segunda-feira, 10 de junho de 2019

“Norte-americano garante top-10 em prova de ciclismo... a correr”

Eamon Lucas caiu e ficou sem bicicleta. Solução? Um sprint à moda do atletismo

Por: Fábio Lima

Ponto prévio: não fosse o facto de esta prova ser amadora e Eamon Lucas teria sido automaticamente suspenso, já que nas corridas feitas pelas regras da UCI os ciclistas não podem cruzar a meta sem a sua bicicleta (todos nos lembramos da cena protagonizada por Chris Froome no Tour'2016, que apenas se manteve em prova pela 'boa vontade' dos comissários). Feito o ponto prévio, vamos à explicação...

Tudo aconteceu na última sexta-feira, na Gullegem Kermesse, uma prova amadora na qual o norte-americano da Shifting Gears-Geldhof Jielker se viu envolvido numa feia queda já no derradeiro quilómetro. A queda foi de tal forma brutal, que a sua bicicleta ficou inutilizável, obrigando o ciclista de 26 anos a demonstrar qualidades para o... atletismo. Assim, com uns 100 metros pela frente, não pensou duas vezes e decidiu arrancar num sprint vigoroso, pese embora as evidentes marcas que tinha no seu corpo. Correu, correu, correu e, já com um adversário ao longe, conseguiu cruzar a linha de meta no décimo posto,

"Estava no chão, ainda a deslizar, e já a pensar para mim mesmo 'não era bem aqui que queria estar...'. A seguir vejo os ciclistas que iam logo atrás a passarem-me antes de parar. Levantei-me e tentei voltar à bicicleta, porque sabia que tinha uns 30 segundos de avanço, mas mal me coloco em cima dela percebo que estava tudo destruíod. Como não tinha tempo para reparar aquilo, dei a bicicleta a um espectador e desatei a correr o mais rápido possível. Foram os 75, 100 metros mais longos da minha vida. As minhas pernas estavam a arder tanto, que mal cruzei a meta nem me consegui rir de toda a situação...", declarou o ciclista norte-americano, que depois no Twitter, agora num jeito mais bem humorado, partilhou a cena e 'provocou' Chris Froome. Três dias depois e o britânico ainda não respondeu...

Fonte: Record on-line

“ETAPA E AMARELA PARA BELGA TEUNS NO DAUPHINÉ”

O sprint de Teuns no final da segunda etapa não foi complicado, já que com ele apenas estava o francês Guillaume Martin.

Dylan Teuns controla última etapa e é o vencedor final. EPA/ANDRZEJ GRYGIEL

Vitória de etapa e camisola amarela no Critério do Dauphiné para o belga Dylan Teuns (Bahrein), que hoje chegou a Craponne-sur-Arzon (Alto-Loire) integrado numa pequena fuga que conseguiu 13 segundos de avanço no final.

O sprint de Teuns no final da segunda etapa não foi complicado, já que com ele apenas estava o francês Guillaume Martin (WGG), no que foi a última fuga de um dia animado, que começara com um ataque de 13, entre os quais o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) e o francês Julien Alaphilippe (Deceunick).

A Ineos, equipa do britânico Chris Froome, teve de trabalhar muito desde bem cedo, para anular essa ofensiva e também o ataque do gaulês Thibaut Pinot (Groupama), na última subida do dia, a 20 quilómetros da meta.

A escaramuça de Pinot teve o condão de fazer uma forte seleção e mostrar as fraquezas do francês Romain Bardet (AG2R), do holandês Steven Kruijswijk (Jumbo) e do irlandês Daniel Martin, que cederam 44 segundos

O pelotão foi-se desgarrando e no grupo da frente, com Froome, só entraram mais oito, entre os quais Pinot, o colombiano Nairo Quintana (Movistar), o dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana) e o britânico Adam Yates (Mitchelson).

Na geral, Teuns, o vencedor da Volta a Polónia de há dois anos, lidera com três segundos de avanço sobre Guillaume Martin e 20 sobre Fuglsang.

Dos três portugueses, o melhor na tirada foi Ruben Guerreiro (Katusha), 27.º a 1.49. José Gonçalves (Katusha) entrou em 51.º, a 5.34, e Nélson Oliveira (Movistar Team) em 71.º, a 8.50.

Guerreiro subiu a 50.º, a 5.50. Gonçalves está em 60.º e Oliveira em 67.º.

Na terça-feira, o quadro é mais favorável para sprinters, nos 177 quilómetros que levam o pelotão de Puy-en-Velay (Alto-Loire) a Riom (Puy-de-Dôme).

Fonte: Sapo on-line

“Primoz Roglic ausente da equipa Jumbo-Visma na Volta a França”

Foi quarto na edição do ano passado

Por: Lusa

Foto: EPA

O esloveno Primoz Roglic, quarto na edição do ano passado e recente terceiro classificado do 'Giro', vai falhar a Volta a França, já que não faz parte dos eleitos da equipa Jumbo-Visma.

A formação da Holanda será liderada na prova gaulesa, de 06 a 28 de julho, pelos ciclistas holandeses Dylan Groenewegen e Steven Kruijswijk.

Groenewegen, vencedor de três etapas no 'Tour' (uma em 2017 e duas em 2018), é aposta para os 'sprints' e Kruijswijk, quinto na geral do ano passado, jogará as suas cartas na montanha.

Em 2019, Roglic venceu o Tirreno-Adriátivo e a Volta à Romandia.

Na equipa Jumbo-Visma, os belgas Wout van Aert e Laurens de Plus são estreantes no 'Tour'.

A equipa conta ainda com o neozelandês George Bennett, o norueguês Amund Jansen, o alemão Tony Martin e o holandês Mike Teunissen.

Fonte: Record on-line

“Estoril recebeu 24H Bike Race”

Prova animou o autódromo do Estoril

A 1ª edição da prova 24H Cascais Bike Race – do qual Record foi o jornal oficial – animou o autódromo do Estoril durante o fim-de-semana, com a presença de centenas de ciclistas em pista numa prova inspirada nas 24 Horas de Le Mans.

A prova, que decorreu por equipas, destacou os ciclistas João Pinto e Wilson Oliveira, que cumpriram individualmente o dia inteiro a pedalar, com mais de 500 quilómetros nas pernas.

Fonte: Record on-line

“Nacionais de Ciclismo de Estrada serão disputados em Melgaço de 28 a 30 de junho”

Melgaço recebe, de 28 a 30 de junho, os Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada (Elites, Sub 23 e Femininas), competição organizada pela Associação de Ciclismo do Minho, Federação Portuguesa de Ciclismo e Município de Melgaço.

O Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, presidiu à cerimónia de apresentação dos Campeonatos que vão reunir cerca de duas centenas de atletas.

Durante três dias, Melgaço acolhe os cerca de 200 participantes esperados, as respetivas equipas técnicas e os amantes da modalidade, numa iniciativa que vai dinamizar a economia local e proporcionar um espetáculo de elevada qualidade, oferecido pelos melhores ciclistas portugueses.

O Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, presidiu à cerimónia de apresentação dos Campeonatos que contou também com a presença de Manoel Batista (Presidente da Câmara Municipal de Melgaço), Delmino Pereira (Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo), José Luís Ribeiro (Presidente da Associação de Ciclismo do Minho), José Adriano Lima (Presidente da Melsport), Inácio Ribeiro (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal), Vítor Dias (Delegado do IPDJ), dos ex-ciclistas Cândido Barbosa e Sérgio Sousa e de, entre outros, autarcas e representantes da Escola Superior de Desporto e Lazer Instituto Politécnico de Viana do Castelo).

O programa arranca com a disputa dos títulos nacionais de contrarrelógio, ao início da tarde de sexta-feira, dia 28. Ao meio-dia inicia-se o contrarrelógio de elite feminina, seguindo-se a prova individual de sub-23 masculinos. As duas corridas serão feitas num traçado de 24,6 quilómetros. Pouco depois das 13h30 sai para a estrada o primeiro corredor masculino de elite. A prova desta categoria terá 32,3 quilómetros. Todos os contrarrelógios vão ligar o Centro de Estágios de Melgaço à Câmara Municipal.

Sábado, 29 de junho, é o dia escolhido para as primeiras provas de fundo. Às 10h00 será dado o tiro de partida para a corrida feminina. As corredoras de elite irão percorrer 88,6 quilómetros, terminando à quarta passagem pela meta, mais uma volta do que as juniores que vão pedalar durante 66,1 quilómetros e mais duas do que as cadetes e as masters que terão de enfrentar 43,6 mil metros. Os sub-23 masculinos também lutam pelo título de fundo no sábado, a partir das 14h30. O percurso dos jovens corredores terá um total de 144,4 quilómetros. Estas duas provas começam e terminam na Câmara Municipal de Melgaço.

A corrida mais esperada é a prova de fundo para elite, marcada para as 11h00 de domingo, 30 de junho. A partida será em Castro Laboreiro e a chegada na Câmara de Melgaço, à oitava passagem pela meta, depois de percorridos 181 quilómetros.

As provas de fundo vão desenrolar-se num circuito exigente, rompe-pernas, com pouco terreno verdadeiramente plano. A meta está instalada no topo de uma rampa de um quilómetro com inclinação média de 8,5 por cento, destacando-se os 500 metros finais, em empedrado, e com uma pendente de 11 por cento.

A prova de elite e a de sub-23 guardam um ingrediente especial. Uma subida de 3 quilómetros com inclinação média de 4 por cento, que será apenas transposta na última volta, apimentando ainda mais a discussão pelas camisolas de campeão nacional.


João Paulo Rebelo (Secretário de Estado da Juventude e Desporto)

Na cerimónia e apresentação dos Campeonatos Nacionais, o Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, salientou o "espírito descentralizador" dos eventos da Federação Portuguesa de Ciclismo que este ano completa 120 anos de existência.

"Descentralizar também faz parte das preocupações do Governo. Daí o nosso apoio ao ciclismo, porque é uma modalidade que vai encontro das pessoas, basta saírem de casa e têm uma envolvência extraordinária com o Desporto", disse João Paulo Rebelo.

João Paulo Rebelo destacou ainda que “Melgaço é um município amigo do desporto em geral e do ciclismo, sabendo aproveitar todos os ingredientes que envolvem o concelho e está presente na organização destes eventos. De resto, descentralizar também faz parte das preocupações do Governo. Daí o nosso apoio ao ciclismo e a estes Campeonatos Nacionais”.


Delmino Pereira (Presidente da FPC)

Delmino Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, começou por referir que “os Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada são dos pontos altos do calendário velocipédico nacional. É das provas que se realiza há mais anos e dos títulos mais cobiçados pelos ciclistas. É também a única prova que recebe todos os ciclistas portugueses, mesmo aqueles que correm no estrangeiro e que vêm cá nesta altura para participar nos Campeonatos Nacionais”.

"Temos esta preocupação de organizar os campeonatos em várias regiões, onde há uma grande identificação com a marca do ciclismo, que gosta de percorrer os territórios. A aposta em Melgaço é uma decisão feliz, porque se trata de uma vila amiga da modalidade", disse o dirigente.


Manoel Batista (Presidente da Câmara Municipal de Melgaço)

Manoel Batista, presidente da Câmara Municipal de Melgaço, considerou ser um "privilégio" receber eventos desta dimensão: “Temos um orgulho enorme em receber os Campeonatos Nacionais de Ciclismo e estar ligados há vários anos à modalidade, quer através das provas de estrada como de BTT. É verdade que temos uma boa qualidade de terreno, mas também temos gente que sabe organizar e aqui fica o mérito para a Melsport”.

O autarca abordou ainda a parceria com a Associação de Ciclismo do Minho afirmando que “esta ligação tem sido felicíssima e é para manter por muitos anos", salientando que a ACM “tem sido um parceiro exemplar para a Câmara e para a Melsport e isto permitiu-nos colocar o Município na senda do ciclismo”.


José Luís Ribeiro (Presidente da ACM)

José Luís Ribeiro, presidente da Associação de Ciclismo do Minho, mostrou-se orgulhoso pelo fato dos Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada se realizarem em Melgaço e salientou o êxito da parceria com a autarquia do Alto Minho.

“Estamos convictos que os Nacionais serão um momento marcante na história dos 120 anos da Federação Portuguesa de Ciclismo. A competição a realizar-se aqui é, não só, o reconhecimento do trabalho que tem sido feito pela Câmara Municipal de Melgaço e pela Melsport mas, também, motivo de grande satisfação para a Associação de Ciclismo do Minho, estando a ACM grata pela confiança que a autarquia e a FPC depositaram em nós para a realização destes campeonatos”.

José Luís Ribeiro mostrou-se confiante nuns Campeonatos Nacionais “memoráveis e pautados, por parte dos atletas, pela observância pelos princípios da ética, espírito e da verdade desportiva”.

O dirigente minhoto classificou a parceria com a autarquia de Melgaço como “um exemplo para o País porque existe uma cooperação absolutamente invejável, muito positiva e onde sobressai o mérito do trabalho e a forma sustentada e criteriosa como são promovidas as iniciativas”. “O protocolo entre Melgaço e a ACM, na nossa opinião, é, não apenas, benéfico para a promoção da prática desportiva, mas também constitui um contributo para o desenvolvimento da economia local”, afirmou José Luís Ribeiro.


José Adriano Lima (Presidente do Conselho de Administração da Melsport)

José Adriano Lima, presidente do Conselho de Administração da Melsport, considerou a realização dos Campeonatos Nacionais em Melgaço “o momento alto duma relação de cooperação que temos com a ACM e com a FPC” que já “permitiu a Melgaço acolher muitos e grandes eventos desportivos”.

O autarca deixou ainda um desafio aos atletas e às equipas: “venham ao nosso território, tragam energia e vontade de nos proporcionem um grande espetáculo desportivo, que nós, aqui em Melgaço, vamos preparar o resto, ou seja, vamos criar todas as condições para que o evento seja um êxito”.


Cândido Barbosa (ex-ciclista)

Cândido Barbosa, ex-ciclista (Campeão Nacional de Estrada e Contrarrelógio e Campeão Europeu de Esperanças), também esteve presente na apresentação dos Campeonatos Nacionais de Ciclismo de Estrada. O ex-ciclista começou por referir que no seu vasto palmarés “não conto com vitórias em Melgaço e porquê? Porque o ciclismo não passava por cá. Por isso, os meus parabéns por abraçarem o projeto com a Associação de Ciclismo do Minho e da FPC para que estas novas gerações possam conhecer esta parte do nosso País, que tem excelentes condições”.

De resto, “tenho a certeza que estes campeonatos vão ser bem disputados porque o terreno por si irá fazer alguma seleção. Estes campeonatos vão ser disputados ao mais alto nível e quem os vencer terá todo o mérito de andar com a camisola durante o ano”, concluiu.


Daniela Reis (Campeã Nacional de Fundo e Contrarrelógio)

Daniela Reis, Campeã Nacional de fundo e de contrarrelógio de elite em 2018 considerou que “os Campeonatos Nacionais são o objetivo de qualquer atleta. Poder vestir a bandeira portuguesa ao peito durante toda uma época é um orgulho enorme. No meu caso, a correr no estrangeiro, as equipas dão imenso valor a um campeão nacional e acaba por dar também mais alguma visibilidade ao ciclismo feminino português. A corrida de fundo antevê-se realmente dura, pelo percurso e pelo calor que costuma estar nesta altura do ano. O contrarrelógio parece me mais acessível do que no ano passado, mas não deixa de ser bastante duro para o que o pelotão feminino está habituado”.


João Almeida (Vice-Campeão de Fundo e Contrarrelógio)

João Almeida, Vice-Campeão nacional de fundo e de contrarrelógio de sub-23 em 2018, considerou que os Campeonatos Nacionais em Melgaço vão ser duros:  “Acredito que será uma corrida dura e bem disputada. O nível no Nacional é sempre muito alto. A corrida é sempre muito aberta e o fator sorte/oportunidade é muito importante. Estar no sítio certo a hora certa é meio caminho andado para a vitória. Lutar pela vitória é algo muito importante para mim, uma vez que significa representar o nosso país e a nossa bandeira lá fora, dando visibilidade às cores nacionais”.

Fonte: ACM

“Passeio de Bicicleta Dia 1 de Portugal (Guimarães, 24 de junho)”

Realiza-se no dia 24 de junho, em Guimarães, o Passeio de Bicicleta “Dia 1 de Portugal” promovido pela Associação de Ciclismo do Minho. A iniciativa é de participação gratuita (oferta de t-shirt oficial e do seguro), havendo a possibilidade de inscrição no Passeio, Mini Passeio e Trilho de BTT. A concentração está marcada para as 9 horas, junto ao Estádio D. Afonso Henriques.

As inscrições (gratuitas) podem ser efetuadas online (www.acm.pt). A 11ª edição do Passeio de Bicicleta Dia 1 de Portugal terá dois percursos de dificuldade baixa (passeio e mini passeio) e um trilho de BTT (promovido em parceria com a Erdal), procurando-se assim incentivar a participação de todos os interessados, independentemente da idade e da condição física.

O Passeio de Bicicleta Dia 1 de Portugal pretende incentivar a prática desportiva e a utilização da bicicleta como opção de mobilidade, para além de assinalar uma importante data histórica, a Batalha de São Mamede (24 de Junho de 1128) que viria a ser designada como "a primeira tarde portuguesa". A iniciativa integra este ano o programa oficial das comemorações dos 120 anos da União Velocipédica Portuguesa / Federação Portuguesa de Ciclismo.

A inscrição é gratuita e os participantes no Passeio de Bicicleta Dia 1 de Portugal terão direito a uma t-shirt oficial, habilitam-se ao sorteio de prémios oferecidos pelos diversos parceiros da iniciativa e estarão cobertos pelo seguro desportivo.

A participação de figuras públicas e de referências do desporto tem sido uma das características do Passeio Dia 1 de Portugal, proporcionando-se assim momentos de interação e de convivência no contexto de uma autêntica "festa do ciclismo de lazer" em que pode participar toda a família.

Com partida e chegada junto ao Estádio D. Afonso Henriques (início às 10 horas), a iniciativa terá três percursos (Passeio, Mini Passeio e Trilho de BTT), sendo o trajeto inicial (no Centro Histórico de Guimarães) efetuado em conjunto por todos os grupos de participantes. À passagem pelo local da partida, depois do trajeto inicial no Centro Histórico, termina o Mini Passeio.

O Trilho de BTT, uma das três opções de participação, é promovido em parceria com a ERDAL - Escolas de Referência de Desportos de Ar Livre. O percurso do Trilho de BTT terá uma extensão de cerca de 20 kms com o passeio inicial pelo Centro Histórico de Guimarães e com o acesso final ao local de partida/chegada. Na preparação do percurso do trilho houve uma particular atenção em proporcionar aos participantes paisagens únicas e deslumbrantes, muitas delas até agora inacessíveis em percursos de BTT.

O Passeio de Bicicleta Dia 1 de Portugal conta, entre outros, com os seguintes apoios: Câmara Municipal de Guimarães, Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Cision, POPP Design, Score Tech, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, Tempo Livre / Centro de Medicina Desportiva de Guimarães, Vitrus Ambiente, AFAcycles,  Enfcare - Serviços de Enfermagem, Lda., Associação Vimaranense de Hotelaria, Guimarpeixe, Junta de Freguesia da Costa, Remax GO (Azurém - Quintã / Guimarães), Finiconde, Interfios, Pevigel e Programa Nacional "Ciclismo para Todos".

Nas edições anteriores a iniciativa integrou a programação de Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, de Guimarães 2013 - Cidade Europeia do Desporto, foi o evento escolhido pelo Comité Olímpico de Portugal para assinalar o Dia Olímpico (2013), integrou o programa oficial das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa (2014), fez parte do programa do Centenário do Centro Juvenil de São José (2015) e do projeto de inclusão social desenvolvido em parceria pela CERCIGUI e o CNE - Corpo Nacional de Escutas (2015).

Fonte: ACM

“João Silva conquistou o 63º Circuito de Santo António de Amares”

João Silva foi o grande vencedor do 63º Circuito de Santo António de Amares, tradicional prova de ciclismo integrada no programa das Festas d´Amares - Santo António 2019. Maria de Jesus Barros (Concelho de Porriño / Abanca) foi e melhor atleta feminina.

O 63º Circuito de Santo António de Amares, prova pontuável para a Taça do Minho de Ciclismo de Estrada - Arrecadações da Quintã, foi organizado conjuntamente pela Associação de Ciclismo do Minho, AFAA - Associação das Festas Antoninas de Amares e Câmara Municipal de Amares.

Num dia excelente para a prática da modalidade, o 63º Circuito de Santo António de Amares decorreu num clima de grande animação dentro e fora da corrida, com muito público a aplaudir e a incentivar os ciclistas, enquanto no pelotão foram muitas as tentativas de fuga e a respetivas respostas.

A primeira tentativa de fuga foi protagonizada por António Silva, da UC Trofa, logo nos primeiros quilómetros, mas o pelotão respondeu e anulou de imediato as pretensões do atleta da trofa. Na passagem por Caldelas, Gonçalo Fonte (Tensai/Sambiental/Santa Marta) e Gonçalo Martins (EFAPEL – Escola Ovar) protagonizaram uma fuga que foi anulada ainda antes da passagem por Carrazedo. Henrique Pereira (Vito/Feirense/PNB) também tentou a sua sorte e na primeira passagem pela meta levava 10 segundos de vantagem para o pelotão, mas a investida não surtiu efeitos.

Logo após a passagem pela Ponte do Porto, três ciclistas – Daniel Dias (Seissa|KTM-Bikeseven|Matias&Araújo|Frulact), Gonçalo Martins (EFAPEL – Escola Ovar) e Pedro Leme (Fortunna) – encetaram nova tentativa de fuga que na passagem por Pousada levava uma vantagem uma pequena vantagem. É então que o atleta da EFAPEL se deixa ficar para trás e o pelotão tenta responder, mas a verdade é que na passagem por Palmeira – terra de Peixoto Alves, ciclista de renome no panorama do ciclismo nacional – o duo já levava uma vantagem de 40 segundos.

Daniel Dias e Pedro Leme foram aumentando a vantagem e na segunda passagem pela meta (primeira meta volante) mantinha uma diferença de cerca de um minuto.

O duo manteve-se na liderança da corrida, sempre imune às várias tentativas do pelotão em anular a fuga. EFAPEL e Tensai foram os clubes que mais trabalhavam para tentar evitar que o duo aumentasse a vantagem, mas o certo é que na segunda passagem por Besteiros Daniel Dias e Pedro Leme mantinham uma vantagem de 50 segundos.

 

À entrada em Caldelas o pelotão fragmentou-se, formando-se um grupo intermédio composto por quatro ciclistas, que foi reduzindo a desvantagem para os fugitivos.

Daniel Dias ainda conseguiu vencer a segunda Meta Volante, instalada na reta da meta, deixando Pedro Leme no segundo posto, mas na passagem pelo centro de Amares os fugitivos foram alcançados.

É então que Bruno Silva (Seissa|KTM-Bikeseven|Matias&Araújo|Frulact) salta para a frente da corrida e antes da entrada em Adaúfe alcança uma vantagem de 30 segundos. O pelotão tenta reagir e Gonçalo Fonte (Tensai/Sambiental/Santa Marta) encabeça um grupo que segue na perseguição do atleta da Seissa. A Gonçalo Fonte junta-se inicialmente João Silva e Flávio Fernandes (Seissa|KTM-Bikeseven|Matias&Araújo|Frulact), e logo depois o seu colega de equipa Roberto Cardoso e Tiago Sousa (UC Trofa), que vão reduzindo a desvantagem e conseguem mesmo anular a fuga ainda antes da chegada a Palmeira.

Na segunda passagem por Lago, o grupo de cinco ciclistas leva já uma vantagem de 20 segundos sobre o pelotão. A cerca de sete quilómetros da meta João Silva (Seissa|KTM-Bikeseven|Matias&Araújo|Frulact) enceta uma nova fuga e apesar da tentativa de reação por parte dos atletas da Tensai, a verdade é que o barcelense foi ganhando terreno e acabou por vencer com uma vantagem de quatro segundos sobre o grupo que o seguia. Bruno Silva (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact) impôs-se aos restantes elementos do grupo intermédio e terminou no segundo lugar, enquanto Tiago Sousa (UC Trofa) foi terceiro e Roberto Cardoso (Tensai/Sambiental/Santa Marta) terminou no quarto posto. Ainda com o mesmo tempo do segundo classificado terminou Flávio Fernandes (Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact).

Por equipas venceu a Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact, com o tempo de 06;04:02, gastando menos 01.09m que o segundo classificado, a Tensai/Sambiental/Santa Marta. A EFAPEL – Escola Ovar terminou na terceira posição.

 

Isidro Araújo (Vice-Presidente da Câmara Municipal Amares): “Queremos manter esta prova histórica”

Isidro Araújo, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Amares, enalteceu a forma como decorreu mais uma prova de ciclismo do Santo António de Amares. “Congratulamo-nos com a forma como decorreu mais um Circuito de Santo António de Amares. Esta é uma das provas mais antigas do país e temos a preocupação de a incluir sempre nestas festas do Concelho de Amares. É uma tradição e é muito importante para nós, para a população de Amares, que gosta de ciclismo e faz questão de marcar presença para ver a prova”, afirmou o autarca.

“É um evento que acarinhamos, que faz parte da nossa tradição e que esperamos ver durante muitos e muitos anos”, referiu Isidro Araújo lembrando que o Município de Amares “apoia os eventos desportivos que se realizam no concelho” e lembrando que “o ciclismo é sempre bem-vindo a Amares e que, para além do Circuito de Santo António, também recebemos e apoiamos o 18.º Prémio de Ciclismo de Rendufe, que se realiza em Agosto”.

 

Paulo Gomes (Presidente da Junta de Freguesia de Ferreiros)

Paulo Gomes, Presidente da Junta de Freguesia de Ferreiros, local de partida e chegada do Circuito de Santo António de Amares, referiu que “a prova correu bem, sem incidentes, e ao nível do que já nos habituou. Esta foi uma aposta feita há muitos anos, aliás este circuito é dos mais antigos do país e merece-nos um carinho especial”.

Para o Presidente da Junta de Freguesia de Ferreiros “esta prova é uma referência a nível nacional, já tem o seu prestígio e nós fazemos os possíveis para receber todos os clubes e todos os ciclistas da melhor forma”.

Paulo Gomes lembrou ainda que “esta prova é uma boa forma de darmos a conhecer o concelho de Amares. Todos os anos traz aqui imensa gente, que acaba por conhecer sempre mais um bocadinho desta região tão bonita e com tantas coisas para oferecer”.

 

João Andrade (AFAA): “Ciclismo faz parte das Festas de Amares”

João Andrade, presidente da AFAA - Associação das Festas Antoninas de Amares, recordou que “este circuito, um dos mais antigos do país, faz sempre parte das Festas d’Amares. Hoje ninguém aceitaria que se realizasse a Festa sem o Circuito. A prova disso é que este ano as festas só iriam arrancar no dia 11, mas como não era possível realizar o circuito no próximo fim-de-semana, alteramos o programa e arrancamos já este domingo com as festas. E arrancamos bem porque está aqui imensa gente a ver a prova”.

João Andrade garantiu que “a colaboração com a Associação de Ciclismo do Minho é muito boa, tranquila e espero que seja para continuar porque os amarenses gostam do ciclismo”.

 

César Maciel (Seissa): “Estamos muito satisfeitos”

A Seissa/KTM Bikeseven/Matias & Araújo/Frulact venceu em termos individuais, coletivos e as metas volantes. Por isso, César Maciel, diretor desportivo do clube de Roriz, estava satisfeito.

“Foi uma boa corrida. Estou muito satisfeito. Os atletas cumpriram o que lhes foi pedido e a verdade é que estivemos sempre na frente da corrida. Eles sabiam como reagir no caso de alguém atacar ou quando um dos nossos fosse apanhado. O Daniel atacou, desestabilizou o pelotão e esteve algum tempo na frente da corrida. Pensei que a fuga iria surtir efeito, mas foi anulada. Aí os outros ciclistas tinham ordens para atacar à vez e assim controlamos a corrida e chegamos ao fim e vencemos este circuito com muita tradição”.

Portanto, concluiu o dirigente, “só tenho a fazer um balanço positivo desta corrida. Estivemos sempre no grupo da frente, no centro das decisões e conseguimos colocar três ciclistas nos cinco primeiros lugares, vencemos as metas volantes e a classificação por equipas”.

O 63º Circuito de Santo António de Amares teve o apoio das seguintes entidades: Câmara Municipal de Amares, Federação Portuguesa de Ciclismo, Arrecadações da Quintã, Cision, Raiz Carisma - Soluções de Publicidade, POPP Design, Score Tech e AFAcycles.

Fonte: ACM

“Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc”

Ricardo Mestre resiste ao poderio de Joni Brandão

Por: José Carlos Gomes

Ricardo Mestre (W52-FC Porto) é o vencedor do 29.º Grande Prémio Jornal de Notícias Leilosoc. Joni Brandão (Efapel) ganhou a última etapa, 187,2 quilómetros, entre o Porto e Gondomar, mas Mestre e a W52-FC Porto geriram a vantagem para levar a camisola amarela final.

As derradeiras pedaladas do Grande Prémio Jornal de Notícias foram emocionantes, com múltiplos ataques, desde o início, mas com a W52-FC Porto, demonstrando confiança nas capacidades de Ricardo Mestre, a ter o sangue-frio e a capacidade tática para segurar a camisola amarela.

A equipa portista controlou a corrida, colocando António Carvalho nas movimentações mais perigosas da fase dura e montanhosa da viagem, servindo de travão às investidas da Efapel, do Sporting-Tavira e da Rádio Popular-Boavista. Isso fez com a que única fuga com alguma margem acontecesse já depois da segunda meta volante, com 120 quilómetros percorridos.

Essa fuga juntou cinco elementos em cabeça de corrida: António Gómez (Rádio Popular-Boavista), Tiago Machado e Álvaro Trueba (Sporting-Tavira), Jesús del Pino e Filipe Cardoso (Vito-Feirense-PNB). Com a vantagem do quinteto a chegar perto dos três minutos, a W52-FC Porto colocou-se ao trabalho e foi reduzindo a diferença.

O cansaço acumulado por uma etapa de ataques sucessivos, reduziu o grupo principal a 16 elementos. Aí, a Efapel, que já havia conseguido que Joni Brandão vencesse as duas metas volantes, bonificando 6 segundos, assumiu a cabeça do grupo do camisola amarela, endurecendo a corrida para preparar uma última investida de Joni Brandão.

Foi isso que aconteceu. O chefe de fila da equipa ovarense disparou a 2 quilómetros da chegada, nas rampas mais exigentes de aproximação à meta. Joni Brandão passou por António Gómez, último resistente da fuga, e cortou a meta isolado, averbando a terceira vitória de etapa consecutiva. O espanhol da Rádio Popular-Boavista ainda conseguiu o segundo posto, a 6 segundos. Daniel Silva, também dos boavisteiros, foi terceiro, a 8 segundos, a mesma desvantagem registada por Ricardo Mestre, quarto classificado. O algarvio defendeu, assim, o primeiro lugar.


Ricardo Mestre concluiu o 29.º Grande Prémio Jornal de Notícias com 20h33m24s de corrida, menos 36 segundos do que Joni Brandão, segundo classificado, e menos 59 do que Alejandro Marque (Sporting-Tavira), terceiro.

“Sabíamos que seria muito difícil. Eu e a equipa fizemos o que estava ao nosso alcance, atacando a corrida desde o quilómetro zero. Não tivemos medo de encarar a prova com mentalidade de vencer. Agradeço aos meus companheiros que trabalharam e batalharam o dia todo, confiando em mim a 200 por cento. Não vivo obcecado com uma corrida por ano. Sempre que corro tento estar num nível de forma aceitável”, disse Joni Brandão, no final da tirada.

O triunfo de Ricardo Mestre demonstra que o ciclismo é o mais individual dos desportos coletivos. A W52-FC Porto foi a equipa que jogou a melhor “pedra” no tabuleiro da corrida, lançando Ricardo Mestre para a fuga que viria a ser decisiva – no primeiro setor da terceira etapa – e o algarvio mostrou ser o mais forte dos oito corredores que, nessa tirada, conquistaram mais de dois minutos de vantagem ao grosso do pelotão. A partir daí, os portistas aguentaram as respostas de toda a concorrência para vencerem este Grande Prémio pelo quinto ano consecutivo.

“Foi uma vitória muito difícil, porque o Joni Brandão mostrou estar muito forte. Eu tenho a felicidade de estar na melhor equipa. Eu e os meus companheiros, conseguimos controlar a corrida. Todas as etapas tiveram momentos importantes, mas a etapa de duplo setor foi a mais decisiva”, reconhece Ricardo Mestre.

Além da vitória individual, a W52-FC Porto impôs-se por equipas. Joni Brandão conquistou as classificações dos pontos e das metas volantes. Bruno Silva (Efapel) foi o melhor trepador e Rafael Lourenço (UD Oliveirense/InOutBuild), oitavo da geral, leva para casa a camisola da juventude. Tiago Machado foi o mais combativo da última jornada.

Fonte: FPC