domingo, 17 de março de 2019

“Hora de despedida…”

Hoje é dia de despedida, e de revelações, sei que muitos já possuem conhecimento, porem, outros ainda não, e quero aqui deixar a notícia, e os esclarecimentos.

Ao longo de mais de 25 anos dei a cara por uma instituição, andei no terreno, e semana a semana, acompanhava os associados da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas (FPCUB), porém no passado dia 26 de janeiro na Assembleia Geral da FPCUB apresentei a minha carta de demissão na mesa da Assembleia Geral.

A mesma não foi aceite por muitos associados da Assembleia Geral, e muito menos pela direção, porém depois de ter dito várias vezes que não voltava atrás, no passado dia 20 de fevereiro foi enviada uma carta registada á direção da FPCUB a reforçar novamente o pedido de demissão, o qual seria até ao dia 15 de março, a partir dai, estava desligado da mesma.

No ano de 2019 irei ter novos desafios, este um dos motivos da demissão, porém… outros motivos deram origem a esta decisão, em algo que também me tem incomodado já algum tempo, alguns comentários feitos por elementos da direção, com alguma difamação a meu respeito, originou ainda mais a minha decisão para este “Pedido de Demissão”, onde foi afirmado que andava a ganhar dinheiro à conta da FPCUB, e ao mesmo tempo a promover a minha Revista Notícias do Pedal.

Nunca alguma vez isso aconteceu, em primeiro, o Notícias do Pedal já existia quando fui convidado a ser suplente da direção, e depois convidado a ser Tesoureiro da mesma.

Antes de ser diretor da FPCUB, já colaborava com a mesma, escrevendo, fotografando, e acompanhava os eventos, onde me eram pagas as despesas de representação, nunca me servi da Federação, pelo contrário coloquei a minha Revista ao serviço da mesma, e através do Notícias do Pedal, consegui contatos com diversos órgãos de comunicação social, para onde escrevo, e tenho divulgado todas as atividades da Instituição.

Sendo assim, nunca tive ordenado da Federação como tentam dizer e difamar, tive apenas despesas de representação que iam sendo acumuladas, e pagas de seis em seis meses, já que as mesmas não poderiam nem deviam ser suportadas por mim, porque estava em representação da FPCUB.

Ao longo dos anos tive sempre disponíveis as minhas viaturas, automóveis e moto à disposição da mesma, em centenas e centenas de eventos ao longo de mais de 25 anos, sem nunca ter cobrado despesas de manutenção das mesmas, como ainda, material fotográfico e de vídeo, totalmente suportada por mim, como ainda a sua manutenção, com estes factos, não poderia continuar com este projeto que sempre abracei com muito empenho na FPCUB.

Esta decisão vem também ainda no seguimento de conversas tidas com a direção, onde foi expressada a falta de interesse no trabalho de acompanhamento, que tenho feito ao longo dos anos nos eventos cicloturisticos, os quais não trazem retorno positivo e financeiro a esta Federação.

Deste modo, não podendo continuar o longo trabalho de diversos anos feito junto com os associados, e eventos que os mesmos promovem, não vejo interesse de continuar ligado à Federação, o que me levou a pedir a minha demissão.

Estes os motivos fortes da mesma, sou sócio há 29 anos, não cai como paraquedista nesta FPCUB, nunca tentei infiltrar-me na mesma, sempre fui convidado, e sempre aceitei com imenso prazer, não aceitando assim, nem consentido que ninguém me denigra a minha imagem, nem consentido que ninguém me diga que possuo outros interesses, quando o meu interesse sempre foi levar o nome da FPCUB ao mais alto nível, e não acredito que alguém tenha lutado tanto pela mesma, como eu o fiz, ao logo destes anos dando sempre a cara pela mesma em todas as minhas presenças, prejudicando muitas vezes a minha vida familiar, e profissional, em prol daquilo em que acreditava.

Sendo assim, a minha prestação terminou dia 15 de março, irei continuar como sócio, irei continuar a acompanhar a FPCUB, esperando que o longo trabalho feito ao longo destes anos continue, e que o principal objetivo desta instituição com que foi pensada e fundada, o cicloturismo, não fique esquecido.

Como já se aperceberam, em 2019 existiram algumas alterações no Notícias do Pedal, a galeria de fotos é de exclusividade do Notícias do Pedal, e irei de forma diferente acompanhar os passeios, tentando não deixar morrer a modalidade, sem ligação à FPCUB.

Sei que será uma surpresa para muitos, para outros não tanto, porém a decisão está tomada, e 2019 é ano de novos desafios, quero agradecer a todos os apoios dados, aos muitos amigos que fiz ao longo dos anos estarei com eles nos melhores momentos, vemo-nos por ai.

Obrigado a todos.

José Morais

“Semana Europeia de Cicloturismo já mexe nas Aldeias Históricas”

Por: José Carlos Gomes

A Semana Europeia de Cicloturismo de 2019 realiza-se em Portugal, tendo como capital Belmonte, mas levando os 1500 participantes esperados a visitar todo o território das Aldeias Históricas, entre 29 de junho e 6 de julho. As inscrições já estão abertas. O protocolo para a realização da iniciativa foi assinado em Belmonte.

A Federação Portuguesa de Ciclismo foi escolhida pela União Europeia de Cicloturismo para organizar, em 2019, o acontecimento mais importante do cicloturismo europeu. Belmonte, juntou as entidades portuguesas responsáveis pela organização, a Federação Portuguesa de Ciclismo, a Câmara Municipal de Belmonte, a Associação das Aldeias Históricas e a Associação de Ciclismo da Beira Interior, que assinaram o protocolo para levar a cabo a Semana Europeia de Cicloturismo.

Apesar de faltar mais de meio ano para o início do evento, as inscrições já estão abertas e a hotelaria da região conta já com reservas de participantes de diferentes países. Além disso, respeitando a filosofia de muitos praticantes de cicloturismo, serão criados na vila de Belmonte espaços de acampamento com capacidade para 200 autocaravanas, 100 caravanas e 300 tendas de campismo.

A Semana Europeia de Cicloturismo irá oferecer um vasto programa de atividades velocipédicas, culturais e gastronómicas, sendo um encontro de culturas diferentes, que têm como principal ponto de contacto a paixão pela bicicleta e pelo cicloturismo.

Durante o certame, serão disponibilizados aos participantes três sugestões diárias de percursos, um curto, um médio e um longo, adaptados aos diferentes perfis físicos dos cicloturistas. Haverá, no total, 18 percursos circulares sugeridos, com partida e chegada em Belmonte.

Os cicloturistas poderão também experimentar os dez percursos lineares, desenhados entre Belmonte e as Aldeias Históricas, completar os dois desafiantes trajetos de longa distância ou cumprir o grande itinerário, com cerca de 600 quilómetros, que percorre as 12 Aldeias Históricas.

As pedaladas não esgotam a animação nem as possibilidades de descoberta do território e das suas gentes, pois a programação cultural contará com diferentes focos de animação, incluindo excursões com visitas guiadas aos locais de maior importância patrimonial das Aldeias Históricas.  

Informações detalhadas e inscrições: http://sect2019.fpciclismo.pt/pt/

Fonte: FPC

“Adam Yates segura liderança do Tirreno-Adriático”

Rui Costa subiu até ao 10.º posto, ficando a 3.26 minutos do britânico

Por: Lusa

Foto: EPA

O ciclista britânico Adam Yates (Mitchelton-Scott) segurou este domingo a liderança do Tirreno-Adriático, ao terminar a quinta etapa na segunda posição, a quarenta segundos do vencedor, o dinamarquês Jakob Fuglsang (Astana), enquanto Rui Costa (EAU-Emirates) subiu ao 10.º lugar.

Fuglsang gastou 4:39.32 horas para percorrer os 180 quilómetros entre Coli al Metauro e Recanati, onde a meta coincidia com uma contagem de montanha, menos 40 segundos do que Yates.

O esloveno Primoz Roglic (Jumbo-Vista) foi o terceiro a concluir a etapa, a 56 segundos do vencedor, antes de Rui Costa, o 11.º a cruzar a meta, a 2.12 minutos.

Yates manteve a camisola azul de líder, agora com 25 segundos de vantagem sobre Roglic, segundo classificado, e 35 sobre Fuglsang, enquanto o holandês Tom Dumoulin (Sunweb) caiu para o quarto posto, a 1.55.

Rui Costa subiu 12 lugares, para o 10.º lugar, a 3.26 minutos de Yates.

Ruben Guerreiro (Katusha-Alpecin) subiu ao 24.º lugar da classificação geral, a 7.31, e José Gonçalves (Katusha-Alpecin) ao 26.º, a 9.36, enquanto Nelson Oliveira (Movistar) ocupa o 28.º, a 12.57.

Este domingo, os portugueses chegaram todos entre os 40 primeiros, com Guerreiro a terminar na 27.ª posição, a 3.44, enquanto Gonçalves e Oliveira cederam ambos 5.26, nos 36.º e 37.º lugares, respetivamente.

A sexta etapa vai ser disputada na segunda-feira, nos 195 quilómetros entre Matelica e Jesi, numa viagem com uma contagem de montanha na primeira metade do percurso e uma chegada propícia para os sprinters.

Fonte: Record on-line

“Egan Bernal segura vantagem sobre Nairo Quintana e vence Paris-Nice”

O português Amaro Antunes (CCC) subiu duas posições e terminou a corrida no 29.º lugar

Por: Lusa

Foto: EPA

O jovem ciclista colombiano Egan Bernal (Sky), de 22 anos, conquistou este domingo o Paris-Nice, ao segurar a vantagem sobre o seu compatriota Nairo Quintana (Movistar) na oitava e última etapa, vencida pelo espanhol Ion Izagirre (Astana).

Bernal ainda cedeu quatro segundos a Quintana nos 110 quilómetros da derradeira tirada, que teve partida e chegada a Nice, mas terminou a 77.ª edição da corrida francesa com 39 segundos de vantagem sobre o vencedor do Giro em 2014 e da Vuelta em 2016.

O polaco Michal Kwiatkowski (Sky) terminou a prova na terceira posição, a 1.03 minutos de Bernal, que tinha vencido em 2018 a Volta à Califórnia e a Colômbia Oro y Paz, na qual também relegou Quintana para o segundo lugar.

Bernal assegurou o sexto triunfo da Sky nas últimas oito edições do Paris-Nice, sucedendo no historial da corrida ao espanhol Marc Soler (Movistar).

O português Amaro Antunes (CCC) subiu duas posições e terminou a corrida no 29.º lugar, a 24.38 minutos de Bernal, após concluir a etapa final no 29.º lugar, a 4.05 minutos de Izagirre.

Ion Izagirre venceu a etapa em solitário, em 2:41.10 horas, deixando a 18 segundos o primeiro grupo de perseguidores, encabeçado pelo belga Oliver Naesen (AG2R) e pelo holandês Wilco Kelderman (Sunweb).

Quintana foi o 10.º a cruzar a linha de meta, 22 segundos depois de Izagirre, enquanto Bernal chegou quatro segundos depois, na 19.ª posição, escudado por Kwiatkowski, que foi 17.º.

O belga Philippe Gilbert (Deceuninck-QuickStep), que ocupava o segundo lugar da classificação geral, 'caiu' para o 15.º posto final, a 6.19 minutos de Bernal, depois de ter perdido seis minutos na etapa.

Fonte: Record on-line

“Taça de Portugal de XCM”

David Vaz e Flávia Lopes triunfam em Melgaço

Por: José Carlos Gomes

David Vaz e Flávia Lopes (Vasconha BTT Vouzela) são os primeiros comandantes da Taça de Portugal de Maratona BTT (XCM), depois de hoje ganharem, na categoria de elite, a Maratona de Melgaço, primeira corrida pontuável.

O minhoto David Vaz, a correr na região de onde é natural, foi o mais forte nos 80 quilómetros da corrida masculina, que cumpriu em 3h47m04s, menos 2m30s do que o adversário mais direto, Renato Ferreira (Vasconha BTT Vouzela). O terceiro, a 6m59s, foi Bruno Sancho (Korpo ActivoBTT/UD Lorvanense).

A corrida feminina, com 62,5 quilómetros, teve Flávia Lopes como vencedora. A ciclista da equipa de Vouzela também triunfou em solitário, mas apenas com 42 segundos de vantagem sobre a segunda classificada, Liliana Jesus (BTT Seia). Ana Antunes (BTT Gardunha/Fundao/Create) fechou o pódio, a 2m08s da primeira classificada.

Em master 30 impuseram-se Michel Machado (Vasconha BTT Vouzela) e Raquel Marques (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde). Carlos Gomes (BTT Seia) foi o melhor master 35, enquanto em master 40 subiram ao lugar mais alto do pódio Nuno Inácio (Trilho Perdido Eventos Cycling) e Filomena Paulo (Róódinhas/Santos Silva).

António Marques (BTT Seia) ganhou em masters 45, Carlos Soares ergueu os braços em masters 50, Fernando Gonçalves (CTM-Vila Pouca) bateu a concorrência em masters 55 e Benjamin Silva triunfou em masters 60.

Gil Pereira (Batotas/Ponte de Lima) ganhou a corrida de paraciclismo classe C e Tiago Craveiro foi o único paraciclista de classe D a competir em Ponte de Lima.

A segunda prova da Taça de Portugal de XCM é a Maratona de Mortágua, no dia 14 de abril.

Fonte: FPC

“Clássica da Arrábida”

Jonathan Lastra conquistador no Castelo de Sesimbra

Por: José Carlos GOmes

O espanhol Jonathan Lastra (Caja Rural-Seguros RGA) venceu hoje a Clássica da Arrábida, uma corrida de 185 quilómetros, disputada entre Palmela e Sesimbra. O corredor da equipa continental profissional espanhola assumiu o comando da Taça de Portugal Jogos Santa Casa.

A prova foi absolutamente eletrizante, disputada a ritmo elevado, com movimentações constantes, que tiveram sempre resposta do pelotão, apostado em não dar terreno para o triunfo de uma fuga.

A única iniciativa que vingou deu-se na segunda passagem pelo Alto da Serra, já em Sesimbra, a 14 quilómetros do final. Aproveitando a fase mais dura da corrida e o desgaste acumulado pelo pelotão, sete corredores atacaram, acabando por formar o grupo que viria a discutir a terceira edição da Clássica da Arrábida.

O grupo dos resistentes que puderam “assaltar” o Castelo de Sesimbra era composto por Julen Amezqueta e Jonathan Lastra (Caja Rural-Seguros RGA), Raúl Alarcón e João Rodrigues (W52-FC Porto), David de la Fuente (Aviludo-Louletano), Alexander Vdovin (Lokosphinx) e James Fouché (Team Wiggins-LeCol).

A dois quilómetros da chegada, Jonathan Lastra e Alexander Vdovin deixaram os rivais para trás e foram em busca da glória. O espanhol arriscou e teve a devida recompensa. Na base dos 500 metros finais – sempre a subir, em estrada “picada” e com vento de frente -, Lastra atacou e pedalou para vencer em solitário. O corredor da Lokosphinx pagou o esforço e deixou-se ultrapassar por quem veio de trás. Num pódio totalmente espanhol, Raúl Alarcón (W52-FC Porto) foi o segundo, a 10 segundos do vencedor, e David de la Fuente (Aviludo-Louletano) foi o terceiro, a 14 segundos.

“É uma corrida e uma vitória que nunca esquecerei, porque é a primeira que conquisto enquanto profissional e porque é também a primeira da Caja Rural-Seguros RGA nesta temporada. O trabalho do Julen Amezqueta foi fenomenal na fase decisiva. Como o tinha na frente pude poupar-me e, a 500 metros, na base da subida, pensei ‘é agora ou nunca’. Arranquei e consegui este triunfo que me deixa muito feliz”, conta Jonathan Lastra.

A Caja Rural-Seguros RGA venceu coletivamente e João Rodrigues conseguiu a classificação da montanha.

O triunfo em Sesimbra permitiu a Jonathan Lastra assumir o comando da Taça de Portugal Jogos Santa Casa na categoria de elite, com os mesmos 75 pontos somados pelo vencedor da Prova de Abertura, Rui Oliveira. Raúl Alarcón e César Martingil (Sporting-Tavira) somam 65 pontos.

A geral da Taça Jogos Santa Casa de Sub-23 passou a ser comandada por James Fouché e por Iuri Leitão (Sicasal/Constantinos), ambos com 75 pontos. Seguem-se, com 65, Arseny Nikiforv (Lokosphinx) e Rafael Lourenço (UD Oliveirense/InOutBuild).

A Taça de Portugal Jogos Santa Casa irá decidir-se no dia 1 de maio, com a realização da Clássica Aldeias do Xisto, terceira e última prova do troféu.

Fonte: FPC

“Taça de Portugal de DHI/Pedro Silva surpreende armada forasteira em Porto de Mós”

Por: José Carlos Gomes

O português Pedro Silva (Caniço Riders) conquistou hoje a segunda etapa da Taça de Portugal de Downhill (DHI), realizada em Porto de Mós, derrotando a forte concorrência estrangeira presente na corrida.

Tudo parecia decorrer segundo o guião quando o número um do ranking mundial, o francês Amaury Pierron (Commençal/Vallnord) estabeleceu o melhor tempo na manga de qualificação, 2’46’’492. No entanto, a chuva que, entretanto, caiu e deixou a pista mais escorregadia mudou o rumo da corrida na descida final.

Pedro Silva, que na manga de qualificação já fizera em tempo dentro do top 10, aplicou-se na final e, beneficiando de uma pista ainda não totalmente atingida pela água, estabeleceu a melhor marca da descida que determina os vencedores, 3’10’’910. O segundo mais lesto foi o espanhol Carlos Haro (Bull Bikes DH Team), a 1,582 segundos. O terceiro, a 3,489 segundos, foi Amaury Pierron.

A corrida feminina também acabou afetada com a mudança das condições da pista, dado que os tempos da final foram muito mais lentos do que os da manga de qualificação. No entanto, a corredora mais rápida foi a mesma nas duas mangas, a francesa Myriam Nicole (Commençal/Vallnord), que, na final, desceu em 3’41’’782. Seguiu-se a alemã Sandra Rübesam (RSG Olympiapark Munich/Nukeproof), a 11,238 segundos, e a portuguesa Margarida Bandeira (Montanha Clube/LouzanPark), a 13,512 segundos.

Nas camadas jovens destacaram-se o júnior Eduardo Simões (Montanha Clube/LouzanPark) e o cadete Nuno Reis (Maiatos).

Os vencedores em veteranos foram o master 30 Daniel Pombo (Ciclo Madeira Clube Desportivo), o master 40 Miguel Santos e o master 50 Antero Oliveira (Bike House DH Team/Guimarães). Ana Martins (Casa do Povo de Abrunheira) foi a única master feminina em pista.

A Taça de Portugal de DHI prossegue no próximo domingo, na Lousã.

Fonte: FPC

“31º Passeio de Cicloturismo Vila de Pinhal Novo”

Texto e fotos: José Morais

É um dos tradicionais passeios de cicloturismo realizados em Portugal e com história, foi para a estrada este domingo 17 de março, sendo realizado pelo concelho de Palmela.

Realiza este ano pela 31ª vez, sendo um passeio apreciado por muitos, já que em início de época, é um passeio sem dúvida para começar a rolar, e a iniciar a preparação para 2019.

A organização foio do Grupo de Cicloturismo Pinhal Bike Team, teve como objetivo e a comemoração da elevação de Pinhal Novo, a Vila, o qual contou com o apoio da Junta de Freguesia local.

A concentração ocorreu pelas 8 horas no Mercado Municipal, tendo a partida sido dada pelas 9 horas, com um trajeto de cerca de 60 quilómetros, numa paisagem sem dúvida muito bonita, onde os participantes puderam confraternizar, numa excelente manhã de fortes pedalas.

À partida alinharam cerca de duas centenas e meia de amantes da bicicletas, dividido por 20 equipas, e diversos individuais, que, com o tempo propício a umas boas pedaladas, as fizeram numa forte pedala.

O número de participantes presentes, não desanimou a organização, que para Rui Bila responsável pelo Grupo de Cicloturismo Pinhal Bike Team, achou a mesma positiva, o tempo esteve bom, não existiram quedas, tudo correu pelo melhor, e em 2020 será para continuar

Este evento, que este ano não teve a mesma participação massiva de outras edições, mas uma razoável presença, já que com a realização do Granfondo da Arrábida, muito perto deste evento, a mesma fez algumas moças, e muitos participantes optaram pela Arrábida.

No final a satisfação total de todos, a promessa de voltarem na próxima edição, esperando uma maior participação de amantes das duas rodas sem motor, num passeio de grande tradição, um passeio com muita história.

Até lá ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas.