto, colocado estrategicamente no último dia de prova, uma das etapas mais importantes da corrida, dignificando o regresso destes dois municípios, há muito notabilizados na história da Volta.

* América Tour Ranking   

 ** Africa Tour Ranking   

 

Os últimos 10 vencedores da Volta a Portugal

2018 - Raúl Alarcón (W52-FC Porto)

2017 - Raúl Alarcón (W52-FC Porto)

2016 - Rui Vinhas (W52-FC Porto)

2015 - Gustavo Veloso (W52/Quinta da Lixa)

2014 - Gustavo Veloso (OFM/Quinta da Lixa)

2013 - Alejandro Marque (OFM/Quinta da Lixa)

2012 - David Blanco (Efapel-Glassdrive)

2011 - Ricardo Mestre (Tavira-Prio)

2010 - David Blanco (Palmeiras Resort)

2009 - David Blanco (Tavira)

Que comece a corrida às camisolas! Desde sempre as camisolas ajudaram a distinguir os diversos líderes na Volta a Portugal. Num pelotão em movimento, as cores diferenciadas, consoante a classificação, alertam quem, à beira da estrada ou na televisão, segue a corrida e ajudam a identificar os heróis. São quatro as camisolas em discussão na 81ª Volta a Portugal Santander. Quem será o ciclista mais rápido, o mais regular, o melhor trepador e o mais forte entre os jovens?

A Camisola Amarela Santander é a mais desejada por todos. É o símbolo de liderança e de supremacia na classificação geral individual. É entregue, todos os dias, ao corredor que menos tempo totalizar no conjunto das etapas. O corredor que este ano envergar de amarelo na Avenida dos Aliados, no Porto, ficará como qualquer outro vencedor na história da Volta posicionando-se ao lado de nomes icónicos como Nicolau, Trindade, Barbosa, Agostinho, Chagas, Gomes ou David Blanco. 

A consistência em prova tem outra cor e é representada pela Camisola Verde RUBiS GÁS, entregue ao líder da classificação por pontos. Este ano estão em disputa 27 metas volantes. O “Rei dos Trepadores” enverga a Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo da liderança da classificação do Prémio de Montanha. Para além da subida à Torre, na Serra da Estrela, uma contagem de categoria especial, os corredores vão poder pontuar em 33 prémios de montanha, cinco de 1ª categoria. 

O líder da classificação da juventude, onde entram os jovens nascidos depois de 1 de janeiro de 1996, será destingido com a Camisola Branca que este ano, pela primeira vez, tem o patrocínio dos Jogos Santa Casa. 

Os vencedores das diversas classificações da 81ª Volta a Portugal Santander e vencedores de cada etapa serão também distinguidos com os Prémios Viúva Lamego, este ano desenhados pela prestigiada artista plástica Joana Vasconcelos. O vencedor da classificação geral vai inscrever para sempre o nome no troféu em estanho que simboliza todo o historial de vitórias na Volta. 

 

Recordando 2018

Raúl Alarcón foi o nome maior da edição 80 da Volta a Portugal Santander. O espanhol da W52-FCPorto celebrou a segunda vitória consecutiva na competição. Além da “amarela”, que conquistou no fim da segunda etapa e manteve até ao fim, o corredor dos azuis e brancos levou também para casa a “azul” da montanha, garantida na mítica Senhora da Graça. Raúl Alarcón ganhou ainda o Prémio Combinado Kia que resultou da soma da classificação geral individual por tempos, da geral por pontos e da geral da Montanha- No pódio final de Fafe ainda se juntou aos companheiros de equipa porque a W52-FC Porto ganhou a classificação coletiva.

Patrocinadores Oficiais: Banco Santander, Rubis Gás, Liberty Seguros, Jogos Santa Casa, RTP, KIA, Delta Cafés, Caves Raposeira, Jornal de Notícias, Via Verde, STIHL, MEO, Vitalis, Adega Cooperativa de Favaios, Favaíto, Casa Velha, Glassdrive, Festina, KTM Bikes, Viúva Lamego, Transportes Paulo Duarte e Grupo Vendap.

Fornecedores Oficiais: Europcar, Nacex, Cartosis, .pt, Thule, Prozis, Gnauk, Swiss Krono, Pacto, Cosmos Viagens,

Prototype, Cachaça 51, BDR, Atum General, Doublet e Pretrab 

Parceiros Oficiais: Turismo do Alentejo e Ribatejo, Turismo do Centro Portugal, Brisa Concessão, MB Way, Associação Salvador, Infraestruturas de Portugal, Autoridade Nacional Emergência e Proteção Civil,

Classificações.net e Centro de Informação Geoespacial do Exército.

Parceiros Media: Antena1, JCDecaux, CISION e Nova Expressão.

A 81ª Volta a Portugal Santander tem como municípios intervenientes nas Partidas e Chegadas de etapas: Viseu, Miranda do Corvo, Leiria, Marinha Grande, Loures, Santarém, Castelo Branco, Pampilhosa da Serra, Covilhã, Oliveira do Hospital, Guarda, Torre de Moncorvo, Bragança, Montalegre, Viana do Castelo, Felgueiras, Fafe, Mondim de Basto, Vila Nova de Gaia e Porto.

Outros municípios envolvidos com a organização: Abrantes, Almeirim, Alpiarça, Ansião, Alvaiázere, Batalha, Bombarral, Boticas, Caldas da Rainha, Chamusca, Constância, Entroncamento, Esposende, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Gavião, Gouveia, Mação, Mogadouro, Lousada, Torres Vedras, Póvoa de Varzim, Pedrógão Grande, Pombal, Porto de Mós, Santo Tirso, Seia, Vila Nova da Barquinha, Vila Velha de Ródão, Vimioso e Vinhais.

Fonte: Podium









 

“III Triatlo de Alhandra recebe Taça de Portugal e Circuito Super Sprint”

O Triatlo de Alhandra realiza-se nos dias 15 e 16 de junho.

Nos dias 15 e 16 de junho irá realizar-se o Triatlo de Alhandra, que inclui a quinta etapa da Taça de Portugal que será disputada na distância sprint e a primeira prova a contar para o Circuito Super sprint.

Nesta prova estão representados os clubes que estão na disputa da Taça de Portugal.

A prova inicia com a competição feminina às 15h30, seguida da prova masculina às 15h45.

Natação: o percurso de natação será composto por uma volta no rio Tejo;

Ciclismo: os 20km de ciclismo incluem duas voltas e o troço de ligação ao PT realizados em estrada e num piso em boas condições com desníveis acentuados nos troços de ligação e plano nas voltas. Os atletas terão de realizar duas voltas com início em Alhandra pedalando entre a rotunda de Acesso à A1 que fica à entrada de Vila Franca de Xira e a rotunda à entrada de Alverca junto ao Pingo Doce;


Corrida: a corrida é composta por 5km realizada com duas voltas em ciclovia.

A entrega de prémios está prevista para as 17h15.


Circuito Super Sprint

No dia 16 de junho será a vez da primeira prova a contar para o Circuito Super Sprint, uma evento que pretende estimular a participação de cadetes numa prova absoluta e de colocar mais pessoas a fazer triatlo, por se tratar de uma distância curta e acessível: 350 metros de natação, 10km de ciclismo e 2,5km de corrida.


Natação: O percurso inicia com uma volta a nadar no rio Tejo;

Ciclismo: 10km de ciclismo, num percurso de uma volta em estrada em boas condições, geralmente plano, mas alguns desníveis acentuados no início e no final do segmento. Os atletas terão de realizar uma volta que começa em Alhandra e continua entre a rotunda de Acesso à A1 que fica à entrada de Vila Franca de Xira e a rotunda à entrada de Alverca junto ao Pingo Doce.


Corrida: composta por uma volta que será realizada totalmente em ciclovia.

III Triatlo de Alhandra é uma organização da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, do Alhandra Sporting Club e da Federação de Triatlo de Portugal.

No ano passado a Taça de Portugal foi ganha em femininos pelo Alhandra Sporting Club e em masculinos pelo Clube de Natação Torres Novas. Em termos absolutos, Ana Ramos e Rafael Domingos subiram ao lugar mais alto do pódio do II Triatlo de Alhandra.

Fonte: FTP

“Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc”

Leangel Linarez vence etapa diluviana

Por: José Carlos Gomes

O venezuelano Leangel Linarez (Kuota/Construciones Paulino) ganhou hoje a segunda etapa do Grande Prémio Jornal de Notícias, uma viagem de 178,4 quilómetros, entre Viana do Castelo e Ovar, disputada sob chuva diluviana e vento muito forte. Rafael Reis (W52-FC Porto) continua de amarelo.

As temperaturas baixas, a chuva e o frio marcaram uma jornada que terminou com uma emocionante disputa ao sprint, na longa reta da meta ovarense. O venezuelano Leangel Linarez, da equipa amadora espanhol Kuota/Construciones Paulino foi o mais forte, relegando Rafael Silva (Efapel) para o segundo posto e João Matias (Vito-Feirense-PNB) para o terceiro lugar.

Os primeiros quilómetros foram animados, com várias mudanças da situação de corrida. A fuga do dia só viria a ganhar corpo com cerca de 60 quilómetros percorridos, na aproximação à subida de primeira categoria para o alto da Senhora da Assunção, Santo Tirso.

No sopé da montanha saíram do pelotão Nuno Meireles (Aviludo-Louletano), Hugo Nunes (Rádio Popular-Boavista), Jesús Nanclares (Miranda-Mortágua), Jacobus Jooste (JV Perfis/Gondomar Cultural) e Paulo Silva (Fortunna/Maia). Os quatro primeiros persistiram na aventura, enquanto o famalicense da equipa maiata apenas tratou de pontuar nas duas primeiras montanhas, para defender a camisola de melhor trepador, sendo depois alcançado.

A fuga chegou a ter uma vantagem superior a sete minutos e meio, mas a Efapel, a W52-FC Porto e a Vito-Feirense-PNB aumentaram o ritmo no pelotão, anulando a iniciativa a 13 quilómetros do final, de modo a que houvesse a prognosticada disputa ao sprint, que nada mudaria na classificação geral.

Rafael Reis continua no topo da tabela, tendo 3 segundos de vantagem sobre Joni Brandão (Efapel), que recuperou 1 segundo com a bonificação na primeira meta volante do dia. Daniel Mestre (W52-FC Porto) é terceiro, a 5 segundos.

Leangel Linarez assumiu o primeiro lugar na classificação por pontos, Paulo Silva (Fortunna/Maia) segurou a camisola da montanha, Rafael Lourenço (UD Oliveirense/InOutBuild) passou para a frente na juventude e nas metas volantes. Hugo Nunes foi eleito o mais combativo do dia.

Amanhã é dia de jornada dupla. O pelotão vai partir às 10h00 do Cais de Gaia para uma tirada de 70,6 quilómetros que termina na Avenida 25 de Abril, na mesma cidade, antes do meio-dia. Às 17h00 inicia-se na marginal de Leça da Palmeira, concelho de Matosinhos, o segundo setor da terceira etapa, um contrarrelógio por equipas de 9,6 quilómetros.

Fonte: FPC

“Equipa Portugal/João Almeida décimo no prólogo da Corrida da Paz”

Por: José Carlos Gomes

O português João Almeida foi hoje o décimo classificado no prólogo da Corrida da Paz, um contrarrelógio de 2 quilómetros, isputado Krnov, República Checa.

“Gostei muito do desempenho do João Almeida. Num contrarrelógio muito curto, que não encaixa nas caraterísticas dele, é um sinal de que está num bom momento para discutir as primeiras posições na geral”, congratula-se o selecionador nacional, José Poeira.

O chefe de fila da Equipa Portugal completou a prova em 2m16s, mais 5 segundos do que o vencedor, o holandês Nils Eekhoff. O segundo classificado foi o britânico Ethan Vernon, a 3 segundos, a mesma diferença registada pelo terceiro, o italiano Nicolas Dalla Valle.

Além do décimo lugar de João Almeida, a Equipa Portugal contou com as prestações de Jorge Magalhães, 54.º, a 12 segundos, Guilherme Mota, 72.º, a Francisco Campos, 74.º, a 14 segundos, Gonçalo Carvalho, 89.º, a 15 segundos, e Afonso Silva, 103.º, a 18 segundos.

Numa corrida com as duas etapas muito montanhosas, as curtas diferenças de hoje não têm grande significado em termos de discussão da classificação geral, servindo apenas como indicador do estado de forma e da motivação dos corredores para estarem entre os primeiros nesta importante corrida da Taça das Nações de Sub-23, na qual ficarão decididas as seleções que se apuram diretamente para a Volta a França do Futuro.

A primeira etapa em linha corre-se nesta sexta-feira, sendo a menos vocacionada para trepadores. O pelotão vai cumprir 134,2 quilómetros, entre Jeseník e Rýmařov. Havendo chegada ao sprint, Portugal terá em Francisco Campos a sua arma.

Fonte: FPC

“Campus da UA é o primeiro campus universitário a receber uma prova de resistência em BTT”

O campus de Santiago será o primeiro campus universitário a receber uma prova de resistência em BTT. 1º BTT Urbano Universidade de Aveiro/Somamaratonas – Evento Solidário decorre a 22 de junho, com duração de três horas, entre as 17h00 e as 20h00. É conhecida a tradição de uso da bicicleta na região, assim como são notórias as apostas estratégicas da Universidade de Aveiro (UA) na atividade desportiva e na promoção da mobilidade ciclável.

O 1º BTT Urbano Universidade de Aveiro/Somamaratonas – Evento Solidário consiste num percurso com circuito de 6,5 km, que atravessa o coração do Campus Universitário por escadas, rampas e outros obstáculos, passando um conjunto de edifícios que constituem uma montra da arquitetura portuguesa, incluindo edifício desenhados por dois prémios Pritzker [Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura]. O circuito estende-se até ao Parque Ciência e Inovação, sempre enquadrado pela ria de Aveiro e o seu espelho de água, numa paisagem lagunar única em Portugal, que se desenvolve entre marinhas de sal e onde podem ser observados flamingos e outras aves marinhas, num conjunto ímpar, criando um cenário deslumbrante para um evento deste género.

Este evento solidário é organizado em parceria com o clube de BTT Somamarattonas, começará em frente ao edifício da Reitoria, passando pelos campi de Santiago, Crasto e Coutada, com regresso ao local de partida.

 

Inscrições até 20 de junho:

Participantes a título individual – 12€ para federado  / 14€ para não-federados.

Equipa duplas – 24€ para federados / 28€ para não-federados.

Equipa triplas – 36€ para federados / 42€ para não-federados.

Os valores revertem para as corporações de bombeiros da cidade de Aveiro (Bombeiros Novos e Bombeiros Velhos).

 

A taxa de inscrição inclui:

Direito à participação na prova;

Cronometragem eletrónica pela Lap2Go;

Oferta de sólidos e líquidos ao longo da prova (abastecimentos)

Seguro de acidentes pessoais (conforme previsto no Decreto-Lei nº 10/2009, de 12 de janeiro - Seguro Desportivo), para atletas não federados.

Estacionamento no Campus Universitário de Santiago;

Acesso a balneários, cacifos, oficina para apoio na manutenção das bicicletas

(se necessário) e lavagem das bicicletas;

Kit participante com dorsal e material promocional dos parceiros do evento;

Prémios para os três primeiros classificados: individual masc./fem. e equipas duplas/triplas masc./fem. e mistas;

Prémios oferecidos pelas entidades parceiras a distribuir pelos atletas

 

Mais informações:


Fonte: Universidade de Aveiro

“EDP Distribuição Gerês Granfondo by Trek 2019”

Carlos Gomes fez a festa no mais mítico dos Granfondos

O EDP Distribuição Gerês Granfondo by Trek 2019 voltou a animar a região do Parque Nacional Peneda-Gerês em mais um grande dia de ciclismo para todos, com quase 2000 participantes a desfrutarem da beleza ímpar desta que é uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal e suas estradas idílicas para serem percorridas de bicicleta.

No total, foram 1750 os participantes que partiram da Vila do Gerês rumo a um dos três percursos disponibilizados pela organização, a cargo da Bikeservice. Destes, 350 eram estrangeiros – maioritariamente espanhóis, embora este seja um evento cujo poder de atração fica bem patente nas 19 nacionalidades representadas!

O mais rápido de entre os mais rápidos a concluir os 129 quilómetros do mais longo dos desafios, o Granfondo, foi Carlos Gomes, que empregou 3h45m para vencer as várias dificuldades montanhosas que esperavam os bravos do pedal neste regresso às origens do percurso da prova: Portela de Vade (6 km a 3,8%), Germil (12 km a 5,6%), Alto de Junceda (4 km a 3,9%) e Pedra Bela (5 km a 8,6%).

O evento que trouxe a Portugal nomes míticos do ciclismo internacional, casos dos espanhóis Miguel Indurain, Pedro Delgado ou Oscar Pereiro, vencedores de Voltas a França, Espanha e Itália, prestou este ano homenagem a uma das maiores figuras do ciclismo nacional deste século XXI, Rui Sousa. O natural de Barroselas, recorde-se, que por cinco vezes subiu ao pódio da Volta a Portugal (um segundo e quatro terceiros lugares).

Também participaram outros nomes grandes do ciclismo, como os antigos vencedores da Volta Venceslau Fernandes e Joaquim Andrade ou o espanhol Ezequiel Mosquera.

Uma referência final para a Caminhada, que contou com a participação de 175 pessoas.

 

Classificações:

Granfondo (130 km)


Masculinos

1º Carlos Gomes (Cacb), 3h45m41s

2º João Moreira (Love Tiles), a 2m49s

3º Nuno Morgado (individual), a 3m50s
 

Femininos

1ª Raquel Queirós (individual), 4h39m58s

2ª Flávia Lopes (Vasconha BTT), a 10m12s

3ª Fátima Melo (Love Tiles), a 13m07s


Mediofondo (94 km)

Masculinos

1º Nuno Torres (Secai), 2h43m04s

2º Filipe Ramos (BMC/Navais), a 1m22s

3º Bruno Costa (Love Tiles), a 4m21s


Femininos

1ª Diana Pedrosa (Aleata), 3h21m03s

2ª Ana Neves (Bike&Nutrition), a 3m11s

3ª Jéssica Costa (Guilhabreu), a 13m49s


Minifondo (77 km)

Masculinos

1º Marco Correia (Cepanense), 2h07m32s

2º André Sousa (Love Tiles), mt

3º Pedro Mateus (Cadão Douro), a 2s


Femininos

1ª Beatriz Pereira (individual), 2h29m11s

2ª Liliana Silva (Balantuna), a 5m52s

3ª Joana Cortiço (Aleata), a 7m48s

Fonte: Gerês Granfondo

“Uber coloca mais 1.000 bicicletas elétricas nas ruas de Lisboa”

Por: Pedro Venâncio

A Uber anunciou o reforço da sua frota de bicicletas elétricas JUMP a partir do dia 1 de junho, em Lisboa. No total, a empresa vai colocar nas ruas da capital mais mil bicicletas, aumentando para 1.750 o número de e-bikes disponíveis.

Além do aumento do número de velocípedes, vai haver um novo modelo de bicicleta com melhorias ao nível da segurança para os utilizadores. Segundo a Uber, as novidades vão “tornar a dinâmica de condução ainda mais agradável”.

O novo modelo da JUMP será também mais user friendly, por exemplo, no ato de desbloqueio: ao invés de ser necessário colocar um código PIN, basta ler o QR Code em cada velocípede na aplicação. O modelo traz igualmente suporte para telemóveis, um painel frontal onde é possível “colocar a bicicleta em pausa ou reportar a necessidade de reparação”, bem como um “novo cabo recolhível que tornará mais fácil o estacionamento seguro e ordenado nas zonas autorizadas para estacionamento de bicicletas disponíveis na cidade”, detalha a Uber.

Ryan Rzepecki, cofundador e CEO da JUMP, reforça que “a experiência de condução será ainda mais fiável, já que a partir de agora a bicicleta consegue autodiagnosticar as falhas mais comuns. E com conectividade total, a nossa frota está mais inteligente e segura, já que utilizamos os dados de diagnóstico em tempo real de cada veículo para otimizar o seu desempenho com algoritmos que vão diretamente para a nossa cloud”.

Fonte: Transportes em Revista On-line