terça-feira, 18 de outubro de 2016

“COLECÇÃO DO MUSEU DO CARAMULO RECEBE CITROËN DS21 SUPER 5 DE 1973”

Veículo clássico reforça núcleo dos “populares” da coleção automóvel

Por: Patrícia Henriques

O Museu do Caramulo recebeu mais um extraordinário automóvel para a sua colecção permanente: um Citroën DS21 Super 5 de 1973.

Este automóvel foi um dos mais importantes do século passado, ao lado do famoso Ford T ou do Volkswagen “Carocha”, conjugando a carroçaria aerodinâmica com a tecnologia de ponta, como nenhum outro automóvel havia feito até então, totalizando mais de 1.330.755 unidades vendidas em todo o mundo.

Para Tiago Patrício Gouveia, Director do Museu do Caramulo, “a inclusão deste modelo na colecção do museu é de extrema importância, não só porque reforça os seus atractivos mas também porque comprova o espírito altruísta dos colecionadores de clássicos que assim permitem uma constante renovação da colecção permanente do Museu do Caramulo.

Doado ao museu por José Ramos da Costa, o automóvel já se encontra em exposição no museu, podendo agora ser visto de terça-feira a domingo, durante o horário de expediente do museu.

Sobre o Citroën DS21 Super 5 (1973)

Pronunciado “Déesse”, a palavra francesa para Deusa, o DS da Citroën é um dos automóveis mais emblemáticos da sua época.

Sendo a principal inovação tecnológica estreada no modelo DS, o sistema hidropneumático, concebido por André Lefèvre para o DS, utilizava a relação de pressões entre gás e óleo de modo a gerir a suspensão, direção, transmissão e travões. Com um engenhoso sistema de transmissão semiautomático, ao condutor apenas era necessário escolher a mudança, pois o esforço da embraiagem era feito pela pressão de óleo. O amortecimento era garantido por uma esfera contendo gás e óleo separados por uma membrana de borracha, garantindo o amortecimento nos buracos e firmeza do rolamento.

Em 1965 a Citroën apresentou o DS21 e DS19, equipados com motores de quatro cilindros, com 2.175 c.c. (109 cavalos) e 1.985 c.c. (90 cavalos), respetivamente. No caso do DS21 o novo motor era uma evolução significativa em relação ao bloco herdado do Traction Avant, estando equipado com cambota de cinco apoios e sistema Bosch de injeção eletrónica de combustível. Em 1967 o modelo recebeu a sua primeira atualização estética, passando a dispor das duplas óticas integradas e faróis capazes de acompanhar o movimento do volante, proporcionando uma iluminação mais homogénea em curva.

Em 1975, 20 anos após o início da comercialização do DS, a Citroën dava por terminada a produção do modelo, com mais de um milhão de unidades vendidas.

Ficha Técnica

1973

França

113 CV

4 Cilindros

2.175 c.c.

3 Velocidades

1.244 Kg

135 Km/h

Chassis #4545754

Sobre o Museu do Caramulo

Com mais de 60 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma colecção de arte, uma colecção de automóveis, motos e bicicletas e uma colecção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival, o Espírito do Caramulo, a Noite dos Museus ou o Rider. Mais informação em www.museu-caramulo.net

Fonte: Museu Caramulo/Parceria Notícias do Pedal

“Volta a França de 2017: Froome queria mais quilómetros de contrarrelógio”

Análise do tricampeão da competição

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista britânico Chris Froome (Sky), tricampeão da Volta a França, assumiu esta terça-feira que gostaria que o percurso da edição de 2017 da prova francesa tivesse mais quilómetros de contrarrelógio, considerando que os trepadores vão sair beneficiados.
"[O Tour] vai decidir-se nas montanhas. Prefiro quando há mais quilómetros de contrarrelógio. Desta vez, só há um prólogo e 23 quilómetros no final. Mas é assim o Tour, muda todos os anos", analisou o vencedor das últimas duas edições e da de 2013.

O líder da Sky considerou que o percurso, que vai ligar a cidade alemã de Dusseldorf a Paris, entre 01 e 23 de julho, é "difícil como sempre" e beneficia os escaladores.
"Talvez seja um traçado menos duro do que no passado, nas edições em que tive a oportunidade de competir. Há muito de inédito. A travessia dos cinco maciços montanhosos vai tornar a corrida mais incerta e isso agrada-me", reconheceu o francês Romain Bardet, segundo em 2016.
O trepador da AG2R disse ainda que, apesar do número de quilómetros de contrarrelógio não ser significativo, os dois exercícios individuais contra o cronómetro, marcados para a primeira (13 quilómetros) e penúltima (23) etapas, estão colocados em momentos decisivos.
"Vão influenciar. Só espero que não 'bloqueiem' a corrida. Teremos de ser criativos", concluiu Bardet.
Já Thibaut Pinot (FDJ), terceiro na edição de 2014, definiu o percurso da 104.ª edição como interessante.
"Há muitas etapas difíceis, mesmo aquelas que não terminam em alto. É nessas etapas que é preciso ter atenção. Costumamos ter subidas longas, mas com pendentes médias de seis, sete por cento, que não originam grandes diferenças. Com subidas tão íngremes e curtas, o espetáculo será maior, tal como as diferenças", disse o francês.
Entre 01 e 23 de julho, o pelotão vai percorrer 3.516 quilómetros entre Dusseldorf, onde o regresso do 'Grand Départ' à Alemanha, depois de 30 anos de ausência, é feito com um contrarrelógio individual de 13 quilómetros, e Paris, com a Volta a França a 'piscar o olho' à candidatura da capital francesa aos Jogos Olímpicos de 2024, passando no 'Grand Palais', um dos palcos do projeto olímpico.
O percurso, que prevê três chegadas em alto, designadamente em Planche des Belles Filles, nos Vosges (5.ª etapa), em Peyragudes, nos Pirenéus (12.ª), e no Col d'Izoard, nos Alpes (18.ª), tem menos cinco contagens de montanha (23 contra as 28 de 2016), sendo sete delas de categoria especial.
No entanto, não serão os trepadores os únicos a dispor de menos oportunidades para se evidenciar, já que também os contrarrelogistas terão menos quilómetros de exercício individual, apenas 36, um dos números mais baixos da história da competição, divididos entre o 'crono' da primeira etapa e os 23 da penúltima, que terminará no estádio Vélodrome, em Marselha.
O 'menu' da 104.ª edição dedica nove etapas aos 'sprinters', ignora o norte e o oeste de França, e, depois do quarto arranque em território alemão (o último datava de Berlim Ocidental, em 1987), faz escala na Bélgica e Luxemburgo, antes de rumar a França, onde a 23 de julho será coroado o sucessor do britânico Chris Froome (Sky).

Fonte: Record on-line

“Conheça o percurso da Volta a França 2017”

Prova começa em Dusseldorf, na Alemanha, a 1 de julho

Já é conhecido o percurso da Volta a França 2017. A prova inicia-se a 1 de julho, na cidade alemã e Dusseldorf, e termina a 23 do mesmo mês, nos Campos Elísios. Nos primeiros dias, haverá ainda passagens pela Bélgica e pelo Luxemburgo.

Com apenas dois contrarrelógios individuais, um a abrir e outro na penúltima etapa, o percurso tem muita montanhas. A ideia é favorecer os ciclistas mais agressivos a subir.

O percurso do Tour

Eis o percurso completo.

1 julho - Etapa 1: Dusseldorf - Dusseldorf (Alemanha), contrarrelógio individual, 13km

2 julho - Etapa 2: Dusseldorf (Alemanha) - Liège (Bélgica), 202 km

3 julho - Etapa 3: Verviers (Bélgica) - Longwy, 202km

4 julho - Etapa 4: Mondorf-Les-Bains (Luxemburgo) - Vittel, 203km

5 julho - Etapa 5: Vittel - La Planche des Belles Filles, 160km

6 julho - Etapa 6: Vesoul - Troyes, 216km

7 julho - Etapa 7: Troyes - Nuits-Saint-Georges, 214km

8 julho - Etapa 8: Dole - Station des Rousses, 187km

9 julho - Etapa 9: Nantua - Chambery, 181km

10 julho - Dia de descanso

11 julho - Etapa 10: Perigueux - Bergerac, 178km

12 julho - Etapa 11: Eymet - Pau, 202km

13 julho - Etapa 12: Pau - Peyragudes, 214km

14 julho - Etapa 13: Saint-Girons - Foix, 100km

15 julho - Etapa 14: Blagnac - Rodez, 181km

16 julho - Etapa 15: Laissac-Severac L'Eglise - Le-Puy-en-Velay, 189km

17 julho - Dia de descanso

18 julho - Etapa 16: Le-Puy-en-Velay - Romans-sur-Isere, 165km

19 julho - Etapa 17: La Mure - Serre-Chevalier, 183km

20 julho - Etapa 18: Briancon - Izoard, 178km

21 julho - Etapa 19: Embrun - Salon-de-Provence, 220km

22 julho - Etapa 20: Marselha - Marselha contrarrelógio individual), 23km

23 julho - Etapa 21: Montgeron - Paris Campos Elísios, 105km

Fonte: Record on-line

“Festival Bike: A grande festa do mundo da bicicleta recebeu 25.650 visitantes”

Por: Pedro Oliveira

A 13ª edição do Festival Bike - Festival Internacional da Bicicleta, Equipamentos e Acessórios e Salão de Ciclismo Profissional que decorreu de sexta – feira até domingo no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, recebeu 25.650 visitantes.

Ao longo de três dias Festival Bike foi o espaço privilegiado para conhecer as novidades do mercado e um ponto de encontro para todos aqueles que de forma profissional, desportiva ou de lazer estão ligados a este ramo como o comprovam os 138 expositores presentes, um aumento relativamente ao ano passado.

De 14 a 16 de Outubro, o Festival Bike assumiu-se como um ponto de encontro para a realização de grandes negócios e colocou em evidência expositores nacionais e internacionais, entre importadores, distribuidores e retalhistas, assim como diversas entidades direta ou indiretamente ligadas a este mercado.

Com uma área de exposição com cerca de 15.000 m2, as empresas apostaram no Festival Bike como forma de promover os seus produtos, contactar com o público em geral e profissionais, efetuar negócios e apresentar ao país as novidades do mundo da bicicleta para 2016/2017.


Competições e Demonstrações

Durante três dias, o Festival Bike contou com um maior número de competições que registaram a presença de mais de 6.000 atletas, muitos dos quais desportistas conceituados no panorama nacional.

O Festival Bike voltou a receber diversas atividades, proporcionando aos visitantes uma escolha ampla e variada de carácter lúdico e competitivo, tais como a “Maratona BTT”, o “Tejo e Serras Granfondo Festival Bike”, o “IX Duatlo Festival Bike”, “o 9º Mega Passeio de Cicloturismo”, o “Passeio de Bicicletas Antigas”, o “Passeio das Pontes Santarém – Almeirim”, o “Troféu da Juventude”, o 1º Bike Meeting FPCUB” ou provas de “BMX” e “Dirt”, entre outras.
 

Conferências, Workshops e Sessões de Autógrafos

Possibilitar aos visitantes do Festival Bike e aos profissionais que atuam neste ramo novas aprendizagens foi o objetivo das apresentações, conferências e sessões de esclarecimento, que aqui decorreram. Paralelamente, o Festival Bike contou com algumas das equipas mais importantes das duas rodas como o Alcobaça Clube de Ciclismo, o Clube de Ciclismo de Tavira / Sporting / Tavira, o Clube de Ciclismo José Maria Nicolau, o Clube Desportivo Fullracing / Efapel, a L.A. Alumínios Sport, o Núcleo do Sportin Clube de Portugal da Golegã, o Sport Clube Escolar Bombarralense ou a W52/ Futebol Clube do Porto.

Melanie Santos, Vítor Gamito, João Pereira, Ana Antunes, Vasco Bica, José Silva, Vanessa Pereira, Rafael Gomes, David Rosa, Rui Vinhas, foram alguns dos atletas que estiveram em contacto com o público.

Com o envolvimento de empresas de referência, um vasto programa de atividades competitivas e a presença de atletas de renome, o Festival Bike Portugal provou, uma vez mais, que é a referência incontornável deste mercado.

E a edição de 2017 já tem data (provisória) marcada: 6 a 8 de Outubro.

Fonte: CNEMA - Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, S.A.

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Europeu de pista”

Quatro portugueses no Europeu de pista

A Seleção Nacional/Liberty Seguros participa com quatro corredores de elite no Campeonato da Europa de Pista, que se disputa em Saint-Quentin-en-Yvelines, França, entre amanhã, 19 de outubro, e domingo, 23.

O selecionador nacional de pista, Gabriel Mendes, convocou António Barbio e Rafael Silva (Efapel), Ivo Oliveira (Liberty Seguros/Carglass) e João Matias (Supermercados Froiz).

Os portugueses vão competir em sete disciplinas diferentes. O mais experiente em pista, apesar de ser o mais jovem do quarteto, é Ivo Oliveira, que vai correr em perseguição individual, 1 km contrarrelógio e fará dupla com João Matias em madison. Além de Madison, João Matias corre em eliminação e 1 km contrarrelógio.

António Barbio participa em perseguição individual e engrossa o pelotão de scratch. Rafael Silva representará Portugal em omnium e na corrida por pontos.

“O Ivo Oliveira participa com o objetivo de classificar-se no primeiro terço da tabela nas provas individuais e de obtenção do máximo de pontos possível a nível individual e coletivo, tendo em vista o apuramento para o Campeonato do Mundo”, afirma Gabriel Mendes.

Os estreantes alinham tendo como meta “a aquisição de experiência e o desenvolvimento de capacidades. Tentarão colocar-se no segundo terço das classificações a pontuar, também com o fito de contribuírem para a qualificação para o Mundial”, sublinha o selecionador.

Calendário de Provas com presença portuguesa*

19 de Outubro

18h30 - 1 Km Contrarrelógio, Final Direta

20h30 - Scratch, Final Direta

20 de Outubro

20h30 - Eliminação, Final Direta

21 de Outubro

14h15 - Omnium - Scratch

16h30 - Omnium - Tempo

19h30 - Omnium - Eliminação

20h40 - Omnium - Corrida por Pontos

22 de Outubro

13h05 - Perseguição Individual, Qualificação

18h55 - Corrida por Pontos, Final Direta

20h00 - Perseguição Individual, Final

23 de Outubro

15h25 - Madison, Final Direta

*Horários provisórios, hora portuguesa

O Campeonato da Europa de Pista para a categoria de elite poderá ser visto em Portugal através do Europsort, cujas transmissões arrancam no dia 20.

Fonte: FPC

“José Dias e Ana Rita Vale venceram em Proselo a última etapa do Campeonato do Minho de BTT XCO - MAPFRE | Seguros”

José Dias e Ana Rita Vale venceram em elites o o 18º BTT XCO - ACRAP, última etapa do Campeonato do Minho de BTT XCO - MAPFRE | Seguros disputada em Proselo (Arcos de Valdevez). João Rocha e Marta Branco (juniores), Ruben Nunes (masters 30), José Magalhães (masters 40), João Araújo (masters 50), Vinício Rodrigues e Raquel Queirós (cadetes), Gonçalo Magalhães e Ana Santos (juvenis), João Martins e Mariana Líbano (infantis), David Ferreira e Mariana Magalhães (iniciados), Rui Sabino e Leonor Silva (pupilos-benjamins) e Paulo Fontinhas (promoção) foram os vencedores das restantes categorias.

Realizado nas imediações do campo de futebol da ACRAP, em Prozelo, o 18º BTT XCO ACRAP foi organizado conjuntamente pela Associação de Ciclismo do Minho e pela ACRAP - Associação Cultural e Recreativa Amadora Proselense, contando com a participação de centena e meia de atletas.

José Dias (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) venceu pelo segundo ano consecutivo a prova em elites masculinas, relegando para o segundo lugar Jacinto Fiúza (Batotas / Ponte de Lima), que revalidou o título de Campeão do Minho, e Filipe Ramos (ASC / FocusTeam - Vila do Conde) para a terceira posição.

Ana Rita Vale (Batotas / Ponte de Lima) venceu em elites femininas pela sétima vez consecutiva, sagrando-se Campeã do Minho, sendo secundada por Leandra Gomes, também do Batotas / Ponte de Lima, enquanto que na terceira posição se classificou Ana Ramalho (BTT Matosinhos).

O campeão nacional e minhoto na categoria de juniores, João Rocha (Rodabike / ACRG / Gondomar), venceu na prova decisiva para atribuição do título de Campeão do Minho, com Tiago Fernandes (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) a ser relegado para o segundo lugar mas a garantir, ainda assim, os pontos necessários para se sagrar Campeão do Minho em juniores. António Azevedo (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) foi o terceiro classificado, com o mesmo tempo do seu colega de equipa.

A campeã nacional e vencedora da Taça de Portugal de XCO, Marta Branco (ASC / FocusTeam - Vila do Conde) dominou e venceu em juniores femininas sagrando-se também ela campeã minhota, ficando Débora Figueiredo (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) na segunda posição.

Em masters 30, Ruben Nunes (ASC / Focus Team – Vila do Conde) regressou em Proselo aos triunfos, sagrando-se vencedor do Campeonato do Minho de BTT XCO - MAPFRE | Seguros, ficando na segunda posição Pedro Marques (Maiatos / Reabnorte / BikeZone) e na terceira posição Manuel Lopes (ASC / Focus Team – Vila do Conde).

José Magalhães (ASC/Focus Team-Vila do Conde) venceu em master 40, enquanto Mário Fernandes (Rodabike / ACRG / Gondomar) e Carlos Araújo (BTT Matosinhos) terminaram o 18.º BTT XCO ACRAP, respetivamente, no segundo e terceiro lugares.

João Araújo (JUM – Sanitop - KTM) foi o melhor no escalão de masters 50, seguindo-se na classificação Vítor Santos (ASC / Focus Team – Vila do Conde) e Mário Cruz (JUM – Sanitop - KTM).

Vinício Rodrigues (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) triunfou no escalão de cadetes, secundado pelo seu colega de equipa Hélder Gonçalves, enquanto Tiago Sousa (ASC / Focus Team – Vila do Conde) foi o terceiro classificado. Em femininos, Raquel Queirós (ASC/Focus Team-Vila do Conde) manteve a hegemonia dos triunfos com o pleno de nove vitórias em outras tantas provas do Campeonato do Minho de BTT XCO - MAPFRE | Seguros. A sua colega de equipa Jéssica Costa ficou na segunda posição, deixando a terceira posição do pódio para Celina Faria (JUM – Sanitop – KTM).

Em juvenis, Gonçalo Magalhães e Ana Santos ambos da ASC/Focus Team-Vila do Conde sagraram-se vencedores do 18.º BTT XCO ACRAP enquanto João Martins (Seissa/MGB Bikes/Matias & Araújo/Frulact) e Mariana Líbano (ASC/Focus Team-Vila do Conde) venceram em infantis, David Ferreira  (CRC / Garbo / Vegas Cosmetics ) e Mariana Magalhães (ASC/Focus Team-Vila do Conde) em iniciados e Rui Sabino (CRC / Garbo / Vegas Cosmetics) e Leonor Silva (Tomatubikers / Toyota-Macedo & Macedo ) em pupilos/benjamins. Na categoria de promoção, o melhor foi Paulo Fontinhas.

A vitória coletiva (competição) no 18.º BTT XCO ACRAP foi da ASC / Focus Team-Vila do Conde, ficando na segunda posição a equipa Seissa/A.C.R.Roriz/Matias e Araújo/Frulact e na terceira a Batotas / Ponte de Lima.

A equipa Seissa/A.C.R.Roriz/Matias & Araújo/Frulact foi a vencedora coletiva nos escalões de escolas com a BMC / SRAM / Póvoa de Varzim a assegurar o segundo posto e a ASC / Focus Team-Vila do Conde o terceiro.

O 18º BTT XCO - ACRAP teve o apoio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Junta de Freguesia de Proselo, Instituto Português da Juventude, Federação Portuguesa de Ciclismo, MAPFRE | Seguros, Cision, Arrecadações da Quintã, Raiz Carisma, POPP Design, Salvaggio, Controlsafe e Bike Magazine (revista oficial).

Recorde-se que os prémios finais dos Campeonatos do Minho e da Taça do Minho de Ciclismo de Estrada serão entregues na Gala de Encerramento da Época Desportiva de 2016, agendada para o dia 10 de dezembro (Centro Cultural Vila Flor - Guimarães), em que também serão homenageados os atletas minhotos que se sagraram Campeões Nacionais em 2016 e que conquistaram resultados de relevo a nível internacional.

Fonte: ACM

“Portugal sem soluções para percursos 'suaves'”

Mundial revelou uma Seleção Nacional vulnerável e com pouca 'preparação'

Por: Ana Paula Marques. Doha. Qatar

É certo que o Campeonato do Mundo do Qatar foi um pouco atípico pelas particularescondições climatéricas, vento e sobretudo calor, mas não é menos verdade que mostrou uma Seleção Nacional vulnerável e pouco preparada para enfrentar não só estas adversidades como o percurso demasiado plano.

Os resultados dos últimos anos colocaram o nosso país em posição de poder estar na discussão das vitórias, ainda que elas para já se resumam ao título de Rui Costa em Florença’2013. Mas há muitas classificações entre os dez primeiros, seja nas provas em linha, seja nos contrarrelógios, que fizeram com que os ciclistas nacionais passassem a ser respeitados pelos adversários.

As características da grande maioria dos ciclistas nacionais que correm no estrangeiro fazem deles corredores para provas mais duras, mais seletivas, não existindo essas soluções para outro tipo de traçados, designadamente para uma discussão ao sprint, como aquela que aconteceu no Qatar. A solução pelos vistos, de acordo com o selecionador nacional, não passa por ‘recrutar’ ao pelotão nacional. Se os ‘estrangeiros’ pecam por não serem velocistas; os que correm no pelotão português pecam por não terem ritmo competitivo, experiência. E entre uns e outros é sempre melhor levar os que correm a época toda, os primeiros... Mas não basta que tenham quilómetros nas pernas, não basta os anos de experiência internacional. Para se correr nas condições que se correu no Qatar é preciso muito mais. É preciso outro tipo de trabalho.

O que aconteceu no Médio Oriente – desistência dos três ciclistas na prova em linha dos elites - não é para alarmar, nem perto disso, mas é para levar em conta, para refletir. E agora mais do que nunca com a entrada, ou antes, reentrada, em cena do espanhol José Luís Algarra, técnico que regressa ao ciclismo português, depois de uma primeira experiência de dez anos entre 1996 e 2006.

Fonte: Record on-line