sexta-feira, 19 de outubro de 2018

“Moscon no comando da Volta a Guangxi e José Gonçalves sobe na geral”

Ciclista português subiu à 21.ª posição na China

Por: Lusa

Foto: EPA 1/2

Gianni Moscon venceu etapa isolado

O ciclista italiano Gianni Moscon (Team Sky) subiu esta sexta-feira ao comando da Volta a Guangxi, na China, ao vencer isolado a quarta etapa, que José Gonçalves (Katusha-Alpecin), o único português na prova, terminou em 23.º lugar.

Moscon cumpriu os 152,2 quilómetros entre Nanning e Mashan Nongla Scenic Spot, uma contagem de primeira categoria, em 3:38.02 horas, batendo por cinco segundos o austríaco Felix Grossschartner (Bora-Hansgrohe) e por oito o russo Sergei Chernetski (Astana).

Gonçalves concluiu a tirada a 33 segundos de Moscon, subindo do 65.º para o 21.º lugar da geral individual, a 43 segundos do novo líder, que dispões de nove de vantagem sobre Grossschartner e 14 sobre Chernetski, segundo e terceiros classificados, respetivamente.

No sábado realiza-se a quinta e penúltima etapa da Volta a Guangxi, entre Liuzhou e Guilin, na extensão de 212,2 quilómetros.

Fonte: Record on-line

“Andrea Tafi quer correr no Paris-Roubaix para celebrar a sua vitória de há 20 anos”

Transalpino está a preparar-se afincadamente para o 'Inferno do Norte' apesar dos seus 52 anos

Por: Alexandre Reis

Foto: Lusa

O italiano Andrea Tafi venceu o Paris-Roubaix em 1999 e quer celebrar essa vitória de há 20 anos com o regresso ao 'Inferno do Norte'.

Apesar dos seus 52 anos e de ter abandonado as corridas profissionais em 2005 com 30 vitórias, entre as quais também constam o Tour de Flandres e a Volta à Lombardia, Tafi está apostado em arranjar um estatuto especial para regressar ao pelotão do WorldTour.

"Eu sei que é uma ideia louca, mas quero correr novamente com apenas um objetivo. Estar no Paris-Roubaix, 20 anos depois de vencê-lo. Poderia ser um sonho impossível de realizar, mas quero tentar", revelou Tafi, em declarações à La Gazzetta dello Sport.

"Estou tão motivado como antes. Não quero correr como se fosse um artista de circo. Estou preparado, pois ando cerca de 18 mil quilômetros por ano e meu peso está abaixo dos 79 kg. A minha camisola de campeão nacional italiano de 1998 ainda me serve. O Paris-Roubaix é para mim uma corrida especial, pois estive por lá treze vezes na minha carreira. Ganhei uma vez, fiquei em segundo e terceiro, conseguindo sempre terminar. Sei que o ciclismo mudou muito nos últimos 20 anos e correr o Paris-Roubaix não será um passeio no parque, mas eu gosto dos desafios. Seria único", rematou Andrea Tofi.

Fonte: Record on-line