sábado, 25 de fevereiro de 2017

“Mais de 100 atletas na Taça Congele”

Provincias do de Benguela, Huambo, Huíla e Luanda vão estar representadas na prova, 120 atletas já inscritos

Foto: EPA/VINCENT JANNINK

120 atletas das províncias de Benguela, Huambo, Huíla e Luanda vão participar na 2ª edição do grande prémio Congele em ciclismo. Em declarações à Angop, o organizador do evento, o empresário Miguel Paim, afirmou que a prova consiste em três etapas: Contra relógio, prova de fundo de 120 quilómetros e circuito fechado de 30 quilómetros.

Segundo o responsável, esta prova faz parte do calendário do campeonato provincial de ciclismo e visa promover cada vez mais a modalidade, bem como a descoberta de novos talentos que pretendem firmar-se no mundo da bicicleta.

Miguel Paim garantiu que estão criadas todas as condições para que esta segunda edição do prémio Congele. Os destaques vão para o asseguramento da Polícia, da rede de Bombeiros e serviço do INEMA.

A prova conta com a participação das equipas Jair Carapinha, Hotel Luso e Transcaleia, bem como de outros atletas a título individual. Em disputa vão estar várias medalhas e troféus.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa 
Ciclista português definiu a prova espanhola como objetivo.

Foto: JOSE SENA GOULAO / LUSA

O ciclista português Ricardo Vilela aventurou-se fora da Europa, ao assinar pela colombiana Manzana Postobón, e espera agora por um convite para saber se a Volta a Espanha será o seu objetivo esta temporada.

"Está a ser uma experiência boa, é uma aventura fora da Europa. Mas estou a gostar e é isso que importa. Não encontrei grandes diferenças em relação à minha experiência anterior. A nível da estrutura, não é a mesma a que estava habituado na Caja Rural, mas está bem. Estão a evoluir pouco a pouco e é isso que eles querem também”, disse à Agência Lusa.

Aos 29 anos, o ciclista transmontano, que passou as duas últimas temporadas na Caja Rural, não ficou desiludido por não ter ficado na única formação espanhola do segundo escalão do ciclismo mundial.

“Ao fim e ao cabo, estou numa equipa continental profissional na mesma e é isso que quero: manter-me numa equipa que faça um bom calendário. Não tenho nenhum problema com a mudança”, sublinhou, enquanto pedalava para mais uma etapa da 35.ª Volta ao Alentejo em bicicleta, que termina no domingo.

Ricardo Vilela reconheceu que a Manzana Postobón o contratou, tal como ao espanhol Antonio Piedra e ao holandês Jetse Bol, para poder beber da sua experiência enquanto ciclista europeu a correr as principais provas do calendário do ‘velho continente’.

“Contrataram-nos, porque fizemos provas de três semanas, fizemos corridas do WorldTour, como Catalunha, País Basco, Tirreno-Adrático. Abordam-nos para pedir conselhos”, contou.

Para já, o corredor, que fez parte da equipa da OFM-Quinta da Lixa que levou Gustavo Veloso à sua primeira vitória na Volta a Portugal (2014), aguarda para saber se a seleção nacional vai competir nas clássicas do calendário português, marcadas para os próximos fins-de-semana.

“Depois tenho a Volta à Catalunha, onde tenho de estar bem. Há algumas corridas em que temos de dar visibilidade à equipa e esperar para saber se sai o convite para a Volta a Espanha. Se sair, esse será o meu grande objetivo da época”, avançou o décimo classificado da última Volta a Portugal.

Fonte: SAPO Desporto c/Lusa

“Gustavo Veloso assume-se como o plano 'A' da W52-FC Porto para Volta a Portugal”

Ciclista espanhol realça que o importante é que o triunfo fique na equipa

Por: Lusa

Foto: Lusa

O ciclista espanhol Gustavo Veloso disse à agência Lusa que será o plano 'A' da W52-FC Porto na Volta a Portugal, mas realçou que o importante é que o triunfo fique na equipa.

"No início, vou ser eu o plano A. Mas a estrada é que vai decidir", 'disparou' o duas vezes vencedor da Volta a Portugal (2014 e 2015), numa conversa feita a ritmo de contrarrelógio.

Depois de ter perdido a última edição para o colega Rui Vinhas, Gustavo Veloso garante que os dois -- aos quais se uniu, este ano, Amaro Antunes, o quinto classificado na Volta ao Algarve - gerem bem a repartição do estatuto de líder.

"Se não ganhar um, ganha outro. O importante é que a vitória fique na equipa. Todos os anos vamos para a Volta com duas opções: um plano 'A' e um plano 'B'. Já levo alguns anos como plano 'A', mas se ganha o plano B também não está mal", assegurou.

De regresso à Volta ao Alentejo, depois da queda aparatosa que sofreu em 2016 - saiu em frente numa curva e ficou 'preso' debaixo de um carro -, o galego de 37 anos não conseguiu afastar do pensamento o azar do ano passado.

"Pensei na queda, sobretudo no dia antes da primeira etapa e durante a primeira etapa. Agora já passei naquele lugar e já me esqueci um bocado. É verdade que é algo que está sempre presente, quando há situações de risco, chegadas perigosas. Vem-me sempre à mente o 'trambolhão' que dei", assumiu o 'dragão', que publicou, antes da primeira etapa desta edição, as radiografias nas quais se podiam ver as mazelas sofridas.

Embora o passado tenha ficado lá atrás, Veloso reconheceu que a queda na Alentejana condicionou a sua época: "Não afetou para a Volta a Portugal, mas afetou no sentido em que ia ter oportunidades de ter uma boa condição desde o início da época até maio. A queda no Alentejo, que no ano passado foi em março, fez com que estivesse seis semanas de baixa. Não estive essas seis semanas sem treinar, mas com duas costelas partidas não podes treinar muito bem, porque cada vez que respiras está a doer. Tudo isso condicionou essa primeira parte da época, mas não condicionou o objetivo principal, que foi a Volta a Portugal."

Sempre com aquela que é a sua grande meta a cada temporada em mente, o experiente ciclista da W52-FC Porto alterou ligeiramente o seu planeamento desportivo para corresponder às exigências de uma primeira parte do ano mais preenchida, estreando-se em competição na Volta a Valência, no início de fevereiro, praticamente um mês antes do que aconteceu em 2016.

"Adiantei um pouco o plano de treinos para poder aguentar o ritmo nestas corridas, porque há muitas corridas no início do ano", justificou.

Fonte: Record on-line

“Rui Costa diz que vitória em Abu Dhabi comprova início de temporada a bom nível”

Satisfeito com o triunfo na etapa

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista português Rui Costa (UAE Abu Dhabi) disse este sábado que a vitória na terceira etapa da Volta a Abu Dhabi, que lhe deu a liderança da prova, comprova que o início de temporada "não podia ser melhor".

Com a segunda vitória da temporada, o corredor considerou que o início de temporada "não podia ser melhor", tendo em vista a preparação para a centésima edição da Volta a Itália, de 05 a 28 de maio, e que marca a estreia do português na prova.

"É algo novo para mim, uma prova de três semanas em que não conheço alguns pontos. Vou pedalar dia a dia, e fazê-lo o melhor possível", acrescentou Rui Costa, que conta oito participações na Volta a França, mas nunca esteve no Giro.

Para cortar primeiro a meta da terceira de quatro etapas em Abu Dhabi, Rui Costa surpreendeu o russo Ilnur Zakarin nos últimos metros, depois de o russo ter assumido o essencial do trabalho na subida de mais de 12 quilómetros de Jebel Hafeet, um monte junto à cidade de Al-Aïn, no qual se concluiu a etapa de 186 quilómetros.

"Quando ataquei, foi para testar as pernas e encontrei boas sensações, que me animaram a continuar. Duvidei ao início, mas as coisas saíram bem, também por ter trabalhado com o Zakarin, fizemos um bom trabalho. No final arranquei e consegui ganhar uma etapa muito importante", explicou o português, campeão do mundo em 2013.

Através da sua página oficial no Facebook, o ciclista comentou que "quem ganhou não foram as pernas mas a cabeça" e realçou o facto de a bandeira portuguesa ter figurado no primeiro lugar da tabela.

"Ganhar aqui é o máximo", considerou o atleta, uma vez que a prova é "muito especial por ser em casa do patrocinador da equipa e é uma forma de agradecer o apoio à equipa e o esforço feito para manter o projeto".

Rui Costa cumpriu a tirada em 4:34.08 horas, o mesmo tempo atribuído a Zakarin, enquanto o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) chegou em terceiro, a 10 segundos. O corredor da Póvoa de Varzim lidera a geral com quatro segundos de vantagem sobre o russo e 16 em relação a Dumoulin, tendo a vitória final praticamente assegurada.

A quarta e última etapa, com 147 quilómetros totalmente planos, disputa-se no circuito de Yas Marina, palco do Grande Prémio de Abu Dhabi de Fórmula 1, ao qual os corredores terão de dar 26 voltas.

Fonte: Record on-line

“Volta a Abu Dhabi: Rui Costa vence etapa rainha e é o novo líder”

Português em alta na 3.ª tirada

Foto: EPA

Rui Costa (UAE Abu Dhabi) venceu este domingo a terceira etapa da Volta a Abu Dhabi e assumiu a liderança, depois do 'duelo' com o russo Ilnur Zakarin (Katusha Alpecin) na subida para a meta.
Para averbar a segunda vitória da temporada, Rui Costa surpreendeu Zakarin nos últimos metros, depois de o russo ter assumido o essencial do trabalho na subida de mais de 12 quilómetros de Jebel Hafeet, um monte junto à cidade de Al-Aïn, no qual se concluiu a etapa de 186 quilómetros.

O português, campeão do mundo em 2013, cumpriu a tirada em 4:34.08 horas, o mesmo tempo atribuído a Zakarin, enquanto o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) chegou em terceiro, a 10 segundos. O corredor da Póvoa de Varzim, que enverga as cores da equipa da 'casa', lidera a geral com quatro segundos de vantagem sobre o russo e 16 em relação a Dumoulin, tendo a vitória final praticamente assegurada.
Os dois nomes maiores desta prova, o colombiano Nairo Quintana (Movistar) e o espanhol Alberto Contador (Trek Segafredo) marcaram-se desde o início da subida final e terminaram em 10.º e 13.º, respetivamente, a cerca de um minuto de Rui Costa.
A quarta e última etapa, com 147 quilómetros totalmente planos, disputa-se no circuito de Yas Marina, palco do Grande Prémio de Abu Dhabi de Fórmula 1, ao qual os corredores terão de dar 26 voltas.

Fonte: Record on-line

“Queda atrasa Daniel Mestre com os olhos na meta”

Acidente aconteceu a menos de três quilómetros da meta

O penúltimo dia de competição da Volta ao Alentejo 2017 não teve o desfecho desejado pela equipa EFAPEL. Depois de um trabalho exemplar ao longo de toda a etapa, a equipa viu os seus dois corredores melhor classificados envolverem-se numa queda já dentro dos últimos três quilómetros. Apesar da vitória ter sido discutida ao sprint, as diferenças causadas pelo acidente foram efectivadas e Daniel Mestre e Rafael Silva perderam tempo precioso que os colocou em 12º e 13º da geral individual, respectivamente.

A etapa que ligou Odemira a Alcácer do Sal foi, à semelhança das anteriores, cumprida a alta velocidade. Desta vez, apesar de mais devagar, o pelotão realizou uma média de 44 km/h. Na EFAPEL, a equipa preocupou-se em não permitir que se formasse fugas com ciclistas perigosos para as posições de Daniel Mestre e de Rafael Silva.

O trabalho realizado deu frutos e quando a fuga se formou, não havia elementos que pusessem em causa os objectivos da equipa na classificação geral individual. Contudo, a queda já bem perto da meta acabou por hipotecar as ambições da estrutura liderada por Américo Silva no dia de hoje.

“Houve uma queda já dentro dos três quilómetros finais e os nossos ciclistas estiveram envolvidos. Ainda estamos à espera de uma decisão depois da exposição que fizemos. No global, a etapa tinha corrido bem segundo as nossas ambições”, explicou o director desportivo da EFAPEL.

A 43ª Volta ao Alentejo termina amanhã com uma etapa entre Ferreira do Alentejo e Évora. No derradeiro dia de competição, os ciclistas pedalam 168,9 quilómetros com uma montanha de quarta categoria em Montemor-o-Novo e metas volantes em Alvito, Alcáçovas e Arraiolos.

Classificação da quarta etapa

    Logan Owen            Axeon Hagens Berman        3h58m53s

    Carlos Barbero        Movistar Team                mt

    Jasper De Laat        Metec-TKH                mt


20º    Rafael Silva            EFAPEL                a 8s

21º    Daniel Mestre            EFAPEL                mt

49º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 32s

59º    Mateo Garcia            EFAPEL                a 54s

86º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 1m17s

114º    Bruno Silva            EFAPEL                a 2m52s

115º    Henrique Casimiro        EFAPEL                mt

126º    António Pereira Barbio    EFAPEL                a 4m14s


Classificação geral individual

    Carlos Barbero        Movistar Team                16h22m13s

    Rinaldo Nocentini        Sporting/Tavira            a 17s

    Jasper De Laat        Metec-TKH                a 23s


12º    Daniel Mestre            EFAPEL                a 33s

13º    Rafael Silva            EFAPEL                a 36s

31º    Sérgio Paulinho        EFAPEL                a 1m13s

39º    Álvaro Trueba        EFAPEL                a 2m27s

48º    Mateo Garcia            EFAPEL                a 5m58s

66º    Henrique Casimiro        EFAPEL                a 16m29s

69º    Bruno Silva            EFAPEL                a 18m36s

121º    António Pereira Barbio    EFAPEL                a 25m37s

Fonte: Efapel

“Sprint foi americano mas Amarela ainda é espanhola”

O sprinter de 21 anos Logan Owen (Axeon Hagens Berman) “fintou” no último instante o Camisola Amarela e venceu a quarta e penúltima etapa da 35ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola em Alcácer do Sal. Carlos Barbero (Movistar Team) não tirou as medidas certas à ligeira subida que antecedeu a meta e acabou batido pelo norte-americano após discussão vigorosa na subida para o Estádio Municipal. O Camisola Branca RTP, Jasper de Laat (Metec-TKH) foi terceiro e na classificação geral ascendeu ao último lugar do pódio, atrás de Rinaldo Nocentini (Sporting/Tavira) que manteve a segunda posição.

Uma fuga “apenas” para amealhar

Depois da partida de Odemira, talvez inspirados pelo Oceano Atlântico e empurrados pela brisa da Costa Vicentina, dois homens lançaram-se numa fuga que duraria até às portas de Alcácer. Os aventureiros foram Robert Britton e Evan Huffman, da formação norte-americana Rally Cycling, aos quais se juntaram Artem Nych (Gazprom-Rusvelo) e Adam Jamieson (An Post Chain Reaction) na aproximação a Sines. A faltarem pouco mais de 50 quilómetros para a chegada, a colombiana Manzana Postobón e a equipa do Camisola Amarela Movistar Team intensificaram o ritmo no pelotão e já se adivinhava o destino dos fugitivos. O princípio do fim começou quando o russo Artem Nych e o canadiano Adam Jamieson foram “engolidos” pelo pelotão deixando os elementos da Rally Cycling a sós na frente. A escassos dois quilómetros, o pelotão sem contemplações ultrapassou-os e depois de atravessado o rio Sado assistiu-se a um sprint inclinado até à meta.

As Camisolas dos Vencedores

Carlos Barbero (Movistar Team) está na liderança com 17 segundos de vantagem sobre o segundo classificado e este domingo será provavelmente o primeiro homem a tornar-se duplo vencedor da Volta ao Alentejo. “Ainda falta uma etapa e enquanto não passar a linha de meta não se pode ganhar nada. Foi outra vez um dia nervoso, toda a gente está a pensar no pódio e isso cria muita ansiedade no pelotão. Há que estar muito atento e amanhã é outro dia”, declarou o espanhol que desejava ter chegado à vitória em Alcácer do Sal para a dedicar aos companheiros. “Eles têm sido incríveis esta semana e estou muito orgulhosos deles. Foi um final exigente, ser líder também é isto, és a roda que todos seguem e tens de ter um pouco mais de iniciativa. Ainda assim conseguimos mais uns segundos.” Barbero vestiu pelo terceiro dia consecutivo a Camisola Amarela Crédito Agrícola e também não deixou escapar a Camisola Preta KIA da classificação por pontos.

A faltar apenas uma etapa e uma contagem de quarta categoria, Aldemar Ortega (Manzana Postobon) já é virtualmente o “Rei dos Trepadores”, Camisola Castanha Delta Cafés, devido à larga vantagem conquistada logo na tirada inaugural.

Giraldo à espreita dos vencedores

Corre-se este domingo, 26 de fevereiro, o derradeiro dia de competição da “Alentejana”, que começa em Ferreira do Alentejo. Quando a partida real for dada às 12h00 faltarão apenas 168,5 quilómetros para se conhecer o vencedor da 35ª Volta ao Alentejo Crédito Agrícola. As metas volantes de Alvito, Alcáçovas e Arraiolos e o prémio de montanha, às portas de Montemor-o-Novo, são pontos “quentes” de uma jornada que terminará em festa na Praça do Giraldo, coração da cidade de Évora, que já recebe a visita da “Alentejana” consecutivamente desde 2014.

Fonte: Podium