sexta-feira, 16 de setembro de 2016

“Exportamos oito vezes mais bicicletas que as que consumimos”

Por: Carla Tomás

Portugal é o terceiro principal país europeu a produzir bicicletas, mas menos de um por cento dos portugueses usa este meio de transporte. “Exportamos oito vezes mais bicicletas que as que consumimos”, lembra o diretor da Órbita, que pôs mais bicicletas a pedalar em Paris que por cá.

Começam a multiplicar-se em Portugal as iniciativas municipais e governamentais para a criação de ciclovias e projetos de bicicletas partilhadas, mas o país continua atrasado neste campo quando comparado com o resto da Europa. Por cá estima-se que menos de 1% da população utilize a bicicleta como meio de transporte, enquanto a média europeia ronda 7%. Paradoxalmente, somos o terceiro maior produtor de bicicletas da Europa, atrás de Itália e da Alemanha.

“Exportamos oito vezes mais bicicletas do que as que consumimos”, afirma ao Expresso Paulo Monteiro Rodrigues administrador da empresa Órbita, que há 44 anos fabrica bicicletas em Águeda. O também ex-dirigente da ABIMOTA - Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins, considera que assim é porque, em Portugal, por um lado “as pessoas sempre associaram, sobretudo nos anos 80 e 90, a aquisição do automóvel a uma questão de estatuto social”, e por outro, “só se começou a pensar reorganizar o espaço urbano e em soluções de mobilidade suave há meia dúzia de anos”, quando outros países, sobretudo os do Norte da Europa, levam décadas de avanço.

Porém, “estamos a evoluir devagar, mas positivamente”, considera Paulo Rodrigues, lembrando que “quando se investe em mobilidade suave, ganha-se em saúde, descongestionamento de tráfego e qualidade de vida”. Além de economicamente, uma vez que “se a média de utilização de bicicleta duplicasse na Europa, de 7 para 15%, o potencial de criação de emprego passaria dos atuais 650 mil para um milhão”.

Aliás, o tema este ano da Semana Europeia da Mobilidade (SEM), que começou esta sexta-feira e se estende até 22 de setembro, é “Mobilidade Inteligente. Economia Forte”, chamando a atenção para a diminuição dos impactos negativos do uso do automóvel e lembrando que andando mais a pé ou de bicicleta, contribui para aumentar em dois anos, reduzir em 15% os dias de baixa por doença e contribuir para o comércio local. Os especialistas não têm dúvidas de que é muito mais eficiente percorrer distâncias entre 800 metros e cinco quilómetros de bicicleta que de carro.

Este ano, 53 cidades aderiram à semana da mobilidade sustentável, propondo um conjunto de eventos perenes no tempo, mas também de iniciativas duradouras, onde se encaixam novas ciclovias e projetos de bicicletas partilháveis.

De bicicleta para a universidade

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, assinou esta sexta-feira o contrato do Governo com as universidades que aderiram ao projeto U-Bike, que prevê distribuir 3234 bicicletas partilháveis por 15 universidades. O projeto conta com um investimento, numa primeira fase de 6,1 milhões de euros (dos quais 4,8 financiados pelo fundo de coesão) que inclui bicicletas, manutenção e lugares de parqueamento.

“No início de 2017 poderemos ver estudantes a circular em bicicletas do programa U-Bike. É uma semente. Queremos por mais pessoas a andar de bicicleta”, garante o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes.

Este projeto merece o aplauso de José Carlos Mota, diretor da Plataforma Tecnológica da Bicicleta da Universidade de Aveiro e um dos mentores do Compromisso pela Bicicleta, que sublinha também o “envolvimento de perto de cem municípios nos planos de desenvolvimento urbano sustentáveis” e segundo o qual “a mudança para a mobilidade sustentável está sobre rodas”.

Mais cético em relação ao programa U- Bike está José Manuel Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta. “A ideia parece-me interessante, mas espero para ver”, afirma, lembrando que “os parques de estacionamento estão cheios de automóveis e os estudantes parecem gostar mais de carros topo de gama pagos pelos avós”.

Das Bugas às Biclas

Vários municípios têm apostado nos últimos anos na criação de ciclovias e em programas de bicicletas partilháveis. A começar por Aveiro, cidade pioneira no sistema de bike sharing com as suas 300 “Bugas”; passando pelas “Agostinhas” em Torres Vedras (260 bicicletas standard e 30 elétricas) ou pelas bikes partilhavéis de Vilamoura (200). Entre o final deste ano e início de 2017 mais dois municípios vão ter a funcionar projetos idênticos.

Cascais espera ter nas ruas, até ao final do ano, um projeto intermodal que alia 1200 “Bicas” partilháveis, suportes de estacionamento e transportes públicos. E Lisboa anuncia que terá a circular 1440 “Biclas” em sistema de bike sharing, a partir de 2017 e que quer duplicar os atuais 60 km de ciclovias.

“Com o projeto a avançar em Lisboa, haverá um efeito multiplicador no território”, sublinha Paulo Monteiro Rodrigues. A empresa que dirige, a Órbita, ganhou o concurso para fornecer as bicicletas partilháveis de Lisboa, mas antes disso já tinha conquistado projetos semelhantes noutras localidades portuguesas, como Ovar, Estarreja, Viseu ou Oliveira de Azeméis, e em cidades europeias como Paris, Málaga ou Bilbau.

Segundo Paulo Rodrigues, as infraestruturas cicláveis são importantes, mas não o único fator potenciador de um maior uso da bicicleta: “Se olharmos para Paris, vemos que a aposta foi feita na massificação do uso da bicicleta (tem 25 mil bicicletas partilháveis), o que obrigou a uma convivência funcional com os automóveis”.

Mais céticos sobre esta convivência mostram-se outros especialistas do sector. “Tem sido mais fácil empurrar as bicicletas para cima do passeio, convivendo com os peões, que para as estradas, retirando espaço aos automobilistas”, sublinha Mário Alves, dirigente da MUBI -Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, que considera que “as estradas são sempre cicláveis, e tirando de lá os carros, melhor ainda”.

José Manuel Caetano, por seu lado, considera que “se se conseguir fazer cumprir o código da estrada e impedir ultrapassagens de ciclistas a menos de 1,5 metros, já será melhor”. E conclui: “Com calma isto vai.”

“Tailandês e britânica vencem penúltima etapa do Tour de Timor”

O Tour termina no sábado com a quinta e última etapa, entre Lospalos e Baucau (87 quilómetros), Peerapol Chawchiangkwang e Catherine Williamsons venceram em Timot
O tailandês Peerapol Chawchiangkwang e a britânica Catherine Williamsons venceram hoje a quarta e penúltima etapa do Tour de Timor, em bicicleta de montanha, que ligou as localidades de Iliomar e Com.
David Vaz, o ciclista português que lidera a geral, chegou em segundo lugar, com a britânica a somar a sua segunda vitória consecutiva, depois de ganhar na terceira etapa de quinta-feira, à frente da portuguesa Celina Carpinteiro, que lidera a secção feminina.
Os irmãos Orlando e Jacinto de Jesus da Costa foram os primeiros timorenses a concluir a etapa, chegando ao mesmo tempo à linha da meta.
A edição de 2016 do Tour de Timor, que decorre até sábado, é composta por cinco etapas em bicicleta de montanha, contando com 120 participantes de 19 nações.
O Tour termina no sábado com a quinta e última etapa, entre Lospalos e Baucau (87 quilómetros).
Os vencedores dividem prémios no valor total de 58.000 dólares (quase 52.000 euros) e a primeira e última etapa da prova estão registadas pela União Ciclista Internacional, permitindo aos vencedores acumular pontos para a sua classificação internacional.
Fonte: SAPO Desporto c/ Lusa

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Campeonato da Europa”

Daniel Viegas no pelotão principal em Plumelec

Daniel Viegas conseguiu hoje o melhor desempenho da Seleção Nacional/Liberty Seguros no arranque das provas de fundo do Campeonato da Europa de Estrada, em Plumelec, na Bretanha, França.

O algarvio conseguiu aguentar o ritmo dos melhores juniores europeus, terminando a prova de 123,3 quilómetros no pelotão principal. Cruzou a meta na 34.ª posição, a 10 segundos do vencedor, o francês Nicolas Malle, que se destacou ligeiramente na dura subida para a chegada, a Côte do Cadoudal (1700 metros com inclinação média de 6,2 por cento).

Toda a corrida foi muito veloz e intensa – o vencedor fez uma média de 40,247 km/h -, mas as movimentações decisivas, que reduziram muito o pelotão principal, aconteceram na penúltima subida do monte bretão. A aceleração fez o pelotão perder unidades e aniquilou a esperança dos ciclistas que seguiam em fuga.

Ainda assim, o italiano Filippo Zana persistiu na tentativa de ganhar isolado e só foi alcançado com a meta à vista. Na chegada, os franceses destacaram-se. Nicolas Malle ganhou, logo seguido pelo compatriota Emilien Jeanniere. O terceiro foi o esloveno Tadej Pogacar, com o mesmo tempo do vencedor.

Daniel Viegas cedeu na última subida, pagando o esforço empreendido para não deixar escapar a roda dos melhores. “Esforcei-me para me manter no grupo principal, que se foi partindo. Dei sempre tudo para ‘colar’ aos da frente quando perdia terreno. Consegui entrar na última subida no primeiro pelotão, mas já não consegui ir ao choque, meti o meu passo. Acabei por pagar o esforço de lutar para me manter junto dos primeiros ao longo de toda a prova”, avalia o júnior luso.

Toda a equipa portuguesa chegou ao fim. Pedro Teixeira foi 82.º e João Almeida 83.º, ambos a 3m11s. Pedro Lopes terminou em 106.º, a 7m55s. “Os quatro corredores mantiveram-se no pelotão principal até à entrada para a última volta, o que é de realçar. No entanto, em termos de resultado final, esperava um bocado melhor”, admite o selecionador nacional, José Poeira.

Hoje também se realizou a prova para juniores femininas, na qual a portuguesa Soraia Silva 64.ª classificada. A corredora da Seleção Nacional/Liberty Seguros fez uma corrida taticamente inteligente, colocando-se bem no grupo, cedendo apenas quando o pelotão se partiu ao meio.

Soraia Silva conseguiu manter-se no segundo pelotão, enquanto muitas outras corredoras perdiam o contacto com o grupo. Acabou os 68,5 quilómetros na 64.ª posição, a 6m04s da alemã Liane Lippert, que venceu com um forte ataque na última subida da Côte do Cadoudal. A italiana Elisa Balsano foi a segunda classificada, a 4 segundos, e a britânica Sophie Wright, também a 4 segundos, fechou o pódio.

"Gostei muito desta experiência, que me deu um 'empeno' muito grande, sinal de que me esforcei. Agora há que continuar a treinar para evoluir no futuro", disse a corredora após a prova.

Fonte: FPC

“Seleção Nacional/Liberty Seguros/ Campeonato da Europa de Estrada"

Daniela Reis e quatro sub-23 representam Portugal neste sábado

A Seleção Nacional/Liberty Seguros estará representada por cinco corredores, em Plumelec, França, nas duas provas de fundo do Campeonato da Europa de Estrada, marcadas para este sábado.

Os primeiros a competir são os sub-23, que terão de madrugar para iniciarem a prova de 150,7 quilómetros (11 voltas ao circuito), às 8h45, menos uma hora em Portugal. A Seleção Nacional/Liberty Seguros contará com a participação de André Carvalho (dorsal 121), Luís Gomes (122), Nuno Bico (123) e Ivo Oliveira (124).

Numa corrida que acabará, certamente, por fazer-se dura, já que acaba na Côte do Cadoudal, na décima primeira vez que os corredores vão escalar o topo de 1700 metros com 6,2 por cento de inclinação média.

“Temos uma equipa de qualidade para lutar por uma posição de destaque, até porque todos se adaptam a este tipo de percurso. Os dois mais jovens, o Ivo Oliveira e o André Carvalho, já têm alguma experiência em provas internacionais de juniores e espero que confirmem em sub-23 o potencial que lhes reconhecemos. O Nuno Bico e o Luís Gomes são sub-23 de último ano e também já representaram Portugal em muitas ocasiões. Espero que consigamos estar com os primeiros, procurando um lugar, pelo menos, no top 15”, afirma o selecionador nacional, José Poeira.

Daniela Reis, que nos dois últimos anos competiu na prova de sub-23 do Campeonato da Europa, vai estrear-se a competir entre a elite nesta prova. Tem pela frente um pelotão com a maior parte das grandes estrelas do ciclismo feminino mundial e vai encontrar uma corrida de 109,6 quilómetros (oito voltas), cujo tiro de partida será dado às 12h45 portuguesas. A ciclista lusa alinha com o dorsal 59.

A campeã nacional de fundo e de contrarrelógio, após duas épocas a representar uma equipa francesa, conhece bem o terreno que vai pisar neste sábado. “Conheço bem a subida final. Já lá sofri muito, mas também já lá passei bem. É a minha primeira vez num Europeu de elite e, por isso, sei que vou encontrar um nível muito mais elevado do que nas edições do Campeonato da Europa em que participei. Só posso prometer uma coisa: dar o meu melhor”, frisa Daniela Reis.

Fonte: FPC

“Encontro Ibérico de Ataxias Hereditárias.2016"

Coimbra 24 e 25 de Setembro

Texto: José Morais

Realiza-se nos próximos dias 24 e 25 de setembro o Encontro Ibérico de Ataxias Hereditárias em Coimbra, uma organização da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), e na Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias.

O evento conta com uma Conferência Científica do sábado dia 24 nos Auditórios dos Hospitais da Universidade de Coimbra, com início pelas 14 horas. No domingo dia 25, será realizado um passeio com 15 quilómetros, com um encontro de Ataxias portugueses e espanhóis.

As inscrições são gratuitas, mas devem ser feitas através do site, onde pode ver todo o programa, e tirar todas as informações, clique para ver:


O Que é Ataxia…

Ataxia, do grego ataxis, quer dizer sem ordem ou incoordenação, é um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico. Ataxia significa a perda de coordenação dos movimentos musculares voluntários; é um termo que cobre uma grande variedade de desordens neurológicas e, portanto, pode fazer parte do quadro clínico de numerosas doenças do sistema nervoso. Algumas formas de ataxia são mais comuns que outras e têm até nomes específicos, como por exemplo a ataxia de Friedreich, a mais comum entre as ataxias. Algumas ataxias são causadas por uma anormalidade genética e com frequência os primeiros sintomas aparecem na infância. Outras formas podem aparecer até a metade da vida e são então conhecidas como de iniciação tardia. Geralmente, todo esse grupo de desordens neurológicas é conhecido como ataxia degenerativa porque os sintomas se agravam com o passar do tempo.

A ataxia pode afetar os dedos, as mãos, os braços, as pernas, o corpo, a fala ou o movimento dos olhos. Essa perda de coordenação pode ser causada por diversas condições médicas ou neurológicas; por essa razão é importante que uma pessoa com ataxia procure auxílio médico para determinar a causa subjacente do sintoma e obter o tratamento apropriado.

“MOBILIDADE SUSTENTÁVEL NA SEMANA EUROPEIA DA MOBILIDADE EM LISBOA"

Por: Armando Saldanha

"Bike to Work" e "Em Lisboa de Veículo Elétrico" marcam hoje, 16 de setembro, o arranque da Semana

A Semana Europeia da Mobilidade em Lisboa começa com mais uma edição, a 6ª, do Bike to Work, iniciativa da Lisboa E-Nova - Agência de Energia e Ambiente de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da FPCUB. Este ano, mais de 70 empresas desafiaram os seus colaboradores a deslocarem-se de bicicleta para o trabalho. No âmbito desta iniciativa está marcado um encontro no Jardim Amália Rodrigues às 17:45.

Hoje poderá, na Praça dos Restauradores, das 13:00 às 20:00, efetuar `test-drives` de veículos elétricos de várias marcas, bem como de uma marca de bicicletas, e haverá "sessões de esclarecimento por utilizadores diários de carros e motos elétricas". Para as 18:00, está marcado um desfile de veículos elétricos. No Passeio dos Fenícios, no Parque das Nações, é inaugurado "um local onde peões e automóveis podem partilhar o espaço público, sem necessidade de segregação dos espaços de uns e outros."

Na próxima quinta-feira, dia 22, os operadores de transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa (AML) vão oferecer um mês gratuito aos novos clientes que adiram ao passe intermodal.

Os cidadãos que façam a adesão ou que já não o utilizem pelo menos há 12 meses irão receber um `voucher`, no valor de um mês de passe, que poderá ser usufruído ainda em outubro ou, caso os prazos não o permitam, em novembro.

No domingo, realiza-se no Terreiro do Paço, o "Bicla Fest", que inclui o passeio "Lisboa Ciclável", uma concentração de bicicletas antigas e animação.

Este ano em Portugal, aderiram à Semana Europeia da Mobilidade, 48 localidades de mais de 40 municípios - como Águeda, Arganil, Alvito, Barcelos, Câmara de Lobos, Coruche, Fafe, Lagoa, Loures, Lousã, Manteigas, Oeiras, Oliveira do Bairro, Portimão, Porto Santo, Sines, Tavira, Vale de Cambra ou Valongo -, das quais apenas quatro são capitais de distrito - Faro, Lisboa, Santarém e Setúbal -, de acordo com o publicado no `site` da APA – Agência Portuguesa do Ambiente.

Em parceria com: www.anoticia.pt

“Atualização do Canal NP-TV com o “Vídeo promocional Encontro Ibérico de Ataxias Hereditárias.2016”

A Revista Notícias do Pedal acaba de atualizar o seu canal de televisão “Notícias do Pedal-TV” no YouTube e no MEO/KANAL com o “Vídeo promocional Encontro Ibérico de Ataxias Hereditárias.2016”


Para ver o vídeo no MEO/KANAL, quem possuir MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, inserir o código 531450, e ver no MEO/KANAL este e outros filmes, podendo consultar toda a programação. Podem ver ainda através do seguinte link: https://kanal.pt/lista-canais/comunicao-social/lisboa/vila-franca-de-xira/?display=grid&order=updated 

Desejamos que passem e recordem bons momentos.