segunda-feira, 27 de abril de 2020

“A Finalíssima do Campeonato do Mundo não irá realizar-se em 2020”

A Finalíssima poderá ser adiada para 2021, mas não se realizará este ano.

Constituindo-se como prioridade máxima a saúde e segurança dos atletas e comunidade do triatlo e tendo em conta as diretrizes do departamento médico de Alberta, Canadá, o país organizador da Grande Final do Campeonato do Mundo em 2020, esta prova agendada para os dias 17 a 23 de agosto, não se realizará este ano.

O diretor do departamento médico de Alberta, Canadá, Dr. Deena Hinshaw, explicou esta decisão: «As restrições  de reuniões de grupos que se encontram atualmente em vigor aplicam-se a todos os eventos ou festivais em Alberta. Estas restrições proíbem reuniões que incluam mais de 15 pessoas e exigem que os grupos inferiores a 15 pessoas mantenham um distanciamento de pelo menos dois metros».

Os organizadores de Edmonton, do Triatlo do Canadá e do Campeonato do Mundo de Triatlo aproveitam para comunicar a sua desilusão por este evento não se realizar conforme planeado, apesar todos os esforços empreendidos das partes envolvidas. Estas entidades partilham também a sua total compreensão deste adiamento devido à atual situação global provocada pelo COVID 19, fator que impede a realização em segurança de um evento com estas caraterísticas.

A ITU, em conjunto com o Comité Organizador de Edmonton e a cidade de Edmonton, todas as partes interessadas e parceiros envolvidos continuarão a reunir esforços para encontrar opções viáveis para realizar este evento no futuro.

A ITU está a trabalhar com os organizadores do Campeonato do Mundo de Triatlo e da Taça do Mundo, com as Confederações Continentais e Federações Nacionais e Parceiros para reagendar alguns dos eventos planeados para o final do ano, numa altura em que seja seguro fazê-lo, de modo a que os atletas possam competir assim que a situação o permitir.

Fonte: FTP

“Coronavírus: Federação Triatlo de Portugal apoia clubes até 6.000 euros por mês”

O presidente da FTP, Vasco Rodrigues, afirma que grande fatia do apoio financeiro será destinada aos treinadores

Por: Lusa

Foto: Pedro Ferreira

A Federação de Triatlo de Portugal (FTP) anunciou esta segunda-feira que vai apoiar até 6.000 euros mensais por clube, devido à covid-19, até que as competições regressem.

"Nenhum modelo é ideal e o próprio montante do pacote é bem inferior ao que gostaríamos, mas queria ressalvar que se trata de um valor de cerca de 25% da receita mensal atual da Federação de Triatlo (excetuando as verbas do Alto Rendimento cuja despesa tem de ser realizada nessa área específica e não pode aqui ser contabilizada), sendo que a direção decidiu não condicionar nenhum dos seus compromissos atuais com parceiros, colaboradores e funcionários", explica o organismo.

Em documento assinado pelo presidente da FTP, Vasco Rodrigues, é dito que, face à realidade da generalidade dos clubes, um dos agentes mais afetados serão os treinadores, "pelo que a grande fatia deste apoio é destinada ao apoio aos seus vencimentos".

A dotação mensal distribui-se em três áreas, nomeadamente 3.500 euros para treinadores, 1.500 por compensação pelo número e tipologia de atletas e 1.000 euros para "outras despesas devidamente justificadas".

"Este apoio é mensal e estará em vigor até que seja reaberto o quadro competitivo e o acesso a piscinas para treino", refere o organismo, sendo que "o valor global deste apoio poderá ser revisto em alta no final do ano, caso a situação financeira da FTP o permita".

Portugal contabiliza 928 mortos associados à covid-19 em 24.027 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia. Relativamente ao dia anterior, há mais 25 mortos (+2,8%) e mais 163 casos de infeção (+0,7%).

O país cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo já anunciou a proibição de deslocações entre concelhos no fim de semana prolongado de 01 a 03 de maio.

Fonte: Record on-line

“COVID-19: Valverde recomenda redução do Tour, Giro e Vuelta em uma semana”


"É um ano especial, não faz sentido querer manter as três grandes voltas em três semanas a todo o custo”, defende o ciclista espanhol.

O ciclista espanhol Alejandro Valverde (Movistar) defendeu hoje que a Volta a França, Espanha e Itália, todas adiadas devido à pandemia de covid-19, deverão ser limitadas a duas semanas de corrida.

"Esta é uma temporada muito especial, foram tomadas medidas muito especiais. Poderiam ter encurtado as três grandes provas em uma semana. É um ano especial, não faz sentido querer manter as três grandes voltas em três semanas a todo o custo”, disse Valverde, em entrevista virtual com a imprensa desportiva espanhola.

Valverde, campeão do mundial de estrada em 2018, considera que duas semanas “são mais do que suficientes para os adeptos se divertirem” e acredita que o Tour, o Giro e o Vuelta conseguem sobreviver [economicamente]".

O ciclista espanhol lamentou ainda o plano de desemprego parcial implementado por várias equipas e revelou que na Movistar “não existiu corte nos salários”.

"Está tudo está bem para nós, não houve corte de salário. Mas eu gostaria de voltar ao normal, com medidas de proteção e segurança, o mais rápido possível, porque, caso contrário, tudo se tornará um caos económico muito significativo”, concluiu.

A Volta a França foi adiada para entre 29 de agosto e 20 de setembro, enquanto a Volta a Itália e a Volta a Espanha, inicialmente prevista entre 14 de agosto e 06 de setembro, serão agendadas depois dos Mundiais, previstos para setembro, na Suíça.

O Giro e o Vuelta devem ser organizados depois, mas as novas datas ainda não foram indicadas pelas UCI, que tem até ao dia 15 de maio para definir.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 810 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, e há 1.357 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: Sapo on-line

“Ciclista profissional italiano vai de porta a porta entregar gelados para manter a forma física”

Umberto Marengo encontrou uma forma peculiar para se manter ativo.

Umberto Marengo deveria estar a preparar-se para o Giro d'Italia, mas a pandemia da COVID-19 mudou a sua rotina. Para se sentir útil e manter a forma física, o italiano, ciclista profissional, virou-se para a vida de estafeta e entrega gelados porta a porta.

"Os clientes ficam surpreendidos. Além disso, sempre tento subir as escadas em vez de ir pelo elevador para treinar um pouco mais. Mas, acima de tudo, sou o único que faz isso de bicicleta. Então, eles ficam surpreendidos ao ver um ciclista a chegar", contou à AFP.

Aos 27 anos, Marengo não é uma estrela do pelotão. Mas a sua equipa Vini Zabù-KTM foi selecionada para o Giro d'Italia que deveria começar no dia 9 de maio, a partir de Budapeste, Hungria. E Umberto Marengo esperava estar na partida.

"Ainda não sabíamos [quem iria estar na equipa]. A equipa ainda não era conhecida, mas digamos que eu tinha uma boa hipótese de fazer parte da mesma", frisou.

Mas o Giro acabou por ser adiado e, Marengo, como os outros ciclistas profissionais, teve que se submeter ao confinamento e imobilidade forçada... até que um desejo repentino de gelados mudou tudo.

"A minha namorada e eu queríamos comer um gelado e, enquanto pesquisávamos na internet, encontramos uma geladaria que fazia entregas ao domicílio. Foi assim que me perguntei se poderia encontrar pessoas que precisassem de alguém para fazer entregas. Falei com o presidente da Câmara, que me disse que era uma boa ideia, e foi assim que tudo começou ", explicou.


Menos treino em casa

Todas as tardes, Marengo faz o seu percurso, entre 20 e 30 entregas de três lojas em Collegno [uma comuna italiana da região do Piemonte, província de Turim, com cerca de 21 mil habitantes], num total de 50 ou 60 quilómetros por dia, até 70 antes da Páscoa.


Umberto Marengo virou-se para as entregas a domicílio

"Dada a situação atual, é sempre um pouco mais de atividade física. Mas isso não tem nada a ver com o treino normal, mesmo que eu tente fazer a entrega o mais rápido possível e esforçar-me ao máximo", desabafa.

Mas esta saída diária permite que, ao menos, limite a dose de treinos em casa imposta pelo seu treinador, suprimindo a sessão da tarde.

"Nunca gostei dos treinos em casa. Prefiro sair em dias de chuva e molhar-me do que ficar em casa" na bicicleta ergométrica, diz, Marengo, entre sorrisos. "Foi também uma das razões pelas quais comecei a fazer essas entregas. Poder arejar as ideias e limpar a minha mente", acrescentou.

Mas o objetivo principal é outro. "É, acima de tudo, ser útil à minha comunidade", garantiu o jovem campeão.

Fonte: Sapo on-line

“Alejandro Valverde: "Tour, Giro e Vuelta deviam ser encurtados em uma semana"

Líder da Movistar defende que as principais provas do calendário mundial devem ter o calendário revisto.

Foto: EPA

Em declarações ao diário 'Sport', o ciclista Alejandro Valverde, uma das vozes mais reputadas do pelotão internacional, considera que as três grandes voltas - Tour, Giro e Vuelta - deviam ser encurtadas dadas as circunstâncias em tempos de pendemia.

"Não faz sentido que as provas durem três semanas", explicou o líder da Movistar em declarações através de video-chamada. "Julgo que terias que cortar a provas em uma semana, durariam 15 dias. É um ano especial, e o calendário não permite mais", acrescentou.

Fonte: Sapo on-line

“Bernal com autorização para preparar Volta a França na estrada”

Devido à pandemia de covid-19, ciclista está a cumprir confinamento em Zipaquirá

Por: Lusa

Foto: Reuters

O ciclista colombiano Egal Bernal, vencedor da Volta da França em 2019, recebeu esta segunda-feira autorização do autarca de Zipaquirá, cidade onde está em confinamento devido à pandemia de covid-19, para treinar no exterior, com algumas condições.

Os colombianos podem, a partir de hoje, realizar atividades físicas ao ar livre por uma hora e individualmente, mas os autarcas têm o poder de estabelecer regras nos seus municípios.

Wilson García, autarca de Zipaquirá, autorizou Bernal e outros cinco corredores, entre eles Brandon Rivera, seu companheiro de equipa na INEOS, a treinarem no interior dos limites do município, entre as 05:00 e as 08:00, mantendo uma distância mínima de cinco metros.

A Volta a França foi adiada para entre 29 de agosto e 20 de setembro, enquanto a Volta a Itália e a Volta a Espanha, inicialmente prevista entre 14 de agosto e 06 de setembro, serão agendadas depois dos Mundiais, previstos para setembro, na Suíça.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 810 mil doentes foram considerados curados.

Fonte: Record on-line

“Edição 100 da Volta à Catalunha será apenas em 2021”

Devido à pandemia de Covid-19

Por: Lusa

A 100.ª edição da Volta à Catalunha em bicicleta, que estava inicialmente agendada para março, mas acabou adiada devido à pandemia da covid-19, vai decorrer só no próximo ano, anunciou hoje a organização da prova.

"A prioridade absoluta agora é lutar contra a covid-19 e impedir a sua propagação. O calendário de ciclismo que a UCI oficializou foi reduzido para praticamente três meses. Queremos celebrar a edição 100 com o máximo de garantias e os melhores corredores do mundo, por isso optámos por adiar para março de 2021", afirmou o diretor geral da Volta à Catalunha, Rubèn Peris.

A primeira edição da Volta à Catalunha aconteceu em 1911, mas não se realizou durante alguns anos, primeiro devido à I Guerra Mundial e depois por causa da Guerra Civil espanhola.

2020 vai ser o primeiro ano em que a prova não se realiza desde 1938.

De acordo com os dados oficiais, a Espanha é atualmente o segundo país do mundo onde se registou mais casos de pessoas infetadas com o novo coronavírus (226.629) e o terceiro em termos de mortes (23.190).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 204 mil mortos e infetou mais de 2,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 800 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: Record on-line

“Entrevistas Associação de Ciclismo do Minho/A opinião de João Matias, ciclista profissional e Presidente da ACR Roriz”

João Matias, ciclista profissional da Aviludo / Louletano e atleta da Seleção Nacional de Pista, será o entrevistado de amanhã (terça-feira, 21h15) da ACM – Associação de Ciclismo do Minho no âmbito das iniciativas que a associação tem promovido a propósito da situação que se vive com o Covid-19.

O ciclista minhoto vai explicar como enfrenta as restrições motivadas pela pandemia do Covid-19 e dará a conhecer a sua perspetiva enquanto Presidente da ACR de Roriz.

A entrevista está agendada para as 21h15 e poderá ser acedida através do Facebook (https://www.facebook.com/CiclismoMinho ) ou do canal do Youtube da Associação de Ciclismo do Minho (https://www.youtube.com/ciclismominho ).

Será agora a vez de conhecer a opinião do minhoto João Martias, depois de Carla Noémia já ter entrevistado Marco Chagas, José Azevedo, Cândido Barbosa, José Mendes, Tiago Machado, José Santos, Artur Lopes, Jorge Pina (Dirigente da FPC), Diogo Leite Ribeiro (Presidente da Assembleia-Geral da ACM), Mário Fortes e Nuno Silva Leal (um minhoto a residir em Macau),

Fonte: ACM