terça-feira, 30 de junho de 2020

“Prova de Reabertura – Taça de Portugal Jogos Santa Casa”


O ciclismo regressa em Sangalhos
Por: José Carlos Gomes
As equipas continentais e de clube voltam a competir no próximo domingo, na Prova de Reabertura, pontuável para a Taça de Portugal Jogos Santa Casa, que se realiza em Sangalhos, Anadia.
O regresso à estrada, após cerca de quatro meses de interregno competitivo, faz-se com um contrarrelógio individual de 22 quilómetros, com partida junto Centro de Alto Rendimento e chegada na Rua da Fonte Nova. São esperados cerca de 100 corredores, que começam a sair para a estrada às 15h00.
O itinerário inicia-se no epicentro do alto rendimento velocipédico em Portugal, passando por Vale do Estevão, Mogofores, Paredes de Bairro – a terra natal do melhor contrarrelogista nacional, Nelson Oliveira -, Ancas, Amoreira da Gândara e Fogueira, antes do regresso a Sangalhos.
O percurso é essencialmente plano, embora inclua alguns topos que incorporam exigência e quebras de ritmo, equilibrando a balança entre os roladores puros e os contrarrelogistas que necessitam de alguma dureza para fazer a diferença.
A prova irá realizar-se com medidas de segurança sanitária reforçadas face ao que era costume antes da pandemia de SARS-Cov-2. Os adeptos não terão acesso às zonas reservadas de partida e de chegada, restringindo-se o contacto entre os corredores e elementos externos à “caravana”. Os entusiastas da modalidade podem, no entanto, assistir ao vivo à corrida, devendo distribuir-se ao longo do percurso, de modo a não criarem grande aglomerados, respeitando as normas sanitárias em vigor no país e o manual de desconfinamento do adepto de ciclismo: https://www.fpciclismo.pt/noticia/manual-de-desconfinamento-do-adepto-de-ciclismo-de-estrada
Fonte: FPC

“Nova edição mensal da Revista Notícias do Pedal”


A “Revista Notícias do Pedal” acabou de lançar a edição número 29, a edição de junho, a mesma contém uma grande diversidade de notícias, nas mais diversas modalidades, descubra e conheça a mesma, e ainda outras novidades, e outros projetos, e participe.
A nossa publicação pode ser visualizada em: www.noticiasdopedal.com  onde vai encontrar todos os nossos projetos e links para os mesmos.
Temos ainda o nosso espaço diário em:
https://revistanoticiasdopedal.blogspot.com registe-se e receba diariamente as mais diversas noticias.
   

A sua notícia é importante para nós…
Temos espaço para divulgar o seu evento antes e após a realização do mesmo, pode divulgar ainda tudo o que se relaciona com a bicicleta, como um acontecimento, um passeio onde participou, uma novidade.
Temos espaço diário, e mensal, e damos liberdade aos nossos leitores, de se pronunciarem, e fazerem as suas divulgações, para que isso aconteça, basta enviarem um pequeno texto, algumas fotos, ou cartazes, e nós tratamos do resto.

Todas as notícias podem ser enviadas para os nossos mails:


Boas leituras…

segunda-feira, 29 de junho de 2020

“Ciclista André Cardoso e amigos pedalaram a Nacional 2 em 24 horas e meia”


Odisseia começou em Chaves, às 08:21 de sábado 27 de junho, e terminou 24 horas e 21 minutos depois, em Faro
O ciclista André Cardoso e 11 amigos chegaram ontem a Faro, gastando 24 horas e 21 minutos para percorrerem faseadamente os 738 quilómetros da estrada Nacional 2, numa “odisseia” iniciada em Chaves, às 08:21 de sábado.
“Começámos por parar entre 60 ou 70 quilómetros e o ritmo baixou durante a noite até aos 40. Assim que amanheceu e a partir do quilómetro 500, recuperámos a regra dos 60. Ainda foram umas quantas paragens, mas tinha mesmo de ser. As forças para um exercício destes tinham de ser bem geridas”, partilhou à agência Lusa o portuense.
A “mera brincadeira” foi maturada ao longo das últimas semanas e culminou num “bom trabalho” por parte de um pelotão “bastante regular e homogéneo, com muita amizade, companheirismo e entreajuda”, amparado pelo suporte logístico de quatro pessoas, que enalteceram a “imensa consideração e respeito” registados de norte a sul do país.
“É interessante perceber que a polícia teve conhecimento de que estávamos na estrada e chegou a acompanhar-nos em Vila de Rei durante a noite. Sentimo-nos felizes por ver as pessoas à porta das suas casas entusiasmadas com a nossa iniciativa. Tudo isto é gratificante para quem anda na estrada e está a ter um desafio destes”, valorizou.
André Cardoso, de 35 anos, recorreu à experiência advinda de uma carreira profissional no ciclismo para “ajudar quem aderiu à aventura e fica feliz por deixar o seu marco” na história da estrada Nacional 2, a celebrar 75 anos de existência, funcionando como “um chefe de fila” de 11 amigos, que pedalaram à média de 29,5 de quilómetros por hora.
“Há pessoas que passam por mais dificuldades, porque costumam fazer 100, 150 ou 200 quilómetros no máximo. Demos apoio uns aos outros e terminámos com um excelente tempo. As condições climatéricas foram pensadas: ou fazíamos agora ou ficaria muito complicado com o demasiado calor que se faz sentir a partir de julho”, justificou.
A “odisseia”, como apelidou o desafio nas redes sociais, apresentava um cariz solidário, ao prever um mínimo de 738 euros, um euro por quilómetro, angariados ao longo da estrada para uma instituição social a designar, enquanto o grupo mostraria o percurso e a dimensão do esforço físico e psicológico com vídeos em direto para as redes sociais.
 “A campanha ainda está a decorrer, já que era um esforço extra estar a fazer vídeos na viagem para manter as pessoas informadas. Fiz o melhor que pude e deixámos à descrição das pessoas para contribuírem mais um pouco. Felizmente todos terminaram com sucesso e sem quedas um esforço acima do normal para qualquer atleta”, admitiu.
À aventura vão seguir-se dias de recuperação a “pedalar 20 ou 30 minutos”, de forma a “eliminar o ácido láctico das pernas e ajudar a circulação sanguínea”, antes do repouso pleno, que retomará as “saudades de andar de bicicleta”, num “ano atípico” para o calendário velocipédico luso, suspenso desde março, devido à pandemia de covid-19.
“Queremos que o ciclismo chegue a todos. Acima de tudo, a Nacional 2 é uma estrada belíssima, com pessoas fantásticas e um potencial enorme. Que se possa fazer dela um marco no nosso país, para que os turistas cheguem cá e digam que querem percorrer a maior estada da Europa e a terceira maior do mundo. É uma ideia que fica no ar”, frisou.
Fonte: Sapo on-line

domingo, 28 de junho de 2020

“Triatlo de Montemor-o-Velho 2020”


O Triatlo de Montemor-o-Velho realizou-se no dia 28 de junho 2020 na distância sprint.
Realizou-se hoje, 28 de junho, nas instalações do Centro de Alto Rendimento a primeira prova pós confinamento que contou com a participação de 30 participantes. As partidas foram feitas em três vagas atendendo à fase de calamidade para garantir as regras de distanciamento social entre os participantes.
O triatlo de estrada, na distância sprint, incluiu com uma volta de 500 metros de natação, duas voltas de ciclismo que totalizaram 13.500 metros e duas voltas de corrida que perfizarem 3500 metros.
Com inscrições disponíveis para triatletas federados, onde destacamos a presença de alguns clubes neste evento não competitivo, foram aqui implementadas pela primeira vez as novas as regras de segurança.


As classificações por vagas de atletas
Na primeira vaga João Martins, do SFRAA TRIATLO, passou a meta na primeira posição com 00:41:40. Seguiu-se Diogo Tomé do Peniche A. C. com o tempo 00:42:13 e António Vaz Pedro do SFRAA TRIATLO com 00:44:13.
Matilde Silva Santos, do SFRAA Triatlo, pertencente à primeira vaga, concluiu em primeiro lugar a competição feminina com 00:48:36.
Na segunda vaga foi Oliver Gorges, do OutSystems Olímpico de Oeiras, que terminou em primeiro lugar com 00:40:43, seguido de Rui Borges, A. R. Casaense, na segunda posição com 00:47:42 e Rui Melo, do A. R. Casaense, que ficou em terceiro lugar com 00:48:42.
Catarina Regalo, do Clube de Triatlo de Viseu, ficou na primeira posição feminina da segunda vaga com 01:01:06.
Na terceira e última vaga constituída por 11 atletas, Mauro Azevedo, do A. R. Casaense, ficou na primeira posição com 00:47:33, Luís Cipriano, do AMCR Fonte Grada, alcançou o segundo lugar com 00:48:31 e Bruno Silva, do 3B – triatlo, foi o terceiro atleta a cortar a meta com 00:49:39.
Em femininos, Rosa Rodrigues, do Clube dos Galitos, terminou na primeira posição a terceira vaga com 00:59:36.

A prova realizou-se sem público, apenas com a presença de staff e atletas, onde foram aplicadas as novas regras que constam no regulamento de competições, incluindo medição de temperatura corporal, maior controlo e restrição antes, durante e pós prova, assim como a desinfeção frequente de mãos e uso de equipamento de proteção individual.

Um dos objetivos alcançados nesta prova foi adaptação da FTP aos novos formatos competitivos, um evento que contou com o empenho fundamental do pessoal de staff e arbitragem para fazer face a este novo desafio. De salientar o esforço de todos, nomeadamente dos atletas participantes, para o cumprimento das regras neste primeiro passo na retoma do Triatlo.
A colaboração de todos assume especial importância para percorrer um caminho positivo no regresso ao calendário 2020 de competições.
Consulte os resultados do Triatlo de Montemor-o-Velho aqui: https://www.federacao-triatlo.pt/ftp2015/resultados/
Fonte: FTP






“Nairo Quintana denuncia drama de jovens ciclistas colombianos enganados por empresários”


Corredor detalhou que "muitos desses miúdos acabam com problemas psicológicos e optam por abandonar o ciclismo"
Por: Lusa
Foto: Foto: EPA
O colombiano Nairo Quintana denunciou este domingo as más condições de vida de jovens ciclistas do seu país, que são enganados por empresários que os levam para a Europa com falsas promessas, chegando a passar fome.
"Há pessoas que oferecem a miúdos desde os 15 aos 17 anos, com a autorização dos pais, contratos para levá-los para a Europa. Dizem-lhes que são os managers que contrataram e levaram para a Europa o Nairo, Iván Sosa, Rigoberto Urán, Egan Bernal... enganando-os para encontrar acidentalmente um campeão e encher os bolsos de dinheiro", revelou o líder da equipa francesa Arkea Samsic, no podcast El Leñero.
De acordo com o antigo vencedor do Giro (2014) e da Vuelta (2016) e duas vezes segundo classificado no Tour (2013 e 2015), ao chegar à Europa, as promessas do ciclismo colombiano são colocadas em "caves em diferentes países, comendo mal, passando necessidades e sofrendo".
"Uma criança de 15 anos em Itália, sem conhecer o idioma. Ouvimos que colombianos estão a roubar, a vender marijuana, que lhes atiram comida como se fossem cães e lhes dizem para se desenrascarem. Há relatos de muitos desses miúdos a mendigarem [...] Isso é mau para a Colômbia, para a modalidade, e tudo por culpa de managers que levam esses rapazes enganando-os, e, se descobrirem um campeão, esfregam as mãos", acrescentou.
O corredor, de 30 anos, detalhou ainda que "muitos desses miúdos acabam com problemas psicológicos e optam por abandonar o ciclismo".
"São poucos os que pudemos 'salvar'", acrescentou aquele que é a maior referência do ciclismo do seu país na última década e o 'precursor' da vaga de trepadores colombianos que conquistou o ciclismo europeu, o palco por excelência da modalidade.
"Contratam-nos sem escrúpulos, inscrevem-nos em três corridas, mas quando [os ciclistas] chegam à Europa não têm dinheiro para nada", acrescentou.
Quintana reconheceu, no entanto, que pode haver exceções, como aconteceu com Egan Bernal, que no ano passado, aos 22 anos e seis meses, se tornou no primeiro colombiano e no terceiro mais jovem de sempre (e o mais jovem no pós-guerra) a vencer o Tour.
"Mas esse é um caso único na história. Alguns querem passar de juvenil à Volta a França e isso não é assim. Ficam iludidos por aquilo que lhes dizem ou pelas promessas que lhes fizeram", concluiu.
Fonte: Record on-line

“Pela Estrada Nacional 2 Rumo a Tóquio/Missão cumprida de Chaves a Faro”


Por: José Carlos Gomes
Maria Martins e Raquel Queirós chegaram hoje a Faro, depois de percorridos mais de 700 quilómetros, desde Chaves, sempre pela Estrada Nacional 2.
A viagem de cinco dias terminou com a concretização da missão solidária a que se propuseram as duas ciclistas: a oferta de seis bicicletas e de um conjunto de capacetes para serem usados pelas crianças do Refúgio Aboim Ascensão.

“Foi uma forma muito emotiva de acabarmos esta viagem. É uma maneira de ajudarmos quem mais precisa e de o fazermos tentando desenvolver nas crianças a paixão pelo ciclismo”, assume Raquel Queirós.
A odisseia de cinco dias, sob o lema “Pela Estrada Nacional 2 Rumo a Tóquio”, foi também uma forma de as duas corredoras conhecerem uma parte do país, mostrando que a bicicleta permite fazer turismo de modo mais saudável e próximo do território e das suas gentes.

“Em termos físicos é algo que se faz muito bem, desde que haja uma boa gestão/organização e um ritmo controlado. Vimos paisagens incríveis. Foi aquilo de que mais gostei nesta aventura”, conta Maria Martins, que confessa já planos para o futuro: “Tenho outro desafio em mente: fazer a nossa costa, que é fantástica”.

A iniciativa mereceu o aplauso de toda a comunidade, desde os clubes de ciclismo às associações regionais da modalidade, passando pelas autarquias e pelo Comité Olímpico de Portugal. Foram muitas as pessoas que fizeram questão de assistir às partidas e até de partilharem alguns quilómetros de estrada com as duas corredoras.

“Estes dias superaram todas as expectativas, nunca pensei que tanta gente aderisse e nos apoiasse durante este desafio. Para além disso, as paisagens foram incríveis e aproveitámos para conhecer também um pouco do nosso país, que é tão bonito! Foi muito bom partilhar isto tudo com a Tata, que para mim é um grande exemplo de garra e determinação e uma grande figura do ciclismo feminino”, salienta Raquel Queirós.

Maria Martins garantiu o inédito apuramento do ciclismo de pista português para os Jogos Olímpicos de Tóquio. A duas provas do fecho da qualificação, Raquel Queirós mantém o BTT nacional em lugar de apuramento para os Jogos. A concretizar-se será mais um feito inédito, porque será a primeira participação feminina portuguesa no cross country olímpico (XCO).
Fonte: FPC

sábado, 27 de junho de 2020

“Assembleia Plenária Extraordinária realizou-se 27 de junho 2020”


Assembleia Plenária Extraordinária aprova prolongamento do mandato dos órgãos sociais da Federação de Triatlo de Portugal.
A Assembleia Plenária Extraordinária (APE) convocada pela Mesa da Assembleia Geral da Federação de Triatlo de Portugal (FTP), decidiu hoje, 27 de junho, aprovar por maioria o prolongamento do mandato dos atuais órgãos sociais até ao período posterior à realização dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, evento que foi adiado para julho e agosto de 2021.
Vasco Rodrigues, presidente da FTP, preocupado com o atual estado de incerteza, defende um modelo de estabilidade dos órgãos sociais que possa também garantir a estabilidade de todo o planeamento de alto rendimento para os Jogos Olímpicos de Tóquio, mas também da atividade nacional, nomeadamente na articulação com Municípios e demais parceiros.
Tendo em conta as circunstâncias excecionais do adiamento dos Jogos Olímpicos para 2021, decorrente das medidas de contenção da pandemia por COVID 19, as orientações aplicáveis ao Comité Olímpico de Portugal e extensíveis às federações desportivas, foi decidido prolongar o mandato dos atuais órgãos sociais, aprovado em Assembleia, até ao último trimestre de 2021.
Momentos antes, em Assembleia Geral Ordinária, havia sido aprovado por unanimidade o Relatório de Atividades e Contas da Federação de Triatlo de Portugal referente a 2019.
Fonte: FTP

“82ª Edição Volta a Portugal em Bicicleta…E agora. Como vai ser?, que respeito existe para com os ciclistas?”


Por: José Morais
Foto: Podium
À pouco dias escrevia um pequeno artigo sobre a Volta a Portugal, onde iniciava com a frase “SERÁ O PRINCÍPIO DO FIM…”, parece que estava a adivinhar o que por ai vinha, depois de Viana do Castelo se recusar a receber a Volta, veio a vez de Viseu, e a incógnita da Guarda, e até talvez outras recusas, de que até ao momento não temos conhecimento, como ainda a antecipação da RTP em relação à organização, a confirmar o cancelamento da prova.

A DGS-Direção Geral de Saúde deu luz verde para a realização da Volta, já que com medidas restritas, a mesma se poderia realizar, já na apresentação e confirmação do Grande Prémio Joaquim Agostinho, a realização da Volta estava quase confirmada, mesmo em cima da hora, a mesma ia para a frente, porem, a pior notícia surgiu, o cancelamento, e a incógnita de que a mesma se possa vir a realizar noutra data.

É lamentável estes acontecimentos, é uma falta de respeito pela modalidade, pelos ciclistas, por quem depende da mesma para sustentar a família, para sobreviver no seu dia a dia, onde muitos ciclistas estão dependentes das competições, nas mais diversas áreas, e não só, os patrocinadores, as organizações, os trabalhadores ligados ao ciclismo, e muito mais.
Continuamos na dúvida, da parte da organização da Volta, pouco fumo a sair, o comunicado saído à dois dias pela Podium, pouco ou nada adianta nas alternativas, apenas limitado a que se está estudando outras alternativas, apesar de pouco adiantar sobre os que irá passar, veio tarde, deixando ciclistas, equipas, patrocinadores nas nuvens, tentando saber algo, que continua ainda muito enrolado, e debaixo de grande nevoeiro.

Sei que organizar não é fácil, só para quem o nunca fez, não dá valor, porque organizar a Volta não é fácil, e todos nós sabemos que a mesma depende muito das partidas e chegadas, ou seja das autarquias, mas penso que os intervenientes na prova, sejam eles ciclistas, equipas, patrocinadores, e público em geral, já que este é que vai para a estrada apoiar e dar o calor ao ciclista quando passa na estrada, devem de ser mais informados, e serem mais respeitados, a modalidade merece respeito, e a mesmo não o está a ser feito.

Respeito que… não possui desde o início da pandemia, tanto da parte da DGS- Direção Geral de Saúde, do governo, já que a bicicleta não é redonda como a bola, e todas as modalidades que se praticam com a mesma, sendo o ciclismo uma modalidade do terceiro mundo, onde ninguém respeita, e pelo mesmo caminho vai a organização da Volta a Portugal, fechando-se em copas, não dando a cara, não esclarecendo, deixando todos na incerteza.

Tenham respeito pelo ciclismo e todos que dependem do mesmo, vamos apoiar, e dar força, a modalidade merece, porque senão isto “SERÁ O PRINCÍPIO DO FIM…”, e muitas equipas ficaram sem dúvida pelo caminho.

Pensem, e reflitam…

sexta-feira, 26 de junho de 2020

“Coronavírus: João Pereira recupera "gosto pelo treino" mas já só pensa competir”


O triatleta português admitiu, esta sexta-feira, sentir falta da competição
Por: Lusa
O triatleta português João Pereira assumiu esta sexta-feira a vontade de voltar a competir, depois de ter "redescoberto o gosto pelo treino", após o período de confinamento motivado pela pandemia de covid-19.
"Na quarentena, conseguimos sempre manter a forma, até porque assegurámos, para mim e para a Melanie [Santos] os treinos em piscina, nas Caldas da Rainha, e também um ginásio. Mas quando voltámos a poder treinar e a sair de casa, demos mais valor, redescobrimos o gosto pelo treino e a essência do triatlo", explicou à Lusa.
O atleta, de 32 anos, quinto classificado no Rio2016, recuperava de uma operação a uma rotura dos músculos isquiotibiais da coxa esquerda, sofrida numa queda de bicicleta durante um treino, em dezembro de 2019.
"Acho que agora estou bastante bem, sem aumentar a intensidade e o mais perto possível do momento de forma necessário para as provas", referiu o triatleta 'encarnado', no último dia de um estágio de duas semanas, em Alcobaça.
Depois de "deixar de treinar tão sozinho", retomando alguma normalidade, João Pereira admitiu sentir a falta da competição.
"Como ganhei o gosto por voltar a treinar, aumentando as distâncias e o tempo de treino só porque me apetecia e me estava a dar gozo, agora já sinto vontade de competir e acho que quando chegar a hora vou também dar mais valor", vincou.
Igualmente expectante com o regresso às competições, Gabriela Ribeiro, do Alhandra, prometeu empenho para enfrentar a qualificação olímpica em estafetas mistas, fazendo equipa com João Pereira, João Silva e Melanie Santos.
"Se não for cancelada, vai ser no início de setembro, em Hamburgo, e espero estar ao meu nível para conseguir estar nos Jogos. Este estágio foi muito importante para isso, para voltarmos a ter o grupo de treino junto, aumentando a exigência connosco, depois de mais de dois meses afastados", concluiu Gabriela Ribeiro, de 20 anos.
A seleção lusa, atualmente em 17.º lugar do ranking de qualificação olímpica, aguarda o agendamento da prova de qualificação para Tóquio2020, tendo agora como próximo desafio os Mundiais de estafetas mistas, em 06 setembro.
Fonte: Record on-line

“Coronavírus: Seleção de triatlo entre 80 a 90% da forma após segunda pré-época”


O treinador nacional Pedro Leitão fez um balanço positivo sobre esta fase após o início da pandemia de Covid-19
Por: Lusa
Foto: Direitos Reservados
A seleção portuguesa de triatlo conclui esta sexta-feira o primeiro estágio após o início da pandemia de covid-19, que funcionou como uma segunda pré-época, e do qual o treinador nacional Pedro Leitão fez um balanço positivo.
"Diria que, agora, estão entre 80 a 90% da forma, precisariam de mais um mês ou mês e meio para voltarem a competir no seu melhor", avaliou o técnico, em declarações à Lusa, após as duas semanas de concentração, em Alcobaça.
A pandemia provocada pelo novo coronavírus levou ao adiamento dos Jogos Olímpicos Tóquio2020 para 2021 e alterou também o calendário da modalidade, nomeadamente, com o reagendamento do Europeu para o fim de semana de 28 a 30 de agosto, em Tartu, na Estónia, e dos Mundiais de estafetas mistas para 06 de setembro, em Hamburgo, na Alemanha.
"Foi como uma pré-época, já havia algumas bases, porque os atletas mantiveram-se ativos durante a quarentena, mas os treinos perderam especificidade. Apostámos na preparação para o que vem aí, porque, apesar das datas previstas, ainda é uma incógnita", referiu Pedro Leitão.
A equipa nacional concentrou-se na zona oeste do país, em Alcobaça, aproveitando para nadar nas piscinas das Caldas da Rainha, em São Martinho do Porto e na Lagoa de Óbidos, assim como correr e pedalar em estradões e estradas menos movimentadas, em comparação com a região de Lisboa.
"Foi bastante positivo, porque permitiu ver as potencialidades desta zona, mas também nos aspetos pessoais e ao nível desportivo. O grupo dá-nos outra força para trabalhar, que não era fácil conseguir durante a quarentena", frisou Leitão.
O técnico admitiu que o confinamento até poderá ter beneficiado o triatleta do Benfica João Pereira, quinto no Rio2016: "Foi operado em dezembro e estava a fazer a recuperação, até que, com o adiamento dos Jogos, abrandámos o processo de treino e, se calhar, até está melhor agora do que antes de aparecer a covid-19".
O campeão da Europa em 2017 na distância 'sprint' e olímpica e atual vice-campeão vai voltar a estagiar em Avis, durante nove dias, tendo ainda pendente uma deslocação aos Pirenéus, em França, para treino em altitude, mediante a retoma de voos e a reabertura de fronteiras, antes do Mundial de estafetas.
Fonte: Sapo on-line

“Eurobike recebe aprovação das autoridades e pode ser realizada em novembro”


As autoridades alemãs deram aos organizadores da Eurobike a aprovação final do evento da edição especial, que acontecerá de 24 a 26 de novembro.
De acordo com o Regulamento do Estado de Baden-Württemberg de 23 de junho de 2020, as feiras poderão ser realizadas a partir de setembro, desde que cumpram as diretrizes correspondentes da Corona. As feiras deixarão de ser classificadas como eventos importantes e poderão aplicar rastreabilidade adequada, distanciamento social e medidas de higiene.

Em uma carta aos participantes, a equipe da Messe Friedrichshafen Eurobike disse:
" Nós levamos nossa responsabilidade para com expositores e visitantes profissionais muito a sério e teremos um conceito de proteção e higiene correspondente. A organização Eurobike está trabalhando agora em conjunto além disso, continuamos a monitorar cuidadosamente a situação atual e a evolução da pandemia de Covid-19 e a manter um contato próximo com as autoridades. um alto grau de planejamento de segurança para o Eurobike 2020 e esclarecer quaisquer incertezas ".
As datas do Eurobike 2020 de setembro foram canceladas devido ao Covid-19, com uma edição especial organizada para novembro, dispensando muitos dos recursos habituais, como as áreas de demonstração e demonstração e a festa.
Os fornecedores de componentes e acessórios devem dominar a feira deste ano, já que as datas dos pedidos foram fechadas para a maioria dos fabricantes completos de bicicletas em novembro. Apesar disso, o organizador disse que muitas marcas confirmaram que ainda pretendem usar a plataforma para reuniões de equipa.
Fonte: TradeBike&Tri

“Proibidos beijos e abraços nas cerimónias: eis o plano para a 'renovada' Volta a França”


Emblemática prova de ciclismo acredita poder contar com a presença de público
Por: Sérgio Magalhães
Foto: Reuters
O surto de coronavírus deixou em suspenso o Mundo do desporto. Contudo, apesar do aparecimento da crise sanitária a direção da Volta a França não descartou, em qualquer momento, a possibilidade de manter presença de público no seu emblemático evento, mesmo que, para que tal aconteça, tenham de existir várias restrições.
"Será um Tour único e singular com muitos pontos interessantes, especialmente para os ciclistas que tiveram de preparar-se de forma distinta devido a toda esta situação. Terá menos calor mas com mais vento, veremos menos pessoas nas ruas, provavelmente, mas a festa estará presente, respeitando as medidas sanitárias", conta Chris Prughomme, diretor do Tour, em entrevista à Agencia France Presse.
Contudo, as alterações não ficam por aqui. Para Chris Prughomme, a ausência de beijos, abraços e até autógrafos poderá ser fundamental para o bom funcionamento da prova, que tem data para arrancar no próximo dia 29 de agosto.
"Certamente que não haverão beijos nem abraços durante as cerimónias oficiais. E certamente que não será o melhor ano para serem pedidos autógrafos. O público poderá vir ao Tour, mas haverá um filtro mais severo. Nas montanhas, favoreceremos a quem subir a pé, de bicicleta ou em transportes adequados. Mas, repito, a situação pode ser alvo de alterações a cada dia que passa", apontou.
Estrelas do ciclismo deverão comparecer 'em peso'
Poderá parecer um contrassenso, mas o surto da Covid-19 resultará, muito possivelmente, em uma maior presença da elite do ciclismo na Volta a França. Isto porque devido à suspensão das provas do calendário de ciclismo, as equipas encontram-se financeiramente mais débeis, ressalvando que o Tour devolve, pelo menos, 70% dos valores contribuídos pelos investidores nas formações, pelo que, as equipas não evitarão levar os seus melhores atletas para a competição.
Fonte: Record on-line

“Troféu Joaquim Agostinho confirmado entre 18 e 20 de julho”


Esta é a prova portuguesa há mais anos inscrita no calendário internacional de ciclismo
Por: Lusa
A União Desportiva do Oeste (UDO) confirmou esta sexta-feira a realização da 43.ª edição do Troféu Joaquim Agostinho em bicicleta entre 18 e 20 de julho, um dia depois de a Volta a Portugal ter sido adiada.
No início do mês, a UDO, entidade organizadora da prova, tinha anunciado a nova calendarização, embora ressalvando que a mesma estava ainda dependente da autorização das autoridades sanitárias nacionais, face à pandemia de covid-19.
Esta confirmação surge depois de na quinta-feira a Volta a Portugal, que estava previsto disputar-se entre 29 de julho e 9 de agosto, ter sido adiada para data a determinar, devido à crise de saúde pública provocada pela pandemia.
O Grande Prémio Internacional de Torres Vedras - Troféu Joaquim Agostinho é a prova portuguesa há mais anos inscrita no calendário internacional de ciclismo.
A prova vai ter este ano menos um dia, correndo-se em três, ao invés dos habituais quatro. As três etapas somarão 331,6 quilómetros, distribuídos entre um contrarrelógio individual, uma etapa em linha, com possibilidade de chegada ao 'sprint', e uma etapa com final em montanha.
O calendário velocipédico está suspenso desde meados de março, devido à pandemia de covid-19, e deverá ser retomado em 5 de julho, com uma prova de reabertura, em Anadia.
Fonte: Record on-line

“Rádio Popular Boavista reage a adiamento e fala num "um processo meramente político"”


José Santos deixou críticas à organização da prova
Por: Lusa
Foto: Nuno Fonseca / Movephoto
O adiamento da 82.ª edição da Volta a Portugal "deveu-se a um processo meramente político" e expõe a ausência de uma "segunda via organizativa", defendeu esta quinta-feira o diretor desportivo da Rádio Popular Boavista.
"Não é uma imagem muito positiva para a modalidade e o organizador do evento. De facto, isto deveu-se tudo a um processo meramente político, que começou com o presidente de Viana do Castelo vir a terreiro dizer que não queria o ciclismo na terra dele. Naturalmente que toda a situação veio por arrasto", frisou à agência Lusa José Santos.
A principal prova velocipédica lusa, que estava prevista entre 29 de julho e 9 de agosto, foi hoje adiada para data a determinar, devido à pandemia de covid-19, numa decisão conjunta da organizadora Podium Events e da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A Volta a Portugal tinha recebido luz verde da Direção-Geral da Saúde e do Governo na segunda-feira, atendendo às orientações para a retoma de competições ao ar livre de modalidades individuais e à aprovação de um plano sanitário, mas assistiu à renúncia das Câmaras Municipais de Viana do Castelo e Viseu em acolherem a passagem da corrida.
"Desde o início deveria existir uma segunda via organizativa diferente desta, que mostrasse uma capacidade de resposta face àquilo que aconteceu agora. Em cima da mesa tinha de estar a transformação numa prova mais leve do ponto de vista organizativo, menos onerosa em termos financeiros e com o mesmo índice competitivo", defendeu.
Antecipando que a modalidade "tem um problema sério à sua frente" caso não dispute a Volta a Portugal em 2020 por causa do novo coronavírus, o mais antigo dos diretores desportivos do pelotão nacional aponta como "melhor alternativa" a recalendarização para o mês de setembro, alertando que outubro "não é uma data muito assertiva para um evento com esta grandeza e amplitude".
"O cancelamento seria muito negativo para o ciclismo nacional. Já os impactos financeiros passam pelas equipas não terem de alguma forma capacidade de resposta para assumirem os compromissos efetuados. Não havendo provas, os patrocinadores não veem rentabilizados os investimentos feitos na modalidade", concluiu José Santos.
Fonte: Record on-line

“Jorge Piedade: «Todos pensávamos que a Volta ia para a estrada»”


Diretor da Aviludo-Louletano assume surpresa pela decisão
Por: Lusa
O adiamento da Volta a Portugal, esta quinta-feira anunciado, foi "uma surpresa muito grande" que pode fazer "sofrer bastante" a modalidade no país, disse à Lusa o diretor da Aviludo-Louletano, Jorge Piedade.
"Foi uma situação inesperada, todos pensávamos que a Volta ia para a estrada. É uma surpresa muito grande. Não ter Volta neste momento... as equipas de alguma forma estão a tentar salvar o ciclismo ao aguentar-se. Não está fácil, a nível de patrocínios", confessa o diretor desportivo.
Para Jorge Piedade, a esperança agora é o "plano B, que tem de conseguir, de alguma forma, fazer a Volta mais tarde", porque este "setor profissional, como o futebol", vai "sofrer bastante". "Não sabemos como reagirão os patrocinadores, mas dificilmente algumas equipas conseguirão sobreviver a esta fase tão complicada", atirou.
O líder da equipa algarvia pede ainda à Federação Portuguesa de Ciclismo que tenha "alguma atitude em relação à Volta", além da organização, a cargo da Podium, e mantém "alguma esperança que se possa realizar".
Fonte: Record on-line

“Miranda-Mortágua considera adiamento da Volta a Portugal como a melhor solução”


Pedro Silva reage à decisão apresentada
Por: Lusa
O adiamento da Volta a Portugal, confirmado esta quinta-feira pela organização, é a medida mais adequada, tendo em conta o exemplo das "grandes voltas", considerou à Lusa o diretor desportivo da equipa Miranda-Mortágua, Pedro Silva.
O responsável considerou inadequada a "fixação" com as datas iniciais da 82.ª edição da corrida - 29 de julho a 09 de agosto -, nas reuniões decorridas entre organização, Federação Portuguesa de Ciclismo e as equipas nacionais, e lembrou que a mesma opção foi tomada para a Volta a França, que vai decorrer de 29 de agosto a 20 de setembro, a Itália, reagendada para entre 3 e 25 de outubro, e a Espanha, entre 20 de outubro e 8 de novembro.
"Um adiamento da data em tempo oportuno seria melhor para todos, visto que as grandes voltas, a nível internacional, optaram por adiar os eventos, sabendo, de antemão, que seria mais fácil obter uma organização viável", realçou em declarações à agência Lusa.
Pedro Silva defendeu ainda que setembro é o "mês ideal" para se disputar a prova velocipédica, apesar de não descartar a sua realização em outubro.
Independentemente da data de realização da Volta a Portugal, o diretor desportivo realçou que a Miranda-Mortágua vai partir para a corrida com os objetivos previamente traçados, que incluem a vitória em, pelo menos, uma etapa e a presença de corredores nos 10 ou nos cinco primeiros da classificação geral.
"Os objetivos nunca vão ser definidos de acordo com a data da Volta a Portugal. Nas poucas provas que fizemos, conseguimos resultados que nos dão algum alento para a Volta a Portugal. Queremos vencer uma etapa, algo de que ficámos bem perto no ano passado, e colocar um ou dois ciclistas nos 10 ou nos cinco primeiros. Queremos também participar em fugas, se possível todos os dias", antecipou.
Fonte: Record on-line

“Vidal Fitas e o adiamento da Volta: «Dará para todos se acalmarem um pouco»”


Diretor desportivo da Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel reage à decisão
Por: Lusa
Foto: Filipe Farinha
O adiamento da 82.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta vai conferir tempo ao pelotão "para se poder preparar melhor" no plano físico e psicológico, avaliou esta quinta-feira o diretor desportivo da Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel.
"Dará para todos se acalmarem um pouco. Com a preocupação de estarmos a um mês da prova, havia outras coisas que eram de certa forma deixadas para trás. Assim temos a oportunidade de poder concretizar um calendário com alguma importância e dimensão nos meses que faltam e isso tem a sua importância", partilhou à agência Lusa Vidal Fitas.
A principal prova velocipédica lusa, que estava prevista entre 29 de julho e 9 de agosto, foi hoje adiada para data a determinar ainda em 2020, devido à pandemia de covid-19, numa decisão conjunta da organizadora Podium Events e da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A Volta a Portugal tinha recebido luz verde da Direção-Geral da Saúde e do Governo na segunda-feira, atendendo às orientações para a retoma de competições ao ar livre de modalidades individuais e à aprovação de um plano sanitário, mas assistiu à renúncia das Câmaras Municipais de Viana do Castelo e Viseu em acolherem a passagem da corrida.
"No contexto atual não importa tanto a data, mas que seja realizada uma Volta a Portugal o mais próxima possível daquilo que nos habitou a ser enquanto um dos eventos mais populares do país. Agosto seria sempre a altura tradicional e aquilo que todos esperavam, mas não haverá inconveniente se for em setembro ou outubro", apontou.
Sem consequências estimadas na "sucessão de reveses" motivada pelo novo coronavírus, até porque "a retoma foi há pouco tempo e só no fim de tudo se conseguirá ter uma ideia concreta", o líder da equipa mais antiga do pelotão internacional avisa que a realização da Volta em solo luso é "fulcral" para a sustentabilidade de "todo o edifício do ciclismo nacional".
"As grandes voltas mundiais também mudaram radicalmente as suas datas e não é por isso que deixam de ter a importância que têm no contexto desportivo internacional. A Volta continua a ter uma grande importância à escala portuguesa e não podemos ver as coisas de maneira tradicional, já que falamos de um ano excecional", lembrou.
Fonte: Record on-line

“Diretor da LA Alumínios-LA Sport diz que as equipas "precisam muito" de competir”


Em causa o adiamento da Volta a Portugal
Por: Lusa
As equipas portuguesas "precisam muito" de disputar a Volta a Portugal em bicicleta, hoje adiada pela organização para data a determinar, realçou esta quinta-feira o diretor desportivo da LA Alumínios-LA Sport, Hernâni Broco.
O líder da equipa do escalão continental profissional, sediada em Pinhal de Frades, no concelho do Seixal, frisou que a prova, cuja 82.ª edição iria decorrer entre 29 de julho e 9 de agosto, é a "montra principal do ciclismo português", da qual várias formações dependem para manter a atividade.
"As equipas precisam muito deste evento. Se for realizado em setembro, será um mal menor. Se fosse cancelado, o ciclismo português iria ter danos irreversíveis", afirmou, contactado pela Lusa.
Responsável pela LA Alumínios-LA Sport desde 2018, Hernâni Broco vincou que o "patrocinador máximo" da equipa, Luís Almeida, quer vê-la na estrada em 2021, mas avisou que as "dificuldades económicas" que se esperam no próximo ano, na sequência da pandemia de covid-19, podem afetar outras formações.
"Nas equipas nacionais em que o marketing é o principal retorno, este é um ano completamente novo. Com as dificuldades económicas que provavelmente vão surgir em 2021, há equipas que podem ficar afetadas. Se uma fica afetada, todas ficam", disse.
O antigo corredor vincou ainda que a LA Alumínios-LA Sport tem um bloco formado por elementos como Emanuel Duarte, vencedor da camisola da juventude em 2019, Bruno Silva e André Ramalho, que lhe permite ambicionar, pelo menos, a vitória numa etapa da próxima Volta a Portugal.
"Os nossos atletas estavam na serra da Estrela, com uma preparação avançada. A fasquia, no ano passado, foi bastante alta. Andámos com a camisola azul [prémio da montanha] e a vitória no prémio da juventude. [Os objetivos] passavam também por essas classificações. Mas conseguir uma vitória de etapa era um marco importante", realçou.
Fonte: Record on-line

“Kelly-InOutbuild-UDO "apanhada desprevenida" com "rude golpe"”


Equipa de Oliveira de Azeméis reage ao adiamento da Volta a Portugal
Por: Lusa
O adiamento da 82.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta foi um "rude golpe" que afetou "de forma desprevenida" um pelotão "completamente desiludido", lamentou esta quinta-feira o diretor desportivo da Kelly-InOutbuild-UDO.
"Não estava nada à espera deste desfecho, depois da luta que tivemos para conseguir a aprovação e quando a maioria já estava a fazer estágios em altitude. Espero, e quero acreditar, que seja só um adiamento. Se for algo mais do que isso, o ciclismo profissional português está hipotecado", reconheceu à agência Lusa Manuel Correia.
A principal prova velocipédica lusa, prevista de 29 de julho a 09 de agosto, foi adiada para data a determinar ainda em 2020, devido à pandemia de covid-19, numa decisão conjunta da organizadora Podium Events e da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A Volta a Portugal tinha recebido luz verde da Direção-Geral da Saúde e do Governo na segunda-feira, atendendo às orientações para a retoma de competições ao ar livre de modalidades individuais e à aprovação de um plano sanitário, mas assistiu à renúncia das Câmaras Municipais de Viana do Castelo e Viseu em acolherem a passagem da corrida.
"Lamento a forma como soubemos da notícia. Os diretores desportivos são sempre os últimos a saber e também somos parte interessada como os ciclistas. Esta tarde reunimos com a federação por via digital e parecia que estávamos num funeral. É uma situação muito complicada, pois já estávamos mentalizados que íamos ter a Volta", criticou.
Desconhecendo "até quando conseguirá aguentar financeiramente" a estrutura do emblema de Oliveira de Azeméis, Manuel Correia apela à realização do evento "em setembro ou outubro", esperando que "as pessoas tenham noção de que está em causa uma classe importante", que extravasa o ciclismo profissional.
"Temos de olhar para toda a envolvente, desde a formação ao negócio das bicicletas, que já é uma parte importante do nosso PIB [Produto Interno Bruto]. Ninguém tem culpa disto, nem de algumas autarquias terem sido relutantes, mas é muito grave que Viana tenha dito aquilo quando nem sequer estava divulgado o percurso da Volta", apontou.
O calendário velocipédico está suspenso desde meados de março, devido à pandemia de covid-19, e deverá ser retomado em 5 de julho, com uma prova de reabertura em Anadia.
Fonte: Record on-line

“Feirense quer aprimorar "caráter televisivo" da Volta a Portugal”


Joaquim Andrade reage ao adiamento da prova rainha
Por: Lusa
Foto: Hugo Monteiro
O adiamento da 82.ª edição da Volta a Portugal oferece tempo para aprofundar o "caráter televisivo por excelência" associado à prova rainha do ciclismo luso, sugeriu esta quinta-feira o diretor desportivo do Feirense.
"Esta modalidade só consegue ser percebida na televisão. Quem está parado tem a emoção de ver o ciclista de perto, mas não consegue ver como está a corrida. Temos de apostar nesse formato e as autarquias que se aliem podem ter uma projeção televisiva ainda maior do que em condições normais", apontou à agência Lusa Joaquim Andrade.
A principal prova velocipédica lusa, prevista de 29 de julho a 9 de agosto, foi adiada para data a determinar ainda em 2020, devido à pandemia de covid-19, numa decisão conjunta da organizadora Podium Events e da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A Volta a Portugal tinha recebido luz verde da Direção-Geral da Saúde e do Governo na segunda-feira, atendendo às orientações para a retoma de competições ao ar livre de modalidades individuais e à aprovação de um plano sanitário, mas assistiu à renúncia das Câmaras Municipais de Viana do Castelo e Viseu em acolherem a passagem da corrida.
"Realmente não estão reunidas as melhores condições para garantir que possamos estar em todos os lugares que estavam predestinados. Não se conseguiria alterar certas etapas em tempo útil, pelo que a melhor opção é adiar e fazer as coisas bem até à altura definitiva, a menos que aconteça uma hecatombe e o país fique parado", partilhou.
Joaquim Andrade propõe a recalendarização da Volta a Portugal para o início do outono, a coincidir com a reta final da Volta a França, que também foi adiada devido ao novo coronavírus e vai para a estrada entre 29 de agosto e 20 de setembro, numa decisão relacionada com "a janela de oportunidade" proporcionada pelo contexto epidemiológico.
"O cancelamento seria praticamente o fim da maioria das equipas. Depois de todo o esforço que foi feito para manter as equipas ativas neste tempo de paragem, não se concretizar nada seria uma coisa mesmo brutal. Não quero que isso me passe pela cabeça e penso que iremos reunir condições de segurança", afiançou.
O calendário velocipédico está suspenso desde meados de março, devido à pandemia de covid-19, e deverá ser retomado em 05 de julho, com uma prova de reabertura em Anadia.
Fonte: Record on-line